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Um incêndio atingiu a margem esquerda da Cachoeira Mocotó, na cidade de Rio das Contas, a 609 km de Salvador, na região da Chapada Diamantina, no domingo (10), e foi controlado pelo Corpo de Bombeiros desde a quarta-feira (13). O acompanhamento continua no local até o sábado (16), por conta do terreno ser seco, há risco de novos focos. Segundo o Corpo de Bombeiros, a área atingida possui nascente de rios. O perímetro fechado não foi determinado. O terreno está seco, por conta da pouca quantidade de chuva na cidade nos últimos dois dias, que não chegaram a atingir o local do incêndio. As causas das chamas não foram determinadas, a perícia do Inema foi encaminhada para determinar as causas. Segundo os Bombeiro, a população suspeita que o fogo tenha sido criminoso.
Dezenove praias estão impróprias para banho na Bahia neste final de semana. Segundo balanço do Inema [Instituto do Meio-Ambiente e Recursos Hídricos], divulgado nesta sexta-feira (15), foram consideradas impróprias praias de Salvador, da Costa dos Coqueiros, no litoral norte, e da Costa do Cacau, no sul do estado. Em Salvador, as praias impróprias são: Tubarão, Periperi, Penha, Bogari, Pedra Furada, Ondina (situada próximo ao Morro da Sereia em frente ao Ed. Maria José), Rio Vermelho (próximo a escada de acesso à praia, em frente à igreja de Nossa Senhora de Santana), Amaralina, Pituba (em frente a escada de acesso à praia, em frente a Portinox, na Rua Paraíba), Armação, Boca do Rio, Corsário, Patamares, Piatã e Lagoa de Abaeté. No Litoral Norte, o banhista deve evitar a praia da Barra do Rio Pojuca. Já na Costa do Cacau, sul baiano, estão impróprias as praias do Marciano, do Malhado e do Cristo. Conforme o Inema, uma resolução do Conselho Nacional do Meio-Ambiente (Conama) diz que a praia é considerada imprópria quando mais de 20% das amostras coletadas em cinco semanas consecutivas apresentar resultado superior a 1 mil coliformes fecais ou 800 Escherichia coli por 100 milímetros de água; ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2,5 mil coliformes termotolerantes ou 2 mil Escherichia coli ou 400 enterococos por 100 milímetros de água.
O governo quer privatizar as operações da transposição do Rio São Francisco. Segundo o ministro da Integração, Helder Barbalho, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está elaborando o modelo de concessão à iniciativa privada, que deve ficar pronto em 2018. Uma das maiores obras de infraestrutura do país, o polêmico projeto leva água do rio em canais para vários estados do semiárido brasileiro. Com a privatização, os estados terão que pagar pela água. “A operação, que custa em torno de R$ 500 milhões ao ano para o governo, pode ser concedida. Mas é uma decisão que ainda está sendo analisada, não foi consolidada”, disse Barbalho, em entrevista ao site Poder 360. Ainda de acordo com o ministro, mesmo com a crise econômica no país, as obras de transposição são prioridade. “O foco é finalizar o que está sendo feito. A população sofre com racionamento no Nordeste, e parte do consumo da indústria está sendo direcionado para abastecer as residências. Nosso foco é garantir a parte estruturante da obra. E essa parte está acelerada”, assegurou.
A Justiça Federal no Distrito Federal determinou a suspensão de todo e qualquer ato administrativo que regule a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia. A decisão do juiz Rolando Spanholo, da 21ª Vara Federal, é uma resposta ao decreto presidencial que anuncia a extinção da reserva e autoriza a exploração mineral em parte da área. De acordo com o G1, o magistrado argumenta que é inadequada a pretensão do governo federal e defende que o Congresso Nacional delibere sobre o assunto. A Renca foi criada em 1984 e possui alto potencial para exploração do ouro. A reserva fica na divisa entre o Sul e Sudoeste do Amapá com o Noroeste do Pará.
O governo federal publicou em uma edição destra do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (28) um novo decreto com as regras para a exploração mineral na extinta Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Apesar das críticas à medida, o Palácio do Planalto manteve no novo texto a extinção da Renca, que compreende uma área de 47 mil quilômetros quadrados entre o Pará e o Amapá. O texto inicial havia sido publicado na última quarta-feira (23). Com decisão, o espaço fica liberado para a extração de ouro e outros minerais nobres. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o novo decreto deixa mais claras as regras para exploração de minérios, preservando reservas ambientais e indígenas. O ministro exemplificou dizendo que quem tiver atuado na exploração mineral ilegal na reserva antes do decreto não poderá obter licença para exploração. O governo agora espera leiloar as áreas para empresas interessadas em explorar as reservas minerais. A Renca havia sido criada em 1984, ainda durante a ditadura militar.
Um grupo de deputados federais baianos pediu que o presidente Michel Temer reserve espaço para revitalização do Rio São Francisco no modelo de privatização da Eletrobras. A demanda foi solicitada por José Carlos Aleluia (DEM), Benito Gama (PTB), Cláudio Cajado (DEM), Elmar Nascimento (DEM), Luciano Braga (PRB) e Paulo Azi (DEM), em reunião com o peemedebista e os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Eliseu Padilha (Casa Civil). Na audiência foi solicitado que o sistema hidrelétrico do São Francisco não tenha o mesmo tratamento que se está pensando para outras áreas do país quando a privatização da Eletrobras for implementada, porque o rio é de integração nacional e não pode ser considerado apenas rio de geração de eletricidade. Temer teria dito que o ministro Fernando Coelho Filho (Minas e Energia) mostrou a mesma preocupação e está trabalhando para uma solução sustentável e que inclua a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) e a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).
A empresa Sama S.A. (Minerações Associadas) foi condenada no último dia 18, pela Justiça Federal, ao pagamento de meio bilhão de reais por danos morais coletivos, após a contaminação de diversas pessoas com a extração da fibra natural amianto. Entre 1940 e 1967, a Sama explorou a fibra mineral na jazida de São Félix do Amianto, na região de Bom Jesus da Serra. Quando as atividades se encerraram, não foram adotadas medidas satisfatórias para mitigação dos efeitos do mineral nos habitantes da região, deixando resíduos que teriam contaminado um número indeterminado de pessoas, apontou o Ministério Público Federal (MPF) e o do Estado da Bahia (MP-BA). A maior parte dos afetados teriam sido os trabalhadores da mina, seus familiares e moradores do entorno. O valor será destinado aos municípios de Bom Jesus da Serra, Poções, Caetanos e Vitória da Conquista, que devem adquirir equipamentos e construir unidades de saúde para tratamento de doenças associadas à exposição do amianto.
Um filhote de baleia Jubarte foi encontrado morto em Arembepe, Litoral Norte baiano, neste domingo (13). Essa é a segunda baleia achada em Camaçari neste ano. No dia 2 de agosto, uma Jubarte apareceu em Itacimirim. Segundo a Defesa Civil da cidade, via G1, o animal achado neste domingo tem três metros de comprimento e cerca de duas toneladas de peso. Uma equipe do órgão começou a fazer a retirada do animal no mesmo dia, com previsão de terminar o trabalho nesta segunda-feira (14). Segundo balanço de Instituto Baleia Jubarte na Bahia, divulgado no dia 3 de agosto, 14 baleias já foram encontradas mortas no litoral do estado neste ano. O instituto informou que fatores como o inverno mais rigoroso e o mar agitado tem influenciado no encalhamento de baleias.
Uma sétima baleia Jubarte foi encontrada morta no litoral sul baiano. O animal foi encontrado nesta sexta-feira (28) encalhado na praia de Barra Velha, em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento. Segundo o G1, o animal, com cerca de quatro metros, foi visto por moradores, e o fato acabou confirmado pelo projeto Baleia Jubarte. Ainda segundo informações, o animal encontrado em Porto Seguro apresentava escoriações e hematomas na região da cauda. Ainda não foi informado o que motivou a morte da baleia. Na última segunda-feira (24), uma fêmea jovem Jubarte foi encontrada na praia de Lençóis, município de Una. O veterinário Wellington Laudano, do projeto (a)mar, informou que os óbitos das baleias ocorrem por problemas enfrentados na travessia do Atlântico Sul para as praias do sul baiano, com encalhes em redes de pesca, enfermidades e traumas.
Um filhote de baleia Jubarte com 7 metros foi encontrado morto nesta segunda-feira (24), na Praia de Ponta Grande, em Porto Seguro, região da Costa do Descobrimento. De acordo com o G1, esta é a quinta baleia da espécie que morre na região sul do estado, em um mês. Até que se saiba o que provocou a morte do animal, a prefeitura enviou funcionários para evitar que os banhistas se aproximem da água. Por conta da temperatura mais quente do mar no interno em relação às águas de outros locais, cerca de nove mil baleias são atraídas para o litoral da Bahia no inverno, todos os anos.