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A presidente da Câmara de Vereadores de Brumado, Verimar do PT, teve aprovado na sessão da última segunda-feira (13) o requerimento para implantação de um Centro de Recuperação e Integração Social de pessoas viciadas em álcool e drogas em Brumado.
“O requerimento tem por objetivo resgatar o interno para uma vida de abundância, uma vida digna, que permita ao homem e a mulher andarem de cabeça erguida “, justificou a vereadora.

Prestes a formalizar a fusão que deve formar o maior partido na Câmara, inicialmente com 88 deputados federais, DEM e PSL devem abandonar de vez o 17. De acordo com a coluna de Guilherme Amado, do portals, parceiro do Bahia Notícias, a decisão foi tomada para que a nova sigla não seja associada com o presidente Jair Bolsonaro, que usou o número para se eleger em 2018.
A cerimônia para anunciar o acordo foi pré-agendada para o dia 21 de setembro. O presidente do PSL, deputado Luciano Bivar, deve ficar com a chefia da nova sigla. Já o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, que preside o DEM, será secretário-geral da legenda, que ainda não teve o nome divulgado.
De acordo com a publicação, pessoas envolvidas nas negociações dizem que a presidência caberá a Bivar porque o PSL possui uma estrutura maior do que a do DEM, tanto em número de cargos relevantes quanto em volume de fundo partidário. Mas ACM não perderá prestígio com o posto que ocupará. “Nenhuma decisão poderá ser tomada sem a assinatura do secretário-geral”, justifica um político envolvido nas tratativas.
Na Bahia, as mudanças na direção do PSL já aconteceram. No final de agosto, o comando do partido deixou as mãos da deputada federal Dayene Pimentel e, indiretamente, passou a ser assumido por Elmar Nascimento (DEM), já que a presidência da sigla foi ocupada por seu aliado Amauri Nascimento

A Câmara dos Deputados aprovou, por 378 votos a 80, o texto-base do projeto de lei do novo Código Eleitoral. A sessão foi realizada nesta quinta-feira (9). A medida consolida toda a legislação eleitoral e temas de resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em um único texto.
Com cerca de 900 artigos, o projeto é resultado do grupo de trabalho de reforma da legislação eleitoral, composto por representantes de diversos partidos.
Entre as mudanças previstas estão a proibição de divulgação de pesquisas eleitorais na véspera e no dia do pleito, a obrigação dos institutos de informar o percentual de acerto das pesquisas realizadas nas últimas cinco eleições e a autorização da prática de candidaturas coletivas para os cargos de deputado e vereador que sejam eleitos pelo sistema proporcional. Os deputados ainda vão analisar os destaques e em seguido o texto irá ao Senado.

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) confirmou presença na manifestação contra Jair Bolsonaro (sem partido) em São Paulo, marcado para o próximo domingo (12).
“Irei à manifestação do dia 12 na Avenida Paulista e sempre tentarei ir a outras manifestações que forem convocadas contra Bolsonaro. Seja qual for o sacrifício e risco que isso represente, há algo maior que tudo: o futuro do Brasil e da nossa democracia”, escreveu Ciro em sua conta no Twitter.
“Esta luta não é mais um símbolo ou uma metáfora, mas um embate real em defesa da justiça e da liberdade. Ela está acima de pessoas, de partidos ou posicionamentos ideológicos. Estamos às voltas com duas ameaça mortais: uma é a Covid e outra Bolsonaro”, acrescentou.
Os atos estão sendo convocados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e devem acontecer em várias cidades do Brasil. Além do PDT, partidos com PCdoB, PSOL, já confirmaram participação no protesto. A Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB),Força Sindical, a UGT (União Geral dos Trabalhadores), a CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e a NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores) também devem marcar presença.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) da Bahia, deve convidar o prefeito da cidade de Brumado, no Sertão Produtivo, a deixar a sigla. Após participar de atos em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (Sem partido), e defender a renúncia de juízes do Supremo Tribunal Federal (STF), o prefeito Eduardo Lima Vasconcelos, segue filiado.
O secretário geral do partido no estado, Rodrigo Hita informou que a ‘tendência’ é de que o prefeito seja convidado a deixar a sigla. No entanto, ele deixou claro que só após uma reunião com toda a executiva será definido o afastamento ou não.
Líder do partido na Bahia, a deputada federal Lídice da Mata, demonstrou apoio ao pedido ‘urgente’ de impeachment do presidente, em postagem feita nas redes sociais. “Bolsonaro é muito perigoso! E não é segredo, pois o próprio já usava esse tom antes de ser eleito.
Se antes ele fazia isso para ganhar as eleições, agora ele ataca as instituições e a democracia para não sair da presidência. Ele comete uma sequência de crimes de responsabilidade e fala abertamente sobre um golpe de estado. O impeachment é urgente para mantermos a democracia do Brasil”, postou.

por Fábio Zanini
Em reunião de sua Executiva Nacional em Brasília, o PSDB aprovou colocar-se formalmente como oposição ao presidente Jair Bolsonaro. O partido também decidiu iniciar a discussão interna com suas bancadas sobre aderir à defesa do impeachment de Bolsonaro.
A sigla vinha tendo posição dúbia com relação ao governo, mas decidiu aderir à oposição após as falas de caráter golpista de Bolsonaro nos atos do 7 de setembro. Oficialmente, se declarava independente. Os tucanos decidiram ainda aderir à frente de oposição do centro democrático, com partidos como DEM, MDB e Cidadania.
A decisão foi tomada por unanimidade, com o voto inclusive do deputado Paulo Abi-Ackel (MG), espécie de representante de Aécio Neves na Executiva. Aécio, que não compareceu à reunião, é visto internamente como o membro do partido mais palatável ao presidente.

por Igor Gielow
O PSD criou uma sugestivamente chamada Comissão de Acompanhamento do Impeachment de Jair Bolsonaro. Segundo disse à reportagem da Folha de S. Paulo o presidente da sigla, Gilberto Kassab, como o nome diz, há elementos colocados para a discussão sobre o impedimento de Bolsonaro após as falas golpistas deste 7 de Setembro.
Kassab já havia afirmado que o debate sobre o impeachment se impõe. A comissão deverá se reunir nesta quarta (8) e terá como integrantes o próprio Kassab e os líderes do PSD no Senado, Nelson Trad, e na Câmara, Antonio Brito.
Outros nomes deverão ser adicionados, engrossando o caldo político contrário a Bolsonaro: o PSDB irá fazer uma reunião de sua Executiva Nacional para debater um pedido de abertura de processo na Câmara e outros partidos centristas e do centrão debatem abertamente a possibilidade de remover Bolsonaro do cargo.
Isso já aconteceu em outras vezes, e o grande seguro anti-impeachment contratado por Bolsonaro quando entregou verbas inauditas para execução na mão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), prócer do centrão, e colocou o grupo no coração do governo, vinham sendo vistos como eficaz. Mas isso não quer dizer que o clima não possa ter virado.

Em manifestação pública neste 7 de Setembro, o ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, destacou como prioritários na luta pela independência o respeito à democracia e o fim do extremismo.
“Um Brasil independente é um Brasil livre do radicalismo, que valoriza a democracia, e não o ódio. Hoje a nossa luta é por tolerância, comida na mesa dos brasileiros, emprego, respeito às diferenças e por um país mais justo e menos desigual”, escreveu Neto em sua conta no Twitter, no fim da manhã desta terça-feira (07).
“Essas são lutas diárias, aquelas que realmente importam e fazem a diferença na vida das pessoas”, salientou o baiano, em um recado endereçado a Bolsonaro, que em meio às manifestações ocorridas em Brasília, subiu ainda mais o tom dos ataques aos outros poderes e sugeriu “enquadrar” o Supremo Tribunal Federal (STF).

Um dos integrantes da CPI da pandemia, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) comentou a participação do presidente Jair Bolsonaro nas manifestações realizadas neste 7 de Setembro e fez duras críticas ao mandatário.
“Não é preciso aguardar o fim do dia para apontar que Bolsonaro é um criminoso golpista, que manipula a massa para esconder rachadinhas, centrão, mansões suspeitas e a incompetência que jogou o Brasil em uma crise sanitária, econômica e social gigante”, disse Alessandro sobre o presidente, que nesta terça (07) ampliou o tom de ameaças aos outros poderes da República, sobretudo o Supremo Tribunal Federal (STF) a quem sugeriu que os membros devem “se enquadrar” ou “pedir pra sair”.
“O impeachment é seu destino”, previu Alessandro Vieira, para o futuro de Bolsonaro.

Em pronunciamento na noite de segunda-feira (06), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o atual presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), por não gravar mensagem de esperança aos brasileiros e apenas estimular “divisão, ódio e violência”.
O petista afirmou que um presidente da República deve passar mensagem de esperança aos brasileiros no dia 7 de setembro. No entanto, o ex-presidente disse que Bolsonaro segue o caminho inverso: incita ódio e violência e chama o povo para o enfrentamento.“Ao invés de anunciar soluções para o país, o que ele faz neste dia é chamar as pessoas para a confrontação, convocar atos contra os poderes da República, contra a democracia que ele nunca respeitou.
Ao invés de somar, estimula divisão, ódio e violência. Definitivamente não é isso que o Brasil espera de um presidente”, ressaltou.Lula disse ainda que Bolsonaro deveria levar uma palavra de solidariedade para as famílias que perderam entes queridos durante a pandemia da COVID-19, além de anunciar planos que gerassem emprego e que diminuíssem o custo dos combustíveis no país, além de anunciar medidas para conter a alta no preço dos alimentos.
“O Brasil andou para trás porque o governo federal parou de investir no crescimento e nos programas que ajudam o povo. Cortaram a verba das escolas, dos hospitais, da agricultura familiar e encolheram o Bolsa Família. Em nenhum país do mundo, nenhum, vai para frente sem investimento”, afirmou.