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Evo Morales renunciou a presidência da Bolívia neste domingo (10). Após o anúncio feito em meio a uma profunda crise política no país, Evo abandonou a Bolívia e viajou para a Argentina no avião presidencial.
O comandante-chefe das Forças Armadas da Bolívia, o general Williams Kaliman, pediu neste domingo a Morales que renunciasse, em meio a protestos por sua questionada reeleição na votação de 20 de outubro, nas quais a Organização de Estados Americanos (OEA) viu irregularidades. O presidente até chegou a convocar novas eleições, mas não aguentou a pressão militar.

Parlamentares de partidos como Novo, Podemos e Cidadania já anunciaram a intenção de se aliar ao PSL para obstruir a pauta da Câmara Federal até ser votada uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de restabelecer a prisão após condenação em segunda instância, segundo informações da Época.
Na quinta-feira (7), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu retomar o entendimento adotado antes de 2016 e derrubou a prisão após segunda instância, considerada inconstitucional. Com a decisão, o ex-presidente Lula (PT) foi solto na sexta-feira (8).
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara pode votar na segunda-feira (11) a PEC 410/18, que deixaria clara, no texto constitucional, a possibilidade da prisão após condenação em segunda instância.
Relatora da proposta, a deputada Caroline de Toni (PSL) já apresentou parecer favorável à admissibilidade do texto.
No Senado, a PEC 5/2019, do senador Oriovisto Guimarães (Podemos), em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, também estabelece o início do cumprimento da pena após a segunda condenação colegiada do réu.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) mencionou a saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) da prisão pela primeira vez na manhã deste sábado (9). O petista deixou a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba ainda no fim da tarde de ontem.
“Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa”, disse o atual presidente em postagem feita em seu Twitter oficial. O texto aparece em meio a uma mensagem sobre “a nova fase de recuperação do Brasil”.
Antes disso, Bolsonaro havia se mantido em silêncio. Uma matéria da Folha de S. Paulo indica que o capitão evitou uma coletiva de imprensa, já programada com jornalistas, em um evento em Goiânia, onde estava no momento da soltura.
Lula, por outro lado, fez ataques diretos ao opositor em seu primeiro discurso após 580 dias preso. “Esse país pode ser muito melhor na hora que ele tiver um governo que não minta tanto pelo Twitter como Bolsonaro”, disse o petista.

Dando continuidade a série de reuniões a fim de ouvir os grupos que compõe a comunidade brumadense, o pré-candidato a prefeito de Brumado, o empresário e administrador Fabrício Abrantes se reuniu nesta quarta–feira (05), no escritório instalado no bairro Baraúnas, dezenas de mulheres dos mais diferentes segmentos para discutir a importância da participação feminina no processo político.
Fabrício iniciou o encontro falando da importância da mulher no cenário político, sugerindo ações e projetos para a composição de uma cidade mais justa e que ofereça oportunidades, serviços públicos eficientes e qualidade de vida para a população. Ressaltou, que a reunião faz parte da construção de uma nova forma de fazer política, ouvindo a população.
“Nada se constrói sozinho. Iniciamos um novo tempo em Brumado e queremos a contribuição de todas vocês para construirmos uma cidade boa para se viver. Precisamos ouvir todos e todas, saber quais são as demandas, entender os problemas e buscar as melhores opções para resolvê-los. Juntos podemos fazer o melhor e fortalecerá com a participação de vocês”, disse Fabrício Abrantes.

O governo federal apresentou nesta terça-feira (5) as mudanças no pacto federativo, que serão feitas através de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC). O ministro Paulo Guedes (Economia) destacou que as mudanças devem promover a transferência de entre R$ 400 bilhões e R$ 500 bilhões a estados e municípios nos próximos 15 anos.
O documento foi recebido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A entrega foi feita, além de Guedes, pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.
De acordo com Guedes, os recursos serão direcionados aos entes para que possam aplicar em saúde, educação, saneamento e segurança. Por ser uma PEC, proposta precisa ser aprovada em dois turnos de votação no Senado e na Câmara, antes de ser promulgada e entrar em vigor.

Um vereador de Itapé, no sul baiano, renunciou ao mandato nesta segunda-feira (4). Cleydson Gomes, conhecido como “Pocado”, usou a tribuna anunciar a renúncia. O edil disse que “novas oportunidades” tinham surgido, mas não disse o motivo.
“Eu quero dizer aos meus colegas que me despeço dos senhores aqui. Isso não é uma despedida. Eu simplesmente optei por sair dessa Casa de cabeça erguida. Renunciar ao mandato não significa franqueza não. Mas significa dizer a vocês que novas oportunidades me apareçam”, disse o legislador de 37 anos. Ele obteve 401 votos na eleição de 2016.
Pocado foi notícia no final de setembro passado. Segundo o site Políticos do Sul da Bahia, ele foi acusado de agredir a ex-companheira. Policiais militares tiveram que controlar o vereador que chegou a ameaçar de morte a ex-companheira

Um influente líder regional da oposição da Bolívia chamou os militares a intervir na crise política e mais protestos ocorreram nas ruas, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.
A oposição não reconhece a vitória de Evo Morales nas eleições de 20 de outubro, cuja apuração foi marcada por idas e vindas. O presidente parte para o quarto mandato seguido.

O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (2) que tomou posse da gravação das ligações da portaria do Condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, onde reside. Também morava no local o ex-policial Roni Lessa, já preso como suspeito de matar a vereadora Marielle Franco.
Ao dizer que pegou os áudios, Bolsonaro afirmou que o objetivo era evitar que eles fossem adulterados. Segundo o G1, a fala foi feita para jornalistas quando Bolsonaro visitava uma concessionária em Brasília, onde comprou uma motocicleta.
Na última terça-feira (29), uma reportagem do Jornal Nacional mostrou que um porteiro do condomínio contou à polícia que, horas antes dos assassinatos de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, o ex-policial militar Élcio de Queiroz, suspeito de participação no crime, esteve no local.
Queiroz dizia que iria à casa 58, pertencente ao presidente, e que o “seu Jair” atendeu ao interfone e autorizou a entrada. O mesmo porteiro informou que Élcio Queiroz acabou seguindo para a casa de Ronnie Lessa.

O cenário hoje é desfavorável ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) no Conselho de Ética da Câmara, se o caso do parlamentar for mesmo parar no colegiado. Nesta quinta-feira (31), o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que se a esquerda radicalizar será preciso um “novo AI-5” no país.
Segundo a Coluna do Estadão, do jornal Estado de S. Paulo, três das quatro vagas do PSL, por exemplo, estão com a ala ligada a Luciano Bivar, em guerra aberta contra a família do presidente da República. O chamado “blocão” (Centrão e agregados) tem 24 das 42 vagas de titulares e de suplentes. Sem uma base de apoio até agora, o governo trabalha para evitar a qualquer custo que o caso da declaração do deputado de “novo AI-5” prospere no conselho, como sonha a oposição.
O presidente do conselho é Juscelino Filho (DEM-MA), considerado um moderado. Ao Estado, ele disse ver as declarações como “graves”, mas não entrou no mérito do decoro.

Presidente nacional do PSL, Luciano Bivar afirmou que “nem passa pela cabeça” expulsar o presidente Jair Bolsonaro do partido. Segundo ele, uma eventual decisão sobre sair da sigla cabe a Bolsonaro.
Perguntado se há a possibilidade de expulsar Bolsonaro do partido, Bivar declarou ao blog da colunista do G1 e da GloboNews, Andreia Sadi: “não. Eu acho que seria uma violência e é muito ruim para o país. Isso nem passa pela cabeça porque ele é o presidente, é meu presidente, é seu presidente. Eu acho que tem que se ter um respeito à liturgia, por mais terrível que seja”.
Bivar disse que ainda não conversou com Bolsonaro após a crise no PSL. Disse, no entanto, que toparia um diálogo com o chefe do Palácio do Planalto para tratar do assunto.