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Aconteceu nesta tarde de sábado (10), em Brumado ato de filiação da agremiação política do Partido Republicano Brasileiro (PRB).

Além do presidente do partido em Brumado, Sidnei Coqueiro, vários simpatizantes, militantes e políticos participaram da solenidade do ato de filiação que foi bastante concorrida.


O índice que separa a reprovação da aprovação no governo Jair Bolsonaro (PSL) é o maior desde o seu governo. A pesquisa foi feita pela XP/Ipespe, e divulgada na última sexta-feira (9), segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.
Conforme o levantamento, a aprovação do governo caiu para a casa dos 33%. A reprovação, por sua vez, subiu para os 38%. O índice de 5% que separa as duas opiniões atingiu o maior níveo desde o inicio do mandato de Bolsonaro.
Se for feito um comparativo em relação ao início do governo, a queda é vertiginosa. No primeiro mês do presidente no Palácio do Planalto, sua aprovação era de 40%, com uma reprovação de 20%. Ou seja, a margem era de 20%.
Em maio, a reprovação já era maior (36% a 34%), mas havia empate técnico. Desta vez, a maioria absoluta já reprova Bolsonaro, conforme a pesquisa do instituto.

Apesar do desgaste na imagem do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, o apoio que diversos setores da sociedade dão a ele ainda vigora. A força do ministro foi testada em pesquisas internas realizadas por partidos políticos e o resultado mostrou que “mesmo fraco é forte, maior do que Jair Bolsonaro”.
Segundo o blog Painel, da Folha de S. Paulo, esse foi o extrato de levantamentos nacionais feitos por siglas de centro e centro-direita. Com isso, aliados de Moro reconhecem que ele vive uma “crise de confiança entre a Lava Jato e Brasília”, mas dizem que seu trabalho na segurança pública e os índices que tem apresentado lhe sustentam no cargo.
Ex-juiz teve sua imagem abalada desde que o site The Intercept Brasil começou a publicar mensagens vazadas entre ele e procuradores da Operação Lava Jato. Os diálogos indicam uma relação indevida, com o então magistrado exercendo o papel de coordenador da parte de acusação dos processos que ele próprio julgava (veja aqui).
Tanto Moro quanto os demais envolvidos não reconhecem a autenticidade do conteúdo, mas, além do Intercept, a Folha, a revista Veja, o jornal El País e o portal UOL tem publicado matérias sobre as irregularidades das autoridades na operação.

Por 370 votos a favor, 124 contra e uma abstenção, a Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno na noite desta terça-feira (6), o texto-base da proposta de reforma da Previdência.
O texto-base aprovado nesta terça é igual ao aprovado no primeiro turno, em 10 de julho, quando 379 deputados votaram a favor e 131 contra. Segundo o G1, a sessão durou cinco horas e meia.
Para concluir a votação em segundo turno e encaminhar o texto ao Senado, porém, os deputados ainda precisam analisar os oito destaques apresentados pelos partidos para tentar retirar pontos específicos da proposta. Para isso, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou sessão para esta quarta-feira (7).

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) agendou oito sessões na Casa para a discussão e votação da Reforma da Previdência em segundo turno. reportagem do G1 destaca que serão as primeiras sessões deliberativas da Câmara depois do “recesso branco”, período em que não foram realizadas sessões de debates e de votações.
Conforme apurado pelo G1, a proposta de emenda à Constituição consta como item único das pautas das sessões, previstas na previsão da semana do plenário, divulgada nesta sexta-feira (2).
A proposta de emenda à Constituição (PEC) de reforma da Previdência foi aprovada em primeiro turno no Plenário da Câmara pelos deputados federais em 10 de julho, por 379 votos a favor e 131 contra.

Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) justificou o contingenciamento no Orçamento de 2019, que resulta em um corte total de R$ 1,44 bilhão em gastos para União.
Segundo ele, caso não o faça, corre o risco de cometer “pedalada”, motivo que levou Dilma Rousseff a sofrer o impeachment em 2016.”Entre uma crítica e o impeachment, quer que eu prefira o que?”, indagou o presidente, na entrada do Palácio da Alvorada.
“[…] Se não fizer isso, entro na Lei de Responsabilidade Fiscal, é pedalada, eu vou para o impeachment”, completou.
Bolsonaro afirmou que não vai influenciar na decisão do Banco Central (BC), mas que está “torcendo” pela redução da taxa básica de juros, a Selic, mesmo que não seja um “Dilmo de calças”.
“Estou torcendo apenas para que caia a taxa de juros. Cada 1% da taxa Selic são R$ 40 bilhões a mais que a gente gasta por ano. A gente torce, pô. Eu não vou influenciar lá, eu não sou o ‘Dilmo’ de calças compridas”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar com a família até o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e embarcar em um voo rumo à Flórida, nos Estados Unidos, para passar férias. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo.
A assessoria de imprensa do deputado relacionou ao “itinerário e custo” para o deslocamento, ainda segundo a coluna. A viagem teria sido realizada há uma semana.
O parlamentar afirmou ainda que tem prerrogativa e que “se não fosse permitido, ele não voaria” nos aviões da FAB. “Todos os trechos são comunicados a eles e a Força Aérea autoriza o deslocamento. Tudo dentro das normas estabelecidas”. uA aeronave da FAB também levou parentes do presidente Jair Bolsonaro para a festa de casamento do filho, Eduardo, em Maio.

O senador Jaques Wagner (PT) defendeu o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, após as declarações do presidente Jair Bolsonaro (PSL) nesta segunda-feira (29) em que ele sugere saber como o pai do mandatário da Ordem desapareceu na época da ditadura militar.
Em seu Twitter, Wagner chamou Bolsonaro de “monstro sem sentimentos”. “Brinca com o sentimento de um filho que não sabe o paradeiro do pai desaparecido! Maltrata a memória de uma mãe que morreu aos 105 anos sem saber o paradeiro do filho desaparecido! Este alguém não é um cristão. É um monstro sem sentimentos”, postou.
Em nota, a OAB repudiou a fala de Bolsonaro, e disse que “todas as autoridades do país, inclusive Bolsonaro, devem obediência à Constituição Federal, que o cargo de presidente exige que seja exercido com equilíbrio e respeito aos valores constitucionais”

Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro têm planejado aumentar a visibilidade da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, para tentar amenizar a imagem do governo. Com uma figura mais suave, ela pode ser um bom contraponto ao marido, mais sisudo.
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, Bolsonaro apoia a ideia. Nos últimos tempos, Michelle tem aparecido mais, como em uma live divulgada nas redes sociais da presidência.
Recentemente, a primeira-dama também gravou um vídeo com vítimas de um temporal em Recife, no Pernambuco, para pedir ajuda voluntária. Voluntariado e filantropia, inclusive, são alguns dos temas prioritários para Michelle.

O Partido Republicano Brasileiro (PRB) na Bahia teve as contas das eleições de 2018 rejeitadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) e terá que devolver R$ 317.955,61 aos cofres públicos. A decisão foi publicada na sexta-feira (26) no Diário de Justiça do TRE-BA, porém as publicações só passam a fazer efeito na segunda-feira (29).
O órgão aponta aplicação irregular de recursos do fundo especial para campanhas, que na época a legenda era presidida pela ex-deputada federal Tia Eron.
Na decisão o desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano alega que o partido só apresentou as contas referente a campanha para a Justiça após o prazo exigido pelo TRE-BA. O valor a ser devolvido pelo PRB-Ba é equivalente a 3% de tudo que o partido gastou na campanha.