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O ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) afirmou, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo divulgada neste sábado (9), haver uma “tentação” para concorrer ao Senado pelo Paraná e que, se eleito, tem o plano de se tornar líder da oposição em eventual governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Espero que isso não aconteça, mas, no caso de uma vitória do ex-presidente Lula, é natural que eu me coloque na oposição para liderar uma resistência necessária a políticas públicas indesejáveis em relação ao país e também ser uma voz no Congresso em favor da integridade e do combate à corrupção”, afirmou.
Após as tentativas fracassadas de se viabilizar como pré-candidato ao Palácio do Planalto e de transferência de domicílio eleitoral para São Paulo, Moro deve anunciar na próxima semana a decisão de qual cargo irá disputar. Apesar de dizer que as possibilidades ainda estão em análise, aliados do ex-juiz dizem que ele deve mirar no Senado.

O pré-candidato a governador pelo União Brasil , ACM Neto, criticou a gestão do PT em relação a educação pública estadual e citou que a política estaria “condenando” os jovens da Bahia. O pronunciamento foi realizado em Mairi, na tarde desta sexta-feira (08).
“Eles estão condenando o futuro dos nossos jovens. Esse é o resultado de 16 anos de exercício contínuo no poder. E é por isso que o povo baiano diz que está na hora de mudar. Agora é hora da gente ter um governador firme e corajoso, que chame para si a responsabilidade, que enfrente a violência e mostre que lugar de bandido é na cadeia”, disse Neto.
O ex-prefeito de Salvador também fez criticas a segurança pública do Estado, citando que a Bahia é “campeã nacional de homicídios”. Além disso, Neto comentou sobre outras políticas públicas do PT.
“Quatro mandatos consecutivos da atual gestão, o que eles deixam? Um estado que ocupa o primeiro lugar no número de desempregados, que convive com a situação lamentável da saúde pública onde o povo do interior tem que esperar na fila da regulação e, muitas vezes, acaba morrendo sem atendimento”, enfatizou.
Na última terça-feira (04), o instituto Paraná Pesquisas divulgou um levantamento que aponta a vitória de ACM Neto ainda no primeiro turno das eleições de 2022. Com 58% das intenções de votos no cenário estimulado.

por Fábio Zanini | Folhapress
A pré-campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá entrar com ação na Justiça contra o decreto do presidente Jair Bolsonaro (PL) que obriga postos a exibir como era o preço dos combustíveis antes da aprovação da lei que impôs teto do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em 17%.
Além de ser vista como eleitoreira, a medida tem vícios formais, segundo a área jurídica da pré-campanha petista. “O decreto impõe uma obrigação ao setor privado que não tem lastro na legislação”, diz o advogado Cristiano Zanin, que representa a pré-campanha. Os aliados de Lula ainda avaliam se a ação poderá ser apresentada no Supremo Tribunal Federal ou no Tribunal Superior Eleitoral.
A redução do preço dos combustíveis é uma das principais apostas de Bolsonaro para tentar melhorar seus índices de popularidade e chegar ao segundo turno contra o petista. Ao forçar os postos a colocar lado a lado os preços antigo e atual, o presidente busca ressaltar junto à população os efeitos práticos da redução do imposto.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou sobre a aparição política do ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) e o atrelou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Geddel realizou um discurso durante evento do MDB.
“Geddel reaparece. É aquele dos R$ 51 milhões e exalta Lula. O Geddel voltando para política e hipotecando total apoio ao seu amigo Lula”, disse Bolsonaro durante transmissão, nas redes sociais, nesta quinta-feira (07).
Na oportunidade, Geddel foi contundente contra o ex-prefeito e prefeito de Salvador, ACM Neto e Bruno Reis, respectivamente. “Aos nossos adversários, que eventualmente queiram fazer esse debate à luz do dia, na clareza da planície, vamos falar do adversário nosso tido como mais forte, o ex-prefeito e seu menino o prefeito. Não reconheço na Bahia, no Brasil, ninguém com autoridade política ou moral para apontar o dedo para o calvário que tenho enfrentado, e com coragem”, disse o político baiano.

O ex-candidato a prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes (UB), levou lideranças da cidade de Aracatu, para firmar apoio com o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (UB). O encontro foi realizado nesta segunda-feira (04) no escritório político de Neto em Salvador. “Agradeço aos amigos pela confiança e vamos continuar firmando parcerias visando o fortalecimento da nossa região junto as outras esferas de governo”, disse Abrantes.
Fabrício pediu união para o fortalecimento da região sudoeste da Bahia. “Unidos, parceiros e com visão de futuro, seremos mais fortes e traremos obras e benefícios para fazermos dos nossos municípios lugares melhores para vivermos”, disse. Para ele, é preciso pensar grande para Brumado voltar a ser referência e polo regional.

O senador Jaques Wagner doou R$ 90 mil para a conta do PT, no fim do mês de março. O valor equivale a quatro meses do salário líquido pago pelo Senado. Atualmente, o vencimento bruto de um senador é de R$ 33,7 mil. As informações são da coluna de Rodrigo Rangel, do portal Metrópoles.
De acordo com a publicação, o PT cobra há mais de uma década uma contribuição mensal de seus parlamentares para ajudar na manutenção do partido, uma espécie de dízimo partidário. Todo mês, deputados e senadores são obrigados a repassar de 2% a 20% do salário que recebem no exercício do mandato para a conta bancária do diretório nacional, conforme prevê o estatuto da legenda.
Wagner é um dos principais articuladores da campanha do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto, tanto na arena política quanto nas conversas com o empresariado.
A publicação diz ainda que em média, os parlamentares petistas repassam por mês R$ 3,5 mil de seus salários para os cofres do partido, o que, no ano, corresponde a menos da metade do pagamento feito à vista por Jaques Wagner. Nas eleições de 2018, o senador declarou possuir mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras ou ações na Bolsa de Valores. A assesoria de Wagner afirmou que o senador quitou as parcelas em atraso com o partido.

Alvo de diversas críticas do presidente Jair Bolsonaro (PL), o Governo Federal gastou quase o dobro em publicidade na Globo de janeiro a junho deste ano, se comparado ao mesmo período de 2021.
De acordo com o Uol, de 1º de janeiro a 21 de junho do ano passado, a emissora recebeu R$ 6,5 milhões em valores líquidos pagos por materiais publicitários de televisão veiculados em âmbito nacional e regional. Já em 2022, no mesmo período, observa-se aumento de 43% (R$ 11,4 milhões). Os dados são da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência), órgão responsável pelas contratações na área de publicidade e propaganda do governo.
O levantamento feito pelo UOL mostra ainda uma mudança no perfil de investimento feito pela pasta. Na TV, o Palácio do Planalto deu prioridade às campanhas institucionais, isto é, que mostram os feitos da gestão e ajudam a inflar a popularidade do presidente. Em 2021, a Secom havia comprado espaço na Globo para 46 inserções publicitárias categorizadas como “utilidade pública” e apenas dez para materiais institucionais. Já de 1º de janeiro a 21 de junho deste ano, são 72 campanhas institucionais na maior emissora do país (86% a mais) e apenas duas, “utilidade pública” (96% a menos).
2022 será o único ano do mandato de Bolsonaro que a Globo vai ultrapassar as concorrentes SBT e Record em valor recebido por publicidade federal. Neste ano, durante o período analisado, enquanto a emissora carioca recebeu R$ 11,4 mi, a Record ganhou R$ 9,8 mi e o SBT R$ 8,4 mi.

por Leonardo Costa
Depois de marcar presença nos festejos em homenagem à Independência do Brasil na Bahia, neste 2 de julho, o pré-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) jantou com ACM Neto, pré-candidato ao Palácio de Ondina, pelo partido União Brasil, e com o deputado federal Félix Mendonça Junior (PDT), no apartamento do parlamentar, em Salvador, ontem à noite (2).
Em seu perfil no Instagram, o presidenciável disse: “Conversa franca e amistosa, entre amigos, sobre os destinos da Bahia e do Brasil. Todos nós ainda envolvidos pela fabulosa energia popular do 2 de Julho”.
Ciro ainda aproveitou a vinda ao estado da Bahia para dançar forró em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), em um evento da vereadora Débora Régis (PDT).

Restrições para servidores públicos e pré-candidatos às eleições de outubro passaram a valer a partir deste sábado (2), três meses antes do primeiro turno. As medidas estão previstas na Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, e objetivam manter o equilíbrio entre os candidatos.
Políticos estão proibidos de autorizar a veiculação de publicidade estatal sobre os atos de governo, realização de obras, campanhas de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, exceto no caso de grave e urgente necessidade pública. Nesse caso, a veiculação deverá ser autorizada pela Justiça Eleitoral.
Eles também não podem fazer pronunciamento oficial em cadeia de rádio de televisão, salvo em casos de questões urgentes e relevantes, cuja autorização também dependerá de autorização da Justiça Eleitoral.
A participação em inaugurações de obras públicas também está vedada, além da contratação de shows artísticos com dinheiro público. Durante o período eleitoral, funcionários públicos não podem ser contratados, demitidos ou transferidos até a posse dos eleitos.
No entanto, estão liberadas a exoneração e a nomeação de cargos em comissão e funções de confiança, além das nomeações de aprovados em concursos públicos homologados até 2 de julho de 2022. Em julho, o calendário eleitoral também prevê outras datas importantes para o pleito.
A partir do dia 20, candidatos, partidos políticos, coligações e federações terão direito à solicitação de direito de resposta por afirmações consideradas caluniosas, difamatórias ou sabidamente inverídicas que forem publicadas por veículos de comunicação social.
O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.

por Matheus Morais / Mattheus Miranda
O vice-governador do estado da Bahia e pré-candidato a deputado federal, João Leão (PP), desconversou sobre a importância da presença de Lula (PT) no Dois de Julho para o grupo governista.
Para o pepista, ex-aliado do PT na Bahia, a participação do ex-presidente não impulsiona tanto a campanha de Jerônimo Rodrigues (PT), uma vez que, segundo ele, os eleitores de Lula também votam em ACM Neto (PL) para o governo do Estado.
“Quando você soma a pesquisa hoje, dá pra analisar que quem vota em Lula e quem vota em Bolsonaro, juntando os dois, é quem vota em ACM Neto. Tá bom pra gente. Vamos deixar o povo escolher”.