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A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (24), o texto-base do projeto de lei que legaliza os jogos no Brasil. Foram 246 votos favoráveis e 202 contrários. O projeto legaliza jogos como em cassinos, bingos, jogo do bicho e on-line, mediante licenças em caráter permanente ou por prazo determinado.
Após a votação, a sessão foi encerrada. Os destaques ao texto deverão ser votados, em sessão marcada para esta quinta-feira (24), no plenário da Casa. Os destaques apresentados pelos partidos é uma tentativa de fazer mudanças no parecer do deputado Felipe Carreras (PSB-PE) para o Projeto de Lei 442/91.
O texto aprovado prevê, entre outras medidas, que cassinos poderão ser instalados em resorts, navios e cidades classificadas como polos ou destinos turísticos. No caso de bingos, o texto permite sua exploração em caráter permanente apenas em casas de bingo.
Para o jogo do bicho, o projeto exige que todos os registros da licenciada, seja de apostas ou de extração, sejam informatizados e com possibilidade de acesso em tempo real (on-line) pela União, por meio do Sistema de Auditoria e Controle (SAC).

O presidente Jair Bolsonaro (PL) prepara um “pacote de bondades” na área econômica a fim de impulsionar sua candidatura à reeleição, de acordo com o colunista Valdo Cruz, da GloboNews e do G1, a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, deve anunciar em março um programa de crédito de R$ 100 milhões para pequenas e médias empresas em dificuldades financeiras por causa da pandemia da Covid-19.
Além disso, o ministro antecipou que o governo estuda reduzir em 25% o Imposto sobre Produtos Industrializados e liberar o FGTS para trabalhadores endividados. Segundo assessores presidenciais, são medidas necessárias num momento em que a economia dá sinais de que “está andando de lado”, ou seja, crescendo muito pouco.

Em entrevista que foi ao ar na segunda-feira (21), no Globo News, o governador Rui Costa não cravou a candidatura de Jaques Wagner ao Governo do Estado e voltou a colocar o seu nome à disposição para disputar o Senado nas próximas eleições.
“Se o grupo entender que eu posso ajudar mais no governo, eu terei o maior orgulho de ficar até o dia 31 de dezembro. Se o grupo entender que eu cumpro um importante papel saindo candidato ao Senado o meu nome está à disposição’, disse o chefe do Executivo baiano.
Na ocasião, Rui ainda reforçou que o anúncio da chapa deve ser feito no dia 13 de março, mas que a decisão definitiva pode sair ainda nesta semana, em meio as reuniões que devem acontecer para discutir o assunto.
Na semana passada em encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Rui definiu que seria candidato ao Senado e obrigou os aliados a se adaptarem para não ruir o tripé formado entre PT, PSD e PP na Bahia. Com a decisão do governador, o senador Otto Alencar (PSD), que seria candidato à reeleição, seria deslocado para a candidatura ao Palácio de Ondina.

A sessão realizada nesta segunda-feira (21), tratou de temas importantes para a população brumadense. Dentre os quais, houve a apresentação de três projetos de lei, de autoria do executivo municipal, que foram abordados sobre os principais de pontos de cada projeto apresentado.
Usou a tribuna livre Victor Dutra, que é representante jurídico da Medical Consult, e informou sobre os planos da empresa de montar um hospital particular no município. Além disso, para tratar sobre o tema das escolas em tempo integral, fizeram uso da palavra Vanusia Lôbo, presidente da APLB, e um representante dos pais de alunos do município.
Na oportunidade, foram apresentados três projetos de lei, confira: Nº 008/2022: é de procedência do executivo, que altera e acresce dispositivos na Lei Municipal nº 1.752, de 30 de junho de 2015, e dá outras providências sobre o tempo de permanência dos alunos nas Escolas de Tempo Integral; Nº 009/2022.
Outro projeto polêmico é de autoria do executivo, que dispõe sobre doação de terreno para construção de hospital, conforme adiante se especifica e dá outras providências; Nº 010/2022: de autoria do executivo, tem objetivo de alterar a Lei Complementar nº 04, de 16 de dezembro de 2013, que institui o Código de Obras e Urbanismo do Município de Brumado.

Com a intenção de diminuir a diferença nas pesquisas em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente Jair Bolsonaro (PL) é aconselhado por assessores a realizar algumas mudanças em seu governo.
Para a equipe do presidente, Bolsonaro conseguiu se estabilizar nas pesquisas de intenção de voto, na casa de 22% a 24%, mas tem uma rejeição muito alta, entre 50% e 60%.
Uma das mudanças sugeridas é a demissão de Sérgio Camargo, da presidência da Fundação Palmares. Na avaliação dos assessores de Bolsonaro, Camargo “passou de todos os limites” ao atacar o congolês Moïse Kabagambe, brutalmente assassinado no Rio de Janeiro.
O presidente da Palmares chegou a dizer que “era um vagabundo morto por outros vagabundos”, gerando críticas não só no governo como também no Judiciário. O ministro Gilmar Mendes disse que ele precisava ser contido no seu comportamento discriminatório.
Segundo interlocutores de Bolsonaro, Camargo não traz um voto para o presidente. Pelo contrário, tira, num momento em que Bolsonaro precisa recuperar parte do eleitorado que o abandonou desde sua eleição.

O comando político da campanha que busca levar Jair Bolsonaro (PL) à reeleição, está otimista com os números de uma recente pesquisa encomendada pelo governo.
Segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, a previsão é de que o atual presidente ultrapasse Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto em junho.
Apesar de figurar disparado na liderança nos últimos levantamentos, o petista viu sua vantagem diminuir para o segundo colocado que é Bolsonaro.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formalizou, nesta terça-feira (15), uma a parceria com oito redes sociais com o objetivo de combater a desinformação sobre o processo eleitoral deste ano.
Essa parceria já aconteceu em anos anteriores, a novidade foi a inclusão da Kwai, plataforma de compartilhamento de vídeos curtos. “Vamos ter um canal direto com o TSE para [denunciar] conteúdos que violem a legislação eleitoral e causem risco para a integridade das eleições”, disse Wanderley Mariz, diretor de relações governamentais e políticas públicas da rede social.
Conforme divulgou a Agência Brasil, nesta terça-feira (15), foram assinados memorandos de entendimento que listam ações, medidas e projetos a serem desenvolvidos em conjunto pelo TSE e as plataformas, de acordo com as especificidades da cada uma. Tais ações serão colocadas em prática mesmo após o período eleitoral, até 31 de dezembro.
Uma das principais linhas de atuação é a remoção de conteúdos considerados danoso ao processo eleitoral. Nessa linha, plataformas como TikTok, Facebook e Instagram anunciaram que seguirão com a exclusão de publicações nocivas. O Twitter, por sua vez, demonstrou postura mais cautelosa.
“Não dependemos apenas de decisões binárias de remoção e ou exclusão de conteúdo, pois sabemos que oferecer a pessoas o contexto adequado é também uma ferramenta eficaz e importante para combater a desinformação”, disse Daniele Kleiner Fontes, chefe de políticas públicas do Twitter.
Já o WhatsApp disse que continuará a suspender contas que apresentem “atividade inautêntica”. Segundo o representante da plataforma mensagens instantâneas, Dario Durigan, em todo o mundo são suspensas mais de 8 milhões de contas por mês do aplicativo. “A eleição brasileira é a mais importante para o WhatsApp no mundo em 2022”, afirmou o executivo.

Na manhã desta sexta-feira (11), o ex-candidato a prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes, visitou o mercado municipal ao lado do pré-candidato a deputado estadual, Luciano Ribeiro e vereadores aliado.
O presidente municipal do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Cláudio Ribas, aliado de Fabrício, também acompanhou a visita com Luciano Ribeiro no mercado municipal.
Além de apontar as deficiências na estrutura da feira livre do município, Fabrício visitou amigos e apoiadores. Os vereadores Vanderlei Boca e Rubens Araújo os acompanharam na visita. Os vereadores detalharam as principais necessidades dos feirantes e dos frequentadores.
O pré-candidato a deputado estadual, também é coordenador da campanha de ACM Neto ao governo do estado. Ribeiro pensando na sua base eleitoral tem intensificado visitas na capital do minério.

por Anderson Ramos / Gabriel Lopes
Apesar do mistério em relação ao apoio na sucessão ao Governo da Bahia, o Republicanos começa a indicar o caminho que deve ser seguido no próximo pleito. Em conversa com a imprensa na manhã desta quinta-feira (10), o presidente do partido no estado e deputado federal Márcio Marinho, indicou que deve seguir com ACM Neto (União Brasil).
“É evidente que todas as conversas que estão sendo feitas com o próprio futuro governador Neto, está com essa pegada de conversar com os partidos que integram a base da prefeitura e o Republicanos integra a base da prefeitura, então estamos conversando. O futuro a Deus pertence”, disse Marinho.
Enquanto isso, o ministro da Cidadania João Roma ainda continua tentando viabilizar sua pré-candidatura ao Palácio de Ondina pela legenda ligada a Igreja Universal, em vistas de dar palanque na Bahia ao presidente Jair Bolsonaro (PL).
Porém, de acordo com apuração da CNN, o Republicanos caminha para a neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto e não apoiar a reeleição de Bolsonaro. A decisão final só deve sair 2 de abril, depois do prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral para a janela partidária.

De acordo com a CNN o partido Republicanos caminha para a neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto este ano. A legenda era apontada como integrante do tripé de sustentação da campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).
A cúpula da sigla tem feito consultas regionais à bancada do partido para medir a temperatura em relação à posição neste ano. Integrantes do partido disseram à CNN, em caráter reservado, que, na bancada de São Paulo, por exemplo, a maioria dos deputados defende a neutralidade nas eleições.
A posição dos parlamentares paulistas têm se repetido nas outras regiões. A neutralidade, na prática, libera os candidatos nos Estados a subirem no palanque que for mais vantajoso.
De acordo com relatos, a direção do Republicanos só trabalha com dois cenários: apoiar a reeleição de Bolsonaro ou ficar neutro. Diferentemente do que foi cogitado, a sigla não pretende se aliar ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ex-juiz Sérgio Moro (Podemos).
A decisão final do Republicanos, no entanto, só deve sair depois de 2 de abril, prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral para a janela partidária, período em que deputados federais, estaduais e distritais poderão trocar de partido para concorrer às eleições sem perder o mandato.