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Brumado: Curso gratuito revisão ENEM 2020

7 junho 2020 | 8:28

Foto: Divulgação

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Amanda Nunes vence por unanimidade e mantém cinturão no UFC

7 junho 2020 | 8:09

Esta é a 11ª vitória consecutiva da Leoa, que não perde desde 2014. Foto: Divulgação

A baiana Amanda Nunes mantém o reinado no UFC 250 após a disputa pelo título contra Felicia Spencer, na madrugada deste domingo (7), em Las Vegas, Estados Unidos. Esta é a 11ª vitória consecutiva da Leoa, que não perde desde 2014.

Na luta a baiana dominou cada área do combate e venceu por unanimidade. Além do gosto de manter o cinturão, a vitória de Amanda fez com que ela atingisse um feito histórico, sendo a primeira atleta da organização a defender com sucesso dois cinturões de forma simultânea.

A disputa do último sábado teve ainda outras lutas, e a derrota por nocaute do brasileiro Raphael Assunção, no segundo round pelo ex-campeão peso-galo Cody Garbrandt.

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Mega-Sena acumula; prêmio vai a R$ 7 milhões

7 junho 2020 | 8:03

Foto: Divulgação

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.268 da Mega-Sena, sorteados nesse sábado (06) à noite no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. De acordo com a Agência Brasil, os números sorteados foram 04, 13, 23, 28, 30 e 52.

A quina teve 48 acertadores e cada um vai receber R$ 35.721,30. As 2.953 apostas ganhadoras da quadra terão o prêmio individual de R$ 829,48. A estimativa de prêmio do próximo concurso, na quarta-feira (10), é de R$ 7 milhões para quem acertar as seis dezenas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

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Brasil registra 904 novas mortes por coronavírus em 24 horas

7 junho 2020 | 7:30

O boletim do Ministério da Saúde aponta 27.075 novos casos confirmados da doença no país. Foto: Divulgação

Novecentas e quatro novas mortes foram registradas pelo Ministério da Saúde no Brasil nas últimas 24 horas, em seu último boletim divulgado na noite de sábado (6), resultando em 35.930 óbitos no total.

Pelo segundo dia consecutivo, o governo divulgou apenas os números de infectados e de óbitos referente ao dia, excluindo os números totais e impedindo que a população tenha um panorama da doença no país.

A atualização mostrou também que nas últimas 24 horas, 27.075 novos casos foram confirmados, somando aos números anteriores, já são 672.846 pessoas diagnosticadas com a Covid-19.

No novo formato do balanço divulgado pelo governo, os estados que mais registraram casos novos da doença são: São Paulo (5.984), Pará (2.216), Maranhão (2.157), Ceará (1.980) e Distrito Federal (1.642).

Para o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a atitude da pasta em não informar os números de forma completa faz com que o estado seja conivente com o crescimento da doença e seja mais nocivo que ela.

Bahia registra 27.396 casos confirmados; Sesab relata erro em registro de sexta-feira

6 junho 2020 | 19:06

Secretaria afirmou que 63 municípios contablizaram 216 casos negativos como confirmação de infecção. Foto: Divulgação

Até este sábado (6), a Bahia registra no total 27.396 casos confirmados de Covid-19. São 11.829 pacientes recuperados e 14.721 contaminados pelo novo coronavírus que permanecem monitorados por terem o vírus ativo. Houve 846 óbitos, 27 contabilizados no boletim epidemiológico deste sábado e ocorridos em um intervalo de 16 dias.

Neste último boletim, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) afirmou que “equivocadamente, 63 municípios registraram 216 casos como positivos nas bases de dados ministeriais, quando, na verdade, eram negativos”. Estas confirmações integraram o boletim epidemiológico de sexta-feira (5). “A inconsistência foi identificada pela Vigilância Epidemiológica Estadual neste sábado, sendo corrigida no documento atual e comunicado o fato às prefeituras”.

Na Bahia, dos 1.960 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.104 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 56%. No que se refere aos leitos de UTI adulto e pediátrico, dos 800 leitos exclusivos para o coronavírus, 543 possuem pacientes internados, compreendendo uma taxa de ocupação de 68%.

As contaminações ocorreram em 337 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (58,21%). Os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes ocorrem em Itajuípe (7.369,09), Ipiaú (7.259,17), Uruçuca (6.579,27), Salvador (5.462,78) e Urandi (5.402,81)

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Brumado: Boletim Informativo Covid-19 (06)

6 junho 2020 | 18:55

Foto: Divulgação

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MMA: Baiana Amanda Nunes sobe ao octógono para luta histórica

6 junho 2020 | 17:35

Conhecida como Leão, a lutadora vai defender dois cinturões – do peso-pena e do peso-galo – no combate deste sábado. Foto: Divulgação

A baiana Amanda Nunes sob ao octógono na noite deste sábado (06), em Las Vegas (EUA), em busca de um feito inédito. Manter a posse de dois cinturões. Atualmente, a Leoa – como a lutadora e torcedora do EC Vitória também é conhecida – é campeã no peso-galo e no peso-pena do UFC.

O combate acontece às 23 horas, no horário de Brasília. Amanda Nunes descarta qualquer receio com o peso histórico da luta deste sábado. “De forma nenhuma. Eu nasci para ser campeã. Quero continuar fazendo história, batendo recordes e me aposentar sem perder meus dois cinturões. Não importa quem coloquem na minha frente. Pode ser a mulher de ferro. Eu vou vencer.”

Amanda Nunes já fez cinco defesas no peso galon, incluindo confrontos com a outrora campeã Ronda Rousey e Germaine de Randamie, que tinha invencibilidade de dez lutas e seis anos. No peso-pena, fez apenas uma luta, quando retirou o cinturão de Cris Cyborg. No embate deste sábado, terá pela frente a canadense Felícia Spencer, ex-campeã peso-pena do Invicta FC. O duelo integra o card principal do UFC 250.

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Bolsonaro nomeou mais de 300 indicações políticas para cargos do governo

6 junho 2020 | 13:41


Levantamento feito pelo O Globo aponta que nomeações passaram a ser para cargos mais importantes com aproximação do centrão Foto: Divulgação

Apesar de criticar a política do “toma lá, dá cá” na campanha, Jair Bolsonaro já nomeou mais de 300 indicações de parlamentares aliados para cargos no governo. O levantamento foi feito pelo jornal O Globo, com dados obtidos junto a aliados do Planalto.

Segundo a publicação, desde julho de 2019, parlamentares pediram a nomeação para mais de 700 cargos federais. Em 45% dos casos, 325 entre o total, o pedido foi atendido. Outros 200 foram rejeitados, e os demais ainda aguardam aprovação.

Até este ano, as nomeações se restringiam a cargos menores. No entanto, com a aproximação do governo com o centrão, passaram a ser negociados postos mais importantes.

Nos últimos dois meses, o governo recebeu 88 pedidos de nomeações de parlamentares. Apenas 11 deles foram atendidos após análise do Palácio do Planalto.

O centrão, grupo formado por PL, PP, PSD e Republicanos, chegou a fazer uma espécie de “consórcio” para definir indicações para cargos. Os nomes podem ser aprovados ou não. O êxito foi alcançado, por exemplo, com o PP de Arthur Lira, que indicou Marcelo Lopes da Ponte para comandar o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com orçamento de R$ 54 bilhões.

De acordo com O Globo, o governo estabeleceu um método para aprovar indicações. Na análise prévia, é analisado o currículo do apadrinhado e a checagem da existência de vagas nos órgãos. Em seguida, os nomes serão levados aos ministérios, para que sejam inseridos no sistema de checagem. Posteriormente, há triagem da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Bolsonaro irrita integrantes da FAB após permitir que Exército tenha aviões

6 junho 2020 | 8:28

Foto: Divulgação

A decisão do presidente Jair Bolsonaro de autorizar o Exército voltar a ter aviões deixou integrantes da Força Aérea Brasileira (FAB) irritados, segundo o jornal Estado de São Paulo.

Brigadeiros ouvidos pela reportagem criticaram o momento em que a medida foi tomada, quando o Ministério da Defesa enfrenta falta de recursos. Além disso, existe o temor de que a medida afete a operação conjunta das duas Forças.

O decreto de Bolsonaro permite ao Exército, após 79 anos, o direito de voltar a ter aeronaves de asa fixa. Até então, decreto de 1986 permitia ao Exército operar apenas helicópteros.

“O problema não é o Exército ter sua aviação, mas o momento da decisão, que não é oportuno”, afirmou o tenente-brigadeiro-do-ar Sérgio Xavier Ferolla, ex-presidente do Superior Tribunal Militar (STM).

Até o momento, das três Forças, os integrantes da FAB são os que têm se mostrado mais distantes das polêmicas do governo. Nenhum brigadeiro ocupa cargo na Esplanada.

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‘Ou trabalha sem viés ideológico, ou a gente está fora’, diz Bolsonaro sobre OMS

6 junho 2020 | 7:40

Ameaça de Bolsonaro segue os passos do presidente Donald Trump, que anunciou que o país não teria mais relações com a entidade. Foto: Divulgação

O Brasil pode deixar a Organização Mundial da Saúde (OMS), ameaçou Jair Bolsonaro na última sexta-feira (5). A condição para o país continuar vinculado à entidade é que ela deixe de ser “política e partidária”.

A ameaça segue os passos do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, que no final de maio anunciou que o país não teria mais relações com a OMS. Trump acusou a agência de ser subserviente ao governo chinês.

“Adianto aqui: os Estados Unidos saíram da OMS, a gente estuda no futuro. Ou a OMS trabalha sem o viés ideológico, ou a gente está fora também. Não precisamos de gente lá de fora dar palpite na saúde aqui dentro. Ou a OMS realmente deixa de ser uma organização política e partidária ou nós estudamos sair de lá”, declarou Bolsonaro.

Em entrevista em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro também comentou a decisão da entidade em retomar os estudos clínicos com hidroxicloroquina no tratamento do novo coronavírus. De acordo com informações da Folha de S.Paulo, Bolsonaro relacionou a decisão ao corte de doações ameaçado por Trump. “Só tirar a grana que começam a pensar diferente”, disse.

Os Estados Unidos são os maiores doadores da OMS, responsáveis por cerca de 15% do orçamento da entidade apenas em 2019. Trump destinou, em 2019, US$ 400 milhões, o equivalente a R$ 2,06 bilhões à entidade.

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