MENU

Secretária tem se mantido isolada e sua saída começou a ser especulada por integrantes do governo Foto: Divulgação TV Globo
Secretária especial de Cultura, Regina Duarte tem sofrido pressão por parte da família para deixar o governo de Jair Bolsonaro.
Os pedidos de familiares foram intensificados após o anúncio do ex-juiz Sergio Moro, que decidiu abandonar o Ministério da Justiça por desentendimentos com o presidente.
A saída de refina passou a ser especulada por aliados com a saída do ex-ministro, devido a seu silêncio. Recentemente, contudo, ela decidiu se pronunciar, reafirmando apoio a Bolsonaro.

A Associação dos Peritos da Polícia Federal (APCF) vai entregar nesta terça-feira (28) ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um estudo que afirma ser preocupante a revogação, pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, das portarias do Comando Logístico do Exército sobre rastreamento, identificação e marcação de armas e munições. Tramita na Casa uma proposta de decreto legislativo para sustar o ato de Bolsonaro.
Segundo a Coluna do Estadão, os peritos explicam que a revogação prejudica a atuação da perícia criminal na determinação de autoria e na identificação de elementos úteis ao combate do uso ilegal de armas, o que pode facilitar ações do crime organizado.
Na segunda (27), o jornal paulista revelou nesta segunda que Bolsonaro entrou na mira do Ministério Público Federal (MPF) por indícios de violar a Constituição ao interferir em atos de exclusividade do Exército.
Procuradores abriram dois procedimentos de investigação para apurar uma ordem dada por Bolsonaro ao Comando Logístico do Exército (Colog), no último dia 17, que revoga três portarias publicadas entre março e abril sobre monitoramento de armas e munições.

Novo diretor da Polícia Federal é amigo próximo do filho do presidente, Carlos, investigado em um esquema criminoso. Foto: Divulgação
O presidente Jair Bolsonaro confirmou, por meio do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (28), a nomeação do advogado André de Almeida Mendonça como ministro da Justiça, bem como a do delegado Alexandre Romagem como chefe da Polícia Federal.
Para o lugar de Mendonça, que comandava a na Advocacia-Geral da União (AGU), Bolsonaro oficializou o atual procurador-geral da Fazenda, José Levi do Amaral, nome apoiado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A expectativa é que Mendonça melhore a relação de Bolsonaro com o Poder Judiciário.
O novo diretor da PF era diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e é homem de confiança do presidente e de seus filhos, sobretudo de Carlos, que está sendo investigado em um esquema criminoso, a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF).
Delegado de carreira da Polícia Federal, Ramagem se aproximou da família Bolsonaro durante a campanha de 2018, quando comandou a segurança do então candidato a presidente. O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) é um dos seus principais fiadores e esteve diretamente à frente da decisão que o levou ao comando da agência de inteligência em junho passado. Com informações da Folha de S.Paulo.

A prefeitura de Aracatu, no sudoeste baiano, confirmou, na tarde desta segunda-feira (27), os dois primeiros casos de contaminação pelo novo coronavírus no município. Os infectados estão em isolamento domiciliar, não havendo necessidade inicial de internamento.
Trata-se de um homem de 48 anos de idade e uma mulher de 49, casados entre si. Assim que percebeu os sintomas da Covid-19, o casal procurou atendimento médico e foi testado. Eles não realizaram qualquer viagem recentemente, não sendo possível identificar a origem da contaminação.
Em nota, a gestão municipal ressaltou a importância dos moradores de Aracatu permanecerem em casa, diminuindo a velocidade da proliferação do vírus e protegendo o sistema público de saúde, o que favorece o tratamento e a recuperação dos portadores da doença.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), defendeu nesta segunda-feira (27) o foco no combate ao novo coronavírus. O parlamentar tem em sua mesa 29 solicitações de processo contra o presidente Jair Bolsonaro pendente de análise. Contudo, Rodrigo Maia entende que a questão deve ser tratada sem pressa e com equilíbrio.
“O açodamento e a pressa, nesses temas, vão ajudar a questão do coronavírus a ter contornos mais graves no impacto da vida da sociedade brasileira”, destacou.Maia alega não poder comentar sobre os pedidos pois na questão ele funciona como o juíz, já que cabe à presidência do legislativo decidir sobre o início ou não de um processo de impeachment.
Com relação à saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça, o deputado democrata ressalta que uma mudança de ministério no meio da pandemia gera insegurança, mas “a crise é do poder Executivo e acredito que lá ela deve ficar. Aqui devemos construir soluções.”

Prevista para esta segunda-feira (27), a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 não tem mais data para começar a ser paga. A Caixa Econômica informou que o pagamento depende do repasse de recursos pelo Ministério da Cidadania.
Onyx Lorenzoni, titular da pasta, afirmou que o governo deve definir no início desta semana o calendário dessa etapa de pagamento. Na última sexta-feira (24), foram liberados R$ 25,72 bilhões para a Cidadania completar o pagamento da primeira parcela e efetuar as transferências referentes à segunda. As informações são do UOL.
No começo do mês de abril, o governo divulgou que o pagamento da segunda parcela começaria nesta segunda. Já na semana passada, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, anunciou a antecipação para 23 de abril. A informação foi desmentida pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo o qual o anúncio da antecipação teria sido feito sem seu consentimento.
O Ministério da Cidadania disse, então, que o governo não conseguiria fazer a antecipação por questões legais e orçamentárias. A Controladoria-Geral da União (CGU) recomendou a suspensão do pagamento.

Desde a última sexta-feira, quando o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, anunciou a saída do governo com acusações contra o presidente Jair Bolsonaro, a Câmara dos Deputados já recebeu três pedidos de impeachment.
A informação foi veiculada pela assessoria do legislativo. As novas solicitações são assinadas por dois parlamentares – a ex-líder do governo, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)- e pelo ex-candidato a presidente, Ciro Gomes (PDT).
Bolsonaro já foi alvo de 27 pedidos de impeachment anteriores. Um deles foi rejeitado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O restante está pendente de deliberação.
O pedido da ex-líder do governo é assinado pelo advogado Gustavo Bonini Guedes. “Os crimes de responsabilidade envolvem as manobras de interferência na Polícia Federal e falsidade ideológica”, resume Joice Hasselmann. A demissão de Moro foi motivada pela saída do ex-diretor da Polícia Federal, Marcelo Valeixo, definida pessoalmente por Bolsonaro.
Por sua vez, Ciro Gomes acusa Bolsonaro de atentar contra o livre exercício dos Poderes; violar direito ou garantia individual; e intervir em negócios peculiares aos estados ou aos municípios com desobediência às normas constitucionais.
O terceiro pedido é assinado pelo senador Randolph Rodrigues e também acusa o presidente de diversos dispositivos da Constituição Federal e da Lei do Impeachment, em especial os relacionados ao Estado Democrático de Direito.

O Ministério Público Federal (MPF) abriu dois procedimentos de investigação para apurar uma ordem dada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a revogação de três portarias publicadas pelo o Comando Logístico do Exército (Colog) entre março e abril sobre monitoramento de armas e munições. O desdobramento do caso pode levar a uma ação de improbidade na Justiça Federal ou à abertura de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, os pedidos de apuração foram enviados por Raquel Branquinho no dia 20 deste mês ao chefe da Procuradoria da República no Distrito Federal, Claudio Drewes José de Siqueira. No ofício, a procuradora argumenta que Bolsonaro fere princípios constitucionais ao interferir em atos de exclusividade do Exército.
Conforme o Estadão, Branquinho também aponta a possibilidade de Bolsonaro ter agido para beneficiar uma parcela de eleitores e que não há espaço na Constituição “para ideias e atitudes voluntaristas” do presidente, ainda que pautadas por “bons propósitos”.
Leia mais »

O saque em dinheiro do auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores com direito ao benefício e que receberão o suporte financeiro por meio da poupança, começa ser liberado nesta segunda-feira (27) pela Caixa Econômica Federal, para as pessoas que fizeram o cadastro e tiveram a verba liberada.
A conta-poupança social foi aberta para as pessoas que não possuem conta em banco ou não indicaram dados bancários no momento da inscrição.
O dinheiro poderá ser sacado sem a necessidade de cartão em casas lotéricas e em caixas eletrônicos. Quem não quiser tirar a grana, poderá movimentar a quantia por meio do aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos e transferências paras contas da Caixa e de outros bancos.
Vale lembrar que a liberação de saques em dinheiro ocorrerá conforme o mês de nascimento do beneficiário. A ação vai até 5 de maio.
