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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) publicou a relação dos candidatos aprovados para os cargos de servidores públicos da instituição nesta sexta-feira (4). No total, foram nomeados 175 pessoas, sendo 68 analistas técnicos, 86 assistentes técnico-administrativos e 21 motoristas. Entre os analistas, 28 são bacharéis em direito, que vão prestar assessoramento aos membros do MP, e 15 analistas periciais, que vão reforçar os quadros da Central de Apoio Técnico (Ceat) da instituição, abarcando especialidades como arquitetura, engenharias civil e ambiental, geologia, urbanismo e ciências contábeis e biológicas. Os candidatos nomeados já foram convocados para apresentação de documentos, avaliação médica, posse e participação no curso de adaptação funcional para novos servidores do MP. A posse está prevista para ocorrer no próximo dia 29 de março, no auditório do MP-BA no Centro Administrativo da Bahia (CAB). As informações de data, horário e local das fases de apresentação de documentos e avaliação médica podem ser consultadas no edital de convocação, cujo arquivo está disponível abaixo, junto com os atos de nomeação. O edital de convocação pode ser conferido aqui.
A mineira Ana Paula foi desclassificada neste sábado do Big brother Brasil 16 após descumprir regra do programa. As brigas com os adversários Renan e Adélia se intensificaram na madrugada. Visivelmente alterada devido ao consumo de bebida, ela deus dois tapas em Renan após discussão com Adélia. O anúncio será feito pelo apresentador na edição deste sábado. A jornalista mineira, de 34 anos, era considerada uma das participantes mais fortes e polêmicas desta edição. Já voltou de quatro paredões. Após a agressão, Renan pediu a expulsão da sister no confessionário. Em conversas com os participantes, chegou a dizer que se ela não fosse expulsa, ele pediria para sair. O Big brother Brasil nunca teve uma participante tão polêmica quanto a sister Ana Paula, de 34 anos. A mineira não absolveu ninguém na hora de incorporar uma “justiceira” ou de “vomitar” suas queixas. Sem dúvida, o fato mais inusitado desta edição- antes de ser expulsa, claro – foi quando a jornalista enfrentou a própria produção da Globo. Em pelo menos três momentos, ela criticou a equipe do programa. A postura adotada contribui para o crescimento da popularidade da mineira, que dividia o favoritismo ao prêmio de R$ 1,5 milhão com Munik ou Renan.
Editorial Brumado Verdade
“A verdade é, ao mesmo tempo, frágil e poderosa. Frágil porque os poderes estabelecidos podem destruí-la, assim como mudanças teóricas podem substituí-la por outra. Poderosa, porque a exigência do verdadeiro é o que dá sentido à existência humana” (CHAUI, 1995, p. 108).
A verdade é uma qualidade das próprias coisas e o verdadeiro está nas próprias coisas. Conhecer é ver e dizer à verdade que está na própria realidade e, portanto, a verdade depende de que a realidade se manifeste, enquanto a falsidade depende de que ela se esconda ou se dissimule em aparências (1995, p. 99).
Que é a verdade? Boa pergunta, da qual se têm ocupado, ao longo dos tempos, filósofos, cientistas e outros pensadores. A propósito, é bastante conhecido e significativo – notadamente do ponto de vista jurídico ou, para ser mais preciso, do ponto de vista processual penal – o diálogo entre Jesus Cristo e o governador romano Pôncio Pilatos, no qual aparece, in verbis, essa indagação deste para aquele: Então, lhe disse Pilatos: Logo, tu és rei? Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade?
Tendo dito isto, voltou aos judeus e lhes disse: Eu não acho nele crime algum. (João 18:37-38.)
Na concepção grega, a verdade se refere às coisas e aos fatos. Verdade é a l e q h i a (aletheia), que significa o não-oculto, não-escondido, não-dissimulado e, como tal, verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; é a manifestação do que é ou existe tal como é. O falso é pseudos, o escondido, o encoberto, o dissimulado, parece ser, mas não é como parece. Dessa forma,
A verdade é uma qualidade das próprias coisas e o verdadeiro está nas próprias coisas. Conhecer é ver e dizer à verdade que está na própria realidade e, portanto, a verdade depende de que a realidade se manifeste, enquanto a falsidade depende de que ela se esconda ou se dissimule em aparências (1995, p. 99).
Voltando para o lado de cá, existe um provérbio muito popular que diz tudo em poucas palavras, mesmo ferindo a carne do ofendido: “Quem fala a verdade não merece castigo”. Não é disseminando mentiras que você irá criar fatos, para que se torne verdade. A mentira tem perna curtas, e geralmente quem inventa são pessoas sem escrúpulos, sem ética e sem moral, são pessoas dissimuladas que visa apenas interesse próprio ou de terceiros, para tentar ocultar a verdade exposta. Na imprensa quem trabalha visando ocultar fatos em troca de propinas, não merece credibilidade, e não tem moral de emitir parecer, sem apresentar provas, palavras, são palavras e quem tem boca fala o que quer. Mas na ótica jornalística a verdade, mesmo que às vezes em meias palavras, tem que ser o foco maior do contexto, cabendo ao ofendido o direito de resposta.
Sobre as afirmações proferidas pelo vereador Weliton Lopes, na sessão legislativa da Câmara Municipal de Brumado, no dia 12 de fevereiro, o senador Otto Alencar (PSD-BA), esclarece:
– Nunca tratei de assunto referente a Policlínica com o governador Rui Costa e nem com o secretário estadual da Saúde, Fábio Vila-Boas. As afirmações feitas pelo vereador são falsas e levianas.
– Minha vida como médico e homem público sempre foi pautada pela defesa incondicional da saúde pública e de qualidade para todos os baianos e brasileiros. No Senado, sou o autor de projetos de lei que transferem impostos arrecadados com cigarro e medicamentos e o valor da parcela repassada do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, conhecido como Seguro DPVAT, para a saúde pública. O objetivo das propostas é garantir mais recursos para a saúde. Reafirmo o meu compromisso com Brumado e pela melhoria do acesso a saúde pública à toda população do município, do nosso querido Estado e do Brasil.
Médicos e profissionais de saúde da rede pública e privada da capital baiana participaram nesta sexta-feira (4) do XIII Curso de Escleroterapia com Espuma. Promovido pelo Hospital São Rafael (HSR), em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde, a capacitação que aconteceu no auditório do HSR, visa apresentar novos métodos de tratamentos associados e novidades tecnológicas na assistência do paciente com que sofrem de problemas de varizes crônicas. Introduzida em abril de 2013 pela atual gestão municipal, fato que tornou Salvador a primeira capital brasileira a aplicar o programa em benefício dos usuários do SUS, a escleroterapia substitui o procedimento cirúrgico convencional no atendimento terapêutico de varizes, proporcionando tratamento em apenas duas sessões em média 15 minutos. O procedimento é indolor, menos invasivo e oferece uma recuperação mais rápida ao paciente. “A maioria das pessoas assistidas pelo programa não têm condições financeiras para pagar um tratamento de varizes e que sofrem com o inchaço e as dores. A partir da assinatura do convênio, esses pacientes passaram a ter uma vida mais normal. Estamos muito contentes pelo apoio da Prefeitura que viabilizou esse tratamento para a população”, comemorou o médico angiologista, Marcelo Liberato, coordenador das equipes de escleroterapia no HSR e difusor da técnica no Brasil. A redução de custos com o tratamento através dessa técnica pode chegar a 75%, isso porque, a realização do mesmo dispensa salas de cirurgia, anestesistas e ainda, eleva o número de atendimento dos pacientes que aguardam na fila de espera. Estima-se que mais de 10% da população brasileira sofram por este tipo de doença venosa em estágio crônico, que muitas vezes pode levar a uma úlcera. A capacitação no Hospital São Rafael segue até este sábado (5), das 8h às 13 horas.
A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) vem a público repelir os diversos ataques proferidos contra a 24ª fase da Operação Lava Jato. A Justiça Federal brasileira e os integrantes do Ministério Público, da Receita Federal e da Policia Federal agiram nos estritos limites legais e constitucionais, sempre respeitando os direitos de ampla defesa e do devido processo legal, sem nenhuma espécie de abuso ou excesso. Logo, não se trata de espetáculo midiático, nem há enfoque político por parte dos agentes estatais incumbidos desta tarefa, mas o absoluto cumprimento das funções públicas. Os fatos apurados na investigação estão alinhados e são coerentes com todos os desdobramentos já ocorridos na Operação Lava Jato, cuja lisura tem sido continuamente reafirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Superior Tribunal de Justiça e pelo próprio Supremo Tribunal Federal. O Estado Democrático de Direito pressupõe respeito a instituições e autoridades constituídas, que são alicerces fundamentais para a vida justa e harmônica em qualquer sociedade contemporânea. As incitações para retaliações e violências, inclusive pelas redes sociais, não são compatíveis com os valores democráticos e constitucionais.
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A Justiça Federal do Distrito Federal aceitou nesta sexta-feira (4) ação protocolada pelo DEM e suspendeu a nomeação do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva. A juíza Solange Salgado, da 1ª Vara Federal, entendeu que o ministro, que é membro do Ministério Público da Bahia, não pode exercer o cargo. De acordo com a decisão, o ministro da Justiça poderá tomar posse novamente, mas somente se pedir exoneração do cargo vitalício no MP ou aposentar-se. Para a juíza, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmam entendimento de que integrantes do Ministério Público só podem exercer outros cargos no âmbito do próprio órgão. “Isso não impede, contudo, que o Sr. Wellington César Lima e Silva seja novamente nomeado no cargo de ministro de Estado da Justiça, desde que haja o necessário desligamento (por exoneração ou, se for o caso, aposentadoria) do cargo que ocupa, desde 1991, no Ministério Público do Estado da Bahia, à exemplo do que fora formulado no pedido principal”, decidiu a juíza.