MENU

O nome “Bel” ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter nos últimos dias por conta de algumas atitudes assistidas no YouTube. O termo faz referência a uma adolescente de 13 anos, que tem o canal com seu nome desde pequena. De acordo com internautas, a mãe da menina, Fran, teria maltratado a filha e a explorado psicologicamente para sustentar sua fama na internet. A família mantém a conta com mais de 7 milhões de inscritos e em uma página no Instagram, onde tem 1,3 milhão de seguidores.
Vídeos antigos foram resgatados que supostamente indicam maus-tratos. Em um deles, Fran induz a filha a tomar bacalhau com leite. Na sequência, Bel avisa que vai vomitar, mas a mãe segue insistindo que ela beba a mistura. A garota vomita e a mãe joga o resto da bebida no cabelo dela.
Em contato com a Folha, Fran respondeu através de nota que continuará expondo seus conteúdos por essas plataformas como sempre fez, “respeitando nossos seguidores”. “Passamos a publicar conteúdos controlados, vez que não se trata de um reality show onde estaríamos 100% expostos. Pelo contrário, nós escolhemos os conteúdos que publicamos, muitas das histórias são de ficção criadas por nós dentro da temática que abordamos.”
A matriarca criticou a posição da imprensa em meio à polêmica envolvendo seus canais. “Não se trata de expor a nossa relação interpessoal e familiar, mas se trata de expor certos acontecimentos nas hipotéticas relações interpessoais familiares em geral, nas quais eventualmente nos incluímos”.
A nota ainda apontou que a família recebeu nesses últimos dias quatro pessoas “com o intuito de tratar das reportagens sensacionalistas”, se referindo a conselheiros tutelares, que teriam visitado a família após as denúncias. No Instagram, ela publicou uma foto da família. “Enquanto algumas pessoas espalham o ódio gratuito nós seguimos acreditando na família e no amor. Que nossa felicidade chegue ao coração de vocês” disse na legenda.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, quer ouvir o presidente Jair Bolsonaro sobre a troca em sua equipe de segurança pessoal, feita cerca de um mês antes da reunião do dia 22 de abril. O encontro com ministros é uma das provas no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga interferências políticas do presidente da República na Polícia Federal.
De acordo com o blog de Andréia Sadi, no G1, o PGR deve ouvir Bolsonaro no final do inquérito. Uma das perguntas diz respeito às trocas, que, segundo reportagem do Jornal Nacional, foi feita sem dificuldades. Além disso, é o Gabinete de Segurança Institucional que cuida da segurança do presidente, e não a Polícia Federal.
Aras prepara novas diligências para as próximas semanas, e deve decidir também se pede novo depoimento do ex-ministro Sergio Moro. As revelações do ex-chefe do Ministério da Justiça deram início à investigação.
Ainda segundo a publicação, Aras também se diz preocupado com a investigação no Supremo. Em sua avaliação, o inquérito deveria durar 60 dias, mas é possível que não acabe antes de 2022.
Isso porque, nos últimos dias, o empresário Paulo Marinho revelou à Folha que Flávio Bolsonaro foi avisado por um delegado da Polícia Federal sobre a operação Furna de Onça, em 2018. A PGR pediu que a PF colha depoimento de Marinho no âmbito do inquérito do Supremo.

O Tribuna Superior Eleitoral (TSE) estará sob novo comando a partir da próxima semana, quando a atual presidente, ministra Rosa Weber, passará o posto para o ministro Luís Roberto Barroso.
A cerimônia será realizada na segunda-feira (25), quando o ministro Luiz Edson Fachin também tomará posse, como vice-presidente da Corte.
Em razão das medidas de distanciamento social adotadas diante da pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19), o evento será realizado, de forma inédita no Tribunal, com uma mesa virtual de autoridades.
Somente estarão presencialmente no Plenário Rosa Weber, Barroso e Fachin, além do ministro Luis Felipe Salomão, escolhido para dar as boas-vindas ao novo presidente em nome da Corte.
Leia mais »

Pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) continuam chegando na Câmara dos Deputados, presidida por Rodrigo Maia (DEM-RJ).
O temática tem sido muito debatida na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), cuja maioria do conselho já analisa que assinar um pedido de impeachment se tornou inevitável.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, os advogados da entidade avaliam, contudo, o momento em que o pedido deveria ser feito, levando em consideração a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
A saída do atual presidente do governo passou a ser solicitada com maior vigor depois que o empresário Paulo Marinho revelou que o filho 01 do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicano-RJ), recebeu informações privilegiadas de investigações da PF contra seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

O empresário e suplente ao Senado, Paulo Marinho, afirmou que tem provas das acusações que fez ao jornal Folha de S.Paulo. De acordo com entrevista publicada no último domingo (17), o senador Flávio Bolsonaro soube com antecedência da Operação Furna de Onça, deflagrada em dezembro de 2018 pela Polícia Federal, e tinha como alvo o assessor parlamentar Fabrício Queiroz.
“Tenho provas, tenho elementos que comprovam o relato que eu fiz. Já adianto que tudo que eu falei vou repetir durante o depoimento à PF, rigorosamente igual”, disse Marinho ao blog de Andréia Sadi, no G1. Apesar da afirmativa, o empresário não adiantou que provas seriam essas.
Diante das acusações, o suplente pediu proteção policial ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu depoimento de Marinho no âmbito do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga se houve interferência política do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. A acusação foi feita pelo ex-ministro Sergio Moro.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu para que a Polícia Federal colha depoimento do empresário Paulo Marinho (PSDB-RJ) sobre a denúncia feita por ele devazamento de informações sigilosas a Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a solicitação foi feita no domingo (17)
Em ofício encaminhado pelo procurador João Paulo Lordelo Guimarães Tavares à delegada Christiane Correa Machado, do Serviço de Inquéritos Especiais no Supremo Tribunal Federal, a PGR também solicita a oitiva de Miguel Ângelo Braga Grillo, chefe de gabinete de Flávio.
Conforme relato de Paulo Marinho ao jornal Folha de S. Paulo, foi por meio de Braga que um delegado da PF procurou pelo senador, em 2018, para dar a ele a informação reservada sobre a Operação Furna da Onça.
A operação teve acesso a dados de movimentações financeiras de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, quando o filho do presidente Jair Bolsonaro era deputado estadual. A operação foi deflagrada no dia 8 de novembro de 2018.
Ainda de acordo com o relato de Marinho, o delegado que procurou por Braga e Flávio recomendou que o então funcionário fosse demitido. Tanto Queiroz quanto a filha dele, Nathalia Queiroz, lotada no gabinete do então deputado Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, foram demitidos no dia 15 de outubro.
A PGR também solicitou cópia de inquérito aberto pela PF para apurar um outro suposto vazamento de informações relacionadas à Operação Furna da Onça.

Processada pelos herdeiros da ex-primeira-dama Marisa Letícia (1950-2017), a secretária de Cultura, Regina Duarte, foi intimada para explicar o compartilhamento de publicações com informações falsas sobre falecida esposa do ex-presidente Lula (PT).
Foi concedido pela Justiça o prazo de 15 dias para que a defesa de Regina apresente sua contestação. Ela foi processada por replicar afirmações publicadas pelo filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que acusava a ex-primeira-dama de ter patrimônio no valor de R$ 256 milhões, quando na verdade eram R$ 26 mil.
Eduardo também é processado pela família do ex-presidente e foi intimado a apresentar sua defesa na ação no final de abril.
O imbróglio gira em torno de uma “confusão” do juiz Carlos Henrique André Lisboa, da 1ª Vara da Família e das Sucessões de São Bernardo do Campo, que admitiu ter trocado os valores do inventário de dona Marisa.
Na ação contra Regina, os herdeiros de Marisa pedem reparação de R$ 131 mil por danos morais e que a secretária publique em sua conta no Instagram a íntegra da sentença condenatória.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (15) que R$ 153 milhões recuperados pela Operação Lava-Jato sejam destinados para ações de combate ao novo coronavírus. Com a decisão do ministro, serão destinados R$ 44,2 milhões para o Maranhão, R$ 79,4 milhões para o Mato Grosso e R$ 29,6 milhões ao Tocantins. Os valores totalizam R$ 153,2 milhões.
Pela decisão, os estados deverão comprovar a utilização dos recursos nas ações de prevenção, contenção e combate à covid-19.
“A emergência causada pela pandemia da covid-19 exige das autoridades brasileiras, em todos os níveis de governo, a efetivação concreta da proteção à saúde pública, com a adoção de todas as medidas possíveis para o apoio e manutenção das atividades do Sistema Único de Saúde [SUS]”, afirmou na decisão.
Inicialmente, os recursos estavam previstos para o combate ao desmatamento e aos incêndios florestais nos três estados, no entanto, as verbas ainda não tinham sido liberadas. Dessa forma, os governos locais pediram a realocação dos recursos.
Em março, Moraes determinou que R$ 1,6 bilhão também recuperados Lava Jato fossem destinados ao Ministério da Saúde para o combate ao novo coronavírus.

Essa semana será decisiva para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no âmbito do inquérito que investiga a veracidade das acusações do ex-ministro de seu governo e ex-juiz da Lava Jato, Sergio Moro.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai concluir se irá denunciar o chefe do Palácio do Planalto por corrupção passiva privilegiada, obstrução de Justiça e advocacia administrativa por tentar interferir na autonomia da Polícia Federal.
De segunda (11) a quinta-feira (14), três ministros de Estado, seis delegados e uma deputada federal devem prestar depoimento no inquérito contra o chefe do Executivo, segundo a Folha de S.Paulo.
Além disso, o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), pode decidir nos próximos dias sobre a publicidade do vídeo da reunião ministerial em que Bolsonaro teria ameaçado Moro de demissão caso não trocasse o diretor-geral da PF.
Leia mais »

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para outras partes o vídeo da reunião do presidente Jair Bolsonaro com Sergio Moro na qual o ex-ministro da Justiça foi pressionado a trocar o comando da Polícia Federal do Rio de Janeiro.
Tiveram acesso o material o procurador-geral da República, Augusto Aras, a delegada Christiane Corrêa, da Polícia Federal, e Sergio Moro, além do advogado-geral da União, José Levi, e o juiz Hugo Sinvaldo Silva da Gama Filho, que auxilia Celso de Mello no gabinete.
De acordo com o ministro, a liberação do vídeo servirá para que a delegada e Moro formulem perguntas para os interrogatórios dos ministros do Planalto, que ocorrerão na semana que vem. As informações são da revista Época.
No início deste mês, o ex-ministro Sergio Moro rpestou depoimento à delegada. Ele reafirmou as denúncias contra o presidente e apresentou novas provas, incluindo trocas áudios e e-mails com o presidente Jair Bolsonaro durante o período que ocupou o Ministério da Justiça e Segurança Pública.