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O Governo Federal decidiu antecipar os pagamentos do 13º de aposentados e pensionistas do INSS e do abono salarial. Segundo o blog do jornalista Valdo Cruz, no G1, a medida será tomada por causa do crescimento no número de casos do novo coronavírus no início deste ano. O intuito, conforme assessores presidenciais, é o de quitar a primeira parcela dos pagamentos em fevereiro e a segunda, em março.
A formalização da medida, de acordo com o blog, já é alinhada pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. Conforme a publicação, será analisado se é possível fazer a primeira antecipação já em fevereiro. A verba para o pagamento já está prevista no Orçamento de 2021, por causa disso a medida não terá custo extra.
“Como houve um recrudescimento da doença, em vez de ficarmos esperando, vamos agir e seguir o mesmo protocolo do ano passado, quando antecipamos o 13º dos aposentados e o abono salarial. Vamos fazer o mesmo agora, já está decidido, provavelmente em fevereiro e março”, disse ao blog um assessor presidencial.

O Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira (11) a meta de atrair até 5 mil pedidos de demissão voluntárias. Foram abertos dois programas com este objetivo, com prazo de adesão vai até 5 de fevereiro. Segundo o BB, o Programa de Adequação de Quadros (PAQ) visa otimizar a distribuição dos funcionários em unidades que têm vaga ou excesso de pessoal. Por isso o PAQ também estimula movimentações laterais para unidades onde existam vagas.
Já o Programa de Desligamento Extraordinário é específico para demissões. O impacto financeiro deve ser divulgado quando se encerrar o prazo para adesão. Em setembro de 2020, de acordo com último balanço de resultados, o Banco do Brasil tinha 92.106 funcionários, queda de 1,9% em relação a setembro de 2019 (93.872). Naquele ano também teve adoção de um PDV.
Também foi anunciado o fechamento de 361 unidades – 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento . A medida visa uma economia com despesas administrativas de R$ 353 milhões este ano e R$ 2,7 bilhões em cinco anos. As mudanças nas agências acontecem a partir de 22 de fevereiro.
O banco prevê adaptações na rede de atendimento em 361 municípios, mantendo unidades próprias em 221 e correspondentes bancários Mais BB nos demais. Conforme o BB, com o novo modelo 1,3 milhão de clientes passarão a contar com um gerente de relacionamento exclusivo para interação digital por meio do canal Fale.Com.

Por Pedro Peduzzi
A partir desta segunda-feira (4) entra em vigor a resolução emitida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que autoriza a digitalização dos documentos de registro e de transferência de veículos – no caso, o Certificado de Registro do Veículo (CRV), o Certificado de Licenciamento Anual (CLA) e o comprovante de transferência de propriedade (antigo DUT).
“O CRV e o CLA serão integrados ao Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e) e o DUT se desvincula do CRV e se transforma na Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e)”, informa por meio de nota o Ministério da Infraestrutura.
De acordo com a pasta, a medida vale para veículos registrados a partir de hoje. Documentos expedidos antes disso, impressos em papel-moeda verde, continuarão valendo.
O CRLV-e estará disponível em formato digital, após a quitação de todos os débitos, no aplicativo da Carteira Digital de Trânsito (CDT), pelo celular, no portal do Denatran ou por meio dos canais de atendimento dos Detrans.
“O proprietário também pode imprimir o documento em papel A4 comum, branco, que terá o QR Code de segurança, válido para fiscalização”, complementa a nota ao ressaltar que o registro deve ser feito nos casos de compra de veículo zero km; de compra ou venda de veículo usado; de mudança de município de domicílio ou residência do proprietário; e de mudança de categoria ou alteração de característica do veículo.
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A Brennand Energia pretende implantar cinco parques de geração de energia em Sento Sé, no norte do estado. O protocolo de intenções do empreendimento, onde serão alocados R$ 629 milhões, foi firmado com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE).
Pela proposta apresentada, haverá quatro parques de fonte eólica e um de energia solar.Serão gerados 60 empregos diretos na construção, outros 60 na operação e 1,4 mil indiretos. A estimativa é que o primeiro parque solar da Brennand na Bahia, o Sol do São Francisco I, entre em operação já em abril do próximo ano e tenha capacidade instalada de produção de até 98,1 Gigawatts (GW) hora/ano.
“ O estado tem contribuído de forma brilhante para diversificação da matriz energética utilizando seus potenciais naturais que são sol e vento. A empresa contribui ainda para o desenvolvimento da região, levando emprego e renda”, afirmou o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão, .
Já os parques eólicos Morro Branco II e Baraunas IV, XV e XX devem começar a funcionar até maio de 2022. Juntos terão capacidade de produzir 661,3 GWh/ano de energia.De acordo com Adelson Ferraz, diretor da Brennand Energia, as obras civis dos cinco parques já foram iniciadas.
A companhia tem 10 parques eólicos em operação e um em construção, todos em Sento Sé, onde já investiu mais de R$ 1,3 bilhão. Juntas, as usinas somam 341 Megawatts (MW) de capacidade instalada.
“Nossos investimentos são majoritariamente em energia eólica. Estamos fazendo esse parque solar para contribuir com a regularidade do suprimento de energia, uma complementa a outra”, informou o executivo.

O presidente Jair Bolsonaro editou ontem (29) medida provisória (MP) que prorroga o prazo da utilização do auxílio emergencial da Lei Aldir Blanc para 2021.
A MP autoriza o pagamento do benefício com os recursos já aprovados em 2020 e destinados ao cumprimento da lei, mas que ainda não tenham sido utilizados. “[…] a MP, além de não representar aumento dos gastos públicos, busca conferir maior segurança ao trabalhador e à trabalhadora da cultura e maior efetividade à Lei Aldir Blanc, assegurando a continuidade das ações emergenciais, a manutenção do apoio aos beneficiários e a efetividade do socorro ao setor cultural”, afirmou a Presidência da República, em nota.

O fim do auxílio emergencial deixará ao menos 48 milhões de pessoas sem ajuda financeira do governo federal a partir de janeiro, apesar do aumento de casos de Covid-19 e das restrições impostas a alguns setores para evitar aglomerações. A última parcela será paga pela Caixa Econômica Federal nesta terça-feira (29). Os mais atingidos serão os trabalhadores informais, destaca reportagem do jornal O Globo.
Segundo a publicação, o governo gastou até agora quase R$ 300 bilhões para pagar o auxílio a 67,9 milhões de pessoas. Isso só foi possível graças ao decreto de situação de calamidade pública, que termina no próximo dia 31 e criou o chamado Orçamento de guerra para despesas no enfrentamento da pandemia.
De acordo com O Globo, a equipe econômica chegou a propor alternativas para abrir margem no Orçamento, a fim de manter o apoio à parcela mais vulnerável da população. Mas as medidas foram vetadas pelo presidente Jair Bolsonaro, que declarou que não tiraria de pobres para dar a “paupérrimos”, quando foram sugeridas medidas como ajustes em programas sociais existentes e congelamento de aposentadorias.
Há ainda a preocupação de não romper o teto de gastos, que limita o aumento das despesas. Ainda conforme a reportagem, o pagamento será feito hoje a 3,2 milhões de brasileiros, encerrando o calendário iniciado em abril. De acordo com o Ministério da Cidadania, em 2021, só serão efetuados pagamentos resultantes de contestações administrativas e extrajudiciais e de decisões judiciais.
Diante disso, a pasta passou a trabalhar com a volta do Bolsa Família e busca elevar o valor médio do benefício de R$ 192 para R$ 200. Também há planos de incluir no programa mais 300 mil famílias, somando 14,5 milhões, dentro do orçamento de R$ 34,8 bilhões reservado ao programa em 2021.
Por outro lado, técnicos da equipe econômica avaliam que a atividade, apesar de fraca, não foi totalmente paralisada como ocorreu em abril, quando milhões de informais ficaram sem renda

O ex-ministro de Segurança Pública e ex-juiz Sergio Moro cobrou iniciativa do governo federal no que diz respeito à campanha de imunização contra o coronavírus. Países da América Latina, da América do Norte e da Europa já começaram a vacinar suas populações, enquanto o Brasil ainda não tem uma perspectiva concreta.
“Onde está a vacina para os brasileiros? Tem previsão? Tem presidente em Brasília? Quantas vítimas temos que ter para o governo abandonar o seu negacionismo?”, questionou Moro, que deixou o governo em abril.
Dados do consórcio formado por veículos da imprensa, coletados com as secretarias estaduais de Saúde, indica m que já são quase 7,5 milhões de pessoas com covid-19 no Brasil. Desde março, quando a pandemia começou, total de óbitos já alcançou 191.207 pessoas.
A publicação do ex-juiz no Twitter recebeu mais de 5,2 mil curtidas, e uma série de respostas como “Tem presidente, sim, você até ajudou a botar lá”. Outros apoiadores fizeram coro à cobrança: “Situação muito triste. E os fanáticos achando que é política. 190 mil brasileiros morreram e a idolatria por político segue”, “Estamos em barco a deriva. Não temos governante” e “Obrigada dr. Moro, o povo brasileiro precisa de quem fale por nós” foram algumas das respostas.

Enquanto diversos países no mundo já começaram ou têm data para começar a vacinação geral contra o novo coronavírus, o Brasil segue sem definições. Em passeio durante a manhã desde sábado (26) em que esteve sem máscara e promoveu aglomeração, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse não se importar com o atraso do país.
“Ninguém me pressiona pra nada, eu não dou bola pra isso”, disse após ser questionado por jornalistas, se havia pressão pelo fato de outros países terem começado a imunizar a população.
“É razão, razoabilidade, é responsabilidade com o povo. Você não pode aplicar qualquer coisa no povo”, completou. Entre os países que já começaram a imunizar sua população estão Reino Unido, Estados Unidos e Chile. Portugal começa no domingo (27).

Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criou a NAV Brasil, estatal que irá concentrar toda a atividade de navegação aérea do país. A empresa é vinculada ao Ministério da Defesa por meio do Comando da Aeronáutica. O aval para a criação da estatal foi dado em novembro do ano passado.
Conforme o governo, “a criação da NAV Brasil S.A. reforça a relevância dos serviços de navegação aérea, otimizando a organização do setor de transportes aéreos”. Ainda segundo a gestão federal, a chegada da empresa não irá representar um aumento da participação estatal na economia, isto porque a NAV Brasil é resultado da cisão da Infraero – a medida transfere uma parte ou a totalidade do patrimônio de uma empresa para outra.
Ainda não há detalhes, contudo, de qual será a previsão orçamentária da nova estatal, nem quantos funcionários serão realocados. De acordo com o Comando da Aeronáutica, as receitas serão provenientes da navegação aeroportuária.

Chegou ao Brasil na manhã desta quinta-feira (24) um carregamento contendo 5,5 milhões de doses da vacina CoronaVac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
O avião com a carga pousou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, no interior do estado. O governo de SP informou que esta é a maior remessa do imunizante desembarcada no Brasil.
Outros dois carregamentos estão agendados para os dias 28 e 30 de dezembro, devendo totalizar 10,8 milhões de doses no país ainda este ano. Segundo o Plano Estadual de Imunização, a previsão é que a vacinação seja iniciada no dia 25 de janeiro.
“A vacina atingiu índice de eficácia superior ao mínimo recomendado pela OMS e, assim, poderá ter seu registro aprovado para imunizar a população”, informou o governo de João Doria, por meio de publicação no Twitter.