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A região Nordeste bateu novo recorde de geração de energia eólica. No último sábado (28), foram produzidos 9.163 MW médios.
Os dados foram divulgados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O volume produzido é suficiente para abastecer 86,8% da demanda elétrica de todos os nove estados da região.
De acordo com o ONS, o recorde anterior foi registrado em 7 de agosto. Na ocasião, foram produzidos 9.098 MW médios.

O concurso da Polícia Federal em 2021 será com menos vagas do que o prometido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Serão 1,5 mil vagas, ao invés de 2 mil. As outras 500, segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, ficaram para um novo concurso, que será realizado em 2022.
Mesmo sem ter a aprovação do Ministério da Economia, de Paulo Guedes, Bolsonaro vinha anunciando como se já estivesse tudo certo.
O desfecho é um meio termo entre o que defendia a Economia (1.000 vagas) e a promessa de Bolsonaro (2.000 vagas).

Por Andreia Verdélio
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) estabeleceu novas medidas a serem adotadas nos serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros para prevenção à disseminação do novo coronavírus. A resolução que atualiza regras já determinada pela agência, foi publicada nesta quinta-feira (26) no Diário Oficial da União, e, diferente da norma anterior, não trata do transporte ferroviário de passageiros.
A nova resolução entra em vigor em 1º de dezembro e valerá enquanto durar a situação de emergência de saúde pública, definida pelo Ministério da Saúde. O serviço de transporte internacional continua suspenso, enquanto houver a restrição de entrada de estrangeiros no país. Entretanto, a ANTT pode autorizar o transporte em casos excepcionais, como o retorno de brasileiros ou estrangeiros aos seus respectivos países de origem.
De acordo com a norma, as empresas que operam os serviços de passageiros devem adotar medidas para limpeza e desinfecção dos veículos, em especial para manter a qualidade do ambiente climatizado e impedir a proliferação de microrganismos nocivos à saúde. As empresas também devem estratégias para minimizar o contato entre os passageiros e instruí-los, a cada viagem, acerca das medidas básicas de higienização. No caso de veículos não climatizados, a ANTT recomenda que as janelas permaneçam abertas durante a viagem.

Segunda deputada da história da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), Leci Brandão (PCdoB), que também foi retirada da lista de personalidades históricas da Fundação Palmares, chamou o presidente da entidade, Sérgio Camargo, de “imbecil” que foi escolhido por um “alienado”, referindo-se ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, Leci, que não pronuncia o nome de nenhum dos dois citados acima, define Camargo como “um cidadão que não pesa em nada”. Para ela, Bolsonaro “acabou com o país”. Outros nomes importantes para a história do Brasil também foram retirados da lista: Gilberto Gil, Martinho da Vila, Milton Nascimento e Marina Silva.
“Quer aparecer, está sempre procurando uma forma de humilhar, desmerecer. Quer desmontar toda uma história, uma verdade que existe aí. Não entendeu o quanto a população negra tem uma felicidade, a gente se sente fazendo parte realmente da história desse país. Nós fazemos parte de tudo o que está aí. Você não pode olhar costumes, cultura, arte, e não falar da população negra. Estamos em tudo isso”, disse a deputada, sobre Camargo decidir não celebrar o Dia da Consciência Negra.
E explica o motivo de não citar o nome de nenhum dos dois: “Querem que a gente fale deles, então não falo. Estou pedindo a Deus que chegue logo 2022 para que o povo se conscientize e veja que só andamos para trás com esse povo. Todo esse desgoverno foi escolhido a dedo. Um pior que o outro. E outra também”, declarou.

A Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) assinaram um acordo para zerar as filas de espera por benefícios previdenciários em todo o país.
Com o entendimento, a autarquia federal terá um prazo que varia de 30 a 90 dias, dependendo do tipo do benefício, para analisar o pedido dos segurados. A medida também suspende ações judiciais que tramitam em primeira instância e no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a demora do INSS em analisar as solicitações.
Em casos de auxílio-doença, por exemplo, o Instituto terá 45 dias para finalizar a análise de solicitações. Já a pensão por morte o prazo sobe para 60 dias e para salário-maternidade, o limite é de 30 dias.
Os prazos estabelecidos para análise e conclusão dos processos administrativos começarão a valer seis meses depois da homologação do acordo judicial pelo Supremo. Esse intervalo servirá para que a autarquia e a Subsecretaria de Perícia Médica Federal (SPMF) construam os fluxos operacionais que viabilizem o cumprimento dos prazos fixados.
Os prazos para realização da perícia médica e da avaliação social permanecerão suspensos enquanto perdurarem os efeitos das medidas adotadas para o enfrentamento da pandemia do coronavírus (covid-19) que impeçam o pleno retorno da atividade pericial e de avaliação social.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ironizou o medo da população com a possível chegada de uma segunda onda da pandemia do novo coronavírus e afirmou que é necessário enfrentar a doença de “peito aberto”. Em evento da retomada do Turismo, no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (10), o mandatário afirmou que o Brasil precisa deixar de ser “um país de maricas”
“Tudo agora é pandemia. Lamento os mortos, lamento. Todos nós vamos morrer um dia, aqui todo mundo vai morrer um dia… Não adianta fugir disso, da realidade. Tem que deixar de ser um país de maricas, pô. Olha que prato cheio para a imprensa, prato cheio para a urubuzada que está ali atrás”, disse.
Ainda de acordo com o presidente, e a pandemia foi “superdimensionada”. Apesar da declaração de Bolsonaro, no Brasil, 5,67 milhões de pessoas contraíram a doença e 162 mil morreram.

A falta de identificação dos responsáveis por conteúdos classificados como fake news durante as eleições de 2018 fez com que as redes sociais se tornassem o principal alvo dos processos judiciais por desinformação durante o pleito, mostra reportagem do jornal Folha de S. Paulo.
O Facebook foi a empresa mais citada, figurando como parte em 592 ações, seguida por WhatsApp, pertencente ao grupo, que aparece em 82 processos, Google com 78 e Twitter com 52.
De acordo com a Folha, os dados fazem parte da segunda etapa da pesquisa “Eleições, Fake News e os Tribunais: desinformação online nas eleições brasileiras de 2018”, do Centro de Ensino e Pesquisa e Inovação da FGV Direito SP (Cepi-FGV), que analisou 1.492 processos que tramitaram no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e nos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais).
Em 48% dessas ações, as redes sociais apareceram inicialmente como um dos alvos, o que segundo os pesquisados aconteceu pela falta de identificação dos autores dos conteúdos. No decorrer da ação, a tendência observada foi de retirada dessas empresas como polo passivo dos processos.
Além das empresas, usuários e administradores de páginas aparecem na sequência entre os mais processados, figurando em 41% das ações. A imprensa —a maior parte veículos de baixa circulação e produtores de conteúdo— foi alvo em 25% dos processos.

Por Jonas Valente
O WhatsApp anunciou que terá um novo recurso permitindo mensagens temporárias. Nessa modalidade, o conteúdo enviado não ficará armazenado na memória do destinatário da mensagem, mas apenas durante um tempo determinado.
O usuário deverá ativar o modo de desaparecimento de mensagens. Nessa situação, o envio para um chat de conversa ficará no espaço para onde foi encaminhado o texto ou áudio durante sete dias. No caso dos grupos, a configuração será definida pelos administradores.
Em um comunicado institucional, a plataforma declarou que a intenção é fazer a conversa ficar “mais privada”. A companhia argumentou que o prazo de uma semana foi escolhido em uma tentativa de equilíbrio entre o não armazenamento de conversas para sempre e a manutenção do conteúdo durante alguns dias.
O recurso também reforça o caráter de defesa da privacidade dos usuários, ao permitir trocas de mensagens que não ficarão registradas.

O Amapá chega nesta sexta-feira (06) ao quarto dia de apagão em 13 dos seus 16 municípios. Segundo informou o Ministério de Minas e Energia na quinta (5), o restabelecimento completo da energia elétrica no estado só deve acontecer nos próximos 15 dias. O problema atinge o Amapá desde a noite de terça, após incêndio na subestação responsável por receber eletricidade de outras regiões do país, que levou ao desligamento automático de linhas de transmissão e de duas hidrelétricas que abastecem o estado.
Mesmo com o início do trabalho de reparo na subestação, não houve retomada da eletricidade, prevista inicialmente na noite de quinta e que se estenderia ao longo do dia. Segundo o G1, desde as primeiras horas do dia, os postos de combustível que usam geradores para obter energia estão com filas enormes. Até o momento não há informações sobre desabastecimento.
As causas do incêndio são investigadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O prazo inicial de conclusão é de 30 dias. Nas redes sociais, moradores mostram as dificuldades que vêm enfrentando com o desabastecimento. Sem luz, o fornecimento de água também foi prejudicado e muitos precisaram correr aos mercados em busca de água mineral, provocando filas.
Há também problemas nos sistemas de comunicação, com dificuldades para usar telefones ou acessar a internet. À noite, os hotéis que têm geradores de energia ficaram cheios de pessoas em busca de iluminação. Em vídeo gravado com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), classificou o caso como uma “tragédia”. “É uma situação preocupante, estamos ali isolados agora sem energia, é uma dificuldade muito grande”, afirmou.

Um avião que levaria o presidente Jair Bolsonaro para Paulo Afonso teve dificuldades para pousar na cidade baiana e mudou o curso do voo para Aracaju, capital de Sergipe. De lá, o presidente seguirá para a cidade de Piranhas em Alagoas, onde cumpre agenda na região.
O desvio foi causado por conta do mau tempo, que acabou criou dificuldades para o piloto. Durante vídeo em que contou a situação, publicado nas redes sociais, Bolsonaro chegou a citar que Paulo Afonso, no norte da Bahia, ficaria em Alagoas.