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A campanha de vacinação contra a febre aftosa na Bahia foi estendida até 30 de junho. Confirmada nesta sexta-feira (29), a decisão da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) foi tomada após consulta ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb).
O prazo será um mês mais longo nessa primeira etapa da Campanha de Vacinação de 2020 também nos outros estados do Grupo 4 do Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (Pnefa). São eles: Tocantins, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo.
A dificulade logística de distribuição das vacinas através das indústrias e a suspensão das atividades comerciais em diversas cidades baianas, em virtude da pandemia do novo coronavírus, foram outros motivos decisivos para o adiamento.
O diretor-geral da Adab, Maurício Bacelar, afirmou que os registros de venda da vacina superaram 7,5 milhões de doses nas lojas de produtos agrícolas. “A estimativa é imunizarmos 10 milhões de animais, entre bovinos e bubalinos de todas as idades, o que significa que, até aqui, as vacinas vendidas foram suficientes para imunizar 75% do rebanho”, comentou.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) insistiu na defesa do retorno à normalidade nos estados e municípios, ao falar com jornalistas na frente do Palácio do Planalto nesta terça-feira (26). Bolsonaro usou como exemplo a “síndrome do sapo fervido” para justificar a necessidade de retorno das atividade, porque o “pobre está ficando miserável e a classe média ficando pobre”.
Sobre as 23.473 mortes registradas no Brasil por causa do coronavírus o presidente lamentou, mas voltou a dizer que se a economia não for retomada o número de mortes será ainda maior. “Estamos há 70 dias com a economia fechada. Até quando isso vai durar? Vamos enfrentar isso dai”, disse Bolsonaro.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou nesta segunda-feira (25) que um ensaio clínico do medicamento cloroquina em pacientes com covid-19 foi suspenso por questões de segurança.
“O grupo executivo implementou uma pausa temporária do braço da hidroxicloroquina no ensaio Solidariedade, enquanto os dados de segurança são revisados pelo conselho de monitoramento de segurança dos dados. Os outros braços do ensaio continuam”, disse Tedros em entrevista online.
Brasil
Na semana passada, o Ministério da Saúde incluiu a cloroquina, e seu derivado hidroxicloroquina, no protocolo de tratamento para pacientes com sintomas leves de covid-19 no Brasil. De acordo com o novo protocolo, cabe ao médico a decisão sobre prescrever ou não a substância, sendo necessária também a vontade declarada do paciente, com a assinatura do Termo de Ciência e Consentimento.

A possibilidade de o ministro da Educação, Abraham Weintraub, ser acionado judicialmente por suas falas contra o Supremo Tribunal Federal (STF) alerta membros do Planalto. Conforme imagens da reunião ministerial de 22 de abril, Weintraub sugeriu que todo os “vagabundos” fossem pra cadeia, a começar pelo STF.
De acordo com informações do jornal O Globo, aliados de Jair Bolsonaro não veem dúvidas de que algum dos magistrados processará criminalmente o ministro da Educação. Apesar disso, o presidente parece não ter disposição para substituir o olavista no momento.
No entanto, uma ação judicial pode acirrar os ânimos entre Executivo e Judiciário. Bolsonaro só abriria mão do ministro se essa situação tornasse insustentável a relação entre os Poderes.
Por outro lado, Bolsonaro teria dito a interlocutores que Weintraub saiu fortalecido do episódio da última sexta-feira (22). Um aliado da ala ideológica disse ao Globo até que, por se tratar de uma reunião fechada, não caberia ações judiciais.

No Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lamentou os dados brasileiros. Segundo levantamento das denúncias feitas por meio do Disque 100, dos 159 mil registros feitos ao longo de 2019 pelo Disque Direitos Humanos, 86,8 mil são de violações de direitos de crianças ou adolescentes, um aumento de quase 14% em relação a 2018.
Segundo o ministério, uma das razões para o aumento foi justificada nesta segunda-feira (18) pela rapidez no atendimento que passou de 71 segundos em 2018, para 11 segundos no ano passado.
A pesquisa aponta que quando o assunto é violência sexual, foram registrados mais 17 mil casos somente no ano passado. “Se considerarmos o que apontam estudos acadêmicos, que só 10% dos casos serão denunciados às autoridades, a gente chega a uma cifra absurda de quase 1 milhão de casos em 2019 de violação de direitos de crianças e adolescentes.
A maior parte dessas violações são perpetradas por pessoas próximas à vítima e a grande maioria delas no ambiente doméstico, o que torna mais difícil ainda nós trabalharmos com políticas políticas públicas que possam penetrar nesse ambiente doméstico”, avaliou o secretário nacional dos direitos da criança e do adolescente, Maurício Cunha.
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O comércio no Distrito Federal retomará, gradualmente, as atividades a partir desta segunda-feira (18). A medida foi autorizada por meio de decreto do governo local em edição extra do Diário Oficial neste sábado (16).
Segundo informações da Agência Brasil, ficam permitidas a abertura de lojas de calçados e de roupas, serviços de corte e costura e lojas de extintores. O funcionamento dos estabelecimentos será permitido no período das 11h às 19h. O decreto também autoriza as operações de entrega em domicílio, pronta-entrega em veículos e retirada do produto no local, sendo proibido o uso de mesas e cadeiras aos consumidores. Neste caso, não se aplica a restrição do horário.
Os comerciantes devem cumprir as medidas de segurança recomendados pelas autoridades sanitárias, como garantir a distância mínima de dois metros entre as pessoas; fornecer equipamentos de proteção individuais a todos os empregados, colaboradores, terceirizados e prestadores de serviço; organizar uma escala de revezamento de dia ou horário de trabalho.
O decreto, contudo, proíbe a participação nas equipes de trabalho de pessoas consideradas do grupo de risco, como idosos, gestantes e pessoas com comorbidades. Os estabelecimentos comerciais devem ter álcool gel 70% para todos os clientes e frequentadores e manter os banheiros higienizados e com materiais de limpeza e higiene tanto para empregados, colaboradores, terceirizados, prestadores de serviço e consumidores.
Outra exigência do governo é que seja aferida a temperatura dos consumidores; empregados, colaboradores, terceirizados e prestadores de serviço, devendo ser os dados registrados em planilha. Caso seja constatada febre, deverá ser impedida a entrada no estabelecimento, orientando a procurar o sistema de saúde.
É obrigatória a utilização de máscaras de proteção facial, conforme orientações da Secretaria de Saúde, em todos os espaços públicos, vias públicas, equipamentos de transporte público coletivo e estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços. Caso o decreto seja descumprido, está prevista a aplicação de multa de R$ 2 mil para pessoa física e R$ 4 mil para pessoa jurídica.
Continuam autorizadas a funcionar no Distrito Federal as farmácias, supermercados, hortifrutigranjeiros, minimercados, mercearias, açougues, peixarias, padarias, lojas de panificados, comércio de produtos naturais e suplementos; postos de combustíveis e suas lojas de conveniências.

Por André Richter
O ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas de União (TCU), determinou hoje (13) que os militares acusados de receber irregularmente o auxílio emergencial de R$ 600 devolvam os valores aos cofres públicos. Pela decisão, novos pagamentos ao grupo também devem ser suspensos imediatamente.
As irregularidades foram detectadas após o ministérios da Defesa e da Cidadania realizarem um cruzamento de dados e identificarem que 73,2 mil militares ativos, inativos, temporários, pensionistas e anistiados receberam a ajuda do governo.
Bruno Dantas também determinou que o ressarcimento seja feito de forma urgente. A decisão foi motivada por um pedido de providências feito por uma secretaria interna do TCU.
“Ademais, em que pese o ânimo do Ministério da Defesa em apurar individualmente cada caso e a declarada intenção de restituir os montantes recebidos indevidamente, é imprescindível que haja urgência nesse ressarcimento, inclusive com adoção de providências necessárias pelo Ministério, como a glosa na folha de pagamento”, decidiu.

O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros, foi diagnosticado com o novo coronavírus. O militar não apresenta sintomas, mas está afastado de suas funções no Palácio do Planalto.
A informação é do jornal O Estado de S.Paulo. Barros é o mais um caso de pessoas próximas ao presidente de Jair Bolsonaro que testam positivo para a Covid-19. Já foram diagnosticados o secretário especial de Comunicação, Fabio Wajngarten; os ministros Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, e Bento Albuquerque, de Minas e Energia; e outras 20 pessoas que viajaram com Bolsonaro para os Estados Unidos em março.
Após a viagem, Bolsonaro disse ter feito dois testes para saber se foi contaminado e que ambos deram negativo para a doença. O presidente, no entanto, não apresentou os exames publicamente.

O prazo para as inscrições do financiamento para projetos culturais voltados a crianças de até seis anos da Petrobras foi prorrogado até o dia 15 de maio. Conforme informou a estatal, serão distribuídos R$ 3 milhões para projetos destinados a espetáculos de dança, teatro e circo, por meio do projeto Petrobras Cultural.
A ação conta ainda com outras duas outras fases. Haverá distribuição de mais R$ 7 milhões para propostas voltadas a feiras literárias e animação audiovisual.
O foco em crianças, segundo a Petrobras, se justifica pelo fato de que é na primeira infância que se desenvolvem as habilidades cognitivas fundamentais que vão durar para toda a vida e que, até seis anos, o cérebro tem um enorme poder de absorção para as práticas artísticas, educativas e culturais.
Inscrições podem ser feitas no site e o programa exige que os projetos contemplem apresentações também em cidades com menos de 150 mil habitantes e em pelo menos uma capital nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (1º) que gostaria que “todos voltassem a trabalhar”. A declaração foi dada em uma live transmitida de dentro do Palácio da Alvorada pela deputada Bia Kicis (PSL-DF), em que a parlamentar pede uma mensagem do mandatário sobre o Dia do Trabalho.
“Eu gostaria que todos voltassem a trabalhar, mas quem decide isso não sou eu, são os governadores e prefeitos”, disse Bolsonaro. “Bom dia a todos, o Brasil é um país maravilhoso. Tenho certeza que, tendo Deus acima de tudo, brevemente voltaremos à normalidade”.
Desde o início da pandemia do coronavírus, o presidente tem protagonizado um conflito permanente com governadores e prefeitos que adotaram medidas de distanciamento social para conter a disseminação da doença, entre elas o fechamento de comércios e a suspensão de aulas.
Na quinta (30), Bolsonaro disse que os que promoveram essas ações não conseguiram achatar a curva de transmissão do vírus.
“O Supremo [Tribunal Federal] decidiu que as medidas para evitar —ou para fazer a curva ser achatada— caberiam a governadores e prefeitos. Não achataram a curva. Governadores e prefeitos que tomaram medidas bastante rígidas não achataram a curva”, disse o presidente, na quinta.
O Brasil tem 85.380 casos de Codid-19 e 5.901 óbitos. Segundo o boletim da tarde de quinta, nas últimas 24 horas foram 435 novas mortes e 7.218 novos casos confirmados da doença.