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Ângela Bavini, esposa do cantor Sérgio Reis, de 81 anos, disse que o marido está deprimido, passando mal e com uma crise de diabetes após um áudio em que ele ameaça o Superior Tribunal Federal (STF) vazar e repercutir na internet.
Além disso, Sérgio também disse que caminhoneiros, financiados por produtores de soja, parariam o país até que o Senado afastasse os ministros do STF de seus cargos.
“Ele está muito triste e depressivo porque foi mal interpretado. Ele quer apenas ajudar a população. Está magoado demais. […] O Sérgio foi induzido por pessoas que dizem estar em um movimento tranquilo. No fim, todo mundo vaza, e sobra para ele, que é uma celebridade”, disse Ângela a Folha de São Paulo.
Segundo ela, Reis jamais pensou em invadir o STF: “Ele falou no impulso, mas estava conversando com um amigo”.

O cantor e ex-deputado Sérgio Reis divulgou uma mensagem na plataforma de trocas de mensagens WhatsApp na qual afirma que vai entregar uma “intimação” ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), para que “aprove” o voto impresso e derrube os 11 ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em até 72h.
Conforme publicação do site Poder360, o ultimato será entregue em 8 setembro pelo próprio Sérgio reis, acompanhado por dois líderes dos caminhoneiros e outros dois produtores de soja. Na mensagem, o cantor diz que se as reivindicações não forem atendidas “o país vai parar”.
“Norte a Sul, Leste a Oeste. Os plantadores de soja vão pôr as colheitadeiras nas estradas, ninguém pode andar, nem carro particular, nem ônibus. Todos estão sendo avisados. Ônibus que vier com passageiro vai ter que voltar para trás. Só vai ter ambulância, polícia, bombeiro, uma emergência”, diz Reis. Ele ainda acrescenta que “não é um pedido, é uma ordem”.
A PEC que previa a adoção obrigatória do voto impresso no Brasil foi rejeitada na Câmara dos Deputados na última terça-feira (10).

A sessão da Câmara de vereadores de Brumado, desta sexta-feira (13) foi conturbada e inusitada. Vereadores de oposição abandonaram o plenário devido a incompetência do presidente em exercício Paulo Cesar do Bar, que estava conduzindo a sessão de forma subserviente.
O vereador Paulo César do Bar (PCdoB), teria ignorado o regimento interno. Na pauta, o legislativo deveria ter votado o código de obras e urbanismo e a criação da taxa de lixo.
O vereador Reinaldo de Almeida Brito (DEM), o Rey de Domingão, ficou insatisfeito com a quebra do regimento interno da casa quando solicitou um requerimento verbal para apreciação de propostas.
Segundo Rey, na pauta da próxima sessão, na segunda-feira (16), não constava os referidos projetos da taxa de lixo e do código de obras e urbanismo, já demonstrando a não apreciação dos projetos do prefeito Eduardo Lima Vasconcelos (PSB).
“De acordo com nosso regimento, temos o direito de solicitar o regime simples e eles passaram por cima de tudo”, disse.
Ainda conforme o edil, a oposição não está conseguindo exercer seu papel em prol da população e atribuiu “manobras políticas” do grupo da situação. Parlamentares apontam que o requerimento não foi aceito pois a situação estava em minoria, e os projetos seriam rejeitos em plenário.

O Plenário da Câmara dos Deputados decidiu nesta quarta-feira (11) cassar o mandato da deputada Flordelis (PSD-RJ), acusada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019, em Niterói (RJ). Foram 437 votos favoráveis, 7 contrários e 12 abstenções. Além de perder o cargo, a deputada ficará inelegível por determinação da Lei da Ficha Limpa.
O relator do processo, deputado Alexandre Leite (DEM-SP), afirmou que a deputada usou o mandato para coagir testemunhas e ocultar provas. Ele ressaltou que a análise do Conselho de Ética se limitou a fatos considerados antiéticos, sem entrar no mérito de quem é o culpado da morte do pastor Anderson do Carmo.
O relatório, segundo ele, comprova o uso indevido do mandato pela deputada. “O que se extrai desse processo no âmbito de Conselho de Ética são os fatos antiéticos, como o uso do mandato para coação de testemunha e para ocultação de provas”, disse Alexandre Leite.
A deputada Flordelis foi pessoalmente ao Plenário se defender. Ela reafirmou a inocência. “Caso eu saia daqui hoje, saio de cabeça erguida porque sei que sou inocente, todos saberão que sou inocente, a minha inocência será provada e vou continuar lutando para garantir a minha liberdade, a liberdade dos meus filhos e da minha família, que está sendo injustiçada”, declarou.
Flordelis afirmou que os deputados se arrependerão do resultado. “Quando o tribunal do júri me absolver, vocês vão se arrepender de ter cassado uma pessoa que não foi julgada”, disse Flordelis. Com informações da Agência Câmara de Notícias

O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), lidera a corrida eleitoral para o governo da Bahia em 2022, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias. O democrata aparece com 50% das intenções de voto em um cenário com seis candidaturas e, com apenas três concorrentes, amplia essa margem para 52,3%. O ex-governador Jaques Wagner (PT) é o segundo que melhor pontua, oscilando entre 24,1% e 25,4%, a depender do cenário.
O primeiro cenário testado inclui os nomes de ACM Neto, Jaques Wagner, Dra. Raíssa Soares (sem partido), João Roma (Republicanos), Marcos Mendes (PSOL) e Alexandre Aleluia (DEM). Com essa configuração, o ex-gestor soteropolitano obtém 50% das intenções de voto, enquanto Wagner fica com 24,1%. Conhecida como Doutora Cloroquina, a secretária de Saúde de Porto Seguro seria opção para 3,7% e o ministro da Cidadania teria 3% das intenções de voto.
O ex-vereador de Salvador pelo PSOL ficaria com 1,3%, enquanto o herdeiro de José Carlos Aleluia teria 1%. Não souberam ou não responderam 5,2%, enquanto 11,7% disseram que não votariam em qualquer um dos candidatos ou optaria por voto em branco ou nulo.

Dos 39 deputados federais que representam a Bahia na Câmara, nove integraram o time que saiu derrotado na votação da Proposta de Emenda Complementar 135/2019. Apreciada em plenário na noite desta terça-feira (10), a PEC do Voto Impresso teve apenas 229 votos favoráveis quando precisava ser apoiada por pelo menos 308 parlamentares, o equivalente a três quintos do total de cadeiras da Casa.
Em relação à bancada baiana, outros 21 deputados contribuíram com os 218 votos que ajudaram a encerrar o debate na Câmara (veja aqui). O pleito é uma das principais bandeiras defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro e já havia sido derrotado na Comissão Especial (veja aqui).
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Em uma reunião ocorrida no fim da manhã desta quinta-feira (05), no gabinete da presidente da Câmara de Vereadores de Brumado, Verimar Dias da Silva, policiais civis do município juntamente com Estácio Lopes, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (SINPOC), discutiram assuntos relevantes para a Segurança Pública local e regional.
Na oportunidade, os policiais pediram apoio à vereadora para que juntos possam somar forças e as suas reivindicações junto ao Governo do Estado sejam atendidas, a exemplo da regulamentação do salário de nível superior. Na oportunidade a categoria solicitou o espaço da Câmara de Vereadores para que uma Audiência Pública seja realizada no próximo mês, o que foi prontamente disponibilizado pela vereadora.
“Em nome de todos os vereadores, como presidente desta Casa, eu digo que terão todo o nosso apoio no que precisarem, em especial na organização dessa Audiência Pública, onde a população poderá contribuir com a Polícia Civil, assim como o Estado e empresários, para que os nossos policiais tenham o suporte que precisam para que tenhamos uma segurança pública cada vez melhor e com policiais motivados”, disse Verimar Dias.
A presidente lamentou não ter contado com a presença de todos os vereadores. Devido a reunião ter acontecido de última hora, não houve tempo hábil para que todos fossem convidados.

Em um novo capítulo da defesa do voto impresso e ataque a urna eletrônica, o presidente Jair Bolsonaro mirou no presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso e afirmou, nesta terça-feira (3), e afirmou que o magistrado coopta membros da corte eleitoral e do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro sugeriu que Barroso presta um desserviço ao país ao se opor a mudanças no sistema de voto com a urna eletrônica.
Na ocasião, Bolsonaro afirmou ainda que não vai aceitar “intimidações” e que eleições “duvidosas” não serão aceitas em 2022.
“O ministro Barroso presta desserviço à nação brasileira, cooptando agora gente de dentro do Supremo, né, querendo trazer para si, ou de dentro do TSE, como se fosse uma briga minha contra o TSE ou contra o STF. Não é. É contra ministro do Supremo que é também presidente do TSE querendo impor a sua vontade”, disse Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.
As declarações de Bolsonaro veem após um discurso duro de Barroso nesta segunda-feira (2), durante cerimônia de reabertura dos trabalhos do Judiciário. Durante a fala, após sucessivos ataques do presidente a segurança das urnas eletrônicas, Barroso disse que escolheu “ser um agente do processo civilizatório e empurrar a história na direção certa”. “Se eu parar para bater boca eu me igualo a tudo que quero transformar”, afirmou.
Também nesta segunda, o TSE aprovou a abertura de um inquérito e o envio de uma notícia-crime ao Supremo para que Bolsonaro seja investigado no inquérito das fake news.
Nesta terça, de acordo com a Folha de S. Paulo, Bolsonaro sugeriu que há um complô para eleger o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em eleições fraudadas no próximo ano.

Em evento realizado em Brasília na tarde desta segunda-feira (2), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar as urnas eletrônicas e pressionar pelo voto impresso. Para ele, este é o caminho para “eleições democráticas” e, do contrário, haverá um processo marcado por “suspeição”. Em fala direcionada ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, que já se posicionou diante dos diversos ataques à lisura do processo eleitoral no Brasil, disparou: “Chefe de Poder tem limite. Por que um não quer eleições democráticas temos que abaixar a cabeça?”, questionou Bolsonaro.
“O que leva a conclusão de uma prova são os indícios. Vale a pena repetir. Em 0,39% das apurações em São Paulo as urnas travaram. Quando travou foi feito um percentual de cada candidato. Por percentual, quando destravou, chegou no 100% o mesmo percentual do 1º ao 8º. O inimigo está aí. O risco está aí. Ninguém quer nossas esposas, noras e filhas passando a situação que as mulheres da Venezuela enfrenta. E vai começar na Argentina também. Primeira vítima é a imprensa. Não tem imprensa lá. Se nós não abrirmos os olhos. Por que um não quer eleições democráticas temos que abaixar a cabeça? Por que o presidente do TSE tem que propor mudança na comissão?”, enfatizou Bolsonaro sugerindo interferências de Barroso para barrar o avanço da proposta do voto impresso no Congresso.
E continuou: “Aí vem gente que fala é confiável, é impenetrável. Queremos uma farsa ou uma eleição marcada por suspeição? Aí diz que quem perder pode recorrer na Justiça. Quem vai avaliar? Exatamente os que tiraram o cara da cadeia. Será que não conseguimos alcançar o risco”, disse, em uma clara referência a suspensão das condenações do ex-presidente Lula.
“Quererem chegar ao poder dessa forma. Usando as formas da democracia para querer açoitá-la. Chefe de Poder tem limite. Não é o que eu quero. É o povo que tem que confiar. Nós devemos lealdade ao povo que nos elegeu. Precisamos lutar pela liberdade que é maior que a própria vida. Só Deus me tira daqui. Dei o melhor de mim e continuo dando, e meus ministros. Se nos calarmos e nos cuvarmos ao politicamente correto nós todos sucumbiremos. Nada é tão ruim que não possa piorar”, concluiu.