MENU

O presidente nacional do Democratas, ACM Neto, disse, em entrevista ao jornal O Globo, que a prioridade do partido é disputar a Presidência da República com candidatos próprios.
“Temos dois nomes que reúnem as melhores condições: Mandetta e Rodrigo Pacheco. Estamos dialogando com um conjunto de partidos sobre a possibilidade de construir um projeto comum”, afirmou.
No entanto, o ex-prefeito de Salvador não descarta apoiar a reeleição de Jair Bolsonaro (sem partido). “Qualquer resposta minha tem que traduzir a maioria do partido. Começamos a discutir 2022, analisar pesquisas, avaliar a situação de cada estado”, falou ao jornal.

O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) determinou o sigilo de cem anos sobre informações dos crachás de acesso ao Palácio do Planalto emitidos em nome dos filhos Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
A existência dos cartões utilizados pelos filhos do presidente para ingressar na sede do governo foi informada pela própria Presidência da República, em documentos públicos enviados à CPI da Covid no último mês.
As informações foram reveladas pela revista Crusoé, que teve acesso aos documentos emitidos pela Secretaria-Geral da Presidência encaminhados por meio da LAI (Lei e Acesso à Informação).
Os termos citados pelo Planalto determinam que as informações pessoais relacionadas à “intimidade, vida privada, honra e imagem” terão acesso restrito, independente da classificação de sigilo. O prazo máximo estabelecido foi de cem anos.
Entre abril de 2020 e junho de 2021 a Crusoé havia mostrado que o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro havia visitado o Palácio do Planalto 32 vezes.
Uma outra planilha que teria sido elaborada pela Casa Civil mostra que o acesso ao terceiro andar do Planalto e ao gabinete da Presidência eram de livre acesso ao vereador do Rio. Já o deputado Eduardo Bolsonaro esteve no gabinete do pai em três momentos, todas concentradas no mês de abril de 2020.
De acordo com o documento da Secretaria-Geral da Presidência que informa sobre existência de crachás: “As informações solicitadas dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem dos familiares do senhor Presidente da República, que são protegidas com restrição de acesso, nos termos do artigo 31 da Lei nº 12.527, de 2011”.

A Comissão Especial do Voto Impresso (PEC 135/19) se reúne na próxima quinta-feira (5) para votar o parecer do relator, deputado Filipe Barros (PSL-PR). A reunião está marcada para as 14 horas, em plenário a definir.
Os integrantes da comissão vão analisar um substitutivo elaborado por Filipe Barros. Apresentado no final de junho, o texto exige a adoção de um tipo de urna eletrônica que permita a impressão do registro do voto. Esse registro será uma espécie de cédula em papel, a ser depositada em recipiente indevassável, assegurada a conferência pelo eleitor, mas sem qualquer contato manual.
Segundo o texto do relator, a apuração se dará após a votação e ainda nas seções eleitorais, por meio de equipamento automatizado para contagem dos registros dos votos, aptos à verificação visual. Para garantir o sigilo do voto, será proibido o uso de qualquer elemento de identificação do eleitor na cédula impressa.
Até agora, foram apresentados quatro votos em separado. Dois, capitaneados pelos deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Fernanda Melchionna (Psol-RS), são contrários a mudanças nas regras atuais. Os outros, dos deputados Pompeo de Mattos (PDT-RS) e Paulo Ganime (Novo-RJ), apoiam algumas alterações.
A PEC foi apresentada originalmente pela deputada Bia Kicis (PSL-DF). O texto original determina que, em processos de votação e apuração das eleições, independentemente do meio empregado para o registro do voto, será “obrigatória a expedição de cédulas físicas conferíveis pelo eleitor”. Com informações da Agência Câmara de Notícias

O vereador Wanderley Amorim (DEM), conhecido como “Nem”, pode até perder o mandato, caso seja comprovada o uso indevido do carro oficial do legislativo brumadense para beneficiar uma empresa privada para concorrer a uma licitação em Caetité e Dom Basílio. O parlamentar é acusado de ser flagrado transportando representantes da empresa Brumalimp em carro oficial.
O advogado eleitoral Manoel Nunes destacou que a situação pode ensejar, de forma concomitante, três tipos de responsabilização ao agente político: uma infração político administrativa no próprio parlamento, um processo judicial por ato de improbidade administrativa e até um processo criminal, a depender das nuances do caso concreto.
Segundo Nunes, o parlamentar pode perder o mandato político em qualquer das instâncias. “A Câmara não pode, sob pena de prevaricação, se eximir de apurar o possível fato infracional”, pontuou o advogado.

Na tarde deste domingo (25), o deputado federal Márcio Marinho esteve reunido com vários presidentes de associações e lideranças políticas, para viabilizar demandas para a zona rural do município de Brumado. .

Estiveram presentes na reunião além das lideranças, o presidente do Republicanos de Brumado, Sidnei Coqueiro e o futuro pré-candidato a deputado estadual “Carcará”.


Tentando fugir de briga com o centrão, que poderá ser inflada com oveto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, a base do governo no Congresso quer propor um meio termo.
A solução levada ao Palácio do Planalto e que contou com a simpatia de integrantes do governo envolve o envio de uma mensagem modificativa ao parlamento para alterar a Lei Orçamentária Anual e reduzir o valor destinado a campanhas eleitorais para um patamar próximo de R$ 4 bilhões
Desse modo, o presidente não desagradaria aliados, bem como criaria o argumento de que conseguiu diminuir o total em quase R$ 2 bilhões. O fato é que, se isso ocorrer, estará dobrando o valor em relação a 2020.
Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, líderes do centrão dizem, em conversas reservadas, que a solução pode ser um bom caminho. Eles lembram que, em 2019, a proposta inicial era para aumentar o fundo de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,8 bilhões.
Ao final, o valor ficou em R$ 2 bilhões: inicialmente pareceu uma derrota, mas eles conseguiram um acréscimo de R$ 300 milhões aos recursos dos partidos.

De acordo com portaria publicada no Diário Oficial do Legislativa, a Câmara Municipal de Brumado entrou em recesso e as sessões ordinárias foram suspensas de 16 de julho a 31 de julho.
Os trabalhos só serão retomados no dia 2 de agosto. Durante o recesso parlamentar, poderão ser convocadas sessões extraordinárias. Vale frisar que as demais atividades nos gabinetes e na secretaria continuam sendo realizadas normalmente.

Pré-candidato à presidência, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), está em Salvador neste final de semana em busca de apoio. O tucano se reuniu na noite desta sexta-feira (16), com o presidente nacional do Democratas, ACM Neto.
Leite vai disputar as prévias do seu partido que vai decidir o candidato do PSDB ao Planalto em 2022. Um dos seus adversários é o governador de São Paulo João Doria, que está de relações cortadas com o ex-prefeito de Salvador.
Em suas redes sociais, Neto teceu elogios a Leite. “Fico muito esperançoso no futuro por ver que a nossa geração tem bons exemplos de integridade, liderança e gestão pública. Com diálogo, podemos construir um caminho para o nosso país”, escreveu o democrata nas redes sociais.
Também participaram da reunião o prefeito da capital baiana Bruno Reis (DEM), o prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB) e o presidente dos tucanos na Bahia e deputado federal Adolfo Viana.

A reunião desta sexta-feira (16) da comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, que torna o voto impresso obrigatório, foi encerrada sem a votação do parecer. Esse desfecho veio após muitas discussões.
O presidente da comissão especial, deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), decidiu atender o pedido do relator, deputado Filipe Barros (PSL-PR), por mais prazo para incorporar sugestões em novo substitutivo. A próxima reunião do colegiado foi marcada para o dia 5 de agosto, depois do recesso parlamentar.
A reunião extraordinária desta sexta foi convocada após requerimento do deputado Hildo Rocha (MDB-MA) e outros 20 parlamentares, protocolado à tarde. Na última madrugada, o Plenário da Câmara chegou analisar sugestão que suspenderia a reunião, mas não houve votos suficientes para aprovação.
Segundo Hildo Rocha, as eleições gerais em 2022 não permitem mudanças. “Não tem mais tempo para a Justiça Eleitoral, sei pela experiência de mais de 20 anos de vida pública. Fiz esta autoconvocação não foi à toa, e outros colegas apoiaram, porque o presidente já adiou a votação duas vezes”, explicou.
Os parlamentares mais próximos do governo Bolsonaro tentaram adiar a votação logo no início da reunião, enquanto a maioria criada no colegiado após várias trocas de integrantes insistia na análise da proposta. Um requerimento para retirada de pauta acabou rejeitado por 22 votos a 12.
Leia mais »