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Grupo faz manifestação contra Jair Bolsonaro em Brasília

7 junho 2020 | 15:13

Eles também protestaram contra o racismo, fascismo e defenderam a democracia. Foto> Divulgação

Um grupo de manifestantes se reuniu na manhã deste domingo (7) em Brasília para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o fascismo e o racismo, além de defender a democracia. Eles saíram da Biblioteca Nacional, por volta das 9h e percorreu a Esplanada dos Ministérios.

Segundo o portal G1, eles seguiram até a Alameda das Bandeiras, onde a Polícia Militar do Distrito Federal montou um bloqueio para impedir o encontro com um segundo grupo, pró-Bolsonaro. Defensores do governo permanecem acampados próximo à Praça dos Três Poderes e têm feito manifestações semanais, aos domingos.

O grupo que se intitulava “a favor da democracia” entoou palavras de ordem. Os manifestantes, em sua maioria, usaram máscara de proteção facial. Ainda de acordo com a publicação, houve ainda a distribuição gratuita de máscaras, que são obrigatórias no Distrito Federal. Água, sabão e álcool em gel também eram entregues em um espaço chamado de “ponto anticovid”.

Faixas e bandeiras com dizeres contra o racismo, antifascismo, pela democracia, pelo respeito às mulheres e em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) foram empunhadas pelos manifestantes. Alguns, vestindo jalecos brancos, representaram os profissionais de saúde e carregaram cruzes em sinal de luto.

Cartazes também faziam referência ao “Estado genocida” e destacavam que “vidas negras importam”. Torcedores do Corinthians carregaram faixas pedindo respeito às mulheres.

Bolsonaro quer nome do ‘centrão’ no comando da Câmara, diz coluna

7 junho 2020 | 15:05

Presidente também já tem seu preferido para o Senado. Foto: Isac Nóbrega/divulgação Presidência da República

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) quer Arthur Lira (PP) ou Marcos Pereira (Republicanos), no comando da Câmara dos Deputados — ambos expoentes do centrão. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.

Pereira tem ainda o diferencial de ser da Igreja Universal, de Edir Macedo, aliado do presidente.

Ainda segundo a publicação, no Senado, o nome favorito de Bolsonaro é Davi Alcolumbre, que teria que conseguir alterar a Constituição para conseguir se candidatar à reeleição.

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Bolsonaro nomeou mais de 300 indicações políticas para cargos do governo

6 junho 2020 | 13:41


Levantamento feito pelo O Globo aponta que nomeações passaram a ser para cargos mais importantes com aproximação do centrão Foto: Divulgação

Apesar de criticar a política do “toma lá, dá cá” na campanha, Jair Bolsonaro já nomeou mais de 300 indicações de parlamentares aliados para cargos no governo. O levantamento foi feito pelo jornal O Globo, com dados obtidos junto a aliados do Planalto.

Segundo a publicação, desde julho de 2019, parlamentares pediram a nomeação para mais de 700 cargos federais. Em 45% dos casos, 325 entre o total, o pedido foi atendido. Outros 200 foram rejeitados, e os demais ainda aguardam aprovação.

Até este ano, as nomeações se restringiam a cargos menores. No entanto, com a aproximação do governo com o centrão, passaram a ser negociados postos mais importantes.

Nos últimos dois meses, o governo recebeu 88 pedidos de nomeações de parlamentares. Apenas 11 deles foram atendidos após análise do Palácio do Planalto.

O centrão, grupo formado por PL, PP, PSD e Republicanos, chegou a fazer uma espécie de “consórcio” para definir indicações para cargos. Os nomes podem ser aprovados ou não. O êxito foi alcançado, por exemplo, com o PP de Arthur Lira, que indicou Marcelo Lopes da Ponte para comandar o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com orçamento de R$ 54 bilhões.

De acordo com O Globo, o governo estabeleceu um método para aprovar indicações. Na análise prévia, é analisado o currículo do apadrinhado e a checagem da existência de vagas nos órgãos. Em seguida, os nomes serão levados aos ministérios, para que sejam inseridos no sistema de checagem. Posteriormente, há triagem da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Epidemiologistas ouvidos pelo TSE aconselham adiamento das eleições municipais

5 junho 2020 | 9:54

Palavra final sobre o calendário do pleito, porém, será do Congresso. Foto: Divulgação

Infectologistas, sanitaristas, epidemiologistas e profissionais de saúde de outras especialidades vêm sendo consultados pelo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, sobre a viabilidade de o país manter, ou não, o calendário das eleições municipais deste ano.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha, a ideia do magistrado é reunir informações para debater o assunto com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A decisão final sobre a questão, no entanto, será do Congresso.

Embora o ministro mantenha reserva sobre as conversas, a coluna apurou que é praticamente consensual entre os médicos que o melhor seria adiar as eleições por algumas semanas. A imprevisibilidade da evolução da epidemia, dizem eles, aconselha que o pleito seja remarcado.

A questão é também como, mesmo com o calendário alterado, garantir segurança aos eleitores, com o uso de máscaras, álcool gel e a manutenção do distanciamento entre as pessoas.

Uma das perguntas que surgiram em países que realizaram escrutínios é a do direito dos infectados pelo coronavírus votarem. Na Coreia do Sul, os hospitalizados votaram pelo correio. Os diagnosticados, mas com sintomas leves, depois dos demais.

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Brumado: Fabrício Abrantes busca retorno dos seis meses da licença maternidade e a inclusão das mães adotivas

2 junho 2020 | 14:03

Foto: Divulgação

O presidente do Democratas, em Brumado, e pré-candidato a prefeito, Fabrício Abrantes, protocolou ofício junto a Câmara de Vereadores, reivindicando a ampliação da Licença Maternidade para seis meses, direito que foi reduzido para quatro meses por iniciativa do atual prefeito, Eduardo Lima Vasconcelos (PSB), por meio da Lei nº 1.194, de 23 de março de 2017.

Segundo Abrantes, a proposta partidária e da bancada de vereadores do Democratas é retomar o direto das gestantes, servidoras municipais, ao gozo de licença maternidade de 180 dias e estender o mesmo direito às servidoras adotantes, tendo em vista que as Leis nºs 1.212/1999 e 1.642/2011 garantem o direito apenas para as mães gestantes.

Fabrício afirma que é necessário, ainda, revogar por inteiro a previsão de afastamento das servidoras durante a jornada de trabalho de uma hora para amamentar o filho até os seis meses, por perda da eficácia, tendo em vista que o afastamento proposto será integral por 180 dias. No ofício, Abrantes solicita audiência com o poder legislativo para ampliação da discussão do tema.

Grupo Anonymous divulga dados pessoais de Bolsonaro, dos filhos e de ministros

2 junho 2020 | 10:30

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro, seus três filhos, e outras personalidades ligadas a ele foram alvo do grupo hacker Anonymous Brasil na noite desta segunda-feira (1º).

Os números dos celulares, CPFs (Cadastros de Pessoa Física) endereços, bens declarados, participação em empresas e até dívidas deles foram divulgadas nas redes sociais.

Pouco tempo após o vazamento, a conta do Twitter da Anonymous Brasil foi retirada do ar. O grupo criou uma nova conta e compartilhou uma piada contendo o slogan do presidente: “Hack acima de tudo, dados acima de todos”.

O deputado federal Douglas Garcia, umas vítimas do vazamento, confirmou a veracidade dos dados e afirmou que procuraria autoridades policiais.

“Anonymous Brasil, de forma criminosa, acaba de divulgar todos os meus dados nas redes sociais. Para que colocar os meus familiares em risco? Para que divulgar o endereço de minha casa? Os lugares em que trabalhei? Estou indo agora mesmo na delegacia fazer um boletim de ocorrência”, escreveu em seu Twitter.

Além de Bolsonaro e dos filhos Carlos, Flávio e Eduardo, foram alvos dos vazamentos os ministro da Educação (Abraham Weintraub) e Mulher (Damares Alves), o empresário Luciano Hang e o deputado Douglas Garcia.

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A cavalo, Bolsonaro participa de mais um ato contra STF e pró-intervenção militar

31 maio 2020 | 15:31

Um dos investigados pela PF, deputado Douglas Garcia (PSL-SP), participou da manifestação. Ex-deputada federal Cristiane Brasil, também marcou presença. Reprodução

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fizeram uma manifestação na manhã de deste domingo (31), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Em meio ao acirramento das relações entre o governo e o STF (Supremo Tribunal Federal), alguns manifestantes carregaram faixas com os dizeres “abaixo à ditadura do STF” e “intervenção militar”. Havia ainda uma bandeira pedindo “intervenção no STF”.

Em live transmitida em suas redes sociais, o presidente sobrevoou o local de helicóptero e acenou para os manifestantes. Depois que a aeronave pousou, Bolsonaro, sem usar máscara, percorreu o cercado onde se aglomeravam os manifestantes, contrariando as orientações de autoridades sanitárias para manter distanciamento social por causa do novo coronavírus. O mandatário também pegou uma criança no colo.

Imagens transmitidas pela CNN Brasil mostraram que o presidente ainda andou a cavalo durante a manifestação. Bolsonaro ficou por cerca de 25 minutos no local e dirigiu-se ao Palácio da Planalto, antes de retornar ao Palácio da Alvorada. A manifestação foi convocada por redes sociais e a concentração começou por volta das 10h. O presidente chegou ao local por volta das 12h. O uso de máscara no Distrito Federal é obrigatório como medida de prevenção contra a Covid-19.

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Datafolha: 21% dos eleitores de Bolsonaro defendem impeachment

31 maio 2020 | 9:04

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Uma recente pesquisa Datafolha revelou que, dos eleitores que não votaram no presidente Jair Bolsonaro na última eleição, 62% querem que a Câmara dos Deputados abra um processo de impeachment contra o chefe do Palácio do Planalto. Outros 32%, contudo, são contra.

Entre os eleitores do presidente, 21% são a favor. Do total de entrevistados pela pesquisa, 77% rejeitaram a proposta. A renúncia de Bolsonaro é pleiteada por 78% dos que o consideram ruim ou péssimo no combate ao novo coronavírus.

Entre os que não estão praticando nenhum tipo de isolamento social, 77% rechaçam um pedido de saída por parte do presidente. Com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

Carlos Bolsonaro muda de número após operação da PF e xinga vereadores

30 maio 2020 | 10:31


“VTNC, PT e piçóu. Vamos avançar, seus merdas”, teria escrito o filho do presidente Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação

O vereador Carlos Bolsonaro decidiu mudar de número no dia seguinte à operação da Polícia Federal atingir aliados bolsonaristas. O filho do presidente Jair Bolsonaro apareceu no grupo da Câmara Municipal do Rio de Janeiro xingando os colegas, na última quinta-feira (28). “VTNC, PT e piçóu. Vamos avançar, seus merdas”, escreveu Carlos.

A informação é do jornal O Estado de S.Paulo. O vereador psolista Renato Cinco expôs o print da conversa nas redes sociais, sem rasurar o número de Carlos. Em resposta, Carlos perguntou se Cinco estava “fumando estrume” e o chamou de imbecil. O filho do presidente também ameaçou acionar o vereador judicialmente devido à exposição.

O vereador Reimont (PT) também foi alvo de Carlos, o “02” do presidente. O petista sugeriu que as mensagens fossem encaminhadas ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal. Nesse momento, Carlos recomendou que Reimont as mandasse para “sua mãe”.

Nesta sexta-feira (29), Carlos pediu desculpas e alegou aos colegas que tem sido provocado. De acordo com o Estadão, o principal motivo para as agressões teria sido o vereador Leonel Brizola Neto (PSOL), que teria chamado Leandro Lyra (Republicanos) de “menino do Carluxo”.

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Presidente Jair Bolsonaro tem índice de rejeição recorde, segundo Datafolha

28 maio 2020 | 17:02


Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (28) identificou reprovação de 43% após divulgação de reunião ministerial de 22 de abril. Foto: Divulgação

Pesquisa do Datafolha divulgada nesta quinta-feira (28) aponta um índice de rejeição de 43% do presidente Jair Bolsonaro. O percentual, recorde, corresponde os entrevistados que avaliaram o governo como ruim ou péssimo. A pesquisa foi realizada na segunda e terça-feira desta semana, medido a reação do público após a divulgação da reunião ministerial de 22 de abril.

Na sondagem, que ouviu 2.069 pessoas, 33% responderam ótimo ou bom e 22% avaliaram o governo Bolsonaro como regular, enquanto 2% dos entrevistados não opinaram. Na pesquisa anterior, no dia 27 de abril, o presidente tinha 38% de ruim ou péssimo.O índice de aprovação também ficou em 33%.

Segundo o UOL, entre os que aprovam a gestão, 42% ganham mais do que 10 salários mínimos, 56% são empresários e 37% moram nas regiões Norte ou Centro-Oeste. No grupo dos que desaparovam a gestão, 56% têm ensino superior, 65%estudam e 48% são do Nordeste.

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