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Os pré-candidatos das Eleições Municipais de 2020 já podem iniciar a arrecadação de recursos para a sua pré-campanha por meio de financiamento coletivo pela internet.
De acordo com a Lei nº 9.507/1997 (Lei das Eleições), os pretensos concorrentes somente podem contratar as empresas de financiamento coletivo que estejam cadastradas na Justiça Eleitoral.
Os pedidos podem ser feitos a partir desta sexta-feira (15). A lista de instituições credenciadas pode ser consultada no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os recursos arrecadados na fase de pré-campanha, segundo o TSE, somente serão disponibilizados ao candidato após o seu registro de candidatura na Justiça Eleitoral, a obtenção do CNPJ da campanha e a abertura de conta bancária específica.
Na hipótese de o pré-candidato não solicitar o seu registro de candidatura, as doações recebidas durante o período de pré-campanha devem ser devolvidas pela empresa arrecadadora diretamente aos respectivos doadores.

Reuniram-se nesta terça-feira (12) os pré-candidatos a prefeito Zé Ribeiro (PT), Dr. Alessandro Lôbo (Republicanos) e Dr. Aurino Rocha (Podemos), com a presença do ex-prefeito Edmundo Pereira, para definir as diretrizes de um plano de governo totalmente focado na saúde, na educação, no desenvolvimento econômico e no retorno das políticas sociais em Brumado.
Na reunião foi celebrada a união da nova política, comprometida com a verdadeira oposição e com o sentimento de mudança, destinada a transformar o modo de se fazer gestão em Brumado, tanto na cidade como na esquecida zona rural, numa composição formada por opositores da atual gestão e que fazem parte da base do Governo Rui Costa.
Essa é uma aliança feita as claras, com coerência e afinidade de pensamentos. Não é um projeto de poder individual, mas de transformação coletiva, e nele só há espaço para aqueles pré-candidatos que pensam como nós: na verdadeira renovação política. Dessa união sairá o candidato da oposição que disputará as eleições municipais.
Uma candidatura forte, humana e participativa, feita de gente que se preocupa com gente, e que deseja construir uma política para todos e transformar a vida dos que mais precisam. Brumado precisa alcançar um novo patamar de desenvolvimento e modernidade, com a honesta aplicação dos recursos públicos, pondo fim a uma forma de gestão atrasada, autoritária e que tem estagnado o desenvolvimento econômico, político e social, e que já não atende mais os verdadeiros anseios da população.

Segundo informações da CNN Brasil, o presidente afirmou que a mudança na PF do Rio de Janeiro era para “evitar perseguição à família”. Foto: Divulgação
Uma das partes mais fortes da gravação da reunião ministerial do dia 22 de abril confirma que Jair Bolsonaro queria mudar o comando da Polícia Federal no Rio de Janeiro para proteger a família. A informação é do jornalista Daniel Adjuto, da CNN Brasil.
Segundo a emissora, o presidente da República teria afirmado que a troca na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro seria para “evitar perseguição à família”. Bolsonaro chegou a dizer também que poderia substituir Moro, caso não conseguisse a troca. O vídeo foi exibido nesta terça-feira (12) na sede da Polícia Federal em Brasília.
Mais cedo, a defesa do ex-ministro Sergio Moro disse em nota que as gravações confirma “integralmente” as revelaçõess feitas quando anunciou sua saída do Ministério da Justiça. As declarações também foram reafirmadas em depoimento, no início do mês.
De acordo com o ex-juiz federal, Bolsonaro tinha interesse de trocar a direção-geral da Polícia Federal para alguém com quem pudesse trocar informações – o que o próprio Bolsonaro confirmou, em pronunciamento no dia 24 de abril, quando Moro anunciou sua saída. Moro revelou também que o presidente da República insistia na troca de comando da PF no Rio de Janeiro movido por interesses.

Em vídeo publicado em sua rede social, o médico Geraldo Azevedo (PP) disse ter dado o primeiro passo para a união das forças oposicionistas na construção da grande grupo político em Brumado contra a atual administração, comunicando que se uniu ao pré-candidato Fabrício Abrantes (DEM).
“Comunico que para esta eleição de 2020 demos o primeiro passo para a união das forças oposicionistas na construção da grande força política que Brumado almeja e já necessita há alguns anos. Conversei com o pré-candidato do partido Democratas, meu amigo, o jovem Fabrício Abrantes, e selamos um acordo, que iremos marchar juntos nestas eleições.
Assim faremos com todos os candidatos da oposição que hoje ainda estão como pré-candidatos. Este é o primeiro passo para unir experiência e juventude na construção de um projeto político democrático, unindo todas as forcas oposicionistas para um objetivo comum”, disse Geraldo Azevedo.

Vereador Palito coloca o vereador Zé Carlos na parede e questiona: Você que anda com o prefeito para cima e para baixo, e diz que as obras estão concluídas, onde estão essas obras???
Lagoa funda, que são recursos do FUNDEF cominho da escola. Obras esses que se encontram totalmente paradas há mais de 3 meses vereador, você diz que as estradas estão boas, você nem conhece a realidade das estradas do município, o caminho da sua roça, aponta o Vereador Palito.
O vereador diz que Zé Carlos não conhece a Boa Vista, Manoel José Bráulio e outras localidades e só se preocupa com a sua região, é tanta mentira que a comunidade de Lagoa Funda, e toda população brumadense já não aguenta mais.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aproveitou o dia de sol em Brasília no último sábado (09) para curtir um passeio de Jet Ski pelo Lago Paranoá.
Sem nenhum tipo de proteção exigida pelo governo do Distrito Federal, o militar interagiu com admiradores que acompanhavam o passeio e chegou a conversar com um grupo que fazia uma festa no lago “se a gente não cuidar, vai virar um caos o Brasil”, diz ele em um momento.
O passeio do presidente em uma área pública e sem seguir as recomendações de proteção contrária a as regras do governo do Distrito Federal para o isolamento social, porém o pagamento de multa de R$ 2 mil determinado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) só começará a valer na segunda (11).
Durante o encontro com os admiradores que foi filmado por um deles, o presidente ainda debochou do churrasco anunciado por ele na quinta-feira (07). Bolsonaro chamou a imprensa de idiota e disse que a informação dada por ele mesmo era uma fake news.
Segundo o presidente, o evento seria realizado para para 30 pessoas em frente ao Alvorada. Entre os convidados estariam o ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário. Uma “vaquinha” estaria sendo feita para pagar pelos custos da festa.

O governo de Jair Bolsonaro utilizou verbas públicas de publicidade em sites de fake news, de jogo do bicho, outros infantis e ainda em russo no período da reforma da Previdência. Os recursos públicos também foram destinados em canal do YouTube que promove o presidente da República.
As informações são do jornal Folha de S.Paulo, a partir de planilhas enviadas pela Secretaria Especial de Comunicação da Presidência, por determinação da Controladoria-Geral da União. De acordo com os documentos, dos 20 canais de YouTube que mais veicularam anúncios da campanha, 14 são destinados ao público infantojuvenil, como o canal Turma da Mônica e Planeta Gêmeas.
Um canal que chama a atenção é o Get Movies, destinado ao público infantil e que tem todo seu conteúdo em russo. Foram 101,5 mil anúncios veiculados nesse canal. O site infantil Kids Fun está no topo da lista, com 469,7 mil anúncios.
Os espaços de anúncios foram comprados por agências de publicidade por meio do Google Adsense. Nesse processo, o anunciante pode selecionar que tipo de público atingir, quais palavras-chave devem ser vetadas, que sites evitar a partir do seu conteúdo – se infantil, político, de temática ilegal ou pornografia.
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Uma nota de repúdio contra a nomeação de Luciano da Silva Barbosa Querido para o cargo de presidente substituto da Funarte (Fundação Nacional de Artes) deverá ser divulgada nesta sexta-feira (8) por servidores da instituição.
Querido é ex-assessor do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo os servidores, o indicado, que é bacharel em Direito, “não tem absolutamente nenhuma experiência na área cultural”.
A nota de repúdio deverá ser assinada pela Asserte (Associação de Servidores da Funarte) e pelo Sindisep-RJ (Sindicato Intermunicipal dos Servidores Públicos Federais dos Municípios do Rio de Janeiro). Com informações da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Vice-presidente da República, o general Hamilton Mourão afirmou, nesta segunda-feira (4), que o Superior Tribunal Federal (STF) ultrapassou limites ao suspender a indicação de Alexandre Ramagem, por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Mourão também criticou a determinação que impediu o governo do Brasil de expulsar diplomatas venezuelanos.
“Julgo que cada um tem que navegar dentro dos limites da sua responsabilidade”, disse Mourão, em entrevista a uma rádio do Rio Grande do Sul. Em referência à indicação de Ramagem – que é amigo do clã Bolsonaro -, e também aos aliados de Nocolás Maduro -, o vice-presidente considerou que não houve “harmonia” entre os poderes.
“Os casos mais recentes, que foi da nomeação do diretor-geral da Polícia Federal, a questão dos diplomatas venezuelanos eram decisões que são do presidente da República. É responsabilidade dele, é decisão dele escolher seus auxiliares, assim como chefe de Estado ele é o responsável pela política externa do país”, disse o general.
Mourão disse ainda que “os Poderes têm que buscar se harmonizar mais e entender o limite da responsabilidade da cada um”.

O delgado Rolando Alexandre de Souza foi nomeado nesta segunda-feira (4) como novo diretor-geral da Polícia Federal. A nomeação feita pelo presidente Jair Bolsonaro foi publicada em edição extra do “Diário Oficial da União”.
Ele é delegado da Polícia Federal e desde setembro de 2019 ocupava o cargo de secretário de Planejamento e Gestão da Abin, aonde chegou por indicação de Alexandre Ramagem.
Entre os anos de 2018 e 2019, Souza foi superintendente da PF em Alagoas. Ele também foi chefe do Serviço de Repressão a Desvio de Recursos Públicos e ocupou cargos de chefia na Divisão de Combate a Crimes Financeiros e na superintendência em Rondônia.