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Câmara do Rio de Janeiro vota nesta terça impeachment de Crivela

25 junho 2019 | 8:20

Foto: Divulgação

Os vereadores do Rio de Janeiro vão decidir nesta terça-feira (25) se afastam ou não do cargo o prefeito Marcelo Crivella (PRB). A sessão que vai apreciar o relatório da comissão processante está prevista para começar às 14h.

Para que aconteça o impeachment, são necessários os votos de 34 dos 51 vereadores. A TV Globo apurou que, nas contas da oposição a Crivella, o afastamento será endossado por apenas 26 nomes, abaixo do necessário.

Na última quarta-feira (19), em audiência pública, a comissão processante concluiu que Crivella não cometeu nenhum crime na renovação dos contratos de publicidade para relógios de rua e pontos de ônibus.

Contudo, segundo os vereadores da comissão, houve erros cometidos por servidores na renovação, que deverá ser cancelada – caso isso aconteça, a prefeitura terá que devolver R$ 68 milhões, valor que tinha sido adiantado às empresas.

Moro ainda está vivo, mas depende de Bolsonaro, dizem lideranças

21 junho 2019 | 8:42

Em uma espécie de troca de posições, presidente agora virou fiador do ex-juiz. Foto: Divulgação

Na análise de algumas das principais lideranças do Congresso, o ministro Sergio Moro, da Justiça, mantém força —mas está cada vez mais dependente de Jair Bolsonaro (PSL) para seguir com perspectivas futuras de poder. A informação é da colunista Mônica Bergamo, da Folha.

Segundo a publicação, por esse pensamento, houve uma inversão: Moro era fiador do governo. Agora, Bolsonaro virou fiador do ex-juiz, erguendo os braços dele em estádio de futebol e concedendo medalhas para ajudá-lo a enfrentar o escândalo das mensagens reveladas pelo site The Intercept Brasil.

A avaliação é ainda de que o ministro da Justiça não perde muito mais popularidade do que a já mensurada pela pesquisa XP/Ipespe —em janeiro, ele tinha 67% de avaliação positiva, contra 56% em junho. A imagem de juiz imparcial, no entanto, estaria irremediavelmente trincada.

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Feira: Câmara aprova reajuste para prefeito, vice, secretários e vereadores

19 junho 2019 | 14:14

Foto: Divulgação

Vereadores de Feira de Santana aprovaram nesta quarta-feira (19) por unanimidade um Projeto de Lei que aumenta o salário do prefeito, do vice, secretários e dos próprios vereadores. Com isso, o prefeito passará a receber R$ 26,7 mil mensais, e os demais cargos beneficiados vão receber R$ 18,9 mil. Os valores vão ser pagos a partir de 2021.

Ao Acorda Cidade, o presidente da Casa, José Carneiro, disse que a última vez que ocorreu o reajuste de salário para políticos feirenses foi em 2008. O Projeto de Lei de nº 070/2019 é de autoria da Mesa Diretiva da Casa, presidida por Carneiro.

Governo promete pacote de nomeações para garantir votação da reforma da Previdência

19 junho 2019 | 13:24

Foto: Divulgação

A fim de garantir a aprovação da reforma da Previdência, o Palácio do Planalto promete fazer uma série de nomeações. Eles querem votar a matéria na Comissão Especial na semana que vem e no plenário da Câmara até a primeira quinzena de julho.

Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, os cargos já são esperados pelos parlamentares, mas a Casa Civil preferiu realizar as nomeações em pacote, por isso a demora. Com isso, presidentes de partidos de centro e mesmo integrantes da cúpula do Congresso Nacional ressaltam que o clima é de desconfiança mútuo e deixam um alerta: “se o Planalto não entregar o que afiançou, ninguém vai votar no crédito”.

O governo ofereceu estatais de porte regional, como a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), a legendas que podem vir a integrar sua base no Congresso. A oferta também conta com emendas extras aos parlamentares que apoiarem a reforma.

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Bolsonaro rompe silêncio e elogia Moro: ‘O que ele fez não tem preço’

13 junho 2019 | 13:06

Na primeira fala sobre o ministro após o vazamento de mensagens com Dallagnol, presidente enalteceu papel do então juiz no combate à corrupção. Foto: Divulgação

O presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) quebrou o silêncio e se manifestou publicamente, pela primeira vez, sobre o ministro Sérgio Moro, envolvido em polêmica após o vazamento de conversas suas com o procurador Deltan Dallagnol, um dos líderes da Operação Lava-Jato,

Sem adentrar completamente no assunto, o capitão não economizou nos elogios ao ministro e enalteceu a sua postura no combate à “corrupção”. “O que ele fez não tem preço”, ponderou.

“Ele realmente botou para fora, mostrou as vísceras do poder, a promiscuidade do poder no tocante à corrupção”, declarou ele nesta nesta quinta-feira (13), em evento de lançamento de uma linha de crédito do BNDES para organizações filantrópicas.

Aproveitando o contexto do evento, o presidente afirmou que o próprio BNDES teria entregue a “companheiros comunistas” e “amigos do rei” “400 e poucos bilhões de reais”, e que a Petrobras “quase quebrou” na época:

“A Petrobras quase quebrou, fundos de pensão, muitos quebraram. O próprio BNDES, falei agora há pouco aqui, nessa época 400 e poucos bilhões de reais entregues para companheiros comunistas e para amigos do rei aqui dentro. Ele faz parte da história do Brasil”.

Bolsonaro defendeu que nenhuma prova foi forjada e, mesmo com a suposta contribuição de Moro com a PGR, nada tira a validade da prisão do ex-presidente Lula. Segundo informações do UOL, o atual presidente questionou se “normal” seria uma “conversa com doleiro”, “bandidos” ou “corruptos”.

“Normal é conversa com doleiro, com bandidos, com corruptos. Isso é normal? Nós estamos unidos do lado de cá para derrotar isso daí. Ninguém forjou provas nessa questão lá da condenação do Lula”, afirmou.

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Bolsonaro encerra coletiva ao ser perguntado sobre Moro

12 junho 2019 | 0:25


O presidente encerrou abruptamente uma coletiva de imprensa que transcorria amistosamente em São Paulo. Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro se contrariou a ser perguntado como teria avaliado as questões envolvendo o seu ministro da Justiça, Sergio Moro, e encerrou abruptamente uma coletiva de imprensa que transcorria amistosamente no saguão da ala das autoridades do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.

“Está encerrada a entrevista”, disse o presidente Jair Bolsonaro, ao bater uma mão contra a outra e sair rapidamente. Acompanhado do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, Bolsonaro falou sobre reforma da Previdência, crédito suplementar, mas se recusou a falar de Moro.

No fim de semana, o site The Intercept divulgou uma série de reportagens baseadas em supostas conversas pelo Telegram do então juiz Sergio Moro, que segundo a publicação, teria orientado as investigações da força-tarefa da Lava Jato.

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Eleitores de dois municípios voltam às urnas no domingo

2 junho 2019 | 0:12

Foto: Divulgação

Eleitores das cidades de Juatuba (MG) e Iguaba Grande (RJ) voltarão às urnas no domingo (02) para escolher novos chefes dos Executivos municipais, em eleições suplementares, após a cassação dos mandatos dos eleitos em outubro de 2016 para os cargos de prefeito e vice-prefeito.

Em Juatuba, a prefeita Valéria Aparecida dos Santos (PMDB) e seu vice, Alcides Osório da Silva (PDT), foram cassados por abuso de poder político e econômico. O presidente da Câmara Municipal, Jurandir Barroso dos Santos, assumiu interinamente a chefia do Executivo municipal até a posse dos eleitos em novas eleições.

Já em Iguaba Grande, a Justiça Eleitoral indeferiu o registro de candidatura da prefeita Ana Grasiella Magalhães (PP), reeleita em 2016, por entender que se trataria de um terceiro mandato do mesmo grupo familiar, o que é ilegal. O sogro de Ana Grasiella foi prefeito do município em 2008 e ela foi eleita em 2012.

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Bolsonaro propõe pacto com Legislativo e Judiciário

28 maio 2019 | 7:11


“Temos tudo para ser uma grande nação. Falta nós, aqui em Brasília, conversarmos um pouco mais”, disse Bolsonaro. Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro defendeu um pacto entre os Três Poderes da República para a aprovação das reformas que destravem a economia e promovam o desenvolvimento do país. “Temos tudo para ser uma grande nação. Falta nós, aqui em Brasília, conversarmos um pouco mais, discutirmos o que temos que votar em especial, e juntos fazer aquilo que povo pediu por ocasião das eleições e por ocasião das manifestações do dia de hoje [ontem, 26]”, disse o presidente em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Rede Record, na noite de ontem (26).

Atos em apoio ao governo Bolsonaro ocorreram neste domingo (26) em várias cidades do país. Os apoiadores defenderam, entre outras pautas, a reforma da Previdência, o pacote anticrime, o porte e posse de armas, além de ministros do governo como o da Justiça, Sergio Moro, e o da Economia, Paulo Guedes.

O presidente disse que conversará com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Senado Federal, David Alcolumbre, e do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, sobre esse pacto e as propostas para o país. “Estamos em harmonia [com os líderes dos poderes], mas acho que falta conversar um pouco mais, e a culpa é minha também, para que nós coloquemos na mesa o que nós temos que aprovar, o que também temos que revogar porque tem muita legislação que atrapalha o crescimento do Brasil”, disse.

Para o presidente, as manifestações deste domingo (26) foram um recado aos Três Poderes e “para todos aqueles que, de uma forma ou de outra, interferem na feitura de leis, de modo que essas leis venham a ser feitas de forma mais rápida, para que saiamos dessa situação crítica que nos encontramos”.

“Então precisamos de pautas outras, de uma reforma tributária, precisamos destravar nossa economia, votar coisa que facilite você empreender no Brasil, que você tenha prazer em ser patrão e dessa maneira apareçam empregos para tirar o Brasil da ociosidade que se encontra”, disse Bolsonaro.

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Câmara de Canavieiras aprova pedido de cassação de prefeito por improbidade administrativa

15 maio 2019 | 20:29

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O prefeito de Canavieiras, Dr. Almeida (PPS), teve o pedido de impeachment aprovado pela Câmara de Vereadores, por suposta prática de crime de improbidade administrativa. Dr. Almeida é acusado de irregularidades em relação a prestação de um serviço fantasma que ultrapassaria o valor de R$ 400 mil, quando teria sido contratada uma empresa para remover e acomodar lixo de uma localidade da cidade de Canavieiras.

O vereador de oposição Caboclo do Esporte (PTC) explicou os trâmites a partir da aprovação do início do processo que pode culminar com o afastamento do prefeito. “Foi formada uma comissão especial com 3 vereadores para averiguar os fatos apresentados, se for comprovadas as irregularidades o prefeito pode ser cassado”, afirmou, em entrevista ao Bahia Notícias. O prefeito já foi alvo de uma ação referente a prestação de contas de campanha, sendo absolvido em 2018 e se mantendo no cargo

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Câmara dos Deputados convoca ministro da Educação a prestar esclarecimentos

15 maio 2019 | 0:03

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Oposição e centrão articularam e conseguiram aprovar nesta terça-feira (14) a convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para o plenário da Câmara. Em uma nova derrota para o governo na Câmara, o ministro deverá comparecer ao Congresso nesta quarta-feira (15). Inicialmente, ele falaria na comissão de educação, mas terá que prestar esclarecimentos aos 513 parlamentares. “Vamos ver quantos votos o governo tem”, debochou o líder da maioria, Aguinaldo Ribeiro (PP-AL), quando deputados do PSL pediram para fazer a votação nominalmente. 

A intenção do partido de Jair Bolsonaro era derrubar a deliberação e impedir que o ministro fosse obrigado a vir, mas foi derrotado por 307 votos a 82. Sem acordo, os líderes da Casa decidiram não colocar para votar as medidas provisórias que travam a pauta e que impedem que a MP da reestruturação ministerial avance. 

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