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Em meio a uma crise com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o líder do governo na Casa, major Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou a deputados de seu partido neste domingo (24) que o presidente Jair Bolsonaro está convicto de suas atitudes. Em mensagens de Whatsapp para a bancada do PSL, ele indicou que Bolsonaro não negociará e fez criticas à velha política, acirrando a tensão entre poderes.
As postagens no grupo da sigla ocorreram logo depois de um encontro dele com o presidente, no Palácio da Alvorada.
“Nosso presidente está certo e também convicto de suas atitudes. Estive com ele hoje pela manhã. As práticas do passado não nos levaram ao caminho em que queremos estar. Todos nós, em particular do PSL, somos agentes para ajudar a mudar a situação em que nos encontramos”, escreveu o líder no grupo de deputados, por volta de 13h30.
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A Polícia Federal resolveu, na última semana, limitar o acesso dos advogados ao ex-presidente Lula em Curitiba, informa a coluna Painel, da Folha.
Antes, os profissionais poderiam passar seis horas diárias com o petista. Este tempo foi reduzido a uma hora por dia, dividida em dois turnos de 30 minutos. Após a defesa recorrer, a PF aumentou o período para duas horas diárias, porém limitou o acesso a dois advogados por dia.

Em meio à crise com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), o presidente Jair Bolsonaro afirmou, sem citar o democrata, que “os atritos que acontecem no momento, mesmo estando calado fora do Brasil, acontecem na política lá dentro porque alguns, não são todos, não querem largar a velha política”, de acordo com informações do Globo.
Em agenda no Chile, o chefe do Palácio do Planalto tentou transmitir otimismo a executivos do país vizinho. “Acredito no Brasil e temos chance, sim, de sair dessa situação que nos encontramos com as reformas e a primeira delas, a mais importante, é essa da Previdência”, declarou Bolsonaro. Neste sábado (23), Maia voltou a fazer duras críticas ao governo e questionou a “falta de compromisso” do presidente com a reforma da Previdência.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), convocou sua “tropa” para comparecer urgentemente em Brasília, neste domingo (24).
Conforme informações, a intenção de uma reunião urgente é para ignorar a proposta da reforma da Previdência enviada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), e reapresentar o texto feito pelo deputado federal baiano, Arthur Maia (DEM), antigo relator da reforma na Câmara.
Neste fim de semana, Bolsonaro, em viagem oficial ao Chile, trocou uma série de farpas com Maia sobre a articulação política da reforma da Previdência. O presidente voltou a criticar a “velha política”. Após uma cobrança de Maia, o presidente disse que a responsabilidade para a aprovação das mudanças nas regras das aposentadorias e pensões agora está com o Congresso.

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), fez uma representação contra o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) ao presidente do tribunal, ministro Dias Toffoli. No documento, que foi protocolado nesta terça (19), Mendes cita trechos de uma entrevista do senador à Rádio Bandeirantes no domingo (17).
Kajuru afirma querer saber como o ministro “tem R$ 20 milhões de patrimônio”. “De onde você tirou esse patrimônio? De Mega Sena? De herança de quem você tirou, Gilmar Mendes? Foram das sentenças que você vendeu, seu canalha!”
O senador diz ainda Mendes é sócio dos ex-governadores tucanos Beto Richa (PR), Aécio Neves (MG) e Marconi Perillo (GO). “Nós vamos pegar, apurar, investigar todas as empresas que eles são sócios, que eles têm negociação, por que ele protegeu Aécio Neves, por que que ele protege o Marconi Perillo. Por que que ele protege tantos outros políticos.”
Segundo Kajuru, Mendes será o primeiro alvo da CPI da Toga. “Depois vamos nos Lewandowskis da vida”. Mendes encaminhou as declarações ao ministro Toffoli para a “adoção das providências que entender cabíveis”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (12) que quer o Brasil como aliado na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A declaração foi dada durante entrevista coletiva nos jardins da Casa Branca após encontro com o presidente brasileiro Jair Bolsonaro.
“Tenho a intenção de designar o Brasil como um aliado fora da Otan especial e até um aliado dentro da Otan, isso poderia melhorar nossa cooperação. Nossas nações estão trabalhando juntos para proteger o povo do terrorismo do crime transnacional e do tráfico de drogas, armas e pessoas, algo que é prioridade”, afirmou Trump.
A declaração aconteceu após ele ser questionado sobre a atuação dos Estados Unidos na Venezuela. A Otan é composta por 29 países que buscam cooperar entre si para garantir a liberdade de seus membros através de meios políticos ou militares.

O presidente Jair Bolsonaro embarcou na manhã deste domingo (17) para os Estados Unidos onde deve encontrar Donald Trump. O encontro entre Bolsonaro e o presidente americano está previsto para ocorrer na terça-feira (19), na Casa Branca, em Washington.
Bolsonaro volta ao Brasil na noite de terça. Entre os ministros que o acompanham estão Paulo Guedes (Economia) e Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública).

Após o massacre em uma escola estadual em Suzano, na Grande São Paulo, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), disse que é contra a “liberação indiscriminada” de armas. Para ele, a liberação do porte de armas e a redução da maioridade penal não seriam suficientes para evitar a tragédia.
“Acho que não é simplesmente flexibilizar o porte de armas. Acho que tem que ter um tratamento diferenciado para o cidadão que vive na zona rural e o que vive nas cidades brasileiras. Não sou a favor de uma liberação indiscriminada, não acho que isso vai resolver absolutamente nada como não acho que simplesmente reduzir a maioridade penal vai evitar que menores sejam utilizados no cometimento de crimes”, afirmou.

O ministro da Justiça Sergio Moro nomeou a ex-delegada da Polícia Federal, Érika Marena, como conselheira no Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Especialistas acreditam que o novo nome do conselho indica que o órgão passará por mudanças.
Marena é conhecida como “mãe” da Operação Lava Jato, e foi nomeada pelo ministro Sérgio Moro para ocupar o posto que foi de Camila Colares Bezerra, da Controladoria-Geral da União. O Coaf foi o órgão que detectou movimentação bancária atípica de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) em seu mandato como deputado estadual.
De acordo com a Folha de S. Paulo, a nova conselheira do Coaf é chefe de um departamento do Ministério da Justiça e, segundo a pasta, tem “experiência reconhecida na recuperação de ativos e investigação de crimes financeiros”.

O presidente dos Estados Unidos, Donaldo Trump, vai receber o presidente brasileiro Jair Bolsonaro no dia 19 de março, segundo um comunicado divulgado nesta sexta-feira (08) pela Casa Branca. Os chefes de estado se reunirão no Salão Oval e participarão de um almoço.
A restauração da democracia na Venezuela será um dos temas discutidos entre Bolsonaro e Trump, segundo o comunicado. Eles ainda devem tratar de oportunidades de cooperação em defesa e políticas comerciais.
O convite para uma reunião com Trump foi feito no mês de novembro, logo após as eleições, através do assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, que esteve no Brasil e se reuniu com o então presidente eleito.