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A diplomação dos deputados e governador eleito em Minas Gerais, realizada nesta quarta-feira (19), teve direito a troca de socos entre políticos. A cerimônia realizada no Palácio das Artes ainda teve gritos de “Lula Livre” e “Bolsonaro” dos convidados que acompanhavam a diplomação. De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, os primeiros protestos partiram da plateia quando a deputada federal eleita Áurea Carolina (PSOL) se encaminhou para receber o diploma mostrando placa com o nome da colega vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, assassinada em março, e foi vaiada. Antes disso e ao longo de parte da cerimônia, a deputada estadual eleita Beatriz Cerqueira (PT) segurou uma placa escrita “Lula Livre”. O cerimonial pediu para que a plateia e eleitos não se manifestassem. Então, a placa da parlamentar foi retirada por uma funcionária, levando Beatriz a reclamar à administração e o deputado federal eleito Rogério Correia (PT) levantá-la em direção ao público.
A Polícia Federal (PF) cumpre três mandados de busca e apreensão em endereços ligados à família do senador Aécio Neves (PSDB) na manhã nesta quinta-feira (20). Um dos alvos da ação da PF é a casa da mãe do parlamentar, eleito deputado federal. O objetivo da operação é de coletar elementos que podem indicar lavagem de dinheiro e corrupção passiva. A PF visita também outros endereços, como a casa de Frederico Pacheco, primo do senador, e uma empresa de comunicação, que seria de Pacheco em sociedade com a jornalista Andrea Neves, irmã de Aécio. De acordo com o G1, ainda não se sabe se há relação entre esta operação e uma anterior, realizada no dia 11 de dezembro. Na época, com o apoio do Ministério Público Federal (MPF), foram cumpridas ordens judiciais em imóveis do senador e da irmã dele, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Ainda segundo a reportagem, as buscas desta quinta-feira (20) foram determinadas pelo ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF). Devem ser recolhidos documentos em papel e arquivos digitais. A defesa de Aécio ainda não se manifestou.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, nesta terça-feira (18), o recurso do deputado federal Luiz Caetano (PT) e o petista está proibido de assumir o mandato. Com a decisão, o suplente Charles Fernandes (PSD), da cidade de Guanambi ficará com o cargo. A determinação da Corte eleitoral foi por unanimidade. Votaram pela rejeição do recurso: Admar Gonzada, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, Luís Roberto Barroso, Jorge Mussi, Og Fernandes e Rosa Weber, Edson Fachin. Caetano teve a candidatura indeferida após ser enquadrado pela Lei da Ficha Limpa por uma condenação por improbidade administrativa.
O presidente Michel Temer (MDB) decidiu gravar um pronunciamento para ser exibido em rede nacional de rádio e televisão na noite de Natal. De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, prestes a deixar o cargo, ele quer fazer um agradecimento à população e deixar uma mensagem pela pacificação do país. Temer não descerá sozinho a rampa do Palácio do Planalto no dia 1º de janeiro, após entregar a faixa presidencial para Jair Bolsonaro (PSL). Segundo aliados do emedebista, o grupo que esteve na linha de frente de seu governo estará ao seu lado, entre eles o senador Romero Jucá (MDB-RR).
O vice-governador reeleito João Leão (PP) disse, nesta terça-feira (18), que é preciso ter um “menino novo” para disputar a sucessão do governador reeleito Rui Costa (PT) em 2022. “Eu não tenho mais idade. Otto [Alencar, senador do PSD] também não tem mais idade. Nós temos que escolher um menino novo, um garotão desses aí. A gente tem que pegar um menino novo, apesar da disposição de Otto, que é um cara forte danado e eu não fico atrás também. O gás é grande”, afirmou, em entrevista à Rádio Câmara Salvador. Perguntado se o “menino novo” pode ser o seu filho, o deputado federal Cacá Leão (PP), o vice-governador afirmou que descente não poderá, já que ele deve assumir o governo em 2022, quando Rui Costa deve ser candidato ao Senado ou à Presidência da República, conforme o progressista.

Evento transcorreu sob clima de torcida organizada e hostilidade, com ápice da tensão na invasão e retirada de integrantes da Bancada Ativista. Foto: Divulgação
A cerimônia de diplomação dos políticos eleitos por São Paulo, nesta terça-feira (18), foi marcada por provocações entre grupos ligados ao ex-presidente Lula (PT) e ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Segundo reportagem do portal UOL, o evento transcorreu sob clima de torcida organizada e hostilidade, com ápice da tensão na invasão e retirada de integrantes da Bancada Ativista —coletivo de nove deputados eleitos pelo PSOL— do palco. De acordo com a publicação, a confusão teve início quando integrantes do grupo subiram ao palco para acompanhar a diplomação da deputada eleita Mônica Seixas, que representou o grupo nas urnas. Deputados eleitos pelo PSL, como Douglas Garcia (estadual) e Alexandre Frota (federal), reagiram à presença do grupo. Os seguranças abordaram Jesus dos Santos, que erguia o braço em ato de protesto e integra o grupo eleito do PSOL. Ao ser anunciado, o deputado eleito Teonilho Barba foi aplaudido é vaiado ao fazer o “L” de Lula com a mão. Reeleito, o deputado estadual Enio Tatto fez o “L” e gritou “Lula Livre”. Da plateia, além de aplausos, se ouviam gritos de “Bolsonaro 171” e “Bolsonaro, quero meu cheque”, mesclados a gritos de “Mito” e “Chupa, Lula”, em resposta aos petistas. Até vuvuzelas estavam entre os convidados na plateia.
A Câmara de Vereadores de Brumado, aprovou por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar nº 037/2018, de autoria do executivo municipal, que institui a Taxa de Acompanhamento, Registro e Fiscalização (Tarf) dos Recursos Minerais, relativa às autorizações de pesquisa. A taxa será cobrada anualmente, conforme a área de abrangência da pesquisa mineral informada pela Agência Nacional de Mineração. O titular da autorização de pesquisa mineral, pessoa física ou jurídica, deverá apresentar os documentos necessários para o cadastro econômico no município. A ausência total ou parcial das informações ocasionará aplicação de multa no valor de R$ 1 mil. Os valores constantes na lei serão corrigidos anualmente pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o projeto de lei nº 34/2018, também de autoria do executivo municipal, que se trata do aumento do IPTU, foi rejeitado pela maioria dos vereadores e foi retirado de pauta, devendo retornar à Câmara para votação em sessão extraordinária, ainda este ano. A sessão extraordinária poderá ocorrer até o dia 31 de dezembro.

Uma das estratégias governistas é levar o deputado federa Paulo Magalhães (PSD) de volta à Câmara. Foto: Divulgação
A deputada federal eleita, Lídice da Mata (PSB), pode fazer parte do novo secretariado do governador Rui Costa (PT), afirma a coluna de Levi Vasconcelos, no jornal A Tarde. Segundo a publicação, o governo pretende levar o deputado federal Paulo Magalhães (PSD), que ficou na terceira suplência, de volta à Câmara na próxima legislatura. A tendência é que os também suplentes, Charles Fernandes (PSD) e Joseildo Ramos (PT) subam.
Na sessão da Câmara de Vereadores de Brumado desta sexta-feira (14), foi realizada a eleição para a presidência da mesa diretora da Casa. Apenas uma chapa foi inscrita para o biênio 2019/2020, composta pelo presidente – Leonardo Quinteiro Vasconcelos; vice-presidente – José Carlos Marques Pessoa; Ilka Abreu – primeira secretária; Lia Teixeira – segunda secretária. Em votação secreta, o resultado final com 11 votos a favor, foi consagrado vencedora a chapa encabeçada pelo vereador Léo Vasconcelos. O vereador Eduardo Cunha Vasconcelos, afastado para tratamento médico, não participou da votação. A última sessão deste ano acontecerá na próxima segunda-feira (17), ás 08h, quando será apresentado o projeto de lei 34/2018 do executivo que inclui também a tabela de atualização com reajuste do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU) e a taxa de localização de funcionamento para o comércio. Os dois projetos serão votados na última sessão do ano nesta segunda-feira (17).
O presidente Michel Temer (MDB) disse nesta sexta-feira (14), durante cerimônia de lançamento do submarino Riachuelo, no Complexo Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro, que tem absoluta certeza que seu sucessor, Jair Bolsonaro (PSL), e sua equipe farão um governo extraordinário. “Não só pelo que revelaram nas suas falas, mas pela história de Bolsonaro e dos que compõem sua equipe”, afirmou. Temer também defendeu o legado de seu governo, dizendo que conseguiu virar o jogo e superar a crise econômica que atingiu a administração de sua antecessora, Dilma Rousseff (PT), por meio de uma agenda de reformas que está “modernizando” o país.