MENU
Na sessão da última terça-feira (11), na Câmara Municipal Guajeru, o vereador Adenilson Mesquita da Silva (MDB) denunciou a participação da Coordenadora de Enfermagem do Centro de Saúde Monsenhor Valdemar em campanha eleitoral, durante horário de expediente. Segundo o parlamentar, pacientes que buscaram atendimento na unidade, a maioria vindo da zona rural, não encontraram a coordenadora no local de trabalho. Estes foram informados de que a coordenadora estava em um ato político promovido pelo atual gestor municipal, Gilmar Rocha Cangussu (PDT), o Gil Rocha. Na sessão, o parlamentar ainda denunciou que outros funcionários do centro de saúde também estavam no ato durante o horário de expediente. O vereador solicitou que fosse votada com urgência a convocação da coordenadora na próxima sessão para mais esclarecimentos. A votação foi aprovada por unanimidade.
O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, prometeu deixar a política caso Jair Bolsonaro (PSL), seu adversário na eleição deste ano, seja eleito presidente do Brasil. Em entrevista concedida nesta quarta-feira (12), ele criticou o seu rival e disse que militar não pode falar de política no seu governo. “Vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois vou chorar. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é confiar no povo brasileiro”, declarou Ciro durante sabatina promovida pelos jornais O Globo, Valor Econômico e revista Época. O candidato do PDT também fez duras críticas ao vice de Bolsonaro, o general Hamilton Mourão (PRTB). “Esse general Mourão, que é um jumento de carga, tem uma entrada no Exército e agora se considera tutor da nação. Os brasileiros têm que deixar muito claro que quem manda no país é o povo”, afirmou.
A cúpula do PT aprovou por unanimidade o nome de Fernando Haddad como substituto do ex-presidente Lula na chapa do partido ao Planalto. Em reunião nesta terça-feira (11), em Curitiba, a executiva nacional do PT chancelou, após carta enviada por Lula, Haddad como candidato oficial da sigla. Na mensagem, Lula escreveu sobre o que chama de injustiça que vem sofrendo para deixá-lo fora da eleição, se disse indignado, mas ressaltou a importância da continuidade de seu projeto político com Haddad como candidato. A mensagem do ex-presidente serviu para arrefecer qualquer resistência interna que ainda pudesse haver na sigla ao nome do ex-prefeito de São Paulo. Uma ala do partido, ligada à presidente da sigla, Gleisi Hoffmann (PR), ainda queria adiar a troca para o dia 17 de setembro, o que desagradava aos aliados de Haddad. Os dirigentes do PT farão uma pausa para o almoço e, às 15h, vão fazer um ato na frente da sede da Polícia Federal, onde Lula está preso, para oficializar a decisão.
Embora mantenha a liderança nas intenções de votos, Jair Bolsonaro (PSL) é também líder de rejeição. Dos 2.804 eleitores ouvidos pelo Datafolha nesta segunda-feira (10), 43% dizem que não votariam de jeito nenhum no deputado federal. Esse número é ainda maior do que o registrado pelo candidato na pesquisa feita no dia 22 de agosto, antes de ele ser vítima de uma facada (saiba mais aqui), na última quinta (06). Dados do levantamento mostram que a maior resistência contra Bolsonaro está nos eleitores do Nordeste, onde 51% afirmam jamais votar no deputado. Jovens (55%), mulheres (49%) e eleitores com curso superior (48%) também rejeitam o parlamentar.

Candidato chegou ao hospital em estado de choque por causa do forte quadro hemorrágico e que poderia ter morrido se não fosse o pronto atendimento. Foto: Divulgação
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, usará uma bolsa de colostomia de dois a três meses.
A informação, dada nesta sexta-feira (07), é da médica Eunice Caldas Figueiredo Dantas, que o atendeu no Hospital da Santa Casa de Misericórdia, em Juiz de Fora, para onde foi levado após ter sido atacado a facada, ontem, durante campanha na cidade mineira. A médica informou ainda que Bolsonaro chegou ao hospital em estado de choque por causa do forte quadro hemorrágico e que poderia ter morrido se não fosse o pronto atendimento. Segundo ela, a prioridade imediata foi reverter o quadro de perda de sangue, estancando a hemorragia e fazendo uma transfusão, com o uso de quatro bolsas de sangue.
Editorial: Nildo Freitas
Estamos vivendo uma nova era na política nacional, onde as redes sociais e a tecnologia edita o rumo das campanhas na internet. Foi-se o tempo onde o poder da grana e o caixa dois dos políticos nefastos comandava o ritmo das urnas. Onde os coronéis mandavam e desmandavam em seus currais eleitorais, muitas vezes com a conveniência dos poderes constituídos, que faziam vistas grossas e tudo podia. A justiça eleitoral a cada eleição que passa vai restringindo o abuso de poder dos políticos abastados e corruptos, eliminando material de campanha como: Showmícios, camisetas, outdoor, banners, bonés, botons e carros de som, tudo pago com dinheiro surrupiado das instituições públicas que hoje estão falidas, das empreiteiras da operação lava jato, ou das malas ocultas em apartamentos de luxo, ou quem sabe, dinheiro sujo transportado por laranjas em meias e cuecas nojentas, atos fatídicos para alimentar a ganância dos detentores do poder. Percebe-se, que as campanhas mudaram muito com a prestação de contas mais rígidas pelo TSE, mas faltam alguns ajustes ainda. Antes, os políticos pagavam a gasolina e o churrasco a cada carreata, era uma verdadeira farra, hoje proibido. Restaram apenas as praguinhas, panfletos e bandeiras, que os políticos que tem dinheiro ainda insistem em usar em suas caminhadas. Más para tanto, tem que desembolsar para cada pessoa simples da periferia que carrega uma bandeira, a bagatela de R$ 25 a R$ 50 reais. Aquele candidato que não fizer esta prática, não terá público em suas caminhadas, muitas das vezes sustentadas pelos apaixonados ou servidores comissionados, que são obrigados a marcar presença nos atos políticos de seus superiores, para não ser despedido do emprego. Um dia muito breve acredito eu, que tudo isso irá mudar. A justiça tarda mais não falha, e a lei um dia valerá para todos.

A cerimônia simbólica marca o momento a partir do qual não é mais possível fazer qualquer alteração nos softwares utilizados na eleição. Foto: Divulgação
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, assinou e lacrou nesta quinta-feira (6) os códigos-fonte dos programas que serão utilizados na urna eletrônica nas eleições deste ano. A cerimônia simbólica marca o momento a partir do qual não é mais possível fazer qualquer alteração nos softwares utilizados na eleição. Neste momento, ainda não foram incluídas nos sistemas as informações sobre candidatos e eleitorado, que devem ser inseridas em cerimônias separadas, a serem realizadas nos Tribunais Regionais Eleitorais. O fechamento do código-fonte dos programas não impede a inserção ou modificação posterior dos nomes dos candidatos, uma vez que é uma funcionalidade própria do software que permite o procedimento, esclareceu a área técnica do TSE.
Um ato de campanha do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, foi interrompido na tarde desta quinta-feira (06), em Juiz de Fora (MG), após um tumulto generalizado. Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, o presidenciável levou uma facada na região do tórax. No momento da confusão, Bolsonaro estava sendo carregado nos ombros por um apoiador de sua campanha, fazendo corpo a corpo com eleitores, na região do Parque Halfald. Enquanto ele acenava para os simpatizantes de sua candidatura, uma pessoa se aproximou dele e, supostamente, deu uma facada no presidenciável. Veja o vídeo abaixo.
https://twitter.com/twitter/statuses/1037780650051469313
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 22% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (05). O levantamento não considera o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a candidatura negada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na segunda posição, Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) aparecem empatados com 12%. Na comparação com a última pesquisa Ibope, Ciro subiu três pontos, enquanto Marina permaneceu com a mesma porcentagem. Geraldo Alckmin (PSDB) passou de 7% para 9% e ocupa a terceira posição no levantamento. Este levantamento foi o primeiro do Ibope após a decisão do TSE de barrar a candidatura de Lula. Fernando Haddad (PT), provável substituto do ex-presidente na disputa, passou de 4% para 6%. Em seguida, aparecem Alvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo) com 3%, e Henrique Meirelles (MDB) com 2%. A porcentagem do eleitorado disposta a votar em branco ou nulo passou de 29% para 21%. Entre os indecisos, o índice passou de 9% para 7%. A pesquisa foi feita com 2.002 eleitores, em 142 municípios, entre os dias 1º e 3 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Em seis meses os 548 deputados federais com mandato somaram 4.134 faltas à Câmara, conforme o levantamento do portal Congresso em Foco, que considerou 53 sessões destinadas a votações realizadas entre fevereiro e julho deste ano. Realizadas geralmente de terça a quinta-feira, as deliberativas são as únicas sessões em que a presença do parlamentar é obrigatória. Do total de ausências, 66% foram perdoadas pela Câmara. A fim de abonar as faltas, os deputados apresentaram 2.741 justificativas, com os mais variados motivos como problemas de saúde ou atividades políticas locais. Ao todo 11 parlamentares deixaram de comparecer a mais de metade das sessões. Apenas 41 deputados compareceram a todas as reuniões. O número representa 7,4% dos que exerceram o mandato no período.