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Com a sua pré-candidatura vinculada nos quatros cantos da cidade, o ex-prefeito Eduardo Vasconcelos, recebeu o apoio do prefeito Aguiberto Lima Dias na tarde desta quinta-feira (30). Aguiberto desistiu da sua candidatura e apoiará com o seu grupo o ex-prefeito nas eleições de 2016. Para composição da chapa do grupo como vice a mais cotada é a esposa do ex-deputado João Bomfim, Jussara Bomfim filiada ao partido do (PDT). Sobre a reunião desta quinta-feira (30), às 17h, a justiça eleitoral cancelou o evento que seria realizado na Rua Tibúrcio Leite, 70 – Centro – Brumado-Ba.
Daqui a 90 dias os municípios passarão pelo primeiro turno das eleições municipais para escolher prefeito, vice e vereadores. O período de campanha, no entanto, foi reduzido para 45 dias após promulgação da nova legislação eleitoral. Entre as mudanças está o período das convenções, antes realizado em junho e agora agendado para 20 de julho a 5 de agosto. “Mudaram a legislação, mas não prestaram atenção no próprio sistema eleitoral. Algumas coisas ficaram contraditórias, como o tempo de desincompatibilização”, criticou Jaime Barreiros, analista do Tribunal Regional Eleitoral e coordenador da pós-graduação em Direito Eleitoral da Faculdade Baiana de Direito. O especialista se refere ao prazo, que se encerra nesta sexta-feira (1º) para os servidores que ocupam cargos junto às prefeituras e são pré-candidatos nas eleições se desincompatibilizem. Como explica o advogado eleitoral Ademir Ismerim, aqueles que são servidores efetivos continuam com remuneração mensal e aqueles que ocupam cargos comissionados ou de confiança devem ser exonerados. Mas já nesta quinta-feira (30) pré-candidatos já sentem o peso das restrições do período pré-campanha eleitoral. Aqueles que trabalham na televisão ou rádio têm de se afastar de tais mídias, e programas que levem seus nomes não poderão ser exibidos. A partir deste sábado (2), fica proibida a veiculação de propagandas e publicidade institucional dos atos do município, além de alterações no quadro de servidores, como nomeação, exoneração, e transferência de funcionários.
Está previsto em lei que a partir do dia 30 de junho os pré-candidatos a cargos eletivos nas eleições municipais deste ano estarão proibidos de apresentar ou participar (como comentaristas) de programas veiculados em emissoras de rádio e de televisão. A determinação está prevista na Lei 9504/1997, que prevê, em caso de descumprimento, multa para a emissora e cancelamento do registro de candidatura para o candidato. Além de apresentar programas ou realizar comentários, é vedada ainda aos pré-candidatos a apresentação de reportagens externas, esportivas e comerciais. A vedação é necessária para que o pré-candidato não se utilize dos programas de rádio e televisão para direta ou indiretamente divulgar sua candidatura e obter vantagem em relação aos seus concorrentes, o que configuraria tratamento privilegiado e desigualdade na disputa do pleito eleitoral. Esses profissionais, no entanto, podem continuar trabalhando nos meios de comunicação exercendo atividades nos bastidores, sem uso de suas vozes e imagens. Informações TSE.
Componentes do diretório do (PTC) em Brumado anuncia que no dia 29 de julho será realizada a convenção municipal do Partido Trabalhista Cristão (PTC) no município. Momento em que será confirmada segundo o presidente do partido, Rivailton Pinto Veloso da Silva, a homologação da candidatura de Carlinhos Moura (PTC) à prefeitura de Brumado. “O Partido terá candidatura própria e com grandes possibilidades de vitória, pois a renovação política é um clamor das ruas”, disse o presidente do PTC. Carlinhos Moura acredita que o momento é favorável a sua pré-candidatura, por ser um nove leve. Ele garantiu que, assim que houver as definições dos candidatos, buscará apoio com os demais partidos e lideranças.
Os nove vereadores da cidade de Água Branca, no interior da Paraíba, vão passar a receber um salário mínimo para exercer o seu trabalho a partir de 2017. O presidente da Câmara da cidade, Miraci de Sousa (DEM-PB), afirmou que a decisão foi tomada por conta da crise econômica no país. “A queda de orçamento do município do mês passado para cá foi de quase 50%, e tínhamos que ajudar de alguma forma a cidade. Recebi a ideia de um vereador, vi que era possível, procurei os vereadores e não tive dificuldades”, disse em entrevista ao UOL. Atualmente, cada um dos vereadores recebe R$ 2.700. Em 2015, a Câmara de Água Branca já devolveu à prefeitura R$ 5.000, que serviu para a perfuração de um poço. Miraci espera uma contribuição ainda maior este ano para ajudar no combate a seca que atinge a região. “Já estou com um recurso em caixa de R$ 10 mil para devolver e que dará para perfurar mais dois poços”, disse.
Edinho Silva, ex-ministro da Comunicação Social do governo Dilma Rousseff (PT), acredita que as eleições municipais de 2016 serão as piores da história do PT. “Vivemos uma crise geral do modelo político-partidário e de financiamento partidário, por isso tenho certeza que todas as grandes siglas serão afetadas. A que mais sofrerá é o PT, por ser governo e estar no quarto mandato”, opinou em entrevista ao jornal Folha de São Paulo. Silva, que é acusado na Operação Lava Jato de pressionar empreiteiros por doações para a campanha petista de 2014, disse que se sente “injustiçado” e que se arrependeu de ter atuado como coordenador financeiro na ocasião. “Estou pagando um desgaste que não mereço, porque não cometi irregularidades. Assumi essa tarefa por ter certeza que poderia fazer diferente, como fiz. Sabia que era um momento difícil”, disse. O candidato à Prefeitura de Araraquara, interior de São Paulo, ainda avaliou que o partido errou em não romper com ao modelo público de financiamento de campanha. “Havia uma expectativa de que o PT poderia ser o diferente, o novo. E um partido, para ser competitivo, crescer, cada vez mais se move pela lógica eleitoral. Esse foi o nosso grande erro”, lamentou.
O presidente interino Michel Temer quer que os integrantes do primeiro escalão do seu governo peçam demissão em caso de envolvimento na Operação Lava Jato. Segundo o jornal O Globo, ele pediu nesta sexta-feira (17) para os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) que conversem com os demais membros da gestão para evitar novas saídas. A intenção é que os seus principais auxiliares façam um exame de consciência. O Palácio do Planalto também estaria preocupado com a delação premiada de Fábio Cleto, que era vice-presidente da Caixa Econômica Federal. Nesta quinta-feira (16), o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, pediu exoneração por conta da investigação do esquema de corrupção na Petrobras. Em pouco mais de um mês de governo, ele foi o terceiro ministro a cair em razão da Lava Jato.
O presidente em exercício, Michel Temer, aceitou o pedido de demissão do ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, conforme antecipou Sônia Racy da Coluna Direto da Fonte. A informação foi confirmada na tarde desta quinta-feira, pela assessoria do Palácio do Planalto. A gota d’água foi a nova revelação sobre a delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado ao Ministério Público Federal, no âmbito da operação Lava Jato. O ex-presidente da Transpetro diz ter pago a Henrique Alves R$ 1 55 milhão. Alves já estava na mira do governo por conta do acúmulo de notícias negativas contra o peemedebista e interlocutores do presidente em exercício já pressionavam pela sua saída, alegando que a permanência dele no cargo, contrariava a fala de Temer de que, surgindo denúncias, a autoridade atingida deveria pedir demissão do cargo. As denúncias de Sérgio Machado, no entanto, atingem grande parte da cúpula do PMDB e até o presidente Temer que, mais cedo, convocou a imprensa para rebater as denúncias e acusá-las de criminosas, mentirosas e irresponsáveis. Temer, que está “muito irritado” com as acusações, chegou a dizer que “alguém que teria cometido aquele delito irresponsável que o cidadão Machado apontou não teria até condições de presidir o país”. A saída de Henrique Alves serve como uma espécie de válvula de escape para Temer, que estava sendo alvo de críticas por manter o ministro do Turismo no cargo. Com isso, seria uma espécie de “vão-se os anéis e ficam os dedos”.