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DataFolha: Michelle cresce contra Lula e supera filhos de Bolsonaro

3 agosto 2025 | 0:11

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro vem ganhando forças para enfrentar o presidente Lula (PT) nas eleições de 2026, caso seja o nome do consenso do PL para disputar a Presidência da República. 

A nova pesquisa divulgada pela DataFolha mostra que a mulher do ex-presidente se sairia melhor do que os filhos do rival de Lula: senador Flávio Bolsonaro (RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), nas intenções de voto para o posto. 

No cenário em que Michelle enfrenta Lula, o presidente obtém 39% dos votos, e ela, 24%. No último levantamento, feito nos dias 10 e 11 de junho, o cenário era esse:

Lula marcava 37%;

Já a ex-primeira-dama pontuava em 26%.

Se o candidato do bolsonarismo fosse Eduardo, Lula teria 39% das intenções, e o deputado, 20% — o petista oscilou dois pontos percentuais para cima em relação ao levantamento do mês passado, e o deputado marcou a mesma pontuação.

Todos os cenários testados incluíram os nomes de governadores de centro-direita considerados pré-candidatos à disputa, com exceção do bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ratinho Jr. (PSD), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Romeu Zema (Novo) ficaram em um grupo cujas intenções de voto variaram entre 14% e 6%.

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Datafolha: 48% dos brasileiros são a favor da prisão de Bolsonaro por trama golpista

2 agosto 2025 | 10:58

O percentual de brasileiros que são a favor da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado caiu de 52%, em abril, para 48% no final de julho, é o que apontam dados da pesquisa Datafolha divulgados na sexta-feira (1º). Já a quantidade de brasileiros que avaliam que Bolsonaro não deveria ser preso cresceu de 42% para 46% no mesmo período.

Segundo matéria do Estadão, a diferença, no entanto, é considerada uma oscilação no limite da margem de erro. Tanto em abril como em julho, 6% disseram não saber opinar sobre o tema.

Ainda de acordo com o levantamento, 51% dos entrevistados acreditam que o ex-presidente não vai ser preso, ante 40% que avaliam que o desfecho será de cadeia.

Bolsonaro já cumpre medidas restritivas, como uso de tornozeleira eletrônica, determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, depois da ofensiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para livrar o aliado político do processo.

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Senadores cobram ligação de Lula a Trump para tentar reverter tarifaço contra o Brasil

29 julho 2025 | 0:25

Diante da iminente entrada em vigor do tarifaço anunciado por Donald Trump, que impõe alíquota de 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto, parlamentares da comitiva brasileira em missão nos Estados Unidos passaram a defender uma intervenção direta do presidente Lula. Para eles, uma ligação ao presidente norte-americano pode ser decisiva para reabrir o diálogo e tentar evitar perdas ao agronegócio e à indústria nacional.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nas redes sociais que Lula deveria buscar contato direto com Trump. “O Brasil não pode ser refém do populismo e da vaidade de quem governa”, disse a parlamentar, que integra o grupo de senadores em Washington. A mesma linha foi seguida pelo senador Esperidião Amin (Progressistas-SC), que avaliou que uma iniciativa de Lula não traria prejuízo político. “Até uma reação hostil ou de indiferença de Trump à iniciativa de Lula será benéfica para ele. O Lula não tem nada a perder. Só a ganhar”, defendeu.

Trump justificou a nova política tarifária como retaliação ao que considera perseguição judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, investigado no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe em 2022. O republicano chamou o processo de “caça às bruxas” e foi criticado por parlamentares democratas por tentar interferir na Justiça brasileira.

Em resposta ao anúncio, o presidente Lula declarou que o Brasil “não aceitará ser tutelado por ninguém” e sinalizou que o governo estuda medidas com base na Lei da Reciprocidade Econômica. Nos bastidores, no entanto, cresce a pressão para que o Palácio do Planalto reaja com articulação diplomática mais direta, diante do risco de prejuízos bilionários ao setor exportador.

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Lula diz que Bolsonaro é ‘fujão’ e chama Eduardo de vergonha para o Brasil

25 julho 2025 | 0:28

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a fazer duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), nesta quinta-feira (24), durante agenda no interior de Minas Gerais.

Em discurso, Lula chamou Bolsonaro de “fujão” e disse que Eduardo protagoniza uma “vergonha” ao buscar articulações políticas nos Estados Unidos. Segundo o petista, o filho do ex-presidente estaria em Washington para tentar convencer Donald Trump a intervir na política brasileira.

“Mandou o filho dele sair de deputado federal e ir para Washington pedir para que o presidente Trump intervenha no Brasil. É uma vergonha, isso é uma falta de caráter. É falta de coragem”, afirmou Lula durante evento em Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha. Lula ainda ironizou a postura de Bolsonaro após a derrota nas eleições de 2022.

“O filho do Bolsonaro, do fujão, porque nem sei como é que aquele cara chegou a ser tenente do Exército. Porque… se borrou todo. Perdeu as eleições, ficou dentro de casa chorando, chorando, não podemos deixar esse Lula tomar posse, preparou um golpe, nós ficamos sabendo, a polícia investigou, eles mesmos se delataram”, declarou.

As falas acontecem em um momento delicado nas relações diplomáticas com os Estados Unidos, país que recentemente impôs tarifas a produtos brasileiros e que está no centro de tratativas conduzidas pelo governo federal para reverter as sanções.

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Flávio Bolsonaro antecipa retorno de férias com receio da prisão do pai

24 julho 2025 | 6:14

De férias em Portugal, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), desembarcou em Brasília na tarde desta quarta-feira (23), em meio à pressão da implementação de medidas cautelares ao seu pai. O retorno de Flávio ao Brasil estava programado para o dia 1º de agosto.

Flávio foi criticado e acusado de “fugir” durante a operação da PF autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o ex-presidente.

De acordo com informações da CNN, o senador afirmou que a viagem estava programada desde o início do ano, para aproveitar o recesso parlamentar e as férias em família. Segundo o parlamentar, a comunicação com o pai e com integrantes do PL ocorria diariamente.

Medidas cautelares

Alvo de uma operação de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) na manhã do dia 18 de julho, o STF aplicou medidas restritivas ao ex-presidente, por suspeita de ataque à soberania nacional. Confira todas as medidas restritivas:

  • Uso de tornozeleira eletrônica;
  • Proibição de acessar redes sociais;
  • Recolhimento domiciliar de 19 horas às 7 horas todos os dias, incluindo os fins de semana;
  • Proibição de se comunicar com embaixadores e diplomatas estrangeiros;
  • Proibição de se comunicar com todos os investigados no processo da acusação de golpe de Estado.

Ausente dos trabalhos, Eduardo Bolsonaro pode perder mandato em breve

23 julho 2025 | 0:44

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) corre o risco de ter o mandato cassado caso mantenha sua permanência nos Estados Unidos. A licença de quatro meses solicitada por ele chegou ao fim no último domingo (20), e, com o retorno das atividades parlamentares previsto para 4 de agosto, qualquer nova ausência passará a ser contabilizada oficialmente pela Câmara.

Segundo a coluna de Malu Gaspar, do jornal O Globo, o cenário de perda de mandato se tornaria viável a partir de novembro, caso Eduardo ultrapasse o limite permitido de faltas não justificadas — o equivalente a um terço das sessões ordinárias do ano legislativo.

Com a média de três sessões semanais e um calendário que vai de fevereiro a dezembro, descontando os recessos, a Câmara deve realizar 129 sessões em 2025. O limite de faltas, portanto, é de 43.

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Justiça Eleitoral cassa prefeito e vice de Aramari por abuso de poder nas eleições de 2024

23 julho 2025 | 0:30

A Justiça Eleitoral da Bahia determinou a cassação dos mandatos do prefeito de Aramari, Antônio Luiz Cardoso Dantas (PSD), conhecido como Tonho Cardoso, e do vice-prefeito, Mirivaldo Assis dos Santos (Podemos), por abuso de poder político e econômico durante as eleições municipais de 2024. A decisão foi proferida nesta terça-feira (22) pela 163ª Zona Eleitoral de Alagoinhas.

De acordo com a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), apresentada pelo Ministério Público e pelo então candidato José Carlos Alves Nascimento, os gestores usaram a estrutura da Prefeitura para favorecer a coligação “Unindo Aramari”. Entre as práticas apontadas estão o uso de combustível público em carreatas, distribuição de cestas básicas e próteses dentárias, além da utilização de espaços públicos como comitês eleitorais.

Na sentença, o juiz Augusto Yuzo Jouti afirmou que houve confusão entre os limites da administração pública e a campanha, comprometendo a igualdade da disputa eleitoral. Além da perda dos mandatos, prefeito e vice foram declarados inelegíveis por oito anos.

A decisão ainda é passível de recurso no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). Tonho Cardoso foi eleito com 60,71% dos votos válidos.

Deputados do PL assinam documento que pede o impeachment de Alexandre de Moraes

23 julho 2025 | 0:09

Parlamentares do PL, entre eles o deputado estadual baiano Leandro de Jesus, assinaram nesta terça-feira (22) um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento foi encaminhado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e solicita a abertura de uma comissão especial para apurar a conduta do magistrado.

A peça, com cerca de 20 páginas, acusa Moraes de violar a Constituição ao instaurar inquéritos sem provocação do Ministério Público, contrariando o sistema acusatório. Os signatários afirmam que investigações como a das fake news e dos atos antidemocráticos teriam sido conduzidas de forma “inquisitorial” e usadas como instrumentos de repressão política.

Segundo os deputados, o ministro cometeu abuso de autoridade, censura e perseguição a opositores ideológicos, o que, na avaliação deles, configura crime de responsabilidade previsto na Lei nº 1.079/1950. O grupo também menciona a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, apontando violações à liberdade de expressão e ao direito de julgamento imparcial.

Os parlamentares pedem que Moraes seja afastado de suas funções durante o trâmite e, se condenado, fique inabilitado para exercer cargos públicos por até cinco anos.

Futuro político de Eduardo Bolsonaro é indefinido e PL traça estratégias

20 julho 2025 | 11:49

O futuro político do deputado federal licenciado, Eduardo Bolsonaro (PL), segue sem definição em meio ao fim da licença do mandato do filho “03” de Jair Bolsonaro, que está nos Estados Unidos (EUA).

Eduardo já afirmou que abrirá mão do mandato para permanecer nos EUA e continuar as articulações contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. No entanto, após o fim da licença, não se sabe qual estratégia será adotada pelo deputado para permanecer ativo politicamente

De acordo com informações do Metrópoles, integrantes do Partido Liberal (PL) revelaram que o debate sobre Eduardo seria feito durante o recesso parlamentar informal. Na segunda-feira (21) será realizada uma reunião presencial conjunta entre o PL e a oposição e Eduardo Bolsonaro deve ser um dos temas do encontro. 

Possibilidades 

A Cúpula do PL tem se articulado para que Eduardo Bolsonaro continue em licença, mas sem perder o mandato. Segundo o líder do PL, Sóstenes Cavalcante, o filho de Bolsonaro poderá faltar até 44 sessões, o que totaliza cinco meses de exercício sem perder o mandato.

Lula veta projeto que aumentaria número de deputados federais no Congresso

17 julho 2025 | 0:18

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu vetar integralmente o projeto aprovado pelo Congresso Nacional que previa o aumento no número de deputados federais, de 513 para 531. O veto será publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (17).

A proposta, aprovada pelo Legislativo em junho, buscava adequar a distribuição das cadeiras na Câmara dos Deputados com base nos dados do último Censo Demográfico. A medida foi uma reação à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que em 2023 determinou a atualização da representação dos estados conforme a nova realidade populacional do país.

Sem o aumento no número total de parlamentares, sete estados corriam o risco de perder cadeiras na Câmara: Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A ampliação para 531 vagas foi articulada como forma de evitar a redução na representação dessas unidades federativas.

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