MENU

A dobradinha Tarcísio-Michelle para disputar o Palácio do Planalto em 2026 tem ganhado força dentro de uma ala do Partido Liberal (PL). A estratégia ocorre diante da inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) até 2030.
Uma ala do PL vê a chapa encabeçada por Tarcísio de Freitas (Republicanos) e com Michelle Bolsonaro na vice-presidente como a “preferida” para o próximo pleito. Para o UOL, fontes informaram que os nomes do governador de São Paulo e da ex-primeira dama são apoiados por políticos mais e menos ideológicos.
A ideia é que a chapa Tarcísio-Michelle representa para o eleitor um lado mais técnico e “forte nos costumes”. Tarcísio tem sido reconhecido por seu “fácil relacionamento político”, enquanto Michelle representa um nome de confiança de Bolsonaro por ser “ligada à pauta de costumes”.
Leia mais »

A Câmara Municipal de Salvador (CMS) aprovou, em sessão extraordinária realizada a portas fechadas nesta quinta-feira (22), o projeto de reajuste salarial para servidores municipais ativos, inativos e pensionistas.
A bancada de oposição se absteve da votação, em protesto contra a condução do processo. O texto foi aprovado com 33 votos, e todas as seis emendas apresentadas, quatro da base governista e duas da oposição, foram rejeitadas.
A proposta, no entanto, não agradou aos professores da rede municipal, representados em sua maioria pela APLB-Sindicato. A categoria afirma que o projeto não garante o pagamento do piso salarial do magistério, como estabelece a legislação federal.
Leia mais »

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (20), o regime de urgência para o Projeto de Lei 1846/2025, que proíbe o desconto automático de mensalidades de associações e sindicatos nos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Com a aprovação da urgência, o texto poderá ser votado diretamente no Plenário da Casa, sem a necessidade de tramitação pelas comissões temáticas.
O projeto trata da mensalidade associativa, valor pago por aposentados, pensionistas e outros segurados para manter o vínculo com sindicatos ou entidades de classe que representam suas categorias. A medida visa combater descontos não autorizados, prática que tem gerado milhares de reclamações e pedidos de reembolso por parte dos beneficiários do INSS.
De acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a votação do mérito deve ocorrer na próxima semana, uma vez que o PL 1466/2025, que trata do reajuste dos servidores do Executivo, atualmente tranca a pauta da Casa.
Motta também afirmou que o projeto será analisado junto com outras propostas relacionadas ao combate a fraudes no INSS, reforçando o compromisso da Câmara com o aprimoramento da segurança nas concessões e descontos nos benefícios previdenciários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará, na manhã desta terça-feira (20), da XXVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. A iniciativa, promovida anualmente pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), reúne gestores municipais, parlamentares e ministros do governo federal.
Segundo a organização, o evento, que ocorre de 19 a 22 de maio, deve contar com a presença de cerca de 12 mil participantes. Entre os principais temas em discussão estão federalização climática, segurança pública, orientações sobre emendas parlamentares, além de pautas relacionadas à saúde e à educação.
Lula também marcou presença na edição de 2023, quando defendeu a harmonia entre os entes federados, o refinanciamento das dívidas previdenciárias e o pagamento de precatórios devidos aos municípios.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já passou mais de três meses fora do Brasil desde o início de seu terceiro mandato. Segundo levantamento da CNN Brasil, foram 97 dias dedicados a compromissos oficiais em 46 viagens internacionais ao longo dos 868 dias de governo.
Quando incluídos os dias reservados apenas ao deslocamento, o número total de dias fora do país sobe para 126.
O país mais visitado por Lula foi o Uruguai, com quatro viagens. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com duas visitas oficiais.
Leia mais »

por Otávio Queiroz
O número de partidos políticos em atuação no Brasil caiu de 35, em 2015, para 24 em 2025, uma redução de mais de 30% provocada por um movimento de fusões e federações entre legendas. As recentes alianças entre União Brasil e PP, e a fusão entre PSDB e Podemos, refletem esse novo cenário e devem impactar diretamente a política nacional, segundo o analista político e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Carlos Zacarias.
A redução será ainda mais expressiva no Congresso Nacional. Em 2019, 30 partidos tinham representação nas duas Casas. Agora, com a consolidação das federações e fusões, o número deve cair para 16.
Segundo especialistas, esse enxugamento da chamada “sopa de letrinhas” partidária é fruto de uma série de mudanças legislativas aprovadas entre 2015 e 2021. A primeira ocorreu em 2015, com uma minirreforma eleitoral que dificultou a criação de novas siglas ao exigir que partidos em formação comprovassem apoio de, no mínimo, 500 mil eleitores em dois anos — sem contar com eleitores já filiados a outros partidos.
Leia mais »

O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), tem sido apontado nos bastidores do governo como o principal suspeito de vazar à imprensa o conteúdo de uma conversa reservada entre a primeira-dama Janja da Silva e o presidente da China, Xi Jinping. A informação foi revelada nesta quarta-feira (14) pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.
Segundo informações dos bastidores, Janja teria pedido a palavra durante um encontro com Xi para falar sobre os efeitos do TikTok no Brasil, considerados por ela como prejudiciais. A fala teria causado desconforto entre os presentes, inclusive na primeira-dama chinesa, Peng Liyuan, já que o tema não estava previsto na pauta oficial.
Fontes próximas ao governo relataram à imprensa que Rui Costa e Janja mantêm uma relação de tensão nos bastidores, com histórico de atritos relacionados, por exemplo, a gastos do gabinete da primeira-dama. Esse suposto desgaste reforça a desconfiança sobre a origem do vazamento.
Leia mais »

Mesmo sem confirmação oficial de que será candidata à Presidência da República em 2026, Michelle Bolsonaro já tem sido colocada no centro das articulações da direita para a próxima eleição.
Segundo informações do portal Poder360, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) já discutem nomes para compor a possível chapa como vice da ex-primeira-dama.
Entre os cotados estão os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Rogério Marinho (PL-RN), ambos nomes de confiança do núcleo bolsonarista. As conversas ainda são preliminares, mas refletem a movimentação estratégica de setores do PL e partidos aliados diante do cenário de incerteza sobre a elegibilidade de Bolsonaro.
Leia mais »

O irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Renato Bolsonaro, é ventilado pelo Partido Liberal como um dos nomes para disputar uma vaga como deputado federal após parlamentares mais votados da legenda em São Paulo enfrentarem imbróglios um ano antes das eleições de 2026.
De acordo com a coluna Painel, da Folha de São Paulo, os estudos em torno de Renato Bolsonaro entrar na disputa eleitoral tem sido estudada diante a possibilidade de Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos (EUA), pleitear uma vaga no Senado.
Na sexta-feira (9), o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar a deputada federal Carla Zambelli a dez anos de prisão por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A Corte determinou ainda a perda do mandato da parlamentar.
Outro nome em jogo para o PL é o do vereador Lucas Pavanato, edil mais votado na cidade de São Paulo em 2024.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (6), o requerimento de urgência do PLP (projeto de lei complementar) 177 de 2023. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), é defensor do aumento do número de vagas.
Com a aprovação do requerimento, passará de 513 para 531 o número de deputados federais. 268 parlamentares foram favoráveis, enquanto 199 foram contrários. A Bahia não ganhou vaga e se manteve com 39 deputados na Casa.
Com a urgência aprovada, o texto não precisa ser analisado pelas comissões da Câmara, já que precisava de 257 votos para ser aprovado. A nova composição passaria a valer já para as eleições de 2026.
O deputado Damião Feliciano (União Brasil-PB), relator do projeto, alterou a proposta e sugeriu uma ampliação de 18 cadeiras na Casa, diferentemente das 14 que havia estabelecido antes.
A Mesa Diretora da Câmara aponta que a criação de cada vaga para deputado poderá causar um impacto anual de aproximadamente R$ 3,6 milhões. O aumento de 18 deputados no Congresso custaria R$ 64,6 milhões por ano aos cofres públicos.
Damião afirma no relatório que a direção da Casa concluiu que o orçamento da Câmara dos Deputados “já comportaria as despesas decorrentes da aprovação do projeto”.