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Após um período de distanciamento e estranhamentos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), ensaiam uma reaproximação visando as eleições presidenciais de 2026. É isto que indicam fontes próximas aos políticos.
Segundo as informações que correm pelos corredores, Bolsonaro e Caiado mantiveram uma chamada telefônica recentemente, onde demonstraram disposição para restabelecer o contato.
A reaproximação ocorre em um momento no qual Caiado busca se lançar candidato à presidência da República em 2026. O anúncio oficial de sua intenção de disputar o Planalto será feito em um evento marcado para a próxima sexta-feira (4), em Salvador.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retorna a Brasília neste domingo (30) após uma visita de Estado ao Vietnã e ao Japão.
Durante uma semana, Lula e sua comitiva, composta por ministros e parlamentares, negociaram acordos comerciais e fortaleceram a relação do Brasil com países asiáticos, em um cenário de disputa tarifária entre China e Estados Unidos.
No Vietnã, o presidente tratou da abertura do mercado local para a carne brasileira e destacou a expectativa de que o país se torne um polo de distribuição da proteína para os membros da Asean, bloco regional que reúne dez nações do sudeste asiático.
No Japão, Lula fechou a venda de 15 aeronaves da Embraer para a Air Nippon Airways (ANA), com a possibilidade de negociar mais cinco jatos. O acordo, segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, tem um valor estimado em quase R$ 10 bilhões.
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O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (26), o projeto de lei que submete acusados de violência doméstica e familiar ao uso de tornozeleira eletrônica durante aplicação de medida protetiva. Com a aprovação, a proposta agora segue para sanção do presidente Lula (PT).
A medida protetiva de urgência contra o agressor também poderá incluir o monitoramento eletrônico. O PL indica que a vítima deverá receber um dispositivo de segurança para ser alertada sobre uma possível aproximação do acusado.

O afastamento do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi oficializado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), nesta sexta-feira (21). Seu suplente, o missionário José Olímpio (PL-SP) assumirá o cargo. Em seu perfil no Instagram, ele diz lutar “pelos valores cristãos e familiares”.
“Considere-se afastado, a partir de 20 de março de 2025, data consignada no laudo do Departamento de Atenção à Saúde – DAS/CD, conforme comunicação feita à Câmara dos Deputados, em 20 de março de 2025, às 18h30. Convoque-se o respectivo suplente. Ao Senhor Diretor-Geral. Publique-se”, diz o documento.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou a permanência nos Estados Unidos nas redes sociais na última segunda-feira (17).
Seu suplente, José Olímpio, recebeu 61 mil nas eleições de 2022. Filiado ao PL, ele foi eleito deputado por dois mandatos entre os anos de 2011 e 2019, deputado estadual uma vez e cinco vezes vereador pelos municípios de Itu e São Paulo.

O Governo Lula garantiu a aprovação do Orçamento 2025 após um encontro entra a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil).
No encontro, Gleisi comprometeu que o governo irá liberar R$ 6,8 bilhões em emendas. A decisão foi confirmada pelos ministérios da Casa Civil e da Fazenda, que autorizaram o pagamento das emendas, a partir da semana que vem.
Ficou acordado que os pagamentos incluem R$ 3,8 bilhões de emendas de comissão de 2024, que estavam bloqueadas devido a uma decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Com atraso, o Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (20), o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) referente ao ano de 2025, de R$ 5,7 trilhões. O texto deveri
Na Câmada dos Deputados, apenas o parlamentar Kim Kataguiri (União Brasil) e três deputados do Partido Novo votaram contra o PLOA. “Tivemos a votação de uma peça orçamentária sem obstrução na CMO e no Congresso, o que é uma coisa rara”, explicou Coronel.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, elogiou o trabalho dos senadores e da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), que participou das discussões finais para chegar a um entendimento. “Sei que todos trabalharam com afinco e dedicação para que hoje nós conseguíssemos entregar o Orçamento ao Brasil […] Quero aqui engrandecer o papel do Parlamento. Fortalecer o Parlamento é fortalecer a democracia”, destacou. a ter sido votado em 2024.
Mais cedo, o Orçamento foi aprovado de forma simbólica na Comissão Mista de Orçamento do Congresso, sem qualquer alteração no parecer do relator, o senador baiano Angelo Coronel (PSD).

Otávio Queiroz
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), fez duras críticas à Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) durante audiência pública realizada nesta quinta-feira (20). O debate, proposto pelo deputado Robinson Almeida (PT), na região Oeste do estado.
“A gente tem energia, mas não consegue jogar na rede da Coelba. E isso precisa ser resolvido, porque os prejuízos são imensos, seja para a empresa de grande, na indústria ou para quem tem um negócio pequeno. Os parques solares da Bahia, 50% operam, 50% estão parados no tempo”, afirmou Ivana.
Fiscalização e cobrança
A presidente também reforçou o papel da AL-BA na fiscalização do serviço prestado pela concessionária. “Temos a obrigação de debater e cobrar que a Coelba tenha um atendimento eficiente e de qualidade para os mais de 15 milhões de baianos que dependem dessa energia”, pontuou.
A crise na distribuição elétrica tem impactado diretamente o desenvolvimento econômico da Bahia, especialmente no setor de energias renováveis, uma das apostas do estado para os próximos anos.

Entristeceu a cúpula nacional do PL. Ele anunciou que irá permanecer nso Estados Unidos.
“É com tristeza que recebemos a notícia de que Eduardo Bolsonaro vai se licenciar temporariamente do cargo para o qual foi legitimamente eleito”, publicou o perfil da sigla em rede social.
O partido afirmou ainda que o parlamentar tem o respeito da legenda. “O Partido Liberal segue a postos, acreditando na força política do nosso país e nas instituições dos Três Poderes para atravessar esse momento difícil que estamos vivenciando”, continuou o comunicado.
O ex-presidente Bolsonaro se emocionou ao falar sobre o assunto com jornalistas no Senado. “Para que o mal vença, basta que os bons se omitam. Hoje está sendo um dia marcante para mim. […] No momento, ele [Trump] continuará abraçando o meu filho”, disse.
Eduardo disse que tomou a decisão para poder se dedicar “integralmente” a buscar as “devidas sanções aos violadores de direitos humanos” e também a “resgatar liberdades perdidas” no Brasil. Ele corre o risco de ter o passaporte apreendido. À CNN, ele revelou que pretende pedir asilo político nos Estados Unidos.

O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), classificou como “pequenez” a atitude do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que fez ataques políticos ao prefeito de Salvador Bruno Reis utilizando o episódio de uma mulher que faleceu em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Salvador.
“A pessoa tem que ser pequena e ele mostrou uma pequenez. Um homem que já foi governador, foi vereador junto comigo, foi deputado federal, agora ministro da Casa Civil, querer de alguma forma tirar algum dividendo de uma morte de uma cidadã e ainda fazer uma culpabilidade ao prefeito da cidade”, rechaçou Sanches em discurso nesta segunda-feira (17), no plenário da AL-BA.
Durante uma agenda no interior do estado, na última sexta-feira (14), Rui Costa chegou a citar a mãe do prefeito Bruno Reis.“Porque não foi a mãe dele, nem a filha dele que morreu por falta de oxigênio”, disse Rui.
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A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou os 50%, segundo pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira (7). O levantamento aponta que 50,8% dos entrevistados consideram a gestão ruim ou péssima, um aumento de 4,3 pontos percentuais em relação a janeiro, quando o índice era de 46,5%.
A aprovação do governo manteve-se praticamente estável: os que avaliam a administração como ótima ou boa passaram de 37,8% para 37,6%, uma oscilação de 0,2 ponto percentual. Já os que classificam o governo como regular caíram de 15,6% para 11,3%. Outros 0,4% não souberam responder.
Entre os grupos que mais desaprovam a gestão petista, destacam-se os evangélicos (76,3%), os moradores da região Sul (62,7%) e os residentes do Centro-Oeste (59,3%). Já os mais favoráveis ao governo são agnósticos e ateus (57,3%), pessoas com mais de 60 anos (53,3%) e aqueles com escolaridade até o ensino fundamental (51,8%).
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