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Boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, nesta sexta-feira (12), mostra que o Brasil chegou a 41.828 mortes causadas pela Covid-19, desde o início da pandemia. Assim, o país superou o Reino Unido e agora é o segundo país do mundo com a maior quantidade de óbitos em decorrência do novo coronavírus.
Com mais de 41 mil mortes contabilizadas oficialmente, o país superou o total de perdas humanas no Reino Unido (41.466) e só fica atrás dos Estados Unidos (114.357 mortes), de acordo com a compilação feita pela Universidade Johns Hopkins. De acordo com o balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil já ocupava a segunda posição no ranking de casos.
Segundo os dados do governo federal, o Brasil teve 25.982 novos casos de infecção por coronavírus registrados nas últimas 24 horas. Foram confirmados também 909 novos óbitos no período. Agora, o total de casos oficiais no Brasil é de 828.810 pacientes infectados com a Covid-19.
Ainda segundo o boletim oficial do Ministério da Saúde, o país tem atualmente 421.919 casos em acompanhamento e já registrou 365.063 pacientes curados.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta terça-feira (09) a prorrogação do pagamento do auxílio emergencial por mais dois meses. Não há ainda a confirmação do pagamento de R$ 600 nas duas próximas parcelas. O Planalto indica que pode reduzir o repasse feito a população mais vulnerável.
De acordo com Guedes durante a reunião ministerial, o governo passará agora por uma fase de “aterrissagem” do programa e trabalhará sob a ótica de unificar programas sociais.
“O mais importante são os próximos passos. O presidente já lançou, e comunicou isso, que por dois meses nós vamos estender o auxílio emergencial. Nós estávamos em um nível de emergência total a R$ 600, vamos começar agora uma aterrissagem, com a unificação de vários programas sociais, o lançamento do Renda Brasil”, indicou Guedes, segundo o Metrópolis.

por Alexandre Santos
O Ministério da Defesa governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) autorizou o Comando do Exército a contratar 522 profissionais para atuar temporariamente em grandes obras de infraestrutura comandadas pela área militar. A seleção ocorrerá por meio de processo seletivo simplificado, cuja data ainda não foi informada.
Segundo portaria publicada na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (8), os futuros contratados serão lotados no Departamento de Engenharia e Construção e no Departamento de Ciência e Tecnologia, onde realizarão atividades relacionadas a projetos e obras de engenharia de construção, obras públicas de infraestrutura, atividades de mapeamento cartográfico terrestre, ações de logística e implantação de projetos estratégicos.
De acordo com a portara, os salários dos profissionais não serão superiores aos da remunerações já pagas a servidores que já desempenham função semelhante. As despesas com as contratações serão desembolsadas com recursos do próprio Ministério da Defesa, pasta que no primeiro ano de governo Bolsonaro foi privilegiada com o maior reforço de orçamento —encerrou 2019 gastando R$ 6,3 bilhões a mais do que havia sido previsto inicialmente.
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A decisão do presidente Jair Bolsonaro de autorizar o Exército voltar a ter aviões deixou integrantes da Força Aérea Brasileira (FAB) irritados, segundo o jornal Estado de São Paulo.
Brigadeiros ouvidos pela reportagem criticaram o momento em que a medida foi tomada, quando o Ministério da Defesa enfrenta falta de recursos. Além disso, existe o temor de que a medida afete a operação conjunta das duas Forças.
O decreto de Bolsonaro permite ao Exército, após 79 anos, o direito de voltar a ter aeronaves de asa fixa. Até então, decreto de 1986 permitia ao Exército operar apenas helicópteros.
“O problema não é o Exército ter sua aviação, mas o momento da decisão, que não é oportuno”, afirmou o tenente-brigadeiro-do-ar Sérgio Xavier Ferolla, ex-presidente do Superior Tribunal Militar (STM).
Até o momento, das três Forças, os integrantes da FAB são os que têm se mostrado mais distantes das polêmicas do governo. Nenhum brigadeiro ocupa cargo na Esplanada.

O Brasil pode deixar a Organização Mundial da Saúde (OMS), ameaçou Jair Bolsonaro na última sexta-feira (5). A condição para o país continuar vinculado à entidade é que ela deixe de ser “política e partidária”.
A ameaça segue os passos do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, que no final de maio anunciou que o país não teria mais relações com a OMS. Trump acusou a agência de ser subserviente ao governo chinês.
“Adianto aqui: os Estados Unidos saíram da OMS, a gente estuda no futuro. Ou a OMS trabalha sem o viés ideológico, ou a gente está fora também. Não precisamos de gente lá de fora dar palpite na saúde aqui dentro. Ou a OMS realmente deixa de ser uma organização política e partidária ou nós estudamos sair de lá”, declarou Bolsonaro.
Em entrevista em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro também comentou a decisão da entidade em retomar os estudos clínicos com hidroxicloroquina no tratamento do novo coronavírus. De acordo com informações da Folha de S.Paulo, Bolsonaro relacionou a decisão ao corte de doações ameaçado por Trump. “Só tirar a grana que começam a pensar diferente”, disse.
Os Estados Unidos são os maiores doadores da OMS, responsáveis por cerca de 15% do orçamento da entidade apenas em 2019. Trump destinou, em 2019, US$ 400 milhões, o equivalente a R$ 2,06 bilhões à entidade.

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), um dos tucanos a pregar o diálogo com outras forças políticas em torno da formação de uma frente ampla contra Jair Bolsonaro, decidiu subir o tom contra o presidente. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.
Segundo a publicação, o prefeito apresentou esta semana uma queixa-crime contra Bolsonaro por injúria no Supremo Tribunal Federal (STF), afirma não ter dúvida de que o presidente quer dar um golpe e propõe que democratas da direita e da esquerda se unam.
“Bolsonaro quer dar um golpe. Não acho que teria apoio das Forças Armadas, até porque os militares não apoiariam alguém tão despreparado para governar como ele. Mas é a hora de procurar quem são os democratas. Mesmo que você seja um ferrenho adversário daquela pessoa, mas ele é um democrata, você deve procurá-lo”, afirmou, admitindo que topa caminhar ao lado até do PT, ainda que não eleitoralmente:
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A Secretaria de Fazenda do governo federal retirou R$ 83,9 milhões de um programa de combate à extrema pobreza e realocou a verba a conta da comunicação institucional da presidência da República, chefiada pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom).
De acordo com o portal Metrópolis, a informação consta na edição desta quinta-feira (04) do diário oficial da União. A retirada foi feita pelo secretário de Fazenda, Waldery Rodrigues.
O programa Transferência de Renda Diretamente às Famílias em Condição de Pobreza e Extrema Pobreza, criado em 2004, beneficia diretamente a região Nordeste. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a verba também é destinada ao programa Bolsa Família.
“Abrir ao Orçamento Fiscal da União em favor da Presidência da República, crédito suplementar no valor de R$ 83.904.162,00. Os recursos necessários à abertura do crédito decorrem de anulação de dotação orçamentária conforme indicado [na portaria]”, escreveu Waldery.
Enquanto irá gerir a verba milionária retirada do programa de combate à pobreza, a Secom está no centro de uma crise sobre uso de dinheiro público para publicidade. Na ultima quarta-feira (3), foi divulgado um relatório feito pela CPMI das Fake News, no Congresso, que aponta que foram identificados 2,065 milhões de anúncios em redes sociais sites e aplicativos de conteúdo “inapropriado” feitos pela pasta federal.

O governo Jair Bolsonaro turbinou a contratação do Exército para tocar grandes obras, informa reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Segundo a publicação, os militares mantêm hoje uma carteira com R$ 1 bilhão de projetos em execução.
A maioria dos empreendimentos pertence ao Ministério da Infraestrutura. O Ministério do Desenvolvimento Regional também é um cliente dos militares. Com o porte bilionário, o Departamento de Engenharia do Exército se consolida como uma das maiores empreiteiras na lista de fornecedores da União. Essa injeção de recursos leva a críticas de empresas privadas.
De formação militar, o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutra) iniciou a gestão com fotos da BR-163 (PA) em redes sociais informando que um batalhão do Exército faria o asfaltamento do último trecho da rodovia até Miritituba. Só com Tarcísio, a Infraestrutura fechou seis projetos com o Exército – parte do bolo bilionário vem de projetos de governos passados. Os novos contratos totalizam R$ 200 milhões.
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira verde acionada até 31/12/2020. Trata-se de mais uma medida emergencial da Agência para aliviar a conta de luz dos consumidores e auxiliar o setor elétrico em meio ao cenário de pandemia da Covid-19.
Os valores das bandeiras tarifárias são atualizados todos os anos e levam em consideração parâmetros como estimativas de mercado, inflação, projeção de volume de usinas hidrelétricas, histórico de operação do Sistema Interligado Nacional, além dos valores e limites do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD).
Em 10 de março, um dia antes do anúncio de pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a Aneel havia proposto a discussão para o ciclo 2020/2021 dos valores adicionais. A proposta ficou em Consulta Pública no período de 12/3 a 27/4.
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A partir deste sábado (30), as mães com menos de 18 anos podem pedir o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). A novidade está disponível na 16ª versão do aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, que está sendo liberada hoje pela Caixa Econômica Federal.
Incluída pelo Congresso durante a tramitação da medida provisória que instituiu o benefício, a extensão do auxílio emergencial para mães menores de idade havia sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 15. O cadastro no auxílio emergencial pode ser pedido até 3 de junho.
A vice-presidente de Tecnologia da Caixa, Tatiana Thomé, explicou como funcionará a novidade em entrevista coletiva hoje à tarde. A mãe menor de idade precisa cadastrar pelo menos dois membros da família (ela própria mais um filho, no mínimo). Caso a adolescente pertença a uma família maior, com algum membro que tenha se cadastrado no auxílio emergencial, precisará fazer o cadastro compatível com o do outro membro da família.
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