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O número de casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19) subiu para 34 no país, com nove novos pacientes infectados em relação a segunda-feira (9). O boletim foi divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (10), em Brasília. A contaminação voltou a subir após ter ficado estável de domingo para segunda.
Além dos pacientes confirmados, foram registrados 893 casos suspeitos, uma redução em relação a ontem, quando o Ministério da Saúde contabilizou 930 pessoas nessa situação. Já os pacientes com infecção descartada pelas autoridades de saúde ficaram em 780.
São Paulo segue liderando, com 19 casos. Além dos episódios no estado, foram identificados oito no Rio de Janeiro, dois na Bahia, um no Espírito Santo, um no Distrito Federal, um em Minas Gerais, um em Alagoas e um no Rio Grande do Sul.
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Ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Donald Trump afirmou no sábado (7) que não faz promessas sobre o aumento de tarifas aos produtos brasileiros. Antes do jantar em Mar-a-Lago, resort do presidente americano perto de Miami, Trump fez uma aparição rápida diante de jornalistas ao lado de Bolsonaro. Elogiou o brasileiro mas não se comprometeu quando o assunto era o aumento de impostos dos produtos que chegam do Brasil.
“Ele [Bolsonaro] está fazendo um ótimo trabalho. O Brasil o ama e os EUA o amam. Nós temos uma ótima relação e sempre ajudamos o Brasil, provavelmente a relação está muito mais forte do que nunca”, afirmou Trump. Questionado por um repórter se isso significaria que os EUA não sobretaxariam mais uma vez os produtos do Brasil, o americano respondeu: “não faço nenhuma promessa.”
Bolsonaro, que não fala inglês, não estava acompanhado de um tradutor no momento. No ano passado, os Estados Unidos haviam colocado tarifas sobre o aço e o alumínio brasileiro, mas voltaram atrás em dezembro.

Grupos feministas caminharam entre o Farol da Barra em um ato pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado neste domingo (8). Entre as principais bandeiras do ato, o grupo protestou contra o aumento dos casos de feminicídio no país. A estimativa de público não foi divulgada pelos organizadores.
Além da capital baiana, houve manifestações na avenida Paulista, centro de São Paulo, onde coletivos feministas levaram o tema “Mulheres contra Bolsonaro”. Segundo líderes, a ênfase no nome do presidente se impôs por causa das ações contrárias a demandas históricas do movimento, como igualdade de gênero, combate à violência doméstica e descriminalização do aborto.
Mesmo sob chuva, as paulistanas também foram às ruas contra o feminicídio e contra a aprovação das reformas da previdência estadual e federal.
O ato contou com a presença de entidades ligadas a partidos, como PSOL, PSTU, PCO e PT, que portavam bandeiras e faixas com dizeres em lembrança à vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, a favor da democracia, contra o presidente Jair Bolsonaro e em defesa das mulheres.
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A Petrobras e a estatal boliviana YPFB assinaram nesta sexta-feira (6) um acordo que vai abrir espaço para importação de gás boliviano por empresas privadas, uma das medidas previstas no programa federal batizado de Novo Mercado de Gás.
O acordo reduz de 30 milhões para 20 milhões de metros cúbicos por dia o volume máximo que a Petrobras pode trazer do país vizinho, liberando um terço da capacidade do Gasoduto Bolívia Brasil (Gasbol) a outros importadores.
Para o governo, o aumento na competição pela oferta de gás é um ponto-chave para que o país passe pelo choque de energia barata prometido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O programa prevê também que a Petrobras saia dos segmentos de transporte e distribuição de gás.
Brasil e Bolívia negociavam a extensão do contrato de compra e venda de gás natural, que entrou em vigor em 1999 e venceu em 2019 sem que a Petrobras utilizasse todo o volume de gás contratado. O acordo assinado nesta sexta prevê que esse volume seja entregue em até seis anos.
De acordo com a diretora de Refino e Gás da estatal, Anelise Lara, o prazo vai depender do ritmo de retirada do gás. O novo contrato prevê um mínimo de 14 milhões de metros cúbicos por dia e um teto de 20 milhões de metros cúbicos por dia.
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Ao menos dez pessoas morreram outras 44 desaparecidas estão desaparecidas em razão da forte chuva que atingiu a Baixada Santista, na madrugada desta terça-feira (3). O temporal causou estragos nas cidades de Guarujá, São Vicente e Santos.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, entre os mortos estão dois bombeiros que trabalhavam no resgate de pessoas no Morro do Macaco Molhado, em Guarujá. No local, duas pessoas morreram no deslizamento —uma mãe e o seu bebê.
Segundo informações da corporação, os dois bombeiros que morreram soterrados tentavam resgatar a criança no momento em que ocorreu um segundo deslizamento que os atingiu.
Na região da Enseada, também no Guarujá, outro deslizamento provocou a morte de duas pessoas.
Em São Vicente, um casal de idosos morreu em consequência de um soterramento. Uma terceira morte ocorreu na cidade, em um asilo atingido pela chuva. No local, uma erosão engoliu o chão do prédio que abrigava os idosos. Em Santos também ocorreu uma morte por soterramento.
Dos 44 desaparecidos, 28 moravam em barracos na comunidade de Vila Baiana, em Guarujá. Segundo Marcos Palumbo, porta-voz do Corpo de Bombeiros paulista, um deslizamento de terra soterrou todos os barracos.

O governador cearense, Camilo Santana (PT), enviou, nesta sexta-feira (28), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) a Assembleia Legislativa daquele estado que proíbe a anistia de policiais amotinados no estado. A anistia livraria os policiais manifestantes de processos disciplinares.
No documento, Santana defende que a “medida se faz imperiosa diante da gravidade e dos prejuízos que tais movimentos, ilegítimos por natureza, acarretam para toda a sociedade cearense, em evidente desrespeito à ordem jurídica e constitucional”. Ele ainda solicita que a tramitação seja em regime de urgência, o que reduzirá em 50% o tempo de apreciação e votação da proposta.
Após uma reunião da Mesa Diretora da Casa, que convocou os deputados cearenses estaduais para as sessões plenárias, o presidente do Legislativo estadual, José Sarto (PDT), prometeu tentar realizar a votação ainda este fim de semana.
“É possível que seja votado nesse fim de semana. Teremos a partir de amanha [sábado] a primeira sessão extraordinária, teremos amanhã(29), domingo (1º), segunda (2) e terça (3), e vai cumprir todo o devido processo legal. Esse é um movimento que é inconstitucional por natureza, dito pelo Ministro da Defesa quando aqui esteve”, afirmou Sarto ao G1.
Os policiais militares do Ceará estão em greve desde o dia 19 de fevereiro. Neste período, o estado contabilizou cerca de 170 homicídios e mais de 160 policiais foram afastados de suas funções por suspeita de vandalismo.

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a constitucionalidade da regra do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que pune motoristas que se recusam a realizar o teste do bafômetro. Os ministros decidiram reconhecer a “repercussão geral” do tema e o resultado da análise de um caso concreto será estendido a processos semelhantes que correm em instâncias inferiores. O entendimento dos ministros pelo confirmado nesta sexta-feira (28), mas a data para a análise do tema ainda não foi definida.
Pelo código, quem se recusa a fazer “teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa” comete infração gravíssima. E pode ser punido com multa, suspensão do direito de dirigir por 12 meses, recolhimento da habilitação e retenção do veículo.
O caso concreto a ser analisado pelos magistrados chegou à Corte em agosto de 2019. O Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS) recorreu ao Supremo para rever uma decisão que anulou a multa aplicada a um motociclista de Cachoeirinha (RS).
O motociclista se recusou a realizar o teste, mas os advogados afirmam que ele não ingeriu álcool, e que só não fez o teste porque não confiava no aparelho.

Órgãos têm mais um ano para se adequar aos novos padrões do documento Foto: Agência Brasil
O governo prorrogou para março de 2021 a obrigatoriedade na adoção do novo modelo de carteira de identidade. É a segunda vez que o governo prorroga o prazo. O prazo anterior era março desde ano e o prazo original, do decreto 9.278/2018, era março de 2019. A prorrogação foi publicada nesta sexta-feira (28) no Diário Oficial da União.
Assim, os órgãos de identificação têm mais um ano para se adequar aos padrões da nova carteira de identidade. O novo modelo traz dispositivos para aumentar a segurança contra a falsificação e contém mais informações, como registros do título de eleitor, numeração da Carteira de Trabalho e Previdência Social, certificado militar, Carteira Nacional de Habilitação, documento de identidade profissional, carteira nacional de saúde e números de NIS/PIS/Pasep. Também poderá ser incluído o nome social sem a necessidade de alteração no registro civil.
Outra novidade é que poderão constar, no novo RG, indicativos para pessoas com necessidades especiais e códigos referentes ao Código Internacional de Doenças (CID). Todas as informações são facultativas, ou seja, cada cidadão poderá optar por incluir os registros complementares que julgar necessários.

A gasolina vendida nas refinarias terá uma queda 4% a partir do sábado (29). Já o diesel, 5%. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28), pela Petrobras.
Já o litro do diesel S500 para térmicas e do diesel marítimo foi reduzido em 5 1% e o S10 para térmicas, 5,2%. A queda da gasolina e do diesel, é reflexo da queda da venda do petróleo, afetado por conta do coronavírus.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) usou sua conta no Twitter na manhã desta quarta-feira (26) para comentar sobre o vídeo do Jair Bolsonaro (sem partido). Nele, o presidente demonstra apoio ao protesto contra o Congresso e o ato está marcado para o dia 15 de março.
“A CF88 [Constituição Federal de 1988] garantiu o nosso maior período de estabilidade democrática. A harmonia e o respeito mútuo entre os Poderes são pilares do Estado de Direito, independentemente dos governantes de hoje ou de amanhã. Nossas instituições devem ser honradas por aqueles aos quais incumbe guardá-las”, escreveu o ministro.