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Prazo para uso de placas do Mercosul começa a valer em todo o país

31 janeiro 2020 | 7:52


Medida será obrigatória nos casos de primeiro emplacamento. Foto: Divulgação

Por Luciano Nascimento

Começa a valer nesta sexta-feira  (31) o prazo para o uso obrigatório da placa do Mercosul em todos os estados do país. A data foi estipulada na Resolução nº 780/2019 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de julho do ano passado, que determina que os estados devem utilizar o novo padrão de Placas de Identificação Veicular (PIV) a partir de 31 de janeiro de 2020. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) que não tiver aderido ao novo padrão da PIV, não conseguirá emplacar novos veículos.

A nova placa será obrigatória apenas no primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, em situações de mudança de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa, e nos casos em que haja necessidade de instalação da segunda placa traseira.

Nas outras situações, a troca da placa cinza pela placa padrão Mercosul não é obrigatória. Com isso, os carros com a atual placa cinza podem continuar assim até o fim da vida útil do veículo.

A nova placa apresenta o padrão com quatro letras e três números, o inverso do modelo atualmente adotado no país, com três letras e quatro números. O novo modelo permite mais de 450 milhões de combinações, o que, considerando o padrão de crescimento da frota de veículos no Brasil, pode valer por mais de 100 anos.

Também muda a cor de fundo, que passará a ser totalmente branca. A mudança vai ocorrer na cor da fonte para diferenciar o tipo de veículo: preta para os de passeio, vermelha para veículos comerciais, azul para carros oficiais, verde para veículos em teste, dourado para os automóveis diplomáticos e prateado para os veículos de colecionadores.

Todas as placas deverão ter ainda um código de barras dinâmico, do tipo Quick Response Code (QR Code), contendo números de série e acesso às informações do banco de dados do fabricante e estampador da placa. O objetivo é controlar a produção, logística, estampagem e a instalação das placas nos respectivos veículos, além da verificação de sua autenticidade.

“O novo emplacamento seguirá a lógica da livre concorrência, não havendo definição de preços por parte do governo federal. Na prática, os Detrans estaduais vão credenciar empresas capacitadas para não só produzir as placas como também vendê-las ao consumidor final. Portanto, o proprietário do veículo poderá buscar o valor mais em conta na hora de adquirir o item”, disse o ministério.

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Presidente do INSS pede demissão em meio a crise com fila de pedidos

28 janeiro 2020 | 19:26


O anúncio do desligamentofoi feito pelo Ministério da Economia e deve ser publicado no Diário Oficial da União na edição de quarta (28). Foto: Divulgação

O presidente do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), Renato Vieira, pediu demissão nesta terça-feira (28), em meio a uma crise na análise de benefícios que a autarquia enfrenta desde o fim do ano passado.

O anúncio da demissão foi feito pelo Ministério da Economia e deve ser publicado no Diário Oficial da União na edição de quarta (28). O gestor ficou pouco mais de um ano no cargo após ser nomeado no início do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Em coletiva à imprensa nesta terça, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, confirmou o desligamento de Vieira. “Ele consolidou sua disposição de sair do INSS a pedido. Foi uma conversa amadurecida ao longo dos últimos 15 dias. Ano passado foi bastante intenso, esse ano será muito desafiador.

O Renato acha que precisa se dedicar a seus projetos, e nós aceitamos sua demissão. Comunicamos ao [ministro da Economia] Paulo Guedes e [ao presidente da República Jair] Bolsonaro, e amanhã haverá consolidação desse ato, com indicação do seu substituto”, declarou. Atualmente há quase 2 milhões de pedidos de pensões e aposentadorias represados na fila do INSS.

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Brasil cria 644 mil empregos formais em 2019, melhor resultado em 6 anos

25 janeiro 2020 | 0:05

Foto: Divulgação

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24) revelaram que o Brasil criou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019.

O número resulta da diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no último ano, e as demissões – que totalizaram 15.553.015 pessoas. De acordo com o G1, esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, o melhor resultado desde 2013 – quando foram criados 1,117 milhão de empregos com carteira assinada. Deste modo, é o maior número de vagas formais abertas em seis anos.

O secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, declarou que o aumento na criação de empregos formais no último ano é “mais um sintoma de retomada da economia brasileira e da confiança do empresariado na política econômica do governo”.

“A indústria, depois de anos registrando dados negativos, voltou a reagir, puxada também pela construção civil”, disse. Para Dalcolmo, a indústria fechou vagas entre 2014 e 2017 e, no ano de 2018, abriu 2.610 vagas, com desempenho “praticamente estável”. Em 2019, criou 18 mil empregos formais.

Com a criação de empregos formais em 2019, o Brasil fechou o ano com um estoque de 39,05 milhões de empregos formais existentes. No fim de 2018, o saldo de empregos formais estava em 38,43 milhões de vagas.

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Carteira de motorista poderá incluir tipo sanguíneo e opção por doação de órgãos

24 janeiro 2020 | 14:09

Atualmente a carteira de motorista tem como itens obrigatórios a fotografia, a identificação e o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Foto: Divulgação

Agência Senado

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) poderá passar a exibir o tipo sanguíneo e o fator RH do motorista, além da opção do titular pela doação de órgãos e tecidos. É o que prevê o PL 3.616/2019, que está sendo analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O texto está com o relator, senador Fabiano Contarato (Rede-ES), que apresentará seu parecer.

Atualmente a carteira de motorista tem como itens obrigatórios a fotografia, a identificação e o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). Para o senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), autor do projeto, incluir as informações sobre tipo sanguíneo pode facilitar o atendimento de urgência ou emergência em casos de acidentes graves ou outras situações que demandem transfusão urgente de sangue.

“Em algumas situações clínicas graves, o retardamento do início da transfusão de sangue pode colocar em risco a vida do paciente, de modo que a transfusão pode ter que ser realizada antes mesmo da realização dos testes pré-transfusionais”, lembra o parlamentar.

No caso da informação sobre o dono da CNH ser ou não doador de órgãos e tecidos, o senador reconhece que é um tema sensível para muitas pessoas. Por essa razão, o texto traz uma ressalva para permitir ao titular a opção de não inserir esse tipo de informação. Ainda assim, segundo Rodrigo Cunha, a possibilidade de colocar essa informação no documento já é um motivo para que as pessoas reflitam sobre o tema.

“Esse registro pode ser de grande auxílio para a família na difícil hora de decidir a respeito da doação dos órgãos do parente falecido. Como resultado, a medida pode promover um aumento no número de famílias que dizem sim à doação de órgãos, outra importante forma de salvar vidas”, explica.

A decisão da comissão é terminativa. Isso significa que, se o texto for aprovado, poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para a análise do Plenário do Senado.

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Vereadores e deputados estaduais passam a ser monitorados pelo BC

23 janeiro 2020 | 16:24

Até então, o monitoramento é feito apenas em presidentes, governadores, deputados federais, senadores e ministros do Supremo. Foto: Divulgação

O Banco Central ampliou o universo de pessoas consideradas politicamente expostas para serem monitoradas em medidas de prevenção a lavagem de dinheiro. A partir do dia 1º de julho, os vereadores, deputados estaduais, parentes de segundo grau e pessoas com alguma ligação com esses grupos passam a ser acompanhadas pelo BC.

De acordo com o chefe de departamento de regulação do sistema financeiro do BC, João André Pereira, o texto traz um novo detalhamento de quem são e como se qualificam pessoas politicamente expostas. Além disso, é preciso também monitorar todas as pessoas próximas a essas pessoas como representantes familiares e parentes de segundo grau.

A portaria com as novas regras foi publicada nesta quinta-feira (23).

As pessoas politicamente expostas deverão declarar essa condição e serão monitoradas pelas instituições financeiras e também pelo BC. Até então, o monitoramento é feito apenas em presidentes, governadores, deputados federais, senadores e ministros do Supremo.

Segundo o BC, a revisão das regras irá aprimorar a identificação, qualificação e classificação do cliente das instituições financeiras. Também será verificado e validado as informações, tendo como base o perfil de risco e do negócio do cliente. O BC também prevê uma comunicação mais eficaz com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com a atualização das regras.

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Placa Mercosul será obrigatória a partir de 31 de janeiro

20 janeiro 2020 | 14:03

O sistema, que deveria ter entrado em operação em janeiro de 2016, teve seis adiamentos. Foto: Divulgação

No dia 31 de janeiro o uso da placa Mercosul passa a ser obrigatório em todo o País. O prazo foi definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), no dia 28 de julho do ano passado. O sistema, que deveria ter entrado em operação em janeiro de 2016, teve seis adiamentos.

O novo prazo foi determinado para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem credenciar as fabricantes das novas placas.

A placa Mercosul passa a ser obrigatória para veículos novos, no primeiro emplacamento. E também para os que forem transferidos de município ou Estado. Ou ainda em caso de furto ou dano muito extenso à placa, que dificulte a leitura.

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Visita de Damares a interior de SP acaba com vereador jogando ovos em manifestantes

20 janeiro 2020 | 0:06

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma visita da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, a São Carlos, em São Paulo, neste sábado (18), acabou com confusão, manifestação e ovos jogados nas pessoas presentes.

Manifestantes contra e a favor do governo federal tomaram as imediações da prefeitura da cidade, e um vereador, identificado como Leandro Guerreiro (PSB), ameaçou as pessoas que protestavam na tentativa de impedir que elas chegassem até a prefeitura. De acordo com reportagem do G1, o edil e outros integrantes de um grupo pró-governo jogaram ovos contra os manifestantes.

Um homem ficou ferido no rosto depois de ser agredido com chutes e empurrões por outros integrantes do grupo. Durante a confusão cartazes foram rasgados e bandeiras foram tomadas dos manifestantes. Em outro momento, um homem jogou o celular de uma mulher que estava filmando a ação no chão.

Prazo para eleitor regularizar título termina em maio

19 janeiro 2020 | 10:17


Quem não estiver em dia com documento, não poderá votar nas eleições. Foto: Divulgação

Os cidadãos que tiveram o título de eleitor cancelado têm até o dia 6 de maio para regularizar a situação. Após o prazo, quem não estiver em dia com o documento, não poderá votar nas eleições municipais de outubro, quando serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios do país.

No ano passado, 2,4 milhões de títulos foram cancelados porque os eleitores deixaram de votar e justificar ausência por três eleições seguidas. Para a Justiça Eleitoral, cada turno equivale a uma eleição.

Para regularizar o título, o cidadão deve comparecer ao cartório eleitoral próximo a sua residência, preencher o Requerimento de Alistamento Eleitoral (RAE) e apresentar um documento oficial com foto. Além disso, será cobrada uma multa de R$ 3,51 por turno que o eleitor deixou de comparecer. O prazo para fazer a solicitação termina no dia 6 de maio, último dia para emissão do título e alteração de domicílio eleitoral antes das eleições.

Além de ficar impedido de votar, o cidadão que teve o título cancelado fica impedido de tirar passaporte, tomar posse em cargos públicos, fazer matrícula em universidades públicas, entre outras restrições.

A situação de cada eleitor pode ser verificada no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. Se necessário, o segundo turno será no dia 25 do mesmo mês. Cerca de 146 milhões de eleitores estarão aptos a votar. 

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Maju alerta para tentativa de golpe com seu nome: ‘Não estou organizando festa’

18 janeiro 2020 | 18:25


Jornalista e apresentadora do Jornal Hoje usou redes sociais para fazer denúncia. Foto: Divulgação Rede Globo

A jornalista Maju Coutinho usou suas redes sociais para denunciar uma tentativa de golpe com o seu nome. Segundo a apresentadora do Jornal Hoje, a fake news consiste em dizer que ela estaria organizando uma festa —o que não é verdade.

“Gente, é golpe. Não estou organizando nenhuma festa. Não tenho assessor de imprensa. Se ligarem usando meu nome, é golpe. Agradeço aos amigos que receberam a ligação falsa e me alertaram”, escreveu ela em seu Instagram.

A jornalista é mais uma famosa que foram às redes reclamar que estavam tendo seus nomes usados de forma indevida. Andréia Sadi, Bruna Lombardi, Kaysar, Flávia Alessandra, Gretchen e Sheron Menezzes são algumas personalidades que passaram por situações similares recentemente.

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Bolsonaro anuncia demissão de Roberto Alvim da Secretaria Especial da Cultura

17 janeiro 2020 | 14:01

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro anunciou a demissão de Roberto Alvim do cargo de secretário especial da Cultura, após as declarações de cunho nazista feitas em pronunciamento oficial da pasta.

“Comunico o desligamento de Roberto Alvim da Secretaria de Cultura do Governo. Um pronunciamento infeliz, ainda que tenha se desculpado, tornou insustentável a sua permanência.

Reitero nosso repúdio às ideologias totalitárias e genocidas, bem como qualquer tipo de ilação às mesmas. Manifestamos também nosso total e irrestrito apoio à comunidade judaica, da qual somos amigos e compartilhamos valores em comum”, diz Bolsonaro, em nota oficial.