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A venda dos Correios pelo governo federal pode gerar um contingente de demissões de 40 mil pessoas. Em conversas reservadas reveladas pelo jornal Folha de S.Paulo, executivos de empresas privadas relataram que fariam o mesmo serviço com praticamente a metade do quadro atual de 100 mil funcionários.
O governo não pretende absorver os demitidos após a privatização dos Correios pelo temor de criar um precedente para os expurgos de estatais vendidas no futuro.
Antes da venda, o governo ainda terá que avaliar formas de tapar o rombo de cerca de R$ 11 bilhões deixado pelos governos passados no fundo de pensão Postalis e de R$ 3 bilhões no plano de saúde dos funcionários. Uma das opções é descontar do valor a receber, mas isso será definido no desenho da venda.
Os planos de privatização dos serviços postais dos Correios, pela complexidade, deve ser discutido apenas em 2021.

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, anunciou nesta terça-feira (14) que 7 mil militares da reserva vão reforçar o atendimento no INSS. A ideia é que o pacote seja implementado até abril e, com isso, a fila de quase 2 milhões de pedidos represados seja resolvida até setembro.
O governo também quer restringir a cessão de servidores do INSS a outros órgãos, e instalar uma força-tarefa para a perícia dos 1.514 servidores que estão afastados do instituto. O anúncio foi feito após reunião do ministro da Economia, Paulo Guedes, com Marinho e a equipe econômica na última segunda-feira (13), de acordo com o G1.
“A ideia é que esses militares possam ingressar no atendimento, nos postos de atendimento, para permitir que os profissionais, que os funcionários do INSS nos ajudem na análise dos documentos, dos processos, e agilizem essa análise”, declarou Marinho.
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A Petrobras vai reduzir o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 3% a partir desta terça-feira (14). A decisão foi tomada após a companhia ter mantido os valores de ambos os combustíveis estáveis por semanas.
De acordo com o portal G1, a gasolina não sofria um reajuste desde 1º de dezembro, enquanto o diesel tinha a cotação estável desde 21 de dezembro, quando houve um aumento de 3%. Nos preços da gasolina, houve um aumento de 4% no dia 27 de novembro.
A redução do preço dos combustíveis nas refinarias acontece após um acomodação dos preços internacionais do petróleo.

As exportações do setor do agronegócio somaram US$ 96,8 bilhões no ano passado. Esse valor representa 43,2% do total exportado pelo Brasil, segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os dados mostram leve crescimento do setor nas exportações totais do país. Em 2018, essa participação havia sido de 42,3%.
O destaque foi o comércio de milho, carnes e algodão. O milho registrou volume recorde de exportação, com 43,25 milhões de toneladas. O recorde anterior foi registrado em 2017, com 29,25 milhões de toneladas do cereal exportadas.
Ainda de acordo com o ministério, a China se tornou o principal cliente da carne bovina brasileira. O país asiático é responsável por 26,8% do volume total exportado. Com isso, ultrapassou Hong Kong, que ficou na segundo posição, com 18,6%.
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O presidente Jair Bolsonaro determinou na sexta-feira (10) que sejam feitos estudos, com urgência, para analisar a possibilidade de ampliação do número de empresas especializadas em encher botijões de gás, as chamadas engarrafadoras. Segundo ele, com poucas dessas empresas no país, o custo de transporte faz aumentar o preço do produto.
“Como alternativa determinei estudar (urgente) a possibilidade criar locais especializados para se encher botijões de gás. No Brasil existem poucas engarrafadoras. O botijão ‘anda’ centenas de quilômetros para ser enchido e, depois, mais uma centena até o consumidor”, escreveu o presidente em um publicação na sua conta oficial no Twitter. “Com dezenas de centrais nos estados e mais empresas, essa verdadeira viagem do botijão deixaria de existir, teríamos mais competição e o preço cairia”, acrescentou Bolsonaro.
O último reajuste do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, foi feito em dezembro pela Petrobras, e, com isso, o produto ficou, em média, 5% mais caro para as distribuidoras. O valor final do gás para o consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras, mas, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos era de R$ 69,11 em novembro do ano passado.

O governo federal já retirou 1,3 milhão de beneficiários do programa Bolsa Família devido a irregularidades no cadastro. Os dados são contabilizados até novembro do ano passado de acordo com Ministério da Cidadania, gerando uma economia de R$ 1,3 bilhão para os cofres públicos.
Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, o governo está com estudos adiantados para reformular o programa. No entanto, ainda não há prazo para que a reformulação seja lançada, de acordo com a Agência Brasil.
O porta-voz ainda confirmou à Agência Brasil que a mudança de nome do Bolsa Família está sendo analisada. “É uma das propostas, mas ainda não está fechada. Tudo indica [que sim]”.

Sérgio Meneguelli é o político que almoça marmitex junto com os funcionários do baixo escalão da prefeitura … que transfere dinheiro do carnaval para escolas públicas … que trabalha como ‘jardineiro’ e pinta pontes aos fins de semana … que usa uma bicicleta como meio de transporte … enfim, é o ‘político dos sonhos’ do povo brasileiro.
Nas últimas semanas, Meneguelli foi flagrado (por um morador) na fila de um posto de saúde municipal … SIM! … o prefeito de Colatina é usuário do Sistema Único de Saúde (SUS).

No vídeo (abaixo), o prefeito declara que é um cidadão comum e estava esperando o exame a mais de um mês, coisa rara entre os políticos brasileiros, que legislam para o povo, mas para si, fazem leis de exceção.
No último ano, Sérgio foi convidado para palestrar na Universidade americana de Harvard e pasmem, ele pagou a passagem e a hospedagem do próprio bolso … tudo parcelado no cartão de crédito. Esse prefeito é um exemplo que deveria ser seguido por todos os políticos brasileiros.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a atacar os nordestinos e disse que”quase todo cearense é cabeçudo”, durante uma live transmitida nas suas redes sociais para o evento de filiação organizado pelo Aliança pelo Brasil em Fortaleza.
“Acho que foi primeiro estado que tivemos grande recepção em aeroporto. Tudo começou por aí, se não me engano, um dos grandes articuladores disso acho que foi Alex Ceará, um cara cabeçudo. Se bem que chamar cearense de cabeçudo você não consegue identificar ninguém, lá quase todo mundo é cabeçudo”, disse Bolsonaro, segundo o site Uol.
Em julho do ano passado, Bolsonaro causou polêmica ao se referir aos governantes da região nordeste como “governadores de Paraíba”. Também atacou o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). “O pior é o de Maranhão. Não tem que dar nada para esse cara”, disse na época, em referência aos repasses de recursos.

A ameaça de aumento do preço dos combustíveis, em razão do conflito dos EUA com o Irã, monopolizou as conversas de caminhoneiros nesta sexta (3), de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.
Lideranças da categoria de caminhoneiros acionaram ministros e querem levar as queixas diretamente ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O alvo das críticas é a política de reajustes da Petrobras e a alta do diesel nas bombas, com a qual o governo ainda não conseguiu lidar.
Os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Osmar Terra (Cidadania) foram procurados pelos caminhoneiros em meio a reclamação que o preço já está alto e qualquer reajuste extra, por conta do conflito, pode entornar o caldo.
Dedeco, uma das lideranças da categoria no Sul, afirma que Bolsonaro perdeu a coragem que dizia ter na campanha eleitoral. “O preço do combustível não pode acompanhar o dólar”, diz. Chorão, que mobiliza caminhoneiros no Centro-Oeste, afirma que o lucro da Petrobras “é exorbitante” e que a briga contra a política de reajustes da empresa ganhará tração nos próximos dias, com o apoio de motoristas de aplicativos.

Quase 3,9 mil municípios brasileiros ainda não instituíram ou estão irregulares com o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente e, por isso, não puderam captar recursos de doação do Imposto de Renda (IR) para essas contas, que podem financiar políticas públicas para esse segmento.
Segundo um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), no ano passado houve um crescimento no número de fundos aptos a receber as doações, que passaram de 1.377 para 1.691, com mais 314 novos fundos, um crescimento de 23% em relação à 2018. Esses fundos receberam mais de R$ 81,8 milhões em repasses, 38% a mais que no ano anterior (R$ 59,2 milhões).
Apesar do avanço, o potencial de arrecadação para essas contas, caso todos os municípios e governos estaduais estivessem aptos, poderia chegar a mais de R$ 10 bilhões por ano, segundo estimativas.
“É nesse sentido que a Confederação Nacional de Municípios (CNM) acredita ser oportuno investir na regularização dos fundos e na captação de recursos para execução de projetos sociais locais, tendo em vista as dificuldades econômicas nacionais e loco regionais e a ausência de uma estrutura de cofinanciamanto que seja regular e envolva os Entes federados”, diz o estudo divulgado pela entidade essa semana.
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