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Os itens que compõem um dos mais tradicionais pratos nacionais, o arroz e feijão, estão entre os alimentos que são mais desperdiçados no país. Somado a todo e qualquer tipo de alimento, o brasileiro joga fora por ano cerca de 41,6 quilos em média de comida no lixo.
De acordo com o portal Extra, segundo a pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com a Embrapa, MindMiners e o programa Sem Desperdício da União Europeia, o arroz e o feijão representam juntos 38% do volume. Em seguida aparecem as carnes bovina e de frango com 35%, leite e derivados com 4% e hortaliças e frutas também com 4%. Além dos itens anteriores, a pesquisa contabilizou massas, grãos e peixes.
O levantamento foi feito com brasileiros de todas as regiões do país de diferentes idades e classes sociais. No total, entre questionários presenciais e online, foram entrevistados cerca de 1764 pessoas.
Para Rodrigo Patah, analista de marketing da MindMiners, o fato do Brasil estar entre os 10 países que mais desperdiçam comida no mundo é justificado pelo comportamento cultural. Ele confirma sua tese ao afirmar que o brasileiro tem o costume de comprar sempre mais do que deveria em nome da fartura.

Jair Bolsonaro formalizou em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) publicada na tarde desta segunda-feira (18) a dispensa unilateral de visto para turistas norte-americanos entrarem no Brasil.
A medida do presidente também será estendida a visitantes da Austrália, Canadá e Japão, também de forma unilateral. O decreto entrará em vigor em 17 de junho deste ano. O presidente brasileiro está em solo americano para encontro com Donald Trump nesta terça-feira (19).
De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, a dispensa do visto de visita presente do decreto é se aplica aos nacionais dos quatro países que sejam portadores de passaportes válidos para: “entrar, sair, transitar e permanecer no território da República Federativa do Brasil, sem intenção de estabelecer residência, para fins de turismo, negócios, trânsito, realização de atividades artísticas ou desportivas ou em situações excepcionais por interesse nacional; e estada pelo prazo de até noventa dias, prorrogável por igual período, desde que não ultrapasse cento e oitenta dias, a cada doze meses, contado a partir da data da primeira entrada no País”.

O presidente do Brasil Jair Bolsonaro anunciou a pretensão de anular as placas de veículos Mercosul. O anúncio foi feito durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais nesta quinta-feira (14), ao lado dos ministros de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
“Vamos ver se a gente consegue anular a placa do Mercosul. É um constrangimento, uma despesa a mais”, disse Bolsonaro, que ainda citou o trabalho do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.
A implementação das placas do Mercosul foi anunciada desde 2014 e deveria ter sido iniciada em janeiro de 2016. No entanto, disputas judiciais acabaram adiando. Em dezembro de 2018 houve uma nova mudança, que permitiu que os departamentos de trânsito das unidades federativas implantassem o modelo até o prazo de 30 de junho de 2019.
A nova placa será obrigatória apenas nos casos de primeiro emplacamento ou, no caso de quem tiver a placa antiga, quando houver troca de município ou de propriedade. O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) também decidiu que não há mais necessidade de as novas placas apresentarem os brasões do estado e do município de emplacamento

Aplicativos com foco na saúde da mulher estão sendo desenvolvidos pelo governo. Os softwares contarão com um botão de socorro para situações de emergência. A iniciativa é uma parceria do Ministério da Saúde com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.
O Ministério da Saúde afirmou que as ferramentas vão trazer conteúdos referente à saúde das mulheres, incluindo prevenção, alimentação saudável, direitos, sexualidade e diversidade. Haverá ainda um espaço voltado à oferta de cuidado para mulheres em situação de violência.
“São conteúdos que permitem que a mulher identifique os ciclos de violência, seus direitos, rede de serviços públicos (saúde, assistência social, justiça e segurança pública), formas de prevenção e como encontrar ajuda”, esclareceu a pasta.
As mulheres que optarem por usar os aplicativos terão que fazer um cadastro com seus dados pessoais, o que permitirá que elas sejam encontradas em casos de emergência. Segundo a Folha de S. Paulo, o governo ainda não definiu se o alerta será emitido ao Disk Denúncia ou se gerará um alerta para a rede de proteção da mulher, a cargo de autoridades municipais ou estaduais.

O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou nesta quarta (06), no DOU (Diário Oficial da União), as portarias de número 151 e 152, publicadas na seção 1. Nestas, há o calendário de leilões de compra de energia elétrica de novos empreendimentos e de geração existente que serão realizados entre 2019 e 2021. As informações são da Agência Brasil.
Para a compra de energia nova, estão previstos, para 2019, o leilão A-4 em 27 de junho e o A-6 em 26 de setembro. Em 2020, devem ser promovidos o leilão A-4 em 23 de abril e o A-6 em 24 de setembro. Para 2021, estão previstos o leilão A-4 em 29 de abril e A-6 em 30 de setembro.
Para a contratação de energia de geração já existente, o cronograma estimado prevê, em 2019, os leilões A-1 e A-2 em 6 de dezembro. Para 2020, as previsões são para os leilões A-1 e A-2 em 4 de dezembro. O ano de 2021 deve ter os leilões A-1 e A-2 em 3 de dezembro.

O governo federal espera cortar cerca de R$ 130 milhões com uma reestruturação planejada para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), conglomerado estatal de comunicação. Segundo a Folha de S. Paulo, a equipe do presidente Jair Bolsonaro pretende cortar custos operacionais e enxugar a folha de pagamento.
O montante de R$ 130 milhões representa pouco mais de um quarto do orçamento atual da EBC. Entre outras medidas previstas pelo novo governo está a fusão dos dois canais de televisão do conglomerado, a TV Brasil e a TV NBR. O novo canal deve priorizar conteúdos culturais e educativos.
Em meio ao processo de conclusão do texto da Reforma da Previdência, uma das estratégias de comunicação defendidas no governo de Jair Bolsonaro (PSL) é a criação de um simulador online para esclarecer dúvidas sobre a regra de transição. Com essa ferramenta, o cidadão poderia calcular sua previsão de aposentadoria. Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, eles avaliam que o simulador evitaria a disseminação de informações falsas sobre a reforma.
Na virada deste sábado (16) para domingo, à meia-noite, termina o horário de verão em São Paulo e outros nove estados brasileiros, bem como no Distrito Federal. Os relógios devem ser atrasados em uma hora, voltando para 23h, ou seja, este sábado será mais longo. O horário de verão começou em 4 de novembro de 2018. No ano passado, o Ministério da Educação pediu para adiar em duas semanas o início, para 18 de novembro. O governo acatou ao pedido, mas depois recuou e manteve a data de 4 de novembro. Em 2018, o Ministério de Minas e Energia realizou estudos em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre a economia do horário de verão para o setor elétrico.

Em postagem no Twitter, presidente anunciou medidas de ‘desburocratização’ para o trânsito. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado (09), via Twitter, que o Ministério de Infraestrutura anunciará a ampliação da validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Segundo o presidente, o titular da pasta, Tarcísio Freitas, também deverá declarar o fim da obrigatoriedade de aulas com simuladores, além de revisão nas questões de emplacamento e de medidas que afetam caminhoneiros. As decisões prometem uma “desburocratização e economia” para o trânsito. Em dezembro de 2018, dias antes de tomar posse, Bolsonaro afirmou que pretendia estender a validade da CNH de cinco para dez anos durante seu governo.

Procurado, o ministério informou que ‘parte dessas contratações não seguiu os critérios processuais regulares’. Foto: Divulgação
O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, suspendeu contratações do Minha Casa Minha Vida feitas nos estertores da gestão de Michel Temer. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo. De acordo com a coluna, a pasta identificou que 17,4 mil novas unidades habitacionais foram autorizadas entre 28 e 30 de dezembro. Procurado, o ministério informou que “parte dessas contratações não seguiu os critérios processuais regulares” e que, por isso, “determinou à Caixa que não autorizasse o início dos empreendimentos até a avaliação final”.