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Sem saber que estava sendo gravado, o ministro Paulo Guedes (Economia) disse, durante reunião do Conselho de Saúde nesta terça-feira (27), que o coronavírus foi “inventado” pela China e que a vacina desenvolvida pelo país asiático é “menos eficiente” do que as doses fabricadas nos Estados Unidos. Também disse que o setor público não terá capacidade de acompanhar o ritmo de atendimentos na saúde.
A reunião é pública e teve transmissão pelo Facebook, mas o vídeo foi apagado. Um problema técnico no celular do Ministério da Saúde teria interrompido o compartilhamento, segundo justificaram funcionários do governo.
Guedes falava sobre as empresas privadas serem mais eficientes que o setor público. Foi informado que a reunião estava sendo gravada e pediu para que deixasse de ser transmitida. Também estavam presentes os ministros Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Marcelo Queiroga (Saúde).
“O chinês inventou o vírus, e a vacina dele é menos efetiva que a do americano. O americano tem 100 anos de investimento em pesquisa. Então os caras falam: qual é o vírus? É esse? Tá bom. Decodifica. Tá aqui a vacina da Pfizer. É melhor que as outras”, afirmou.
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Em reunião do Conselho de Saúde Suplementar nesta terça (27), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que “o chinês inventou o vírus”, mas tem uma vacina menos eficiente do que a desenvolvida por empresas americanas. A declaração ocorreu no dia em que o Senado instala uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a ação do governo federal na pandemia.
Participam do encontro no Palácio do Planalto os ministros Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Marcelo Queiroga (Saúde). A frase sobre as vacinas da China e do EUA foi dita num contexto em que ele defendia a maior eficiência de empresas privadas sobre o setor público.
Os testes clínicos realizados até o momento verificaram uma maior eficácia de imunizantes desenvolvidos por farmacêuticas como Pfizer e Moderna, dos EUA, mas especialistas afirmam que os testes clínicos ocorrem em circunstâncias diferentes e que os dados não podem ser comparados.
Guedes aparentava desconhecer que a reunião estava sendo transmitida pelas redes sociais do Ministério da Saúde. Ao ser informado que a reunião estava sendo gravada, o ministro pediu que ela não fosse veiculada. “Só não manda para o ar por favor”, disse.
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O ex-candidato a presidente da República Levy Fidelix veio a óbito na noite desta sexta-feira (23) em São Paulo. Segundo a Folha, a informação foi confirmada no início da madrugada deste sábado (24) pelo partido de Fidelix, o PRTB.
O político estava internado desde março em um hospital particular na capital paulista em decorrência da Covid-19, mas a causa da morte ainda não foi confirmada pela família dele.
Além da política, Levy Fidelix também era empresário, jornalista e publicitário. Ele concorreu duas vezes à presidência da república [2010 e 2014] e mais quatro vezes para a prefeitura de São Paulo, a última no ano passado quando obteve 11.960 votos. Fidelix também ficou conhecido pela defesa do aerotrem, monotrilho de transporte urbano.

O presidente Jair Bolsonaro comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em anular as condenaçõess do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e mantê-lo elegível. Durante a live semanal na noite desta quinta-feira (15), o mandatário fez comparações entre o governo atual e o do petista, e ainda comparou a decisão do STF com um filme de faroeste.
“O que eu vi acontecer agora há pouco no Brasil, me lembrou do tempo de garoto quando assistia no cinema do seu Lelê, em Eldorado Paulista (SP), filme de cowboy. Então, o cara assaltava algo na Califórnia e começava a cavalgada, uma desembalada, correr em direção ao México. Uma vez transpondo a fronteira com o México, tava tudo resolvido e não podia mais ser preso. Alguns torciam para o bandido, outros torciam para a patrulha, mas aqui no Brasil parece que a mesma coisa acontece hoje em dia”, afirmou.
Para o presidente, o Brasil não quebrou “no último ano”, mas ele irá resolver os problemas, apesar de não querer se intitular “faxineiro” do país. “Querem criticar meu governo, fiquem à vontade, mas puxem um pouquinho pela memória para ver como era no passado”, disse.
Ainda na live, Bolsonaro citou que, caso seja eleito, Lula poderá escolher mais dois ministros do STF. “Não estamos começando aqui uma campanha para 2022. Mas, pela decisão do STF hoje, o Lula é candidato. Faça uma comparação dos ministros do Lula com os nossos ministros. E, se o Lula voltar, pelo voto direto, pelo voto auditável, tudo bem. Agora, veja qual vai ser o futuro do Brasil, o tipo de gente que ele vai trazer para dentro da presidência. Em março de 2023, três meses depois que ele porventura assumir a presidência, ele vai escolher mais dois ministros para o Supremo Tribunal Federal. Mais dois, tá ok, pessoal? Acho que a conclusão cabe a vocês”, pontuou.
“Eu não estou dizendo que sou candidato, nem que sou o melhor do mundo. Mas vamos ter umas eleições pela frente. Estão previstas eleições em 2022. O Lula vai ser candidato, vai estar lá. Tira eu combate para não Quem iria com o Lula para o segundo turno? É só fazer um raciocínio que vocês vão entender qual o futuro de cada um de vocês. Eu já tenho 66 anos de idade, até lá estou com 68, eu já estou no lucro. Estou mais para lá do que para cá, mas vejam qual futuro reserva pra vocês no Brasil, com o que está acontecendo e com esta decisão e hoje do STF anulando as condenações do Lula e tornando ele elegível”, finalizou.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria em uma eventual disputa no segundo turno das eleições contra o atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido). Conforme a pesquisa DataPoder divulgada nesta quarta-feira (14), o petista teria 52% das intenções de voto, contra 34% do militar reformado.
O levantamento ainda mostrou que o presidente não ganharia de nenhum possível candidato com segurança no segundo turno, caso ele fosse realizado hoje. Além de Lula, Bolsonaro também perderia em um confronto direto contra o apresentador da TV Globo Luciano Huck (48% contra 35%).
Quando analisados outros cenários, o atual presidente ficaria em situação de empate técnico com três possíveis candidatos: João Doria (PSDB): 38% contra 37%; Sergio Moro (sem partido): 38% contra 37%; e Ciro Gomes (PDT): 38% contra 38%.
A pesquisa ouviu 3.500 pessoas em todo o país, entre os dias 12 e 14 de abril. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos.

Aberta oficialmente nesta terça-feira (13), a CPI da Pandemia vai investigar a gestão federal na crise sanitária da Covid-19 e também a aplicação de recursos da União por parte de estados e municípios. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), leu na tarde desta terça-feira (13) o ato de criação da comissão parlamentar de inquérito, que não tem a composição definida as articulações entre as bancadas apontam para o tucano Tasso Jeiressati (CE) na presidência e o ex-presidente do senado, Renan Calheiros (MDB-AL) na relatoria.
O requerimento da comissão, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirma que a CPI tem o objetivo de “apurar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio para os pacientes internados” nos primeiros meses de 2021. Após a leitura do requerimento e do ato de criação, os líderes partidários têm 10 dias para nomearem os membros do colegiado.
Durante a sessão, Rodrigo Pacheco informou que, além do proposto por Randolfe Rodrigues, a CPI também poderá apurar eventuais irregularidades em estados e municípios, conforme proposta do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), desde que “limitado às fiscalização de recursos da União repassados aos demais entes federados para combate da pandemia”.
A mudança determinada pela presidência seguiu orientações de técnicos da Mesa Diretora.O pedido de criação da CPI foi protocolado em 4 de fevereiro. A sua instalação, contudo, foi determinada por liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, na última quinta-feira (8). O pleno da Suprema Corte deve julgar o caso nesta quarta-feira (14).

Um dia após divulgar áudios de uma conversa em que o presidente Jair Bolsonaro o pressiona, o senador Jorge Kajuru passou mal na manhã desta segunda-feira (12).
Segundo a coluna de Guilherme Amado, da revista Época, o senador amanheceu com um crise de hipoglicemia e teve de ir ao médico. O parlamentar, que tem diabetes, já foi internado pelo mesmo motivo outras vezes.
No domingo (11), Kajuru divulgou uma conversa telefônica em que Bolsonaro pressiona o senador sobre uma petição a favor da votação de pedidos de impeachment contra ministros do STF e para que, após instalada, a CPI da Covid apure ações de governadores e prefeitos no combate à pandemia.

Nesta última segunda-feira (05), o vereador Rey de Domingão (DEM), durante sessão virtual da Câmara de Vereadores de Brumado , comentou o resultado do ranking do Ideb de 2019 onde, segundo o vereador, o município de Brumado aparece na 18ª colocação.
“Não desmerecendo outras cidades, mas tem cidades bem menores que Brumado e estão em melhor colocação que o nosso município. O prefeito tanto colocava nas mídias que Brumado em 1ª e hoje se encontra em 18º lugar, desculpa do Covid não pode ser, porque toda cidade tem essa doença. Sabemos que Brumado tem mais casos, mas isso não se justifica”, disse o parlamentar Rey.

Na manhã desta segunda-feira (05), durante a sessão virtual da Câmara de Vereadores de Brumado, aconteceu um fato no mínimo cômico, quando o presidente do Legislativo, o vereador José Carlos Marques Pessoa (PSB), o “Zé Carlos de Jonas”, caiu no sono durante a reunião com os vereadores da Casa.
Após um tempo, o edil parece ter sido acordado por alguém que provavelmente o alertou e acompanhava a sessão ao seu lado. Na oportunidade, foram debatidas diversas problemáticas do município, a exemplo do avanço da Covid-19, o novo coronavírus. As imagens logo que caíram nas redes sociais gerou várias críticas à esse vergonhoso do chefe do legislativo brumadense. Veja o vídeo abaixo.

Presidente também tenta diálogo com o Supremo Tribunal Federal. Foto: Divulgação
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decidiu aumentar o espaço do centrão no Palácio do Planalto com o intuito de formar uma coalizão para evitar uma possível abertura de um processo de impeachment.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o mandatário reequilibrou as forças na cúpula do governo, que agora não é mais majoritariamente militar, e passou a ter maioria de auxiliares saídos do Congresso Nacional.
Além disso, Bolsonaro teria escolhido o general da reserva Walter Braga Neto para ocupar o cargo de ministro da Defesa em uma tentativa de convencer o Supremo Tribunal Federal (STF) de que a demissão de Fernando Azevedo e Silva, antigo comandante da pasta, não significava um rompimento com a Corte.
Com os pedidos de demissão dos comandantes das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), a possibilidade do presidente usar a ala militar para uma aventura golpista passou a ser ventilado. Com isso, foi criado um mal-estar com o STF.
Apesar da tese do rompimento institucional ter sido levantada, Bolsonaro afirmou que não irá ultrapassar os limites da Constituição. “Sempre falei para todos os meus ministros: onde é nosso jogo? Nosso jogo é dentro das quatro linhas da Constituição. Não vamos sair deste retângulo ou deste quadrado”, afirmou.