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Ciro manda indireta para Lula: ‘Não me interessa o que fizeram no verão passado’

2 abril 2021 | 20:31

Ex-presidente não assinou manifesto pela democracia. Foto: Reprodução / Instagram

O ex-governador do Ceará e virtual candidato à presidência em 2022, Ciro Gomes (PDT), alfinetou o ex-presidente Lula (PT) pelas redes sociais. Sem citar nomes, o pedetista justificou a assinatura do manifesto em defesa da democracia, ao lado do apresentador Luciano Huck, o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), os governadores João Doria (PSDB-SP) e Eduardo Leite (PSDB-RS) e o ex-presidente do partido Novo, João Amoedo.

“Quem puder, quiser, junte-se a nós nesta luta. Não me interessa o que fizeram no verão passado. Para o ano que vem, 2022, as tarefas são duas: Derrotar Bolsonaro e sua agenda genocida, antinacional, entreguista, corrupta, e antipovo e, mais importante: 

Reconciliarmos o povo brasileiro ao redor de um generoso Projeto Nacional de Desenvolvimento que nos tire do ambiente de terra arrasada – socioeconômica e de saúde pública – em que fomos atolados pelo ódio, pela falta de projeto e conversa mole travestida de esquerda”, escreveu Ciro em sua conta no Twitter.

Em entrevista nesta quinta-feira (1º) para o jornalista Reinaldo de Azevedo, Lula alegou que não fez parte do manifesto porque ‘todos eles tiveram a chance em 2018 de deixar a democracia garantida votando no Haddad e preferiram votar no Bolsonaro’. O petista também criticou Ciro, que ele ‘foi para Paris e não votou’.

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Oposição protocolará pedido de impeachment de Bolsonaro por cooptação das Forças Armadas

31 março 2021 | 8:48


Pleito é encampado por grupo de deputados e senadores. Foto: Divulgação

Líderes de partidos de oposição no Congresso devem apresentar na quarta (31) um pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), diz a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.

Os parlamentares alegarão que Bolsonaro tentou cooptar as Forças Armadas. Eles foram motivados pela demissão coletiva do ministro da Defesa, Fernando Azevedo, lga que levou à renúncia conjunta dos comandantes do Exército, da Aeronáutica e da Marinha.

Ainda de acordo com a comuna, o pedido será assinado pelos senadores Jean Paul Prates (PT-RN), líder da minoria no Senado, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição no Senado; pelos deputados Marcelo Freixo (PSOL-RJ), líder da minoria na Câmara, e Alessandro Molon (PSB-RJ), líder da oposição na Câmara, e Arlindo Chinaglia (PT-SP), líder da minoria no Congresso.

Nesta terça (30), pela primeira vez na história do Brasil, os três comandantes das Forças Armadas pediram renúncia conjunta por discordar do presidente da República nesta terça (30). Edson Leal Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Bermudez (Aeronáutica) colocaram seus cargos à disposição.

Eles protestaram contra a demissão sumária, na véspera, do general da reserva Fernando Azevedo da Defesa. O presidente o pressionava a alinhar as Forças com a defesa política do governo e o apoio a medidas contra o isolamento social na pandemia.

O recado chegou a Braga Netto na noite anterior, e ele pediu o encontro para tentar dissuadi-los. Na reunião da manhã, falou com os três e com seu antecessor ainda no cargo, o também general da reserva Fernando Azevedo, demitido por Jair Bolsonaro na segunda.

Contrariado pelo movimento, que circulou na noite de segunda, o novo ministro da Defesa, Walter Braga Netto, participou de uma tensa reunião na qual anunciou que eles estariam demitidos por ordem de Jair Bolsonaro.

Bolsonaro ‘pediu cabeça’ de Pujol após recusa de críticas à decisão do STF sobre Lula

30 março 2021 | 10:46


Comandante do Exército teria interpretado que ataque lançaria as Forças Armadas num terreno perigoso. Edson Leal Pujol, comandante do Exército (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil).

A gota d’água que fez o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pedir a cabeça do comandante do Exército, Edson Pujol, foi a recusa do general em se manifestar sobre a decisão judicial que anulou as condenações do ex-presidente Lula no início do mês, segundo a colunista Thaís Oyama, do portal UOL. “O presidente esperava um posicionamento e ele não veio”, afirmou um assessor palaciano.

Segundo a publicação, Bolsonaro cobrava de Pujol uma iniciativa semelhante à que teve o ex-comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, em 2018. Naquele ano, às vésperas do julgamento no Supremo Tribunal Federal do habeas corpus que poderia tornar Lula elegível, o general publicou um tuíte dizendo que o Exército repudiava a impunidade — no que foi interpretado como uma tentativa dos dos militares de pressionar o STF a barrar a candidatura do petista.

Pujol, embora crítico da decisão que tornou Lula ficha-limpa, tomada no dia 9 de março pelo ministro Edson Fachin, se recusou a endossar qualquer manifestação pública contra ela.  Ainda conforme a coluna, seu superior imediato, o agora ex-ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva, por sua vez, disse ao presidente que não poderia obrigar o comandante do Exército a fazer o que ele, Bolsonaro, desejava, e que uma tomada de posição do Exército naquele momento poderia lançar as Forças Armadas num terreno perigoso.

Segundo Oyama, o governo já discute os nomes que poderão substituir Pujol, cujas convicções legalistas lhe renderam no entorno de Bolsonaro o epíteto de “isentão”.

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Fabrício Abrantes culpa administração municipal pelo grande número de óbitos em Brumado

30 março 2021 | 8:48

Foto: Divulgação

O ex-candidato a prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes (DEM), lamentou os 120 óbitos registrados na cidade do Sudoeste baiano, em decorrência da pandemia do Coronavírus. Na sua opinião, os números se devem à falta de atuação da administração municipal.

“Infelizmente, o nosso município tem sofrido bastante com essa pandemia. Acredito que a nossa cidade merece uma atenção melhor por parte da gestão, o devido cuidado com a nossa população. O diálogo não está acontecendo. Cidades menores adotaram medidas restritivas, tomaram providências no início da pandemia e têm conseguido, de certa forma, combater esse vírus. Falta participação da gestão”, afirmou Fabrício Abrantes.

Fabrício acrescentou que decidiu se posicionar em razão do agravamento da pandemia no município. “Acredito que Brumado tem condições de melhorar e superar esses índices. A sociedade é quem mais sofre com esse tipo de gestão”. Acrescentou.

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Vereadores que não são do grupo do prefeito votaram a favor da indicação que solicita implantação de restaurante popular

30 março 2021 | 0:29

Foto: Divulgação

Nesta segunda-feira (29) na Câmara de Vereadores de Brumado, aconteceu mais uma sessão, onde uma indicação dos vereadores solicitando do chefe do executivo de Brumado a criação de um restaurante popular no município.

O vereador Rey de Domingão (DEM) comentou a importância da indicação e também que os vereadores que não são da base do prefeito Eduardo Vasconcelos votaram a favor. “Vejo com muita importância a implantação de um restaurante popular em nossa cidade, por isso, votamos a favor dessa indicação. Não só eu, mas como os vereadores, Harley Lopes, Beto Bonelly, Amarildo Bonfim, Vanderlei Boca e Rubens Araújo votaram.

“Pois entendemos que será um grande benefício para nosso município tão abandonado. Somos representantes do povo e sempre que vier um projeto em que beneficia a população estaremos votando”.

Presidente Jair Bolsonaro confirma troca em seis ministérios

29 março 2021 | 19:07

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro realizou nesta segunda-feira (29) uma reforma ministerial com seis trocas no primeiro escalão do governo. As trocas foram anunciadas pelo Palácio do Planalto. Três auxiliares apenas mudam de função. Atual titular da secretaria de Governo,  Luiz Eduardo Ramos vai para a Casa Civil.

Ramos substitui Braga Netto, que foi transferido para a Defesa, em lugar de Fernando Azevedo e Silva (deixou o governo). O atual titular da Justiça e Segurança Pública André Mendonça volta para a Advocacia Geral da União. O delegado da Polícia Federal,  atual secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, assume a Justiça.

O Ministério das Relações Exteriores será comandado pelo embaixador Carlos Alberto Franco França, diplomata de carreira atualmente lotado no cerimonial do Itamaraty. Já na Secretaria de Governo, no lugar de Ramos, foi nomeada a  deputada federal Flávia Arruda (PL-DF);

As mudanças surpreenderam porque, até o fim de semana, a única troca tida como provável nesta semana era a do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Mas nesta segunda,Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e José Levi (Advocacia Geral da União)) também se desligaram do governo. Com informações do G1.

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Vereador Renato Santos foi expulso do partido PODEMOS por infidelidade partidária e poderá perder mandato

22 março 2021 | 14:30

Foto: Brumado Verdade

O mandato do vereador de Brumado Renato Santos poderá ser retirado, pois, nesta segunda-feira (22), foi protocolado na Câmara o comunicado da expulsão do político. O partido afirma ainda que o mandato pertence ao partido e o político Renato Santos Teixeira não possui votos suficientes para ter uma cadeira na Câmara sem contar com a votação da legenda.

A expulsão por infidelidade partidária deveu-se pela divulgação de um vídeo ainda na campanha eleitoral no qual o candidato Renato Santos divulgou apoio ao candidato Dr. Geraldo Azevedo, sendo que o candidato a vice-prefeito Dr. Aurino estava em campanha pelo PODEMOS.

O processo de expulsão seguiu para o Conselho de Ética do partido, que deu direito a ampla defesa ao acusado e decidiu por unanimidade pela expulsão. O processo seguiu para comissão do PODEMOS que votou por unanimidade pela expulsão do político Renato Santos. Em seu lugar irá assumir o primeiro suplente do partido Agno Meira, ex-vereador.

Foto: Divulgação

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Brumado: Câmara aprova projeto de lei para compra de vacinas

20 março 2021 | 9:15

Foto: Nildo Freitas/Brumado Verdade

Foi aprovado nesta sexta-feira (19), em sessão virtual realizada pela Câmara Municipal de Vereadores, o projeto para compra de vacinas contra a Covid-19, bem como o sistema de vacinação através de drive-thur. A proposta não obriga o prefeito na compra das vacinas, no entanto, se haver uma oportunidade, o projeto já estará disponível.

O projeto é de autoria dos vereadores: Harley Lopes, Rubens Araújo, Rey de Domingão, Cesar bar, Amarildo Bonfim, Vanderlei boca, João Vasconcelos, Beto Bonelly, e foi aprovado por unanimidade pelos vereadores. Agora segue para a sanção do prefeito Eduardo Vasconcelos (PSB) que não tem desculpas para se esquivar em comprar as vacinas.

Com relação à implantação do sistema drive-thur, para organizar o processo de imunização no município, segundo o vereador Rey de Domingão, o sistema tem bons resultados para evitar aglomerações e garantir a menor exposição das pessoas ao vírus e acabar com a humilhação das filas no local de vacinação.

Em nova pesquisa, Lula e Ciro venceriam Bolsonaro no segundo turno

17 março 2021 | 19:58

Segundo a PoderData, Lula e Bolsonaro estariam empatados tecnicamente no primeiro turno.
Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Segundo a pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira, tanto Lula (PT) quanto Ciro Gomes (PDT), venceriam Jair Bolsonaro (sem partido) num eventual segundo turno.

De acordo com o levantamento, o petista levaria pequena vantagem já no primeiro turno, com 34% contra 30% do atual presidente. Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, há um empate técnico.

Já no segundo turno entre os dois, Lula teria 41% e Bolsonaro ficaria com 36%. Ciro também venceria o atual presidente em um confronto direto, tendo 39% contra 34% de Bolsonaro. A pesquisa foi realizada nesta semana em todo o país com 3.500 pessoas.

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Rejeição a Bolsonaro na gestão do combate à pandemia bate recorde, aponta Datafolha

17 março 2021 | 7:14

Foto: Divulgação

Após um ano do primeiro caso de coronavírus no Brasil e de mais de 282 mil vítimas da Covid-19, a rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no combate à pandemia chegou a ser pior índice: 54% dos brasileiros veem a postura do chefe do Executivo como péssima ou ruim.

Os dados são da pesquisa Datafolha, realizada nesta segunda (15) e terça-feira (16), com 2.023 pessoas. As entrevistas, cujo resultado foi divulgado no fim da noite de ontem, foram feitas por telefone.

Os números mostram que na pesquisa anterior, feita em janeiro, a rejeição de Bolsonaro era de 48%. Em contrapartida, caiu o número de pessoas que acham o combate ótimo ou bom: de 26% em janeiro para 22% agora. Enquanto isso, 24% consideram a gestão regular e 1% não opinou a respeito.

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