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O ex-presidenciável João Amoêdo (Novo) defendeu nas suas redes sociais, nesta quarta-feira (3), a abertura do processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Para o liberal, não faltam crimes contra o chefe do Executivo nacional.
“Não faltam crimes. Falta a abertura do processo de impeachment”, declarou Amoêdo em seu perfil no Twitter. O fundador do partido Novo ainda criticou os políticos que alegam faltar clima político para o impeachment e classificou o fato como “inaceitável”.
“Com a situação atual do Brasil, a justificativa de que falta clima político para o impeachment é inaceitável. O que nos falta é espírito público, solidariedade, coragem e atitude. Nossa responsabilidade como cidadão é criar esse clima e não utilizar a sua ausência como desculpa”, escreveu.

As Câmaras de Vereadores das cidades de Ilhéus e Feira de Santana decidiram suspender as sessões em virtude do crescimento dos casos da Covid-19. Os anúncios foram feitos nesta segunda-feira (22).
A suspensão em Feira vale entre esta segunda e quarta-feira (24) e foi definida após alguns servidores da Casa testarem positivo para o novo coronavírus. Já em Ilhéus, as atividades ficarão suspensas até pelo menos sexta (26).
Por causa da contaminação em funcionários da Câmara de Feira, os dois prédios serão sanitizados. O atendimento ao público está suspenso de forma temporária e só podem ter acessos às dependências vereadores e funcionários do local.
No caso de Ilhéus, também não haverá atendimento ao público, no entanto, existe a possibilidade de convocação de sessão extraordinária para deliberações em caso de urgência ou relevante interesse público.

Em sessão finalizada na noite desta sexta-feira (19), os deputados decidiram pela manutenção da prisão do também deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ). A votação finalizou com 364 favoráveis a manutenção e 130 contra.
Silveira foi preso na madrugada de sexta-feira por decisão do ministro Alexandre de Moraes. Na tarde do mesmo dia, o plenário do Supremo Tribunal Federal ratificou a prisão.
O deputado foi preso em flagrante após publicar um vídeo com ataque aos ministros da Corte e com defesas ao AI-5.

Na última sessão da câmara da segunda-feira (15), vereadora Lia Teixeira votou mais uma vez nos projetos polêmicos do prefeito Eduardo Vasconcelos, inclusive no projeto de redução da licença maternidade, das funcionárias do município de 6 para 4 meses.
Na outra gestão do prefeito, esse mesmo projeto foi apresentado na câmara e as vereadoras Lia Teixeira e Ilka Abreu votaram a favor do projeto do prefeito, causando um mal estar entre as mulheres do município.
Com medo de sofrer represálias do gestor municipal a vereadora torna repetir o feito sem pestanejar e entra para a história do município de podar o direito materno que a mulher tem de amamentar o seu filho por mais tempo, inclusive essa é uma lei federal.

Usando a tribuna da casa, o vereador Rey de Domingão (DEM), leu um manifesto escrito pelo presidente do Democratas de Brumado Fabrício Abrante sobre os projetos polêmicos do prefeito. no final da sessão falou sobre a não aprovação no Legislativo dos projetos enviados pelo chefe do executivo brumadense, Eduardo Vasconcelos (PSB), na sessão histórica desta segunda-feira (15).
“Isso não existe, a pauta da sessão desta segunda foi enviada aos vereadores na última sexta-feira, 12, às 19h30 via Whatsapp, e somente tivemos acesso aos projetos na manhã desta segunda-feira (15) o mesmo dia da votação, e não houve tempo hábil para ler e discutir a quantidade de projetos.
A não aprovação desses projetos polêmicos mostra que não vamos ser coniventes com essa atitude do gestor, não é questão de não aprovar os projetos, a questão é que não dava tempo de analizar os detalhes de cada projeto. O povo é quem agradece a atitude dos vereadores que votaram contra”, frisou o vereador Rey de Domingão.

Na noite desta segunda-feira (15), o vereador Rey de Domingão (DEM), oposição ao prefeito Eduardo Vasconcelos (PSB) pediu a retirada de pauta bomba que trazia os projetos polêmicos do prefeito para uma maior avaliação dos parlamentares. O pedido não foi acatado pelo presidente José Carlos de Jonas (PSB), continuou na pauta do dia. Para surpresa de todos os presentes, 3 vereadores da base do governo votaram contra os projetos mais polêmicos, caracterizando mais uma derrota do prefeito Eduardo Vasconcelos.
Na Sessão polêmica, foram rejeitados pelo voto da maioria dos vereadores, a obrigatoriedade às concessionárias de água e energia para fazer consulta à Prefeitura, antes de autorizarem ligação nova ou mudança do titular da conta; a mudança do horário das Escolas por Tempo Integral, a diminuição do tempo da licença maternidade, a revogação do empréstimo consignado, o aumento da carga horária de regência pra os professores municipais, a concessão dos serviços de cemitério, e a cobrança do IPTU que seria estendido na zona rural do município e outros.
Veja a relação dos vereadores que votaram a favor do povo:
Rey de Domingão, Boca, Harley, Beto Bonelly, Amarildo, Rubens Araújo, João Vasconcelos e Verimar do Sindicato.
Os vereadores que traíram a confiança do povo:
José Carlos de Jonas, Thiago Amorim, Renato Santos, Nem Wanderley, Lia Teixeira, Palito, e Céasr Bar.

por Matheus Morais
O novo ministro da Cidadania, João Roma, usou suas redes sociais nesta segunda-feira (15) para agradecer ao presidente Jair Bolsonaro pela oportunidade de ocupar o cargo.
Roma afirma que assumir a pasta é “uma missão desafiadora”. “Dedicarei todos os meus esforços. Para mim, nordestino, é uma grande honra representar a nossa região como ministro de estado, responsável por promover a dignidade da nossa gente, através de ações que estimulam o desenvolvimento social dos brasileiros”, escreveu em seu perfil no Instagram.
“A missão maior é não deixar ninguém para trás e garantir direitos e benefícios para aqueles que mais precisam. Agradeço ao presidente Bolsonaro pela confiança e ao meu partido, Republicanos, na pessoa do presidente Marcos Pereira, pelo total apoio e incentivo”, completa.
Roma, ex-aliado político do presidente nacional do DEM, ACM Neto, foi criticado pelo ex-prefeito de Salvador que não queria que ele assumisse o posto. “Considero lamentável a aceitação, pelo deputado João Roma, do convite do Palácio do Planalto para assumir o Ministério da Cidadania. A decisão me surpreende porque desconsidera a relação política e a amizade pessoal que construímos ao longo de toda a vida”, disse ACM Neto.
O novo ministro chegou a afirma ao Jornal Folha de São Paulo que estava sendo afetado por “uma briga” entre ACM Neto e Rodrigo Maia.

O vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), usou uma rede social neste domingo (14) para afirmar que p presidente Jair Bolsonaro (sem partido) invadiu uma competência exclusiva do Legislativo ao editar decretos que flexibilizam o uso e a compra de armas de fogo no país. Para o parlamentar, o assunto deveria ser tratado no Congresso.
Na publicação, Marcelo Ramos disse que “mais grave do que o conteúdo dos decretos” é o fato de Bolsonaro, na avaliação do deputado, “exacerbar do seu poder regulamentar e adentrar numa competência que é exclusiva do Pode Legislativo”. “O presidente pode discutir sua pretensão, mas encaminhando projeto de lei à Câmara”, escreveu.
Na última sexta-feira (12), o presidente da República assinou quatro decretos que modificam atos anteriores editados pelo próprio Bolsonaro. A flexibilização no uso e na compra de armas foi uma das principais promessas de campanha do presidente e uma das principais causas defendidas por ele ao longo do mandato.
Decretos são atos do presidente da República que devem regulamentar leis. Por isso, não passam pela aprovação do Congresso. No caso, Bolsonaro afirma que está regulamentando o Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003. As novas regras passam a valer em 60 dias.
Entre outros pontos, os decretos aumentam o número de armas que um cidadão comum pode adquirir; ampliam o número de categorias profissionais que têm direito a comprar armas e munições controladas pelo Exército; flexibilizam a comprovação de aptidão psicológica para colecionadores, atiradores e caçadores (CACs); e mudam as regras de munição e armas para os CACs.
Os novos decretos de Bolsonaro sobre armas também foram alvos de críticas de entidades da área de segurança pública.

No pacote de projetos encaminhados à Câmara de Vereadores de Brumado para votação desta segunda-feira (15), o prefeito Eduardo Vasconcelos (PSB) incluiu também a tabela de atualização com reajuste do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU), redefinir os feriados do município, revogar o dispositivo da lei municipal, que institui o plano de carreira, cargos e salários dos profissionais da educação, e outros.
A pauta bomba que será votada nesta segunda-feira (15), terá doze projetos de autoria do poder executivo, todos em regime de urgência urgentíssima, sem apreciação dos leigos e inexperientes vereadores. Sem nenhuma surpresa para quem já conhece o autoritarismo do gestor.
Nos bastidores do legislativo, alguns vereadores que compõem a base aliada do prefeito na câmara, se mostraram insatisfeitos com os projetos que foram empurrados goela abaixo para serem votados sem tempo hábil para uma discussão. A bancada de oposição também articula reprovar propostas enviadas pelo prefeito de Brumado, que vai de encontro aos interesses da população.
No mandato anterior, o gestor agiu da mesma forma truculenta, autoritária e transformou a câmara em um campo de batalha, más teve que recuar, pois encontrou resistência da maioria dos vereadores, Hoje vamos saber a real verdade dessa nova composição de vereadores que se dizem representar a população brumadense. Cada povo tem o governo que merecem.

Com a ida de João Roma deputado federal (Republicanos), para o ministério da Cidadania no governo de Bolsonaro Tia Eron que é a primeira suplente do partido, assume a vaga do deputado federal na próxima semana.
Tia Eron é uma batalhadora nata, e ira fazer um excelente trabalho em toda Bahia, principalmente no interior, onde foi sempre bem votada. O partido aguarda com ansiedade o seu retorno à vida pública, através de seu mandato.