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Como já era esperado o Projeto de Lei 15/2021 de autoria do Poder Executivo de Brumadoque que amplia limite para abertura de créditos suplementares foi aprovado em segunda votação na sessão desta segunda-feira (08). O Bloco da situação que votaram a favor foi liderado por: Tiago Amorim, Renato Santos, Lia Teixeira, Cesar Bar, Nem Wanderley, Palito e Verimar do PT.
A maioria dos vereadores aprovaram o projeto do prefeito em segunda votação. Foram 8 votos favoráveis e 7 contra, lembrando que o presidente da Casa, vereador José Carlos de Jonas (PSB) desempatou o placar com seu voto minerva. Votaram contra: Rey de Domingão, Amarildo, Beto Bonelly, João Vasconcelos, Boca, Harley e Rubens Araújo.

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) criticou uma possível candidatura de Lula para a presidência da República nas eleições de 2022. Para o pedetista, o debate em torno da elegibilidade do petista precisa ser superada.
“Nós vamos ficar discutindo: o Lula é elegível? O Lula é inelegível? Olha, esse filme eu já vi. Não contem comigo. Não contem comigo para esse circo mambembe porque a tragédia brasileira não permite mais contemporização”, disparou durante entrevista para a coluna de Kennedy Alencar, do portal Uol.
“Quem é o mais importante líder do campo progressista brasileiro? O Lula. Tenho humildade de reconhecer. O Lula nunca aceitou essa conversa. Quando nós entabularmos essa conversa, até o Fernando Henrique [Cardoso, ex-presidente] veio, e o Lula simplesmente censurou o manifesto, que o mundo inteiro assinou, inclusive eleitores tradicionais dele, o Lula esculhamba, dizendo que não era Maria vai com as outras. O Lula só pensa em si. Depois de se pensar no PT, o Brasil vem em décimo quinto lugar”, completou.
Ciro também acredita que seria uma retrocesso um retorno do PT ao poder. “Derrotar o Bolsonaro e construir uma saída para o Brasil, é razoável que a saída para o Brasil seja voltar o Lula e o petismo ao poder? É isso, a volta ao passado, de quem tendo tido a oportunidade de ouro de governar por 14 anos, com popularidade que alcançou 86%, não ter promovido uma única mudança institucional na vida brasileira?”, questionou.
Para o pedetista, os partidos de oposição ao presidente Jair Bolsonaro deveriam estar se articulando e não brigando entre si. “Nós não tínhamos nada que ficar brigando entre nós. Nós tínhamos que estar todos sentados ao redor de uma mesa, discutindo basicamente o que aconteceu pro povo nos abandonar. Se a gente não entender isso, não é punir ninguém, é para gente ter humildade e pedir reconciliação com nosso sofrido povo, que afinal de contas é vítima de tudo isso”.

Em entrevista à rádio Metrópole, petista admitiu que pretende disputar sucessão de Rui Costa Foto: Matheus Morais/Bahia.Ba
O senador Jaques Wagner (PT) afirmou na manhã desta quinta-feira (4) que pretende disputar o governo do Estado em 2022. Apesar de suas pretensões eleitorais, o ex-governador afirma que, diante da crise sanitária que o país atravessa, ainda não é o momento para discutir a sucessão.
“Sou [candidato]. Mas estou insistindo em dizer para as pessoas que, para chegar em 2022, temos que estar trabalhando na angústia do povo, trabalhando por auxílio. Não dá para conversar sobre eleição agora. Conversar de eleição é extraterrestre”, disse Wagner em entrevista à rádio Metrópole.
Embora seja cotado internamente para ser o nome petista para o pleito do próximo ano, é a primeira vez que Wagner admite a intenção de concorrer novamente ao Palácio de Ondina.

O ex-presidenciável João Amoêdo (Novo) defendeu nas suas redes sociais, nesta quarta-feira (3), a abertura do processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Para o liberal, não faltam crimes contra o chefe do Executivo nacional.
“Não faltam crimes. Falta a abertura do processo de impeachment”, declarou Amoêdo em seu perfil no Twitter. O fundador do partido Novo ainda criticou os políticos que alegam faltar clima político para o impeachment e classificou o fato como “inaceitável”.
“Com a situação atual do Brasil, a justificativa de que falta clima político para o impeachment é inaceitável. O que nos falta é espírito público, solidariedade, coragem e atitude. Nossa responsabilidade como cidadão é criar esse clima e não utilizar a sua ausência como desculpa”, escreveu.

As Câmaras de Vereadores das cidades de Ilhéus e Feira de Santana decidiram suspender as sessões em virtude do crescimento dos casos da Covid-19. Os anúncios foram feitos nesta segunda-feira (22).
A suspensão em Feira vale entre esta segunda e quarta-feira (24) e foi definida após alguns servidores da Casa testarem positivo para o novo coronavírus. Já em Ilhéus, as atividades ficarão suspensas até pelo menos sexta (26).
Por causa da contaminação em funcionários da Câmara de Feira, os dois prédios serão sanitizados. O atendimento ao público está suspenso de forma temporária e só podem ter acessos às dependências vereadores e funcionários do local.
No caso de Ilhéus, também não haverá atendimento ao público, no entanto, existe a possibilidade de convocação de sessão extraordinária para deliberações em caso de urgência ou relevante interesse público.

Em sessão finalizada na noite desta sexta-feira (19), os deputados decidiram pela manutenção da prisão do também deputado bolsonarista Daniel Silveira (PSL-RJ). A votação finalizou com 364 favoráveis a manutenção e 130 contra.
Silveira foi preso na madrugada de sexta-feira por decisão do ministro Alexandre de Moraes. Na tarde do mesmo dia, o plenário do Supremo Tribunal Federal ratificou a prisão.
O deputado foi preso em flagrante após publicar um vídeo com ataque aos ministros da Corte e com defesas ao AI-5.

Na última sessão da câmara da segunda-feira (15), vereadora Lia Teixeira votou mais uma vez nos projetos polêmicos do prefeito Eduardo Vasconcelos, inclusive no projeto de redução da licença maternidade, das funcionárias do município de 6 para 4 meses.
Na outra gestão do prefeito, esse mesmo projeto foi apresentado na câmara e as vereadoras Lia Teixeira e Ilka Abreu votaram a favor do projeto do prefeito, causando um mal estar entre as mulheres do município.
Com medo de sofrer represálias do gestor municipal a vereadora torna repetir o feito sem pestanejar e entra para a história do município de podar o direito materno que a mulher tem de amamentar o seu filho por mais tempo, inclusive essa é uma lei federal.

Usando a tribuna da casa, o vereador Rey de Domingão (DEM), leu um manifesto escrito pelo presidente do Democratas de Brumado Fabrício Abrante sobre os projetos polêmicos do prefeito. no final da sessão falou sobre a não aprovação no Legislativo dos projetos enviados pelo chefe do executivo brumadense, Eduardo Vasconcelos (PSB), na sessão histórica desta segunda-feira (15).
“Isso não existe, a pauta da sessão desta segunda foi enviada aos vereadores na última sexta-feira, 12, às 19h30 via Whatsapp, e somente tivemos acesso aos projetos na manhã desta segunda-feira (15) o mesmo dia da votação, e não houve tempo hábil para ler e discutir a quantidade de projetos.
A não aprovação desses projetos polêmicos mostra que não vamos ser coniventes com essa atitude do gestor, não é questão de não aprovar os projetos, a questão é que não dava tempo de analizar os detalhes de cada projeto. O povo é quem agradece a atitude dos vereadores que votaram contra”, frisou o vereador Rey de Domingão.

Na noite desta segunda-feira (15), o vereador Rey de Domingão (DEM), oposição ao prefeito Eduardo Vasconcelos (PSB) pediu a retirada de pauta bomba que trazia os projetos polêmicos do prefeito para uma maior avaliação dos parlamentares. O pedido não foi acatado pelo presidente José Carlos de Jonas (PSB), continuou na pauta do dia. Para surpresa de todos os presentes, 3 vereadores da base do governo votaram contra os projetos mais polêmicos, caracterizando mais uma derrota do prefeito Eduardo Vasconcelos.
Na Sessão polêmica, foram rejeitados pelo voto da maioria dos vereadores, a obrigatoriedade às concessionárias de água e energia para fazer consulta à Prefeitura, antes de autorizarem ligação nova ou mudança do titular da conta; a mudança do horário das Escolas por Tempo Integral, a diminuição do tempo da licença maternidade, a revogação do empréstimo consignado, o aumento da carga horária de regência pra os professores municipais, a concessão dos serviços de cemitério, e a cobrança do IPTU que seria estendido na zona rural do município e outros.
Veja a relação dos vereadores que votaram a favor do povo:
Rey de Domingão, Boca, Harley, Beto Bonelly, Amarildo, Rubens Araújo, João Vasconcelos e Verimar do Sindicato.
Os vereadores que traíram a confiança do povo:
José Carlos de Jonas, Thiago Amorim, Renato Santos, Nem Wanderley, Lia Teixeira, Palito, e Céasr Bar.

por Matheus Morais
O novo ministro da Cidadania, João Roma, usou suas redes sociais nesta segunda-feira (15) para agradecer ao presidente Jair Bolsonaro pela oportunidade de ocupar o cargo.
Roma afirma que assumir a pasta é “uma missão desafiadora”. “Dedicarei todos os meus esforços. Para mim, nordestino, é uma grande honra representar a nossa região como ministro de estado, responsável por promover a dignidade da nossa gente, através de ações que estimulam o desenvolvimento social dos brasileiros”, escreveu em seu perfil no Instagram.
“A missão maior é não deixar ninguém para trás e garantir direitos e benefícios para aqueles que mais precisam. Agradeço ao presidente Bolsonaro pela confiança e ao meu partido, Republicanos, na pessoa do presidente Marcos Pereira, pelo total apoio e incentivo”, completa.
Roma, ex-aliado político do presidente nacional do DEM, ACM Neto, foi criticado pelo ex-prefeito de Salvador que não queria que ele assumisse o posto. “Considero lamentável a aceitação, pelo deputado João Roma, do convite do Palácio do Planalto para assumir o Ministério da Cidadania. A decisão me surpreende porque desconsidera a relação política e a amizade pessoal que construímos ao longo de toda a vida”, disse ACM Neto.
O novo ministro chegou a afirma ao Jornal Folha de São Paulo que estava sendo afetado por “uma briga” entre ACM Neto e Rodrigo Maia.