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Foi aprovado nesta sexta-feira (19), em sessão virtual realizada pela Câmara Municipal de Vereadores, o projeto para compra de vacinas contra a Covid-19, bem como o sistema de vacinação através de drive-thur. A proposta não obriga o prefeito na compra das vacinas, no entanto, se haver uma oportunidade, o projeto já estará disponível.
O projeto é de autoria dos vereadores: Harley Lopes, Rubens Araújo, Rey de Domingão, Cesar bar, Amarildo Bonfim, Vanderlei boca, João Vasconcelos, Beto Bonelly, e foi aprovado por unanimidade pelos vereadores. Agora segue para a sanção do prefeito Eduardo Vasconcelos (PSB) que não tem desculpas para se esquivar em comprar as vacinas.
Com relação à implantação do sistema drive-thur, para organizar o processo de imunização no município, segundo o vereador Rey de Domingão, o sistema tem bons resultados para evitar aglomerações e garantir a menor exposição das pessoas ao vírus e acabar com a humilhação das filas no local de vacinação.

Segundo a pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira, tanto Lula (PT) quanto Ciro Gomes (PDT), venceriam Jair Bolsonaro (sem partido) num eventual segundo turno.
De acordo com o levantamento, o petista levaria pequena vantagem já no primeiro turno, com 34% contra 30% do atual presidente. Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, há um empate técnico.
Já no segundo turno entre os dois, Lula teria 41% e Bolsonaro ficaria com 36%. Ciro também venceria o atual presidente em um confronto direto, tendo 39% contra 34% de Bolsonaro. A pesquisa foi realizada nesta semana em todo o país com 3.500 pessoas.

Após um ano do primeiro caso de coronavírus no Brasil e de mais de 282 mil vítimas da Covid-19, a rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no combate à pandemia chegou a ser pior índice: 54% dos brasileiros veem a postura do chefe do Executivo como péssima ou ruim.
Os dados são da pesquisa Datafolha, realizada nesta segunda (15) e terça-feira (16), com 2.023 pessoas. As entrevistas, cujo resultado foi divulgado no fim da noite de ontem, foram feitas por telefone.
Os números mostram que na pesquisa anterior, feita em janeiro, a rejeição de Bolsonaro era de 48%. Em contrapartida, caiu o número de pessoas que acham o combate ótimo ou bom: de 26% em janeiro para 22% agora. Enquanto isso, 24% consideram a gestão regular e 1% não opinou a respeito.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou na tarde deste domingo (14) que continua no cargo e não sairá até que o presidente Jair Bolsonaro peça.
“Eu não estou doente, continuo como ministro da Saúde até que o presidente da República peça o cargo. A minha missão é salvar vidas”, disse ele por meio da assessoria do Ministério, informou a CNN Brasil.
A declaração acontece em meio a discussões do governo para substitui-lo. A troca teria sido tema de uma reunião de Bolsonaro com ministros da ala militar na noite deste sábado (13), da qual participaram Braga Neto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Fernando Azevedo (Defesa) e o próprio Pazuello.
Segundo avaliação de bastidores, a mudança da estratégia do governo em relação à pandemia, de focar na vacinação, deveria ser coroada com uma troca no comando da pasta. Segundo interlocutores do presidente, isso deve ocorrer nos próximos dias.
Nesta tarde, o presidente se encontrou com Ludhmila Hajjar, cardiologista e intensivista cotada para assumir a posição.

O presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido), se reuniu na noite de sábado (13), em Brasília com os ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Walter Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Fernando Azevedo (Defesa).
O encontro, que não constava na agenda do militar nem de nenhuma das autoridades presentes, aconteceu no Hotel de Trânsito do Exército, onde Pazuello mora.
De acordo com a Secretaria Especial de Comunicação, a reunião foi um compromisso de teor privado do presidente. O assunto tratado no encontro não foi divulgado.
A reunião entre os ministros ocorre em meio ao aumento da pressão para a demissão de Pazuello. Apesar das críticas pelo processo de aquisição das vacinas para o Brasil e pela falha na imunização da população, interlocutores do presidente descartam uma mudança imediata, mas confirmam o interesse na troca.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) negou que tenha chamado o novo coronavírus de ‘gripezinha’ em algum momento durante a pandemia. Em live na quinta-feira (11), o militar reformado disse que nunca minimizou a gravidade da doença.
“Eu quero aqui, rapidamente, dar uma entrada, em especial àqueles que nos criticam sem qualquer base. ‘Ah, o governo abandonou no tratamento ao covid, ah, ele é antivacina, ele falou que era uma gripezinha’. Estou esperando alguém mostrar um áudio ou um vídeo dizendo que era uma gripezinha. Estou esperando”, afirmou.
Em 20 de março de 2020, contudo, o presidente disse que “depois da facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar”. A declaração foi amplamente divulgada pela imprensa nacional e internacional. Na época da fala, o Brasil já ultrapassava 160 mil óbitos em virtude da Covid-19. No mesmo mês, o militar reformado também se referiu à doença como gripezinha, desta vez durante pronunciamento em rádio e TV.
“No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar, nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho como bem disse aquele conhecido médico, daquela conhecida televisão”, disse. O momento pode ser conferido no vídeo oficial do pronunciamento, a partir de 3 minutos.
A declaração se referia a um vídeo divulgado pelo médico Dráuzio Varella, em que ele comentava sobre a doença em janeiro do ano passado. Pouco tempo depois, o profissional de saúde gravou um novo vídeo reconhecendo que havia subestimado o coronavírus.
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O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou que acha difícil o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencer as eleições presidenciais de 2022, mas que não há risco de ruptura institucional caso o petista seja eleito.
“É aquela história: o povo é soberano. Se o povo quiser a volta do Lula, paciência. Acho difícil, viu, acho difícil”, disse Mourão em entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (10). Lula recuperou os direitos políticos após decisão do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), anulando as condenações sofridas pelo petista na Lava Jato em Curitiba.
Na entrevista, Mourão disse que faltou uma campanha dos governos federal e estaduais para conscientizar a população no combate à Covid-19. E que a disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), atrapalhou.
“Essa pandemia foi usada politicamente tanto pelo nosso lado quanto pelas oposições. Esse uso político da pandemia é péssimo”, disse. Mourão ainda defendeu a atuação do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, general da ativa do Exército, e disse que, de vez em quando, “puxa” sua orelha. “Digo: Faz mais e fala menos.”
Indagado sobre possíveis erros e omissões do governo para que o país chegasse ao quadro atual, superando a marca de 2.000 mortos por dia, o vice respondeu: “É uma situação complicada de você dizer: ‘Se tivesse feito assim, tinha dado certo. E se tivesse feito assado, tinha dado certo’. O que vejo nessa questão da pandemia é que faltou realmente uma campanha intensiva por parte não só do governo federal, mas também pelos demais entes federativos, de conscientização da população. A população tinha de se conscientizar das limitações que essa doença provoca”.

Agência Senado
O senador Marcos do Val (Podemos-ES) apresentou um projeto que limita o poder de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de tomarem decisões monocráticas. Pelo texto do PL 816/2021, as decisões monocráticas de ministros do STF e do STJ, quando decretarem a nulidade de atos praticados em processos penais, só terão eficácia após ratificação por órgão colegiado.
Marcos do Val admite que seu projeto é uma reação à decisão tomada na segunda-feira (8) pelo ministro do STF Edson Fachin, que declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba no julgamento de ações penais contra o ex-presidente Lula nos casos do tríplex de Guarujá (SP), do sítio de Atibaia (SP) e referentes a investigações sobre o Instituto Lula. A 13ª Vara Federal de Curitiba era comandada pelo ex-juiz Sergio Moro, que a deixou após as eleições de 2018 para assumir o cargo de ministro da Justiça no governo Bolsonaro.
“A decisão de Fachin foi tomada anos após o início das ações penais, após intensos e desgastantes julgamentos públicos pelo 4º Tribunal Regional Federal e pelo próprio Supremo. A decisão tomou a comunidade jurídica de assalto e trouxe ainda mais insegurança jurídica ao país.
A extemporaneidade da decisão monocrática do relator dos processos da Lava Jato apenas demonstra algo que este Parlamento há anos observa: o quão é perigoso o poder de decisão monocrático de um ministro, máxime na seara penal”, defende o senador na justificativa.
Para Marcos do Val, o projeto, caso vire lei, impede que decisões monocráticas penais “polêmicas” de nulidade passem a produzir efeitos imediatos. “Mas não obstaculiza o desenvolvimento dos trabalhos pelo Tribunal, uma vez que o efeito suspensivo decairá de forma tácita se não houver referida manifestação de rejeição por dois ministros do tribunal”, detalha o senador.

O presidente do PT baiano, Éden Valadares, prefere não colocar uma possível candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto em 2022 como prioridade do partido neste momento. Para ele, candidatura ou não, é consequência. “Todas as pesquisas evidenciam isso. Mas nosso foco hoje é oficialização da sua inocência e a anulação dos julgamentos”, afirma.
O presidente do PT informa que a candidatura de Lula poderá impulsionar o nome de Jaques Wagner na disputa pelo governo da Bahia, provavelmente contra o presidente nacional do DEM, ACM Neto, no pleito do ano que vem, o dirigente diz que prefere “dar tempo ao tempo”, apesar de haver um “clamor popular”.
“Está claro para a população baiana que a disputa se dará entre dois pólos distintos: de um lado, Lula, Wagner, Rui e nossos aliados; de outro, Bolsonaro, João Roma, ACM Neto e a turma que dá sustentação a esse desgoverno federal que aí está”, analisa.
Sobre de todas as condenações contra o ex-presidente Lula(PT), no âmbito da Operação Lava-Jato, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, Valadares defende que o petista “tenha um tratamento justo”.
“Para que o Brasil se reencontre com a justiça, com o estado de direito e com a democracia, é preciso um reencontro com a verdade. E a verdade é que os processos contra Lula são ilegais, seus julgamentos são nulos e ele merece um tratamento justo, como todo cidadão brasileiro”.
“Ninguém vai devolver a Lula os dias que ele esteve preso sendo inocente, mas podemos amenizar a injustiça de ter impedido Lula de ser candidato em 2018 com o restabelecimento plenos dos seus direitos políticos”, acrescenta Éden Valadares.

por Paloma Teixeira
O governador Rui Costa (PT) voltou a defender a união dos partidos de esquerda para derrotar o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas eleições de 2022. Durante o ‘Papo Correria’ na noite desta terça-feira (09), o mandatário afirmou que “o máximo de união nós precisamos ter”.
Para o petista, “o Brasil esta à deriva” e o “governo [federal] está desmoralizado no exterior”. “Não adianta brincar com o governo, colocando pessoas que não sabem o que fazer. Infelizmente vai ser esse desastre aí até o final do governo”, afirmou.
Em fevereiro deste ano, o governador defendeu a união entre o PT e outros partidos para que fosse aberto um debate sobre a “reconstrução” do Brasil. Para ele, Fernando Haddad, indicado inicialmente pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como possível candidato à presidente pelo PT, seria responsável por iniciar este debate.
“O que eu entendi, e que é colocado publicamente pelo Lula, é que precisa começar esse debate e ele colocou aquele que foi candidato em 2018 a iniciar esse debate e que tem todos os méritos para isso, que é Haddad. Então, na expressão dele, resolveu ‘colocar o bloco na rua’ para iniciar o debate”, pontuou na ocasião.