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Composto por oito eixos temáticos iniciais, a pré candidatura de Fabrício Abrantes lançou nesta quinta-feira (13), o seu Plano de Governo Democrático (PGD), resultado dos debates realizados nos vários encontros com a população brumandense, nas zonas urbana e rural.
Segundo Abrantes, o objetivo é a discussão de um plano cidadão e participativo para as demandas mais urgentes do município. O Plano contempla as mulheres, educação, saúde, emprego, esporte, cultura, vida no campo, ações de proteção aos animais, dentre outros. Segundo Fabrício, a repercussão foi muito positiva. “Ao longo do dia, pude perceber como o plano foi bem recebido.

E é isso que queremos, a participação das pessoas, porque são elas que vivem a cidade, entendem suas necessidades. Vamos conversar muito sobre estes temas e muitos outros; afinal, Brumado tem grandes potenciais e é em torno deles que vamos lutar por uma cidade melhor, e que, hoje, pede mudança!”, concluiu. Fabrício também falou sobre a eleição municipal e o importante papel da oposição para encerrar o ciclo de 16 anos da atual administração.
“Não falo sobre a união das oposições por ser um fato consumado. O que estamos buscando agora é alinhar as estratégias para os candidatos ao Executivo e Legislativo. A população brumadense pode ter a certeza de que teremos um Prefeito que irá promover as mudanças que o povo quer e também uma Câmara de Vereadores forte e antenada com os anseios da nossa comunidade”, concluiu.

O presidente Jair Bolsonaro oficializou nesta quinta-feira (13) a dança de cadeiras que pretende fazer em dois dos seus ministérios. Por meio de sua conta oficial no Twitter, ele confirmou que o deputado Onyx Lorenzoni (DEM) deixará o comando da Casa Civil para assumir o lugar de Osmar Terra no Ministério da Cidadania.
No lugar do Onyx ficará o general Walter Souza Braga Netto, que atualmente ocupa a chefia do Estado Maior do Exército, considerada a segunda posição na hierarquia da força militar. Sem cargo no governo, o deputado Osmar Terra retornará aos trabalhos na Câmara.
Conforme divulgou Bolsonaro, a cerimônia para transmissão de cargos será realizada no Palácio do Planalto, na próxima terça-feira (18), às 15h. Não foi informado, contudo, quando as mudanças serão publicadas no Diário Oficial da União.
Desde que assumiu o cargo, há pouco mais de um ano, o presidente da República fez um total de sete mudanças no primeiro escalão. Houve trocas no Ministério da Educação (Ricardo Velez por Abraham Weintraub), na Secretaria-Geral da Presidência (Gustavo Bebianno por Floriano Peixoto e, em seguida, por Jorge Oliveira), na Secretaria de Governo (Santos Cruz por Luiz Eduardo Ramos).
Na semana passada, as mudanças atingiram o Ministério do Desenvolvimento Regional (Gustavo Canuto por Rogério Marinho).

Pré candidato ao posto de prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes encarou uma maratona em alguns pontos da zona rural do município, onde encontrou portas abertas e as melhores manifestações de apoio. Logo às 6H da manhã de domingo, foram várias visitas à localidades da Fazenda Curralinho, às margem do Rio das Contas, onde o pré candidato ouviu a comunidade, que em resumo, afirma a zona rural está abandonada pela atual gestão.
Em cada depoimento, clara insatisfação com a atual administração, que passam pela falta de água, estradas ruins, lavoura perdida e assistência médica, queixas todas ouvidas e anotadas por Fabrício, que vem elaborando plano de governo em parceria com a população.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que o Congresso derrubará os vetos do presidente Jair Bolsonaro à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). No início da tarde desta terça-feira (11), Alcolumbre e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, estiveram com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e fecharam um acordo.
Após o encontro, o presidente do Senado anunciou, pelo Twiter, a derrubada dos vetos. “Após reunião com o ministro Luiz Eduardo Ramos, presidente Rodrigo Maia e líderes do governo no Congresso, foi acordada a derrubada de dispositivo do veto presidencial que trata sobre alterações na LDO 2020. Outros vetos da pauta serão mantidos como parte do acordo. Isso vai assegurar a impositividade do Orçamento, o poder de deliberar sobre ele, restabelecendo o que é de direito do Parlamento”.
No final do ano passado, Bolsonaro vetou trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2020 que equiparava as emendas feitas pelo relator e pelas comissões no Orçamento às emendas individuais e as de bancada, que são obrigatórias e têm prazo de 90 dias para serem empenhadas.
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por Matheus Morais
A pré-candidata a prefeita de Salvador pelo PSB, deputada federal Lídice da Mata, não poupou críticas ao pré-candidato do DEM ao Palácio Thomé de Souza, Bruno Reis. Para a ex-prefeita, do ponto de vista popular, o democrata é um nome “fraco”, “desconhecido”.
“O prefeito ACM Neto escolheu porque ele é o prefeito e tem que sair na frente. O governador Rui Costa é um dos líderes principais do grupo que faz oposição ao prefeito. O grupo que faz oposição ao prefeito para fazer seu jogo, primeiro tem que ver como o governo municipal vai se colocar. Acho que o prefeito escolheu logo porque o candidato dele é fraco”, disse em entrevista à Rádio Sociedade na segunda-feira (10).
“Ele precisa escolher cedo, dá tempo para o candidato dele crescer. Do ponto de vista popular, ele é fraco, faça uma pesquisa popular para ver se o povo o conhece. É natural que seja, quem é o líder mais importante desse grupo é o prefeito ACM Neto. Ele precisa fazer com que seu candidato cresça e definir logo sua candidatura”, ressaltou a deputada.

Em entrevista à rádio Sociedade nesta segunda-feira (10), a deputada federal Lídice da Mata afirmou que o senador Jaques Wagner (PT) será candidato ao governo da Bahia em 2022, com apoio do governador Rui Costa.
“Eu acredito que o nosso grupo político marchará junto em 2022, e que Jaques Wagner será nosso candidato ao governo”, afirmou Lídice.
A deputada ainda fez críticas ao carlismo, e comentou sobre a época em que foi prefeita de Salvador.
“Quando prefeita, se eu tivesse tido um governador opositor como Rui Costa, seria um mar de rosas. Naquele tempo, o governo não concorria com o município, ele sabotava”.

O PT decidiu vetar a composição com partidos que apoiem o governo do presidente Jair Bolsonaro, para a disputa das eleições municipais deste ano. Entre eles: DEM, PSDB.
“O partido buscará constituir a Frente Democrática Popular, com forte participação dos partidos de esquerda, movimentos sociais e populares, setores progressistas, as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, para construir a força social e popular necessária para impedir os retrocessos e derrotar as políticas do governo Bolsonaro”, diz trecho o documento assinado pela presidente nacional do partido, deputada Gleisi Hoffmann (PR).
O PT definiu como centro estratégico eleitoral “a construção de alianças com PCdoB, PSOL, PDT, PSB, Rede, PCO e UP.”
Alianças com outros partidos podem ser feitas, onde o PT tenha candidatos a prefeito, desde que autorizadas pelo Diretório Estadual, mas não podem incluir os partidos ultraneoliberais e os de extrema-direita. Além disso, candidatos que venham a ter apoio do PT devem ter “compromisso expresso com a oposição a Bolsonaro e suas políticas” e não podem ter “práticas de hostilidade ao PT e aos presidentes Lula e Dilma”

O deputado federal Vinicius Poit, do Partido Novo, apresentou um projeto de lei que acaba com a meia-entrada em eventos culturais e esportivos no Brasil.
Segundo o jornal O Globo, o projeto do parlamentar propõe revogar a lei nº 12.933, de 23 de dezembro de 2013, que estabelece o pagamento de meia-entrada para estudantes, idosos e pessoas com deficiência, entre outros segmentos.
O argumento que o deputado utilizou foi o de que “meia-entrada é metade do dobro! Acaba ficando mais caro para todos. É uma falsa aparência de proteção aos estudantes”.

O ex-presidente Lula vai voltar a receber um salário do PT a partir deste ano, segundo o jornal O Globo.
O petista teve os bens bloqueados e, por isso, receberá um aporte do partido. O dinheiro sairá do fundo partidário. Lula também recebeu um salário da legenda criada por ele antes de ser eleito presidente, na eleição de 2002. A quantia que será recebida por Lula não foi revelada pela cúpula do partido.

Uma sessão solene conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado, às 15h, abre os trabalhos legislativos em 2020. Na solenidade, será lida a mensagem encaminhada pelo presidente da República ao Parlamento, com as prioridades do Executivo para 2020.
Em um ano legislativo mais apertado por causa as eleições municipais, que tradicionalmente esvaziam o Congresso na época de campanha, a expectativa é de que a mensagem priorize duas reformas, a tributária e a administrativa. Ambas vêm sendo debatidas há meses pela equipe econômica do governo e os presidentes Rodrigo Maia ( Câmara) e Davi Alcolumbre ( Senado).
Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que vai representar o presidente Jair Bolsonaro na sessão, além de ressaltar a importância das reformas administrativa e tributária, a mensagem trata do combate à criminalidade, à corrupção e do fortalecimento da imagem do país no exterior. “Nós recuperamos, no primeiro ano [de governo], a confiança interna no Brasil e recuperamos a confiança externa.
Hoje, onde quer que a gente vá, os países olham para o Brasil com certeza de que aqui tem presente e tem bom futuro, quer para o investidor externo, quer para o brasileiro e para a sociedade”, lembra o texto de Bolsonaro, que cumpre agenda hoje (3) em São Paulo.
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