16 agosto 2018 | 12:42

Foto: Divulgação
A procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, apresentou no início da noite desta quarta-feira (15) impugnação ao registro de candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de presidente da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Em petição encaminhada ao relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, Raquel Dodge afirma que o requerente não é elegível. Em janeiro de 2018, o ex-presidente foi condenado criminalmente em segunda instância, no âmbito da operação Lava Jato. Segundo a Lei da Ficha Limpa, esse fato retirou dele a capacidade eleitoral passiva. No documento, a procuradora-geral Eleitoral apresenta certidão emitida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que confirmou a condenação determinada em primeira instância, e aumentou a pena para 12 anos e 1 mês de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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15 agosto 2018 | 18:37

Foto: Divulgação
Candidato à Presidência da República, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter R$ 7,9 milhões em bens. Já o vice dele, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), reportou à Justiça Eleitoral que possui patrimônio de R$ 428,5 mil. Nesta quarta-feira (15), o PT registrou a candidatura de Lula e Haddad no TSE, em Brasília. O ato foi antecedido por uma marcha feita por militantes que defendem a participação do ex-presidente na disputa pelo Palácio do Planalto. De acordo com a declaração de bens, de todo o patrimônio de Lula, R$ 6,3 milhões são provenientes do Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), um plano de previdência privada. Além disso, o petista tem um terreno no valor de R$ 530 mil. A Justiça Eleitoral vai decidir se permite, ou não, a participação do ex-presidente na disputa. Condenado em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá (SP), o petista pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e, por isso, impedido de concorrer. A tendência é que o TSE indefira a candidatura de Lula até o início de setembro. Com isso, quem substitui o ex-presidente é Haddad, que terá como vice a deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB).
15 agosto 2018 | 15:37

Foto: Divulgação
O deputado federal Paulo Magalhães (PSD) é o candidato à reeleição que declarou o patrimônio mais robusto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme levantamento feito pelo Bahia Notícias, baseado no sistema Divulga Cand, o parlamentar declarou R$ 16.683.655,72. Seguida aparece Lucio Vieira Lima (MDB), com bens de R$ 11.235.928,92. Cláudio Cajado aparece logo atrás, com R$ 11.124.956,55. Chama atenção é que, dos quatro com menor patrimônio, dois são do PRB. A presidente da legenda na Bahia, Tia Eron, aparece com R$ 38,3 mil, e Marcio Marinho, com R$ 309.028,06, ambos da Igreja Universal do Reino de Deus.
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15 agosto 2018 | 15:29

Foto: Divulgação
O ex-candidato a vereador Manoel Rodrigues Filho, “o Carcará do Sertão”, 58 anos, que obteve 715 votos nas eleições de 2016 teve sua candidatura a deputado estadual registrada no TSE pelo MDB. Carcará é o filho pobre da periferia que desafia o poder da grana e da máquina administrativa, em uma candidatura para uma cadeira na ALBA. Essa é a primeira vez que o Cantor concorre ao cargo na Assembleia Legislativa da Bahia.
14 agosto 2018 | 15:23

Foto: Nildo Freitas/Brumado Verdade
O patrimônio de Rui Costa (PT) cresceu em 255,7% nos últimos 4 anos, desde que o petista assumiu o governo do Estado em 2014. De acordo com a declaração de bens do governador, anexado ao registro da sua candidatura a reeleição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a avaliação de bens de Rui foi de R$ 189.544,79 em 2014 para R$ 674.317,43 em 2018. A principal diferença entre as declarações está na anexação de um apartamento aos bens do gestor. Em 2010, quando foi eleito para o posto de deputado federal, Rui declarou ser dono de um total de R$ 192.993,56 em bens. De lá para cá, o patrimônio do gestor, que é formado em economia, ficou composto em parte de aplicações e investimentos e do apartamento avaliado em R$ 632 mil.
14 agosto 2018 | 14:41

Foto: WhatsApp
O empresario Davi Ferreira, sócio da Lig-Lixo, que presta serviço na prefeitura de Brumado há muito anos, ultimamente vinha compondo o grupo político do prefeito Eduardo Lima Vasconcelos (PSB), através do ex-vereador Márcio Moreira (Patriota). Ferreira abandonou o grupo no momento certo, armando o pulo do gato pra cima de todos, revelando a sua verdadeira identidade. Davi vem trabalhando nos bastidores há muito tempo para reeleger o deputado estadual Luciano Ribeiro (DEM), da cidade de Caculé, o qual devota muito afeto. A decisão do cabra eleitoral pragmático, pegou todos de surpresa, até porque o mesmo tem uma empresa com contrato na prefeitura. Foi dado o pontapé inicial para a disputa eleitoral na capital do minério.
14 agosto 2018 | 6:39

Walderice foi encontrada vendendo açaí em Angra dos Reis nesta segunda-feira, durante o horário de expediente do Legislativo. Foto: Divulgação
O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ) informou que demitiu nesta segunda-feira (13) a assessora fantasma Walderice Santos da Conceição, e tentou minimizar afirmando que o “crime dela foi dar água para os cachorros”. “Tem dois cachorros lá e pra não morrer de vez em quando ela dá água pros cachorros lá, só isso. O crime dela é esse aí, é dar água pro cachorro”, disse. A funcionária fantasma foi revelada pela Folha, em janeiro. De acordo com pessoas da cidade, Wal, como é conhecida, também presta serviços particulares na casa de Bolsonaro, mas tem como principal atividade o comércio de açaí. Nesta segunda, a Folha voltou ao local e constatou que a funcionária continuava trabalhando na venda de açaí em horário de expediente da Câmara. Ela figura desde 2003 como um dos 14 funcionários do gabinete parlamentar de Bolsonaro, em Brasília, recebendo atualmente salário bruto de R$ 1.351,46. Bolsonaro afirmou que a funcionária ligou pedindo demissão, mas que seria “muito complicado” então ele a exonerou. “Eu fico chateado até, porque ela precisa, é uma pessoa pobre”, afirmou o deputado. Segundo moradores da região, o marido dela, Edenilson, presta serviços de caseiro ao deputado.
13 agosto 2018 | 18:07

A inclusão do gestor na lista apresentada pelo TCM e TCE, em razão da rejeição de contas, por si só, não significa que o administrador público está impedido de se candidatar a um cargo eletivo. Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal de Contas dos Municípios, conselheiro Francisco de Souza Andrade Netto, e o presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Gildásio Penedo Filho, entregaram nesta segunda-feira (13) ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, a relação de gestores públicos baianos que tiveram suas contas de administração rejeitadas nos últimos oito anos. Isto para que seja examinado possível enquadramento na Lei de Ficha Limpa (LC 135/2010), – que os impediriam de disputar as eleições de outubro, quando serão eleitos o novo presidente da República, senadores, deputados federais e estaduais.
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13 agosto 2018 | 15:28

Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil
vice na chapa presidencial petista e provável candidato ao Planalto se o nome Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for impugnado na Justiça Eleitoral, Fernando Haddad (PT) pretende usar o nome do ex-presidente nas urnas, em outubro. Segundo a coluna de Lauro Jardim, o ex-prefeito de São Paulo planeja se inscrever com o nome de Fernando Lula Haddad. O candidato a vice-presidente aparece em segundo lugar em pesquisa de intenção de voto para o Planalto quando seu nome é posto como o indicado pelo ex-presidente que está preso em Curitiba com 13%. Sem ser apresentado como o candidato de Lula, Haddad teria 3%.
11 agosto 2018 | 17:05

Foto: Divulgação
Após reunião que durou cerca de quatro horas, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, nesta sexta-feira (10), a senadora Gleisi Hoffmann e o ex-presidente Lula, decidiram nova estratégia do PT. De acordo com a Folha, a presidente do Partido dos Trabalhadores afirmou que Lula determinou que chegou a hora de levar o bloco da campanha, com o ex-prefeito de SP, Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, às ruas. Até então, o PT tinha optado por preservar Lula, esconder Haddad, temendo que o eleitorado da sigla passasse a não acreditar mais na viabilidade eleitoral de Lula.