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As pré-consultas para realização das cirurgias eletivas teve início na manhã desta quarta-feira (12) a partir das 7h até as 18h e serão encerradas na próxima sexta-feira (14), no Ginásio Poliesportivo Antônio Alves Ribeiro, em Brumado. No local, serão realizados exames de eletrocardiograma, Raios-X de tórax (maiores de 45 anos) e ultrassonografia. A partir do dia 17 de julho, as cirurgias de hérnia (umbilical, inguinal, epigástrica), histerectomia total e vesícula (colecistectomia) serão realizadas no Hospital Municipal Professor Magalhães Neto. Nas unidades móveis, os pacientes devem apresentar os resultados dos exames laboratoriais: Hemograma Completo, TAP, TTPA, Uréia, Creatinina e Glicemia. As mulheres que se submeterão a histerectomia devem apresentar ainda um exame preventivo feito há pelo menos 01 (um) ano, além do Beta HCG. Os exames laboratoriais têm validade de 06 (seis) meses. Os exames para o pré-operatório serão realizados posteriormente na unidade de saúde. O Mutirão de Cirurgias é desenvolvido pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e tem por finalidade auxiliar os municípios na redução da fila de espera de cirurgias eletivas. As cirurgias eletivas são procedimentos realizados por meio de marcação, ou seja, sem caráter de urgência e emergência, para todas as especialidades.
Após uma mulher ir à delegacia de Ilhéus relatar que um dos bebês que esperava teria sumido em uma maternidade, o diretor do local declarou que o médico responsável pela cesárea ficou “surpreso” quando começou o procedimento cirúrgico e encontrou apenas um dos bebês. De acordo com o G1, o diretor Carlos Lira explicou que o médico Fábio Pinheiro estava preparado para fazer o parto de duas crianças, mas encontrou apenas uma, fato informado para mãe. Na 37ª semana de gestação, Cleidiane Silva dos Santos realizou ultrassonografia que apontava a gravidez gemelar. “Nós realizamos essa ultrassonografia e constatamos realmente que tinham dois fetos no abdômen do paciente”, confirmou ao G1 o médico da Clínica Radiológica de Ilhéus (CRI), Edson Moreno, que realizou o exame 21 dias antes do parto. Para ele, o “sumiço” da criança poderia ser explicado pela “síndrome da transfusão feto-fetal”, em que um feto retira o nutriente do outro para suprir suas necessidades. Quando isso acontece, o outro feto acaba sendo absorvido. Entretanto, com 37 semanas de gravidez não há relatos na literatura médica de absorção completa. “Como a cesariana é um ato cirúrgico que tem sangue, pode ser que o fetinho absorvido esteja envolvido com compressas e sangue. Nesse momento, como o obstetra dá mais atenção ao feto que vai nascer aquilo seria coisa secundária. Agora com 37 semanas, eu nunca vi e não sei se tem relato na literatura”, avaliou o médico.
Frente à pressão que o presidente Michel Temer está fazendo para que a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) não passe na Câmara dos Deputados, três dos maiores partidos irão se reunir para aprovar uma medida com o objetivo de obrigar os deputados a votarem contra a denúncia apresentada. PMD, PP e PR irão se reunir nesta quarta-feira (12) para definir o “fechamento de questão” a favor de Temer, que determina que os deputados devem acompanhar a orientação do partido na votação. De acordo com informações da Folha de S. Paulo, quem se posicionar contra a legenda pode sofrer punições, como a expulsão do partido. Os três partidos juntos possuem 148 deputados. Temer precisa do apoio de 172 parlamentares para que a denúncia seja rejeitada e não seja encaminhada para o Supremo Tribunal Federal (STF).
O impasse que ocorreu na manhã desta terça-feira (11) no Senado Federal, durante a votação da reforma trabalhista, rendeu uma ação por quebra de decoro contra as senadoras que protestaram no Plenário da Casa. O senador José Medeiros (PSD-MT) protocolou o documento, que possui 15 assinaturas, no Conselho de Ética do Senado. As senadoras de oposição que ocuparam os lugares na mesa do presidente Eunício Oliveira (PMDB-CE) são Gleisi Hoffman (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI). As senadoras ocuparam a mesa e exigiram três condições para deixá-la e liberar o Plenário: abertura das galerias para as lideranças sindicais acompanharem a sessão; autorização para que todos os senadores possam falar durante a votação, e não somente os líderes e a aprovação de um destaque para impedir que mulheres trabalhem em locais insalubres. O impasse maior seria a questão da votação do destaque, tendo em vista que isso significaria um retorno da reforma trabalhista a Câmara dos Deputados. Ainda não há informações sobre o conteúdo da ação e quais são as senadoras apontadas por Medeiros.
Depois de muita confusão, o projeto principal da reforma trabalhista foi aprovado na noite desta terça-feira no Senado. O placar foi de 50 votos favoráveis e 26 contrários. Houve apenas uma abstenção. A votação do projeto de lei que muda as regras trabalhistas estava marcada para às 11h desta terça-feira, mas, desde as 12h30 estava suspensa e só foi retomada pouco antes das 19h, após as senadoras que ocupavam a mesa deixarem o local. As luzes foram acesas, novamente, após quatro horas no escuro, por volta das 16h33. A proposta aprovada na Casa muda pontos da legislação trabalhista como férias, jornada, remuneração e plano de carreira, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o trabalho remoto (home office) e o trabalho por período (intermitente). O projeto prevê ainda que a negociação entre empresas e trabalhadores prevalecerá sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo, plano de cargos e salários, banco de horas, remuneração por produtividade e trabalho remoto. No entanto, pontos como Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), salário-mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador não podem entrar na negociação.O ponto apresentado pelas senadoras como motivador para o protesto está relacionado, principalmente, à condições de trabalho de mulheres grávidas. No atual texto, as trabalhadoras poderiam ser expostas à condições insalubres. Leia mais »
O Doce Lar Festas realizou entre os dias 03 a 10 de julho, um Curso Profissionalizante de Bolos Decorados, com 13 participantes e duração de 18 horas. O curso foi realizado com sucesso e segunda-feira (10), na noite de encerramento, ouve apresentação dos bolos feitos pelas próprias alunas, para nota de avaliação. O curso aconteceu no espaço Ágape, na Praça Donatila Lobo – Bairro Olhos d`água e foi ministrado por Alessandra Lima e Istela Dalva de Castro Meira, as quais parabenizam as alunas pelo desempenho e deseja a todas, muito sucesso.
Uma esmeralda de 60 cm de altura e 137 kg retirada da Mina da Carnaíba, em Pidobaçu, no norte da Bahia, foi comprada por dois empresários, um de Petrolina, no sertão de Pernambuco, e outro de Curaçá, cidade baiana. O valor da pedra está estimado em R$ 500 milhões, segundo o Jornal do Commercio. O advogado dos empresários, José Cícero de Melo, afirmou que todos os documentos que regularizam a pedra estão prontos. A expectativa dos dois é expor a pedra em galerias e museus do exterior. A pedra foi localizada na Mina Caraíba e é a terceira desse porte achada na região. A segunda, conhecida como “Esmeralda da Bahia”, tinha 360 kg e foi avaliada em R$ 300 milhões. A primeira, de 380 kg, era avaliada em cerca de R$ 1 bilhão.
Era por volta das 6h de domingo (09) quando a comerciante Nadjane Santos de Jesus, 30 anos, foi vista pela última vez na Rua Santos Soares, em Itapuã, na companhia do seu cachorro de estimação chamado Mayck. Horas depois, por volta das 9h30, ela foi encontrada morta, nua, com marcas de espancamento e violência sexual, na Estrada CIA/Aeroporto, segundo relatos de familiares da vítima feitos ao Correio nesta segunda-feira (10). Nadjane morava com o marido, o encarregado de produção Eviton Gomes, 36, havia cerca de 5 anos na mesma rua onde desapareceu. O marido da vítima conta que, no dia do desaparecimento, a comerciante acordou por volta das 5h, estendeu roupas no varal, saiu para comprar um pacote de feijão fradinho e não retornou para casa. O marido só sentiu falta da esposa quando, horas depois, o cachorro retornou sozinho para residência do casal. “Eu vi o momento que ela acordou pra comprar o feijão. Como era muito cedo, coloquei o travesseiro no rosto e voltei a dormir. Achei estranho o cachorro ter voltado para casa sozinho. Ele não parava de olhar para casa de uma vizinha. Achei que ela estivesse lá. Depois de ligar pra família e amigas dela, fiquei desesperado”, conta. Um dia antes do crime, no sábado (8), Nadjane participou de uma confraternização em família na casa de uma irmã. Ela ficou responsável por preparar um feijão que daria continuidade à festa no domingo. A família sempre promovia uma “ressaca” depois dos encontros. “Ela estava muito feliz, dançando e pirraçando todo mundo, como era de costume. Ninguém imaginava o que iria acontecer com ela. Nova e linda, ainda estamos sem acreditar”, diz a cunhada Luana Rodrigues, 20.
As cidades de Juazeiro, Vitoria da Conquista, Ilhéus e Itabuna ganharam um equipamento que garante a segurança na informação, de forma criptografada, impedindo o acesso de terceiros. Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), o funcionamento da rede Tetra (Terrestrial Trunked Radio) foi ampliado para esses quatro municípios com um investimento de aproximadamente R$ 17,4 milhões. As viaturas e unidades da Polícia Militar, Civil, Departamento de Polícia Técnica (DPT) e Corpo de Bombeiros tiveram todos os equipamentos trocados para operar a nova tecnologia, que tem origem na Inglaterra. “Todos servidores da segurança pública dessas localidades receberam treinamento e estão aptos para manuseio dos equipamentos”, comentou o superintendente de Telecomunicações (Stelecom), tenente-coronel PM Antônio Carlos Silva Magalhães.
Por irregularidades no uso de R$ 2,1 milhões em verbas federais destinadas à saúde, o Ministério Público Federal (MPF) em Feira de Santana denunciou à Justiça na última quarta-feira (05), a ex-prefeita de Governador Magabeira, Domingas Paixão. A denúncia, que partiu de uma representação de servidores públicos municipais, foi ajuizada após a realização de auditoria para apurar irregularidades em gastos de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) durante a gestão de 2012. O MPF acabou identificando algumas inconstâncias e ampliou o período de análise até 2016, onde foram encontrados usos de verbas de um bloco de financiamento da saúde para o pagamento de despesas de outro bloco ou para uso diferente do previsto. Além da ex-gestora, foram acusados de participação em atos ilícitos o atual secretário de saúde municipal, Odilon Cunha Rocha e também as ex-secretárias da pasta Elisa Paixão do Nascimento e Nadjamena Moreira de Almeida. O Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) apontou que em 2012 a Secretaria de Saúde transferiu R$59,7 mil de recursos de Vigilância em Saúde para uma aplicação financeira e, em seguida, para a conta do bloco de Atenção Básica, sem apresentação das despesas relacionadas. De 2012 a 2016 foi utilizado um valor total de R$1,2 milhão de recursos da Atenção Básica para pagamentos de despesas fora da finalidade da pasta. O MPF indica ainda que já existiam precedentes de gastos irregulares do bloco de Atenção Básica. Em 2007 foi aplicado o valor de R$ 880 mil de Atenção Básica em ações e serviços de saúde não previstos para pastas. Sete anos depois, em 2014, foram utilizados R$ 11,2 do bloco de Vigilância em Saúde para ações de outro bloco. Desta forma, o MPF busca a condenação dos acusados nos crimes de desvio de verbas públicas e pagamento de despesas em desacordo com a legislação.