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Com o fim do recesso do Poder Judiciário nesta sexta-feira (1º), os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) analisarão o pedido de liberdade do ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB). Segundo o G1, a defesa alega que Geddel deve ser solto porque a fase de instrução de seu processo, em que são coletadas provas e ouvidas testemunhas, já se encerrou. Durante o recesso, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, entendeu que não se tratava de caso urgente, deixando a decisão para o ministro Edson Fachin.
O desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Leandro Paulsen, negou, na madrugada desta quarta-feira (30), o recurso do ex-presidente Luiz Inácio lula da Silva (PT) para ir ao enterro do irmão Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá. Segundo o G1, Paulsen, que manteve a decisão da juíza Carolina Lebbos, concordou com a Polícia Federal, que argumentou que o órgão não teria condição de fazer o transporte do ex-presidente. O enterro está marcado para as 13h (horário de Brasília) desta quarta-feira (30).
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou nesta quinta-feira (24) que o governo não irá interferir na investigação sobre transações financeiras atípicas envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e ex-assessores dele na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Moro disse, à Reuters, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que a investigação que envolve o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro está em fase preliminar e vem sendo conduzida normalmente pelos promotores do Rio de Janeiro. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou 48 depósitos de R$ 2 mil entre junho e julho de 2017 e um pagamento de pouco mais de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federal na conta de Flávio Bolsonaro.
Alvo de investigações nos últimos meses por movimentações milionárias de servidores e deputados, a Assembleia Legislativa do Rio ( Alerj ) é suspeita de ter funcionários fantasmas justamente no departamento que cuida das questões do Parlamento com a Justiça. Mais precisamente, 42 servidores comissionados que trabalham — ou ao menos deveriam trabalhar — na Procuradoria da Alerj. A informação foi revelada nesta quinta-feira (24) pelo jornal O Globo. De acordo coma reportagem, a constatação foi feita por duas procuradoras concursadas da própria Casa que se recusaram a assinar a lista de presença de servidores comissionados que supostamente estariam lotados no órgão. No comunicado à direção-geral da Alerj, em 26 de novembro, Denise Okada Ahmed e Fátima Maria Amaral afirmam que receberam “uma enorme quantidade de cartões de ponto de servidores que não se encontram desempenhando funções neste local”. E que, “a considerar a quantidade de tais cartões, seria até mesmo impossível abrigar todos os servidores no espaço de trabalho disponibilizado para a Procuradoria”. No documento obtido pelo diário carioca, foram anexadas ainda as folhas de ponto de 42 pessoas que recebem salário, mas não foram vistas no mês de novembro na Procuradoria. À reportagem, André Ceciliano (PT), que preside a Alerj desde a prisão de Jorge Picciani (MDB), em novembro de 2017, afirmou que, logo após ter recebido a denúncia das procuradoras, instaurou processo administrativo para apurar o caso. Ele diz que um resultado deverá ser apresentado até o fim do mês.
Um dos motoristas de Antonio Palocci disse, em depoimento à Polícia Federal, que ajudou o ex-ministro a colocar em sua casa de Ribeirão Preto “notas de dinheiro em espécie” no sol por “aparentavam estarem mofadas”. De acordo com a coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha, o ex-funcionário relatou que os valores em questão seriam algo em torno de R$ 10 mil. Conforme a publicação, o motorista também narrou momentos em que Palocci visitava instituições financeiras com maletas “do estilo 007” e saía com “semblante feliz”.
Uma operação conjunta entre o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira (22) suspeitos de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL). A operação visa combater uma das milícias mais antigas do Rio do Janeiro, que explora o ramo imobiliário ilegal em Rio das Pedras, na zona Oeste da capital fluminense. Segundo o jornal O Globo, no entanto, há indícios de que dois dos presos comandem o Escritório do Crime, um dos braços da organização criminosa, especializado em assassinatos por encomenda. Para a ação, que mobiliza cerca de 140 policiais, a Justiça expediu 13 mandados de prisão preventiva contra a organização criminosa. Os principais alvos da operação são o major da Polícia Militar Ronald Paulo Alves Pereira, o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe da milícia de Rio das Pedras; e o subtenente reformado da PM Maurício Silvada Costa, o Maurição. Os outros presos na operação são Benedito Aurélio Ferreira Carvalho e Laerte Silva de Lima. Benedito é apontado como “laranja” da organização criminosa. Ele empresta o nome para a abertura de uma empresa de construção civil na Junta Comercial do Rio. Já Laerte é o braço armado da quadrilha. É um dos responsáveis pelo recolhimento e repasse das taxas cobradas aos moradores e comerciantes, além da parte de agiotagem.

A jornalista Bruna Drews afirma que o veterano teria lhe dito que diversas vezes teria se masturbado pensando nela. Foto: Reprodução
Acusado de assédio sexual pela jornalista Bruna Drews, de 35 anos, o apresentador José Luiz Datena, de 61, levou falta na edição desta sexta-feira (18) do Brasil Urgente. A denúncia feita pela jornalista ao Ministério Público de São Paulo veio a tona na última quinta-feira (17) e ganhou as redes sociais. Na representação protocolada no MP-SP Bruna afirma que o veterano teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher”. A situação teria acontecido em junho do ano passado, durante a comemoração do fim das gravações do quadro A Fuga em um bar de São Paulo. Datena nega que tenha dito qualquer uma das declarações para Bruna. “Na comemoração, repeti a ela que ela era muito bonita e que não precisava emagrecer, porque ela já era competente. Tirando isso, todo o resto é mentira, calúnia e delírio”, disse. Além do processo conta o apresentador, Bruna move uma ação trabalhista contra a Band. A emissora não se manifestou sobre o assunto. “O processo trabalhista em questão tramita em segredo de Justiça, a pedido, inclusive, da própria autora. A Band está impedida de se manifestar sobre o assunto”, disse em nota. Na manhã desta sexta Bruna compartilhou um texto em seu perfil no Instagram sobre o assunto. A jornalista afirma estar com a consciência limpa e tranquila.
Com exclusividade, o Jornal Nacional divulgou nesta sexta-feira (18) um trecho de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentações bancárias suspeitas do senador eleito Flávio Bolsonaro. Em um mês, foram quase 50 depósitos em dinheiro numa conta do filho do presidente da República, totalizando R$ 96 mil. O relatório também trouxe informações sobre movimentações financeiras de Flávio entre junho e julho de 2017. Foram 48 depósitos em espécie na conta do senador eleito, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil. As suspeitas aumentaram quando o Coaf percebeu que as quantias eram depositadas sempre em sequência, em questão de minutos. Leia mais »
O principal suspeito pelo assassinato na vereadora Marielle Franco (PSOL) e Anderson Gomes é um ex-policial do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar , conforme apontado por seis testemunhas no inquérito policial a que o The Intecept Brasil teve acesso. O ex-militar foi expulso da PM após o envolvimento com um dos principais clãs da máfia do jogo do bicho no Rio de Janeiro ser descoberto, conforme apurado pelo veículo. Após a saída da corporação, o suspeito, que se aperfeiçoou em técnicas de matar pessoas, se tornou mercenário de bicheiros e políticos. Além dos depoimentos das testemunhas, os investigadores chegaram até o suspeito de autoria dos disparos contra Marielle e Anderson da revisão de inquéritos relacionados às execuções de dois ex-sargentos da Polícia Militar, executados em maio e setembro de 2016, e que as investigações apontaram que os crimes tinham envolvimento com milícias e a máfia dos jogos.

A declaração foi feita em resposta a pergunta sobre argumentos da defesa do petista à Justiça de que Moro foi um juiz parcial e o perseguiu. Foto: Divulgação
A Petrobras foi “saqueada em um volume sem paralelo” durante o governo do ex-presidente Lula (PT), de acordo com o ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro. A declaração foi dada à GloboNews nessa terça-feira (15), em resposta a pergunta sobre argumentos da defesa do petista à Justiça de Moro foi um juiz parcial e teria perseguido o ex-presidente. Para o ministro, Lula não “faz parte” de seu presente, nem do “futuro”. “O fato é que a decisão que eu proferi foi confirmada por três desembargadores que permanecem em suas posições”, disse. “O que existe é um álibi falso de perseguição política. O fato é que a Petrobras durante o governo do ex-presidente foi saqueada num volume às vezes sem paralelo no mundo”, disse. Moro ressaltou que “a própria Petrobras reconheceu R$ 6 bilhões em desvios”. “Pra onde foi esse dinheiro? esse dinheiro foi para enriquecer ilicitamente diversos agentes públicos daquele governo e parcelas beneficiaram o ex-presidente. Esse álibi parte do pressuposto de que esse escândalo de corrupção não aconteceu”, concluiu. Com informações do Correio Braziliense.