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Suspeitos de envolvimento na morte de Marielle Franco são presos

22 janeiro 2019 | 8:36

Foto: Divulgação

Uma operação conjunta entre o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira (22) suspeitos de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL). A operação visa combater uma das milícias mais antigas do Rio do Janeiro, que explora o ramo imobiliário ilegal em Rio das Pedras, na zona Oeste da capital fluminense. Segundo o jornal O Globo, no entanto, há indícios de que dois dos presos comandem o Escritório do Crime, um dos braços da organização criminosa, especializado em assassinatos por encomenda. Para a ação, que mobiliza cerca de 140 policiais, a Justiça expediu 13 mandados de prisão preventiva contra a organização criminosa. Os principais alvos da operação são o major da Polícia Militar Ronald Paulo Alves Pereira, o ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe da milícia de Rio das Pedras; e o subtenente reformado da PM Maurício Silvada Costa, o Maurição. Os outros presos na operação são Benedito Aurélio Ferreira Carvalho e Laerte Silva de Lima. Benedito é apontado como “laranja” da organização criminosa. Ele empresta o nome para a abertura de uma empresa de construção civil na Junta Comercial do Rio. Já Laerte é o braço armado da quadrilha. É um dos responsáveis pelo recolhimento e repasse das taxas cobradas aos moradores e comerciantes, além da parte de agiotagem.

Ex-repórter da Band processa Datena por assédio sexual

19 janeiro 2019 | 0:02

A jornalista Bruna Drews afirma que o veterano teria lhe dito que diversas vezes teria se masturbado pensando nela. Foto: Reprodução

Acusado de assédio sexual pela jornalista Bruna Drews, de 35 anos, o apresentador José Luiz Datena, de 61, levou falta na edição desta sexta-feira (18) do Brasil Urgente. A denúncia feita pela jornalista ao Ministério Público de São Paulo veio a tona na última quinta-feira (17) e ganhou as redes sociais. Na representação protocolada no MP-SP Bruna afirma que o veterano teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher”. A situação teria acontecido em junho do ano passado, durante a comemoração do fim das gravações do quadro A Fuga em um bar de São Paulo. Datena nega que tenha dito qualquer uma das declarações para Bruna. “Na comemoração, repeti a ela que ela era muito bonita e que não precisava emagrecer, porque ela já era competente. Tirando isso, todo o resto é mentira, calúnia e delírio”, disse. Além do processo conta o apresentador, Bruna move uma ação trabalhista contra a Band. A emissora não se manifestou sobre o assunto. “O processo trabalhista em questão tramita em segredo de Justiça, a pedido, inclusive, da própria autora. A Band está impedida de se manifestar sobre o assunto”, disse em nota. Na manhã desta sexta Bruna compartilhou um texto em seu perfil no Instagram sobre o assunto. A jornalista afirma estar com a consciência limpa e tranquila.

Flávio Bolsonaro recebeu R$ 96 mil em 48 depósitos suspeitos durante 1 mês, aponta Coaf

18 janeiro 2019 | 20:50

Foto: Reprodução / Agência Brasil

Com exclusividade, o Jornal Nacional divulgou nesta sexta-feira (18) um trecho de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentações bancárias suspeitas do senador eleito Flávio Bolsonaro. Em um mês, foram quase 50 depósitos em dinheiro numa conta do filho do presidente da República, totalizando R$ 96 mil. O relatório também trouxe informações sobre movimentações financeiras de Flávio entre junho e julho de 2017. Foram 48 depósitos em espécie na conta do senador eleito, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil. As suspeitas aumentaram quando o Coaf percebeu que as quantias eram depositadas sempre em sequência, em questão de minutos.  Leia mais »

Ex-policial do Bope é apontado como autor do assassinato de Marielle por testemunhas

18 janeiro 2019 | 17:50

Foto: Renan Olaz/Câmara do Rio

O principal suspeito pelo assassinato na vereadora Marielle Franco (PSOL) e Anderson Gomes é um ex-policial do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar , conforme apontado por seis testemunhas no inquérito policial a que o The Intecept Brasil teve acesso. O ex-militar foi expulso da PM após o envolvimento com um dos principais clãs da máfia do jogo do bicho no Rio de Janeiro ser descoberto, conforme apurado pelo veículo. Após a saída da corporação, o suspeito, que se aperfeiçoou em técnicas de matar pessoas, se tornou mercenário de bicheiros e políticos. Além dos depoimentos das testemunhas, os investigadores chegaram até o suspeito de autoria dos disparos contra Marielle e Anderson da revisão de inquéritos relacionados às execuções de dois ex-sargentos da Polícia Militar, executados em maio e setembro de 2016, e que as investigações apontaram que os crimes tinham envolvimento com milícias e a máfia dos jogos.

Moro: ‘Petrobras foi saqueada num volume sem paralelo no governo Lula’

17 janeiro 2019 | 0:05

A declaração foi feita em resposta a pergunta sobre argumentos da defesa do petista à Justiça de que Moro foi um juiz parcial e o perseguiu. Foto: Divulgação

A Petrobras foi “saqueada em um volume sem paralelo” durante o governo do ex-presidente Lula (PT), de acordo com o ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro. A declaração foi dada à GloboNews nessa terça-feira (15), em resposta a pergunta sobre argumentos da defesa do petista à Justiça de Moro foi um juiz parcial e teria perseguido o ex-presidente. Para o ministro, Lula não “faz parte” de seu presente, nem do “futuro”. “O fato é que a decisão que eu proferi foi confirmada por três desembargadores que permanecem em suas posições”, disse. “O que existe é um álibi falso de perseguição política. O fato é que a Petrobras durante o governo do ex-presidente foi saqueada num volume às vezes sem paralelo no mundo”, disse. Moro ressaltou que “a própria Petrobras reconheceu R$ 6 bilhões em desvios”. “Pra onde foi esse dinheiro? esse dinheiro foi para enriquecer ilicitamente diversos agentes públicos daquele governo e parcelas beneficiaram o ex-presidente. Esse álibi parte do pressuposto de que esse escândalo de corrupção não aconteceu”, concluiu. Com informações do Correio Braziliense.

Vereador é acusado de nomear empregados domésticos como funcionários ‘fantasmas’

17 janeiro 2019 | 0:04

Segundo o MP-BA, ele teria admitido as irregularidades em vídeo e gasto indevidamente cerca de R$ 106,4 mil. Foto: Divulgação

O vereador da Câmara Municipal de Madre de Deus Anselmo Duarte Ambrozi da Silva conhecido como Anselmo Filho de Begu, foi acusado pelo Ministério Público estadual (MP-BA) de improbidade administrativa por enriquecimento ilícito, prejuízo aos cofres públicos e por violar os princípios da administração pública. Conforme a denúncia, Anselmo nomeou dois funcionários fantasmas em cargos comissionados de assessores no seu gabinete, que na verdade trabalhavam como empregados domésticos na casa dele. Segundo o MP-BA, a irregularidade foi admitida pelo próprio vereador em gravação em vídeo. Ele afirmou na gravação: “aonde é que está que esta pessoa, que está na minha casa (referindo-se aos comissionados), também não possa fazer o trabalho doméstico da minha casa? Quem disse que não pode?”. Ainda segundo o Ministério Público, ele “nomeou seus empregados domésticos como assessores de seu gabinete de modo a não arcar com as custas salariais”. O total de recursos públicos utilizados indevidamente, sem correções monetárias, é de aproximadamente R$ 106,4 mil, entre 2011 e 2018. Em ação civil pública, os promotores de Justiça Adriano Assis, Rita Tourinho e Célia Boaventura pedem à Justiça o afastamento liminar do parlamentar.

Justiça aceita nova denúncia contra João de Deus e médium é réu pela 2ª vez

16 janeiro 2019 | 17:27

Foto: Divulgação

A Justiça de Goiás aceitou nesta quarta-feira (16) uma denúncia contra o médium João de Deus pelos crimes de estupro de vulnerável e abuso sexual mediante fraude durante atendimentos espirituais. O documento tem relatos de 13 vítimas, sendo que apenas cinco casos não prescreveram. Os outros oito embasam o material, mas não serão julgados. Com a decisão, o médium se torna réu pela segunda vez. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) na terça-feira (15). As vítimas dos cinco casos que não prescreveram são de quatro mulheres de Goiás e uma de São Paulo. João de Deus está preso há um mês nega os crimes. A Justiça recebeu a primeira denúncia contra o médium no último dia 9.

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PGR firmou mais de 50 parcerias internacionais relativas a Lava Jato em 2018

12 janeiro 2019 | 22:30

Foto: José Cruz / Agência Brasil

Ao longo de 2018, a Procuradoria-Geral da República (PGR) firmou 358 parcerias de cooperação internacional relativas à Operação Lava Jato. Esse número abrange desde o compartilhamento de dados até operações policiais. Segundo informações do blog Radar, da Veja, neste período, os procuradores brasileiros atenderam a 258 pedidos de 27 países e enviaram 110 solicitações a 32 nações. De acordo com a publicação, o país que deu mais trabalho ao Brasil foi Portugal. Isso porque, na avaliação da PGR, o país caminha para se tornar um paraíso de delinquentes, já que demonstra resistência a entregar suspeitos e trabalhar em parceria.

MBL aciona a PGR após Gleisi Hoffmann ir à posse de Nicolás Maduro

12 janeiro 2019 | 9:21

Movimento alega que presidente do PT teria infringido o Artigo 8 da Lei de Segurança Nacional. Foto: Matheus Morais

O MBL entrou com uma representação criminal na Procuradoria-Geral da República contra a presidente do PT, Gleisi Hoffmann. A informação é da Coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo. A alegação é que ela teria infringido o Artigo 8 da Lei de Segurança Nacional, que afirma que é crime “entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil”. “A postura da Gleisi como presidente do PT e seu alinhamento com o Nicolás Maduro, bem como as críticas ao Grupo de Lima, ao qual o Brasil é signatário, acentuaram a hostilidade do ditador venezuelano ao governo brasileiro”, afirma Rubinho Nunes, advogado e coordenador do MBL.

Moro quer regras mais duras para revisão de pena

11 janeiro 2019 | 7:41

Ministro disse ao deputado João Campos, relator do novo Código de Processo Penal, que apresentaria uma série de sugestões para o projeto. Foto: Divulgação

O ministro Sérgio Moro disse ao deputado João Campos (PRB-GO), relator do novo Código de Processo Penal , que apresentaria em até 60 dias uma série de sugestões para o projeto. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. Segundo o jornal, além da prisão após condenação em segunda instância, o ministro defendeu regras mais duras para a revisão de penas —especialmente as de condenados por corrupção— e a ampliação do prazo de prisão temporária.