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O anúncio oficial ocorrerá somente na próxima segunda-feira (06), mas boa parte dos caciques de partidos aliados ao prefeito ACM Neto (DEM) já foi informada que Bruno Reis (DEM) será o nome anunciado como seu candidato.
As reuniões de Neto com aliados se estenderam por toda esta semana – em todas, o prefeito sinalizou que Bruno será o candidato que terá o seu apoio na eleição municipal deste ano. O vice-prefeito também confirmou a decisão para a sua tropa de choque, consultada.
Bruno já era favorito na disputa com Léo Prates desde o final do ano passado. Levantamentos internos contratados por Neto, no entanto, confirmaram seu crescimento exponencial nas intenções de voto do eleitorado soteropolitano – ele aparece empatado com Sargento Isidório (Avante) nas primeiras colocações.
Foi justamente a missão sugerida por Neto ao pupilo em 2019, antes dele assumir a Secretaria de Infraestrutura de Salvador: Caberia a ele, com a estrutura que lhe seria dada, se cacifar para a missão. E Bruno cumpriu.
O próximo passo de Bruno Reis será consolidar nos próximos meses o grupo de partidos de sua coligação. Até o momento, PSDB, PRB e PSL estão garantidos; PDT e PL, apalavrados.

O prefeito ACM Neto (DEM) estimou, durante coletiva no Festival Virada Salvador nesta terça-feira (31), que até seis colaboradores devem deixar o secretariado da gestão para disputar a eleição municipal de 2020. Quatro nomes dos seis já são conhecidos. São eles os vereadores e secretários Felipe Lucas (MDB), Rogéria Santos (Republicanos), Alberto Braga (PSC) e Claudio Tinoco (DEM), que devem deixar a administração no final de março para tentar a reeleição na Câmara Municipal de Salvador (CMS).
As outras duas vagas podem ser preenchidas pelo vice-prefeito Bruno Reis, atual secretário municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra) e possível candidato de sucessão do grupo governista, pelo secretário municipal de Saúde Leo Prates (DEM), que ensaia candidatura à prefeitura de Salvador pelo PDT, e pela secretária Ana Paula, ventilada como postulante à Câmara de Vereadores. O coordenador-geral da Defesa Civil de Salvador, Sosthenes Macedo, também tem candidatura ventilada.
Pelas contas de Neto, pelo menos dois desses nomes devem ficar de fora da eleição municipal do próximo ano. Nesta terça, o vice-prefeito Bruno Reis (DEM) reforçou que ele e o secretário de Saúde Leo Prates (sem partido) não vão integrar uma mesma chapa para as eleições municipais de 2020. Candidatos à prefeitura da capital, pela lei, tem até junho para deixarem os cargos.

Embora esteja de folga em Salvador, o perfil do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Twitter não deu pausa no trabalho. Neste domingo (29), o capitão decidiu lembrar que precisa do Congresso para dar seguimento a uma de suas promessas de campanha: a expansão do acesso à posse e ao porte de armas.
“Registro de armas de fogo cresceu 50% no corrente ano, levando-se em conta o mesmo período de 2018. Segundo ‘especialistas’, o número de mortes deveria aumentar no Brasil, mas na prática caiu 22%. Dependo do Parlamento para ampliar o direito à posse/ porte para mais cidadãos”, compartilhou o presidente na rede social.

O Partido Novo conseguiu obter as 280 assinaturas necessárias para que seu projeto para regulamentar a prisão após condenação em segunda instância seja votado com urgência no plenário da Câmara. Essa é mais uma proposta sobre o assunto, além da que já está na pauta da Câmara e outra no Senado.
Segundo a Coluna do Estadão, os membros do Novo estão confiantes com a possibilidade de emplacar o texto, que é de autoria do deputado Gilson Marques (SC) e altera o Artigo 283 do Código de Processo Penal, a fim de acabar com eventuais manobras protelatórias dos condenados.
De acordo com a bancada do partido, o projeto respeita o princípio da presunção de inocência, já que somente depois de dois julgamentos é que a prisão para execução provisória pode ser decretada.
Além disso, a outra proposta sobre o tema na Câmara também aborda crimes cíveis e tributários, o que tem gerado resistências na Casa. Logo, aumenta as chances do texto do Novo avançar.

Uma parte do PT tenta emplacar o senador Jaques Wagner como líder da bancada do partido na Câmara Alta do Congresso Nacional, em lugar de Paulo Rocha.
Segundo o colunista Guilherme Amado, da revista Época, o acordo desde o começo do ano, porém, é que o líder em 2020 será Rogério Carvalho.
A troca seria um afago a Wagner, que ficou irritado com o fato de não ter sido alçado à Executiva Nacional.

Que 2020 seja muito intenso e feliz! Que as luzes do Novo Ano brilhem e tragam novos desafios, novos projetos e muito sucesso! Boas festas e um Feliz Ano Novo a todos!

Para fechar o ano, o pré-candidato a prefeitura de Brumado, Fabrício Abrantes reuniu na noite desta sexta-feira (20) pré-candidatos a vereadores, apoiadores e amigos em grande reunião que teve como finalidade planejar os próximos passos da pré-campanha, focando nas demandas da população e nas necessidades primordiais para o desenvolvimento do município, tanto na zona rural, quanto urbana.
Fabrício iniciou o seu discurso falando sobre os “trechos” que percorreu em Brumado nos últimos meses – na zona rural e urbana, conhecendo histórias de diferentes comunidades, as necessidades que cada um tem e os problemas que precisam ser sanados para que estes possam ter melhor qualidade de vida.
Falou sobre o diálogo que teve com diferentes grupos da sociedade, o que lhe permitiu iniciar a construção de sua plataforma política, primando por um projeto democrático e participativo, onde a população seja ativa.
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) avalia haver abuso por parte do Ministério Público do Rio de Janeiro nas investigações sobre a suspeita de um esquema de “rachadinha” tendo como base o gabinete do seu filho Flávio no Rio de Janeiro quando ele era deputado estadual. Ele falou sobre o assunto em entrevista de mais de duas horas na manhã deste sábado (21), no Palácio da Alvorada, onde se reuniu em um café da manhã com jornalistas.
“Se eu não tiver a cabeça no lugar, eu alopro. Que levem o caso dele de acordo com a alegação que está ali”, disse Bolsonaro sobre a apuração que tem como pivô o ex-assessor de Flávio Fabrício Queiroz. Para o Ministério Público do Rio, o hoje senador lavou até R$ 2,3 milhões com transações imobiliárias e uma loja de chocolates.
A origem dos recursos estaria na “rachadinha”, coação de servidores para devolver parte do salário a parlamentares. Bolsonaro, que havia atacado jornalistas na véspera, convidou a imprensa para degustar mangas no Palácio da Alvorada, mas serviu apenas água e café. Ele considerou um erro o ataque a um repórter, mas não pediu desculpas por ofender a mãe do jornalista.
“Sim, eu erro, não deveria ter falado. No futebol, de vez em quando, manda o colega ir para a ponta da praia. É a minha maneira de ser, não dá para mudar isso aí. Pau que nasce torto. é o linguajar que eu tenho. Não vejo como ofensivo.” O presidente afirmou que resultado de biópsia afastou a possibilidade de ele ter câncer de pele, disse acreditar que seu novo partido, o Aliança pelo Brasil, não será criado a tempo das eleições municipais do ano que vem (só haveria 1% de chance) e que a economia será a prioridade em 2020.

O pré-candidato a vereador e presidente do Republicanos de Brumado Sidnei Coqueiro, esteve nesta sexta-feira(20), em Salvador no 1º Encontro Estadual do partido Republicanos.

O evento aconteceu no hotel Fiesta e contou com a presença de várias lideranças da vida pública e política. Marcaram presenças o deputado federal e presidente da sigla no estado, Márcio Marinho, deputado federal João Roma, deputado estadual José de Arimatéia.

Em entrevista ao site Brumado Verdade Coqueiro reafirma a pré-candidatura do médico Dr. Alessandro Lobo, a prefeito de Brumado.

A pesquisa Paraná Pesquisas revelou que 57,2% dos entrevistados consideram que hoje o ministro da Justiça, Sergio Moro, à época juiz da Lava Jato, foi justo ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex no Guarujá, em São Paulo.
Por outro lado, 31,3% dizem que o petista foi perseguido e 11,5% não opinaram. Já para 50,1% das pessoas o Brasil hoje está pior do que quando Lula era presidente e 41,9% acreditam que o país está melhor do que quando Lula era presidente. 8,1% não sabe ou não opinaram. Para 53,1% o governo Bolsonaro está melhorando o Brasil , e 39,5% acham que ele está piorando.
A pesquisa ouviu 2.260 entre os dias 7 e 11 de dezembro em 172 municípios de todos os estados.