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por Luana Neiva
Alguns deputados federais manifestaram arrependimento nas redes sociais após votarem a favor da chamada PEC da Blindagem. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados na última terça-feira (16), com 344 votos favoráveis e 133 contrários. O deputado Pedro Campos (PSB), irmão do prefeito do Recife, João Campos (PSB), e líder do partido na Casa, publicou um vídeo admitindo o erro.
“Nós, do campo progressista, tínhamos duas posições possíveis. Uma era dizer que não aceitaríamos discutir nenhum ponto dessa PEC, e arriscar que a anistia passasse, além de ver pautas importantes do governo, como a tarifa social de energia e o Imposto de Renda, boicotadas. A outra era discutir o texto da PEC, tentar retirar os maiores absurdos e buscar um caminho para barrar a anistia e avançar nas pautas populares”, explicou o parlamentar.
Em nota de retratação divulgada nas redes sociais, Merlong Solano (PT) pediu desculpas ao povo do Piauí e, em especial, ao seu partido pelo voto. “Não pensem que foi uma decisão fácil. Na política, por vezes somos levados a fazer escolhas difíceis, que exigem renúncias e sacrifícios”, escreveu.
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Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado Ubiratan Sanderson (RS) diz estar preocupado com a saúde do político, que segundo ele, corre “risco iminente de morte” em meio a crise de soluços e câncer de pele.
“Posso até aqui ser mais franco com vocês, o risco de morte dele é iminente. Pelo que eu vi aqui, um homem de 70 anos, que está totalmente debilitado física e mentalmente, preso. Eu não sabia que ele estava nessa situação. Eu tive com ele duas horas, ele vomitou duas vezes com soluço”, disse.
O parlamentar fez uma visita a Bolsonaro na tarde de quinta-feira, 19, no Hospital DF Star, em Brasília, onde o ex-presidente deu entrada na última terça-feira, 16, após intensa crise de vômitos, tonturas, queda de pressão arterial e pré-síncope.
O laudo médico do ex-presidente ainda aponta que ele está com câncer de pele. No domingo, 14, Bolsonaro deu entrada na unidade, onde passou por uma cirurgia para retirada de lesões de pele.
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por Luana Neiva
A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou nesta quarta-feira (17), por unanimidade, o projeto de lei 25.945, que prevê o pagamento de um abono extraordinário aos profissionais do Magistério da Educação Básica da rede pública estadual.
Durante sessão na Assembleia Legislativa da Bahia, o líder da minoria, deputado Tiago Correia (PSDB), defendeu uma emenda que propunha o aumento de 20% para 30% nos recursos destinados à valorização dos profissionais da educação no estado em 2025.
A proposta, segundo o parlamentar, buscava manter o mesmo patamar aplicado nos anos de 2023 e 2024, como forma de reconhecer o trabalho e a dedicação dos docentes baianos.
“No estado ordinário, em 2025, esse investimento reflete o compromisso do governo da Bahia com a educação e com os profissionais que diariamente se dedicam à formação dos estudantes. A nossa emenda nada mais propõe que manter os 30% aplicados nos anos anteriores”, afirmou Correia.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, condenado no caso dos R$ 51 milhões encontrados em malas de dinheiro em um apartamento em Salvador, ingressou com uma queixa-crime contra o vereador de Salvador Sandro Filho (PP) após ser chamado pelo edil de “ladrão” em um vídeo. Na ação, protocolada no Juizado Especial Criminal da capital baiana, Geddel acusa o parlamentar de injúria e difamação por declarações feitas em julho de 2024, por meio do perfil do vereador nas redes sociais.
Em vídeo publicado no Instagram, Sandro Filho se referiu a Geddel como “ladrão” e “vagabundo”, criticando sua atuação na política baiana. Segundo a defesa do ex-ministro, as declarações atingiram sua honra e imagem, extrapolando os limites da liberdade de expressão.
A ação solicita que Sandro Filho seja condenado pelos crimes previstos nos artigos 139 e 140 do Código Penal, com aumento de pena por ter feito as declarações em rede social, e que pague indenização mínima de R$ 10 mil por danos morais. Além disso, a defesa de Geddel requer que eventual sentença condenatória seja divulgada no mesmo espaço em que ocorreram as ofensas.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro atacou neste domingo (7) o STF (Supremo Tribunal Federal) e, sem citar nomes, chamou ministros da corte de perversos, tiranos e injustos.
Às vésperas do julgamento do marido pela trama golpista, ela enviou áudio para divulgação em manifestações bolsonaristas em Brasília e no Rio de Janeiro.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro atacou neste domingo (7) o STF (Supremo Tribunal Federal) e, sem citar nomes, chamou ministros da corte de perversos, tiranos e injustos.
Às vésperas do julgamento do marido pela trama golpista, ela enviou áudio para divulgação em manifestações bolsonaristas em Brasília e no Rio de Janeiro. Michelle disse ainda que o país vive uma ditadura que inclui perseguição política.
“Ministros, vocês prometeram cumprir as leis e defenderem a nossa constituição. Ela está sendo rasgada diariamente, injustiças são cometidas por alguns poucos do vosso meio que se dizem juízes, mas agem como tiranos.”
A ex-primeira-dama classificou ainda o julgamento da trama golpista como “uma grande peça teatral com o enredo de perseguição e ilegalidades”.

por João Lucas Dantas / Lula Bonfim
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) afirmou que a Justiça irá decidir o destino do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe de Estado, durante sua passagem pelo desfile de 7 de Setembro, na Praça do Campo Grande, em Salvador, neste domingo.
“A minha palavra é sempre: quem erra, a Justiça julga. Quem erra, ou quem acha que não errou, tem direito à sua ampla defesa. Eu espero apenas que a Justiça seja feita com aqueles que tentaram, ousaram, desmanchar, reduzir ou até atrapalhar um processo democrático nacional”, destacou o chefe do Executivo estadual.
O gestor aproveitou a data para reforçar o compromisso com a democracia do país e disse que “é necessário respeitar o resultado das urnas”. “Quem quiser questionar, que o faça no âmbito da Justiça. Portanto, já saiu do âmbito da política”, esclareceu.
“No âmbito jurídico, espero que o Supremo, a corte máxima do nosso país, continue agindo de acordo com os procedimentos éticos e dê o veredito conforme a corte encontrar os motivos”, concluiu Jerônimo.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (4) que ainda não há decisão sobre a votação do Projeto de Lei que prevê anistia para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Segundo ele, o tema segue em discussão com os líderes partidários. “Estamos muito tranquilos com relação à discussão dessa pauta. Não há ainda nenhuma definição. Nós estamos sempre ouvindo o colégio de líderes nessas pautas”, disse.
O debate sobre a anistia ganhou força após o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado de tentativa de golpe de Estado. Motta ressaltou que tem dialogado com parlamentares de diferentes posições políticas, incluindo os que defendem e os que rejeitam a proposta.

por Luana Neiva
O Senado aprovou, nesta terça-feira (2), um projeto que altera a Lei da Ficha Limpa, modificando a forma de contagem do tempo em que um político permanece inelegível.
No entanto, o que chamou atenção foi a postura dos senadores Angelo Coronel (PSD), Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD) votarem a favor da mudança.
O texto aprovado pelo Congresso Nacional, em sessão semipresencial, fixa um único prazo de inelegibilidade de oito anos. Esse período será contado a partir da perda do mandato, da eleição em que ocorreu o ilícito, da renúncia ou da condenação em segunda instância.
Além disso, a proposta estabelece um teto máximo de 12 anos de inelegibilidade, mesmo nos casos em que o agente político acumule múltiplas condenações.
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por Neison Cerqueira
À jornalistas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) repercutiu o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no STF (Supremo Tribunal Federal), que começou nesta terça-feira (2) e vai até o dia 12 de setembro.
Ao comentar sobre, Lula afirmou que os réus possuem presunção de inocência e que “ninguém está julgando ninguém pessoalmente”. A fala do petista ocorreu durante o velório do jornalista Mino Carta, que aconteceu em São Paulo.
“Tem um processo, tem os autos, tem delações, tem provas. A pessoa que está sendo acusada tem a presunção de inocência. Ela pode se defender, como eu não pude me defender. Eu não reclamei, não fiquei chorando. Eu fui à luta. Se é inocente, prove que é inocente. Prove que não tem nada a ver com isso e está de bom tamanho”, declarou.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL) revelou nesta terça-feira (2), que encaminhará ao governo dos Estados Unidos um relatório com denúncias feitas por Eduardo Tagliaferro, ex-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A informação é da coluna de Paulo Cappelli.
As acusações dizem respeito a uma suposta fraude processual atribuída ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, além de uma possível atuação irregular, fora dos trâmites legais, do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
O senador Flávio Bolsonaro declarou que um relatório com essas denúncias será encaminhado ao governo dos Estados Unidos, com o objetivo de informar as autoridades norte-americanas sobre novas violações de direitos humanos supostamente cometidas por Moraes e Gonet.
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