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O presidente Jair Bolsonaro decidiu exonerar o ministro Gustavo Bebianno do cargo. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (18) pelo porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros. Ele afirmou que “o motivo da exoneração do ministro Bebianno é de foro intimo do nosso presidente”. A decisão acontece após uma crise provocada pela divulgação de supostos candidatos laranjas do PSL na eleição do último ano. Bebianno seria o responsável pelo repasse de recursos aos concorrentes. Em nota divulgada na última semana, ele negou ter destinado verbas para candidaturas laranjas. O general Floriano Peixoto é quem vai assumir como ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Entre rumores de que será exonerado nesta segunda-feira (18), o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, disse neste domingo (17) que o momento é de “esfriar a cabeça”. “Agora é hora de esfriar a cabeça”, afirmou o ministro ao ser abordado por jornalistas no hotel em que mora, em Brasília, quando saía para o almoço. Bebianno é um dos protagonistas da crise que atingiu o governo Bolsonaro e o PSL nesta semana, após denúncias de candidaturas “laranjas” no partido e um episódio de atrito entre ele e o filho do presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro. Aos jornalistas que o aguardavam no hotel, Bebianno disse que, por ora, não vai se pronunciar sobre o caso. “Daqui a alguns dias”, afirmou.
Em virtude dos últimos acontecimentos envolvendo o PSL, com a acusação de uso de candidatos laranjas na eleição de 2018, os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) negociam migrar para um novo partido, que está em fase final de criação. Trata-se da reedição da antiga União Democrática Nacional (UDN), segundo o portal Terra. Conforme o veículo, três fontes ligadas ao clã Bolsonaro informaram que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) teve um encontro com dirigentes da sigla para tratar do assunto, na semana passada, em Brasília. as fontes afirmaram que Eduardo tem urgência em levar adiante o projeto. Eleito com 1,8 milhão de votos, Eduardo teria o apoio de seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Com esse movimento, a família Bolsonaro buscaria preservar seu capital eleitoral diante do desgaste do partido. A troca de sigla afastaria a família Bolsonaro dos problemas do PSL, e a nova sigla realizaria o projeto político de aglutinar lideranças da direita nacional identificadas com o liberalismo econômico e com a pauta nacionalista e conservadora, defendida pelos integrantes da família do presidente da República. No início de fevereiro Eduardo Bolsonaro foi anunciado como líder do The Movement, uma articulação de direita populista, na América do Sul pelo estrategista e ex-assessor do presidente americano Donald Trump, Steve Bannon.

Líder do PR na Câmara, deputado baiano defende negociação que estabeleça um “meio termo” em torno da proposta do governo Jair Bolsonaro (PSL). Foto: Lucio Bernardo Junior / Câmara dos Deputados
Líder do PR na Câmara dos Deputados, o baiano José Rocha, líder do PR na Câmara, afirma ser a favor de modificações na proposta de reforma da Previdência avalizada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL). O texto estabelece idades mínimas de 62 anos para mulheres e 65 anos. “Com certeza não vai ficar nisso, eles colocaram para cima pra poder negociar, nós vamos colocar pra baixo pra poder negociar também e chegaremos a um meio termo”, declarou Rocha em entrevista à Folha na quinta-feira (14).
Após o não retorno do vereador Eduardo Cunha Vasconcelos (PSDB), “Dudu”, aos trabalhos no legislativo, o suplente Girson Ledo (PSDB) foi convocado para assumir vacância na Câmara Municipal de Brumado. Girson Ledo chegou a ser empossado duas vezes, porém, por decisão judicial, foi destituído do cargo. Na manhã desta sexta-feira (15), o vereador é empossado novamente, com direito ao uso de gabinete e nomeação de sua equipe de assessores. Há alguns dias atrás, o prefeito já tinha comunicado em ofício à câmara de vereadores o afastamento do seu filho. Apesar de todo impasse envolvendo a sua convocação definitiva, Girson disse que está tranquilo e com os “pés no chão”. “Estou aqui para trabalhar pela população brumadense que votou em mim. Acredito que, dessa vez, vou ficar por um período maior, acredito”.
O presidente Jair Bolsonaro decidiu nesta quinta-feira (14) que a nova reforma previdenciária estabelecerá idades mínimas de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. Em reunião com a equipe econômica, ficou estabelecido que haverá um período de doze anos de transição para se chegar aos pisos para recebimento da aposentadoria. A confirmação foi feita pelo secretário especial de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Segundo ele, a equipe econômica defendeu uma única idade mínima para homens e mulheres de 65 anos, o que foi recusado pelo presidente. A expectativa é de que na próxima quarta-feira (20) o presidente assine o texto e, no mesmo dia, ele seja divulgado publicamente e enviado à Câmara dos Deputados.
A prefeita de Conceição do Jacuípe, no Portal do Sertão, Normélia Maria Rocha Correia, e o vice- prefeito, Antônio Carlos de Brito, tiveram os mandados cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). A sentença, publicada nesta terça-feira (12), foi decretada pelo juiz Abraão Barreto Cordeiro, da 192ª Zona Eleitoral. Normélia Correia e Antônio Carlos Brito foram condenados por abuso de poder econômico nas eleições de 2016, quando Normélia Correia foi reeleita. Na análise da ação, o juiz considerou abuso de poder econômico na distribuição de cestas básicas em proveito da então candidata. Nas ações, uma empresa contratada para coleta de lixo no município auxiliava a distribuição das cestas básicas. Ainda conforme a decisão, uma servidora municipal ligada à gestora, acompanha as entregas dos produtos, fazendo um gesto expresso com os dedos do número 10, usada pela prefeita nas eleições de 2016.
Na manhã desta sexta-feira (08), o presidente da Câmara de Vereadores de Brumado, vereador Leonardo Quinteiro Vasconcelos, durante sessão legislativa leu ofício encaminhado à Casa pelo Genitor Eduardo Vasconcelos, em relação ao afastamento do seu filho, Eduardo Vasconcelos “Dudu”, com relação as suas atividades legislativas. No documento, o gestor informa que o vereador continuará em tratamento de saúde e não há previsão para o seu retorno a Brumado, pois este necessita de atenção especializada e só poderá realizar as atividades legislativas após autorização e alta médica. Sendo assim, Vasconcelos sugeriu que fosse convocado o suplente, Girson Ledo Silva, para que este assumisse a vacância do cargo, até que o vereador possa retornar com as atividades do seu mandato. O presidente do Legislativo informou que a assessoria jurídica da Casa será consultada sobre o assunto e os vereadores convocados posteriormente para deliberar sobre o caso exposto.
Pelas contas do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o governo Bolsonaro possui o apoio do número necessário de senadores para aprovar o texto da reforma da Previdência no Senado. O ministro disse nesta segunda-feira (04), em entrevista à Rádio Gaúcha, que 49 senadores serão favoráveis ao projeto enviado pelo Planalto ao Congresso Nacional. Detalhes do projeto reforma da Previdência ainda estão sob discussão da equipe do governo. O texto será enviado ao Congresso Nacional por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), que exigirá, no mínimo, os votos de 308 dos 513 deputados e de 49 dos 81 senadores. A Câmara dos Deputados é quem primeiro recebe e analisa a proposta que, caso seja aprovada em dois turnos, segue para mais dois turnos no Senado. A projeção de cenário favorável ao governo foi feita por Lorenzoni Onyx após a vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para presidir a Casa, segundo o G1.

Com desistência de Renan Calheiros, caminho ficou ainda mais livre para o democrata que teve 42 votos, um a mais do necessário para evitar 2° turno. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Representante do chamado baixo clero, Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito, neste sábado (02), presidente do Senado para o próximo biênio. O senador venceu o favoritismo de Renan Calheiros (MDB) após o candidato retirar sua candidatura durante uma segunda votação no Senado. Com aval do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), as garantias de portas abertas ao governo federal e as críticas ao que chama de “velha política”, Alcolumbre garantiu o apoio do Planalto e dos senadores novatos da casa. A desistência de Renan no meio do processo ainda contribuiu para que o democrata vencesse a eleição no primeiro turno com 42 votos. De acordo com perfil publicado pelo jornal Estado de S.Paulo, o próprio Alcolumbre é adepto de práticas da velha política. Como deputado, o mais novo presidente do Senado conseguiu aprovar em 2009 um projeto de lei para homenagear um tio – Alberto Alcolumbre – acrescentando o nome dele ao título do Aeroporto de Macapá. Aos 41 anos, Alcolumbre é comerciário com formação incompleta em Ciências Econômicas. Na eleição de 2018, disputou o governo do Amapá, mas perdeu a eleição para o governador reeleito Waldez Góes (PDT).