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A lista de convidados do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para a cerimônia de posse, no dia 1º de janeiro, conta com cerca de 140 nomes. De acordo com a Agência Brasil, entre as pessoas esperadas para o evento em Brasília, estão familiares, como a mãe, Olinda Bolsonaro, irmão, Renato, filhos, noras, cunhados, netos e sobrinhos; líderes religiosos; e também antigos amigos de pescaria. Ainda segundo a Agência Brasil, a distribuição dos convites teve início no dia 10 de dezembro, mas ainda não foi concluída. Alguns foram enviados por Sedex e outros em mãos. Somente para a cerimônia de posse no Congresso Nacional, serão distribuídos 2 mil convites. Para a recepção no Itamaraty, são previstos outros mil convidados. A lista inclui autoridades de primeiro escalão do governo, militares de alta patente, chefes de Estado, diplomatas, parlamentares e governadores eleitos ou reeleitos de estados. O presidente eleito espera ainda receber a 60 delegações estrangeiras. Entre as presenças já confirmadas estão nomes como os presidentes como Maurício Macri (Argentina), Sebastián Piñera (Chile), Mario Abdo Benítez (Paraguai), Tabaré Vázquez (Uruguai), Iván Duque Márquez (Colômbia) e Marín Vizcarra (Peru). Também devem assistir à posse de Bolsonaro o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu; o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeu; e o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa.
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, determinou a diplomação do ex-prefeito de Guanambi Charles Fernandes (PSD) nesta sexta-feira (21). A ministra entendeu não ser necessário aguardar o julgamento dos recursos apresentados por Luiz Caetano (PT) para diplomar o suplente na vaga da Câmara dos Deputados. Deputado federal eleito e diplomado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), Caetano disputa na Justiça o direito de assumir o mandato após ser enquadrado pela Lei da Ficha Limpa por improbidade administrativa. Ex-prefeito de Guanambi e suplente de Caetano, Charles Fernandes também tem candidatura questionada na Justiça.
O deputado federal reeleito Daniel Almeida (PCdoB) disse, na manhã desta sexta-feira (21), esperar que o governador reeleito Rui Costa (PT) leve em consideração na montagem do novo secretariado o “crescimento que o PCdoB” teve na eleição deste ano. “A expectativa [do PCdoB com a reforma do secretariado] é continuar parceiro deste projeto. Que o governador reconheça os espaços que nós já temos na participação do governo e que reconheça também a tradição do PCdoB neste projeto e o crescimento que o PCdoB teve na última eleição”, declarou, durante visita a obras de requalificação do Parque do Queimado (Liberdade), que abrigará a nova sede do Programa Neojiba. Daniel afirmou, ainda, que o PCdoB pretende ter candidato a prefeito de Salvador em 2020. O comunista salienta que a deputada federal eleita Alice Portugal e parlamentar estadual eleita Olívia Santana têm “votação crescente” na cidade. “O PCdoB tem o propósito firme de ter candidato à prefeitura de Salvador. E nós estamos começando a elaborar a nossa tática para 2020. Na nossa tática não [está ter candidato] só em Salvador, temos o objetivo de construir candidatura na maioria dos municípios, especialmente, com maior eleitorado”, salientou.
Os seis vereadores acusados de diversos crimes apontados pela Operação “Último Tango” foram cassados nesta quinta-feira (20) em Correntina, no extremo oeste baiano. Os edis foram punidos após a sessão – que havia sido interrompida depois de tumulto e quebra-quebra – ser retomada. Tiveram os mandatos cassados os vereadores Adenilson Pereira de Souza, “Wil”; Milton Rodrigues de Souza, o Militão; Jean Carlos Pereira dos Santos, o “Jean da Guarda”; Nelson da Conceição Santos, o “Nelson Carinha”, Juvenil Araújo de Souza, o “Babado Pimenta”, e Wesley Campos Aguiar, o Maradona. Este último, já afastado das funções, era tido como o líder da organização criminosa. Segundo o presidente da Câmara de Correntina, Ebraim Silva Moreira, o Ebraim da Farmácia, uma sessão marcara para as 10h30 desta sexta-feira (21) empossará os suplentes que ocuparão as vagas deixadas pelos seis cassados. Tomarão posse Célio Moura, Alan de Cassemiro, Epaminondas, Nice do Rosário, Sebastião de Sabino e Denilson Neves. Deflagrada no final de outubro do ano passado, que à época chegou a prender cinco vereadores, denunciou um esquema responsável por fraudes em licitações e contratos, além de desvio de verbas públicas, pagamento de gratificações indevidas a servidores e cobrança de propina ao prefeito para votar projetos de interesse do gestor.
A diplomação dos deputados e governador eleito em Minas Gerais, realizada nesta quarta-feira (19), teve direito a troca de socos entre políticos. A cerimônia realizada no Palácio das Artes ainda teve gritos de “Lula Livre” e “Bolsonaro” dos convidados que acompanhavam a diplomação. De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, os primeiros protestos partiram da plateia quando a deputada federal eleita Áurea Carolina (PSOL) se encaminhou para receber o diploma mostrando placa com o nome da colega vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, assassinada em março, e foi vaiada. Antes disso e ao longo de parte da cerimônia, a deputada estadual eleita Beatriz Cerqueira (PT) segurou uma placa escrita “Lula Livre”. O cerimonial pediu para que a plateia e eleitos não se manifestassem. Então, a placa da parlamentar foi retirada por uma funcionária, levando Beatriz a reclamar à administração e o deputado federal eleito Rogério Correia (PT) levantá-la em direção ao público.
A Polícia Federal (PF) cumpre três mandados de busca e apreensão em endereços ligados à família do senador Aécio Neves (PSDB) na manhã nesta quinta-feira (20). Um dos alvos da ação da PF é a casa da mãe do parlamentar, eleito deputado federal. O objetivo da operação é de coletar elementos que podem indicar lavagem de dinheiro e corrupção passiva. A PF visita também outros endereços, como a casa de Frederico Pacheco, primo do senador, e uma empresa de comunicação, que seria de Pacheco em sociedade com a jornalista Andrea Neves, irmã de Aécio. De acordo com o G1, ainda não se sabe se há relação entre esta operação e uma anterior, realizada no dia 11 de dezembro. Na época, com o apoio do Ministério Público Federal (MPF), foram cumpridas ordens judiciais em imóveis do senador e da irmã dele, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Ainda segundo a reportagem, as buscas desta quinta-feira (20) foram determinadas pelo ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF). Devem ser recolhidos documentos em papel e arquivos digitais. A defesa de Aécio ainda não se manifestou.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, nesta terça-feira (18), o recurso do deputado federal Luiz Caetano (PT) e o petista está proibido de assumir o mandato. Com a decisão, o suplente Charles Fernandes (PSD), da cidade de Guanambi ficará com o cargo. A determinação da Corte eleitoral foi por unanimidade. Votaram pela rejeição do recurso: Admar Gonzada, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, Luís Roberto Barroso, Jorge Mussi, Og Fernandes e Rosa Weber, Edson Fachin. Caetano teve a candidatura indeferida após ser enquadrado pela Lei da Ficha Limpa por uma condenação por improbidade administrativa.
O presidente Michel Temer (MDB) decidiu gravar um pronunciamento para ser exibido em rede nacional de rádio e televisão na noite de Natal. De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, prestes a deixar o cargo, ele quer fazer um agradecimento à população e deixar uma mensagem pela pacificação do país. Temer não descerá sozinho a rampa do Palácio do Planalto no dia 1º de janeiro, após entregar a faixa presidencial para Jair Bolsonaro (PSL). Segundo aliados do emedebista, o grupo que esteve na linha de frente de seu governo estará ao seu lado, entre eles o senador Romero Jucá (MDB-RR).
O vice-governador reeleito João Leão (PP) disse, nesta terça-feira (18), que é preciso ter um “menino novo” para disputar a sucessão do governador reeleito Rui Costa (PT) em 2022. “Eu não tenho mais idade. Otto [Alencar, senador do PSD] também não tem mais idade. Nós temos que escolher um menino novo, um garotão desses aí. A gente tem que pegar um menino novo, apesar da disposição de Otto, que é um cara forte danado e eu não fico atrás também. O gás é grande”, afirmou, em entrevista à Rádio Câmara Salvador. Perguntado se o “menino novo” pode ser o seu filho, o deputado federal Cacá Leão (PP), o vice-governador afirmou que descente não poderá, já que ele deve assumir o governo em 2022, quando Rui Costa deve ser candidato ao Senado ou à Presidência da República, conforme o progressista.

Evento transcorreu sob clima de torcida organizada e hostilidade, com ápice da tensão na invasão e retirada de integrantes da Bancada Ativista. Foto: Divulgação
A cerimônia de diplomação dos políticos eleitos por São Paulo, nesta terça-feira (18), foi marcada por provocações entre grupos ligados ao ex-presidente Lula (PT) e ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Segundo reportagem do portal UOL, o evento transcorreu sob clima de torcida organizada e hostilidade, com ápice da tensão na invasão e retirada de integrantes da Bancada Ativista —coletivo de nove deputados eleitos pelo PSOL— do palco. De acordo com a publicação, a confusão teve início quando integrantes do grupo subiram ao palco para acompanhar a diplomação da deputada eleita Mônica Seixas, que representou o grupo nas urnas. Deputados eleitos pelo PSL, como Douglas Garcia (estadual) e Alexandre Frota (federal), reagiram à presença do grupo. Os seguranças abordaram Jesus dos Santos, que erguia o braço em ato de protesto e integra o grupo eleito do PSOL. Ao ser anunciado, o deputado eleito Teonilho Barba foi aplaudido é vaiado ao fazer o “L” de Lula com a mão. Reeleito, o deputado estadual Enio Tatto fez o “L” e gritou “Lula Livre”. Da plateia, além de aplausos, se ouviam gritos de “Bolsonaro 171” e “Bolsonaro, quero meu cheque”, mesclados a gritos de “Mito” e “Chupa, Lula”, em resposta aos petistas. Até vuvuzelas estavam entre os convidados na plateia.