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O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT) confirmou nesta quinta-feira (9), que o comando daAgência Brasileira de Inteligência (Abin), passará a ser coordenada pela Casa Civil. Anteriormente, a chefia da Abin era de responsabilidade do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). As informações são do blog da Andréia Sadi, do g1.
A mudança do comando faz parte de um projeto mais amplo de desmilitarização da Abin. O plano de diminuir a influência militar e bolsonarista nas áreas ligadas à presidência vem desde a transição, mas tornou-se urgente depois de 8 de janeiro.

O presidente Lula (PT) chegou em Washington (DC) para agenda com o presidente norte-americano, Joe Biden, na Casa Branca. Este é o primeiro entre os políticos desde a posse do mandatário do Brasil.
A chegada do mandatário brasileiro foi registrada em suas redes sociais. O presidente chegou a capital dos Estados Unidos acompanhado de quatro ministros, da primeira-dama Janja da Silva e dolíder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT).
O encontro de Lula e Biden está previsto para acontecer na sexta-feira (10), às 15h30 do horário de Washington, 17h30 no horário de Brasília. Além do encontro entre os chefes de Estado, também está previsto uma reunião privada com Janja e a primeira-dama americana Jill Biden.

Nesta segunda-feira (06), a noiva do vereador João Vitor Moura Vasconcelos (União Brasil), foi nomeada diretora de cultura da cidade de Brumado. A nomeação de Monaliza Moreno Bonfim foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM), e de acordo com o documento, a assinatura do Prefeito foi emitida eletronicamente às 10h50 referendando a nomeação.
Nos corredores da Câmara, vereadores de oposição estão citando uma forte mobilização da máquina administrativa em busca do comando do poder legislativo municipal. A prefeitura de Brumado virou um balcão de barganha nos últimos dias em véspera de eleição da câmara.

Aloizio Mercadante tomou posse como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nesta segunda-feira (6) em cerimônia no Rio de Janeiro, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na ocasião, ele prometeu privilegiar investimentos verdes, inclusivos, tecnológicos, digitais e industrializados e destacou que em sua gestão o BNDES não terá como foco a competição com os bancos privados.
“Não pretendemos ficar disputando mercado com o sistema financeiro privado. Não é o papel do BNDES. Precisamos de parcerias e o BNDES pode contribuir para reduzir risco, abrir novos mercados, alongar prazos e elaborar bons projetos para os investimentos privados”, disse ele em discurso.
“Vamos apoiar com mais determinação o crescimento e desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas, que são grandes geradoras de emprego e renda. Precisamos impulsionar a digitalização dessas empresas por meio de ações conjuntas com parceiros tecnológicos”, completou Mercadante, que prevê aporte de R$ 65 bilhões em crédito para dar suporte a empresas e cooperativas de economia solidária.

O advogado e deputado estadual Diego Castro apresentou em suas redes sociais 12 projetos que estará levando à frente na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
Entre elas estão: punição ao professor que “doutrinar” em sala de aula, pois, segundo Diego, “escola é lugar para aprender português e matemática, e não um espaço para formar militantes”; outra proposta de Diego é dar fim nas blitz de IPVA em todo o estado. “É um absurdo que o contribuinte baiano, que já vive sob a égide de uma das cargas tributárias mais castigastes do Brasil, tenha o seu veículo apreendido”, disse.
“Em muitas das vezes, o veículo é o seu ganha pão, o seu instrumento de trabalho, e é apreendido simplesmente por ele não ter conseguido o pagamento do imposto, cujo valor é um dos mais altos do país”, acrescentou Diego.
Outro projeto apresentado por Diego Castro é a criação do Conselho Estadual de Segurança Pública no Campo. De acordo com ele, o intuito é “dar voz aos produtores e trazer de fato a tão falada participação popular na administração pública do estado”. A defesa do agronegócio é também uma das bandeiras do deputado.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse a aliados que sua esposa, Michelle Bolsonaro, não vai disputar a eleição de 2026. Segundo ele, a função dela a partir de agora será dedicar-se ao comando do PL Mulher. A informação é da Folha de São Paulo.
A ex-primeira-dama vem sendo mencionada como possível candidata para diversos cargos: governadora do Distrito Federal, senadora e até presidente da República. Os rumores , segundo a publicação, têm incomodado Bolsonaro.
Nesta segunda-feira (07), a própria Michelle decidiu reforçar essa versão, ao publicar em uma rede social: “Oposição, fiquem tranquilos. Eu não tenho nenhuma intenção de vir candidata a nenhum cargo eletivo”.

O vereador Renato Santos Teixeira (Sem Partido), foi eleito, nesta segunda-feira (06), para presidente da Câmara Municipal de Brumado. Após o resultado, o vereador fez um decurso emocionado na tribuna. A eleição foi muito densa, mesmo já sabendo da vitória com antecedência. O vereador Renato venceu por 8 votos contra a vereadora Verimar do PT, que teve 7 votos da oposição ao prefeito.
A Nova mesa é composta por: Renato Santos presidente, Santinho Vice, João Vasconcelos e Tiago Amorim secretários. Amanha terça-feira (07), toda mesa diretora eleita democraticamente será empossados para o biênio 2023/2024.

Com 464 votos, o deputado federal Arthur Lira (PP-AL) foi reeleito para a presidência da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (1º). A votação de Lira foi considerada recorde desde a redemocratização e garante mais dois anos de governabilidade de Lira à frente da Casa Legislativa.
“Não há mais espaço para aqueles que atentam contra os poderes”, afirmou Lira após a proclamação do resultado. Em segundo lugar, ficou Chico Alencar (PSOL-RJ), com 21 votos, e em terceiro, o candidato do Novo, Marcel van Hattem (RS), com 19.
Até hoje, os deputados eleitos com a maior votação para a presidência da Câmara foram Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), em 1991, e João Paulo Cunha (PT-SP), em 2003. Cada um obteve 434 votos dos 513 possíveis em sua respectiva eleição.
Para alcançar a vitória, o deputado contou com apoio do presidente Lula (PT) e reuniu em um bloco formado por 21 dos 23 partidos com representação na Casa. Compuseram o bloco o PT, do presidente Lula, e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) vai ficar mais dois anos à frente do Senado e do Congresso Nacional. Nesta quarta-feira (1º), com apoio expressivo da base do presidente Lula, ele conquistou 49 votos e foi reeleito como presidente do Senado. Eram necessários 41 senadores para evitar o segundo turno. Lançado pelo grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Rogério Marinho (PL-RN) atingiu 32 votos.
Com o atual presidente como candidato, a votação foi conduzida pelo senador Veneziano Vital do Rego (MDB-PB). Lançada anteriormente, a terceira via representada por Girão (Podemos-CE) não vingou. O parlamentar cearense desistiu e apoiou Marinho.
Pacheco e Marinho agregaram os votos dos 81 senadores, sem registro de abstenção ou voto em branco/nulo – foram usadas cédulas de papel. Fonte: Estado de S. Paulo

A provável lavada de Arthur Lira (PP) na Câmara e as articulações da oposição no Senado devem deixar uma fatura alta para o presidente Lula na montagem de sua base de apoio, segundo o jornalista Bruno Boghossian, da Folha de São Paulo.
Segundo a publicação, ao anunciar a decisão de não interferir na disputa, o governo precisou abrir mão de exercer seu poder de coordenação política e deixou o caminho livre para que o atual presidente da Câmara organizasse sua própria coalizão.
Com uma reeleição maiúscula, Lira demonstrará influência sobre deputados que, hoje, estão fora da órbita do governo. Aliados do presidente da Câmara e políticos governistas dizem que esse quadro obrigaria Lula a chamar Lira para participar da distribuição de verbas e cargos para esses parlamentares.
Ainda de acordo com à Folha, a eleição desta quarta-feira (1º) também deve dar a Lula a prova final de que a negociação de cargos no primeiro escalão foi insuficiente para construir uma base aliada firme no Senado. Nos últimos dias, o governo precisou abandonar o discurso de neutralidade e entrar no circuito para tentar evitar uma derrota de Rodrigo Pacheco (PSD).