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Eleitores do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) estão postando fotos e vídeos com armas de fogo na cabine de votação. Uma das imagens, feita na Escola Estadual Professor Mauricio Brum, no Rio de Janeiro, mostra uma arma em cima da urna. A atitude é classificada como crime eleitoral, já que a Lei Eleitoral 4737/65 proíbe qualquer tipo de foto ou vídeo durante a votação. No entanto, o próprio filho do presidenciável, Eduardo Bolsonaro, pediu nas redes sociais que os eleitores gravem o momento do voto. “Prezados, em caso de problemas com a urna filmem, de preferência gravem lives e falem o estado zona e seção onde está ocorrendo o problema”, escreveu no Twitter.
Um Convênio de Cooperação Técnica firmado pelo Ministério Público Estadual e o Tribunal Regional Eleitoral garantirá o exercício do direito ao voto aos presos provisórios e adolescentes maiores de 16 e menores de 21 anos de idade que cumprem medidas socioeducativas em unidades de internação localizadas em oito municípios baianos. O acordo prevê medidas, dentre elas, a instalação de zonas eleitorais em estabelecimentos penais e unidades de internação em Salvador, Feira de Santana, Camaçari, Vitória da Conquista, Guanambi, Valença, Barreiras e Paulo Afonso. Segundo a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (Caoca), promotora Marli Barreto, mais de 670 detentos serão beneficidos com a medida e poderão votar. São considerados presos provisórios todos os recolhidos em estabelecimentos penais e sem condenação criminal transitada em julgado.

A partir de hoje (5), quando for feita a consulta Como votar? no buscador será oferecida uma caixa especial de informações elaborada a partir da consultoria do tribunal. Foto: Divulgação
O Google fechou uma parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para facilitar o esclarecimento de dúvidas dos eleitores antes da votação do próximo domingo (07). A partir de hoje (5), quando for feita a consulta “Como votar?” no buscador será oferecida uma caixa especial de informações elaborada a partir da consultoria do tribunal. Ali, o eleitor ficará sabendo, entre outros pontos, quais documentos são necessários, como votar na urna eletrônica, qual a ordem de voto na urna e qual o horário da votação. Com a questão “Onde Votar?” será possível identificar o local de votação preenchendo o nome ou número do título de eleitor, mais a data de nascimento e o nome completo da mãe. O Google Maps pode mostrar ainda o melhor caminho para chegar à sessão. A apuração dos resultados também terá recursos especiais. Com a busca “resultado eleições 2018” ou “apuração eleições 2018” será aberta uma caixa no topo da página com os números atualizados. O sistema funciona de modo semelhante para responder consultas com o nome dos candidatos a presidente ou dos partidos. No Google Assistente, a pergunta “Ok Google, qual o resultado das eleições?” fornecerá o resultado final da votação.
Coordenador da campanha de Fernando Haddad (PT) em 2018, José Sérgio Gabrielli teria, em 2010, recebido do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a missão de “garantir o futuro político do país e do PT com a eleição de Dilma Rousseff”. De acordo com a delação de Antonio Palocci divulgada nesta segunda-feira (1°), o ex-diretor financeiro da Petrobras foi instruído a encomendar a construção de 40 sondas para levantar os recursos necessários para a campanha e eleição de Dilma. Segundo Palocci, uma reunião entre ele, Lula, Dilma Rousseff e José Sérgio Gabrielli aconteceu na biblioteca do Palácio do Alvorada em 2010. Procurado pela imprensa, Gabrielli se negou a falar sobre as declarações. “Essas são informações velhas que eu já respondi”, comentou o citado.
A Justiça de Bastos, cidade do interior de São Paulo, sentenciou um homem a 33 anos e quatro meses de prisão em regime fechado por abusar sexualmente da filha desde que ela tinha 12 anos de idade. A ação de estupro de vulnerável, iniciada em 2014, soma diversos volumes, uma vez que, de acordo com a denúncia, o homem teria estuprado a filha 900 vezes desde 2011. Conforme informações do portal G1, durante a instrução do processo foram ouvidas a vítima, três testemunhas de acusação e quatro de defesa. Em depoimento, a vítima declarou que o pai disse que “fazia aquilo [agressões sexuais] para o bem dela”, para que a menina não se “tornasse da vida” igual a sua mãe. Ainda de acordo com o portal, a polícia só tomou conhecimento do caso quando a vítima disse que não aguentava mais as agressões e relatou a situação para uma professora. A defesa chegou a pedir um exame psicológico e a absolvição do acusado alegando que a menina havia sido induzida pela mãe a mentir contra o pai. No entanto, o juiz alegou “perfeito juízo de discernimento do acusado” e o pedido foi negado.

A revista Veja teve acesso a um processo de cerca de 500 páginas envolvendo o candidato do PSL à Presidência da República. Foto: Divulgação
A revista Veja teve acesso a um processo de cerca de 500 páginas, protocolado em abril de 2008, que traz detalhes da separação litiginosa do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e da ex-mulher, Ana Cristina Siqueira Valle. Segundo a reportagem de capa, divulgada na noite desta quinta-feira, 27, além da disputa pela guarda do filho do casal, o caso incluiu acusações de furto de cofre com R$ 1,6 milhão, ocultação de bens e relatos de “comportamento explosivo” e “desmedida agressividade” do deputado federal. A primeira acusação de Ana Cristina é que Bolsonaro teria ocultado milhões de reais em patrimônio pessoal na prestação de contas à Justiça Eleitoral em 2006, quando foi candidato a deputado federal, e eleito. Ele declarou R$ 433.943, mas a ex-mulher anexou uma relação de bens e de imposto de renda que somava um patrimônio de R$ 4 milhões.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski liberou nesta quinta-feira (27) para julgamento um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato. No recurso, Lula tenta reverter a decisão do plenário do STF que, em abril deste ano, negou por 6 a 5 conceder habeas corpus ao petista, condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no caso do tríplex do Guarujá. De acordo com o jornal Estadão, ainda não há previsão de quando o plenário do Supremo analisará o recurso de Lula.
A ex-mulher de Jair Bolsonaro (PSL), Ana Cristina Valle, denunciou ao Itamaraty em 2011 ter sofrido ameaças de morte do atual candidato à Presidência da República. De acordo com informações divulgadas pela Folha de S. Paulo, a informação foi registrada em um telegrama reservado arquivado no órgão. “A senhora Ana Cristina Siqueira Valle disse ter deixado o Brasil há dois anos [em 2009] ‘por ter sido ameaçada de morte’ pelo pai do menor [Bolsonaro]. Aduziu ela que tal acusação poderia motivar pedido de asilo político neste país [Noruega]”, relata o documento. Na época, Ana Cristina e Bolsonaro estavam em uma disputa judicial sobre a guarda do filho deles, então com 12 anos. Ainda segundo a Folha de S. Paulo, Ana Cristina é candidata a deputada federal pelo Podemos e usa o nome “Bolsonaro”. Ela apoia a campanha do ex-marido à Presidência da República e disse ter “superado” o episódio na Noruega.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (18) mais uma fase da Operação Registro Espúrio para investigar supostos desvios de valores da Conta Especial Emprego e Salário (CEES). De acordo com o G1, um dos alvos da investigação é o advogado baiano Tiago Cedraz, filho do ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU). A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A Procuradoria-Geral da República (PGR) entrou com um novo pedido contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dessa vez, o pleito é para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeite o recurso apresentado pela defesa de Lula no caso do triplex do Guarujá. Assinado pela subprocuradora-geral Aurea Pierre, o documento foi protocolado na noite dessa sexta-feira (14). Segundo informações do G1, ela contesta a argumentação dos advogados do petista e afirma que o recurso nem deveria ser julgado, pois avalia que a condenação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) foi “fiel” ao entendimento consolidado dos tribunais superiores. Sendo assim, Aurea pontua que é “descabida” a revisão da sentença. Lula está preso desde abril, condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Sua pena é de 12 anos e um mês de prisão.