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O vereador Gláudson Dias Lima, esteve na manhã desta sexta-feira (05), no Bairro Feliciano Pereira Santos, para verificar as benfeitorias, que a administração pública municipal realizou no Bairro.
Na oportunidade foram realizados serviços de capina e limpeza, na Praça onde estão instaladas as sedes da Loja Maçônica Manoel Joaquim Fernandes de Carvalho, APDEMB – Associação dos Portadores de Deficiência do Município de Brumado, e o Grupo da Terceira Idade “Viva a Vida e Viva Bem”, através da indicação Nº 304/ 2019 de 16 de maio de 2019, de autoria do vereador Gláudson Dias Lima.

O procurador da República Deltan Dallagol, chefe da Força-Tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, foi convidado para responder a questionamentos na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e ainda não deu resposta, segundo o deputado Helder Salomão (PT-ES), que preside a comissão.
Salomão citou o convite a Dallagnol durante sua fala na audiência na Câmara dos Deputados com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, iniciada por volta das 14h desta terça-feira, 2 de julho.
Assim como a Moro, a comissão quer ouvir a Dallagnol para que preste explicações sobre as frases atribuídas a eles obtidas e divulgadas pelo site The Intercept Brasil. O diretor do site, Glenn Greenwald, também foi chamado e já foi ouvido na semana passada, ao longo de seis horas.
As supostas conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil teriam acontecido quando Moro ainda atuava como juiz federal em Curitiba. Por causa delas, Moro tem sido alvo de críticas por sua conduta na Operação Lava Jato. No mês passado, ele prestou esclarecimentos sobre o caso no Senado.
Na sessão, em sua primeira fala, livre, por cerca de 17 minutos, Moro afirmou não reconhecer a autenticidade das mensagens e disse ter sido vítima de um crime praticado por hackers. O ex-juiz da Lava Jato disse também que, nas mensagens atribuídas a ele pela reportagem, há “coisas absolutamente triviais dentro do cenário jurídico”.

O ex-juiz e ministro da Justiça, Sergio Moro, se manifestou no Twitter em relação aos atos de apoio a ele e à operação Lava Jato que acontecem neste domingo (30) em diferentes cidades do país. Ao compartilhar um vídeo do protesto na orla da praia de Copacabana, no Rio, ele comentou: “Eu vejo, eu ouço”.
Os atos deste domingo foram convocados após a divulgação de conversas atribuídas a Moro e integrantes da Lava Jato levantando a suspeita de que o ex-juiz tenha sido parcial no julgamento de Lula, condenado em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá (SP). A revelação dos diálogos, iniciada pelo site The Intercept Brasil em 9 de junho, deixou o titular da Justiça sob ataque.
Movimentos como VPR (Vem pra Rua), MBL (Movimento Brasil Livre) e Nas Ruas, que foram indutores de protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), capitaneiam a organização, ao lado de grupos de menor capilaridade, que mantêm páginas em redes sociais.
O VPR contabilizava até a manhã deste domingo concentrações marcadas em 203 cidades e mais de 318 mil pessoas convidadas. A lista incluía atos fora do Brasil, em lugares como Nova York, Lisboa, Genebra e Buenos Aires. Em São Paulo, a manifestação está marcada para as 14h, na avenida Paulista.

Em sessão realizada nesta terça-feira (25), os vereadores do Rio de Janeiro absolveram o prefeito Marcelo Crivella do processo de impeachment. De acordo com o G1, foram votadas três denúncias referentes ao mesmo caso. Por maioria, a Câmara do Rio acatou o parecer entregue na última quarta-feira (19) pela comissão processante.
Para o colegiado, o prefeito não teve culpa nas irregularidades praticadas em contratos com empresas que administravam anúncios no mobiliário urbano. Conforme o parecer, houve erros cometidos por servidores na renovação dos acordos de publicidade para relógios de rua e pontos de ônibus.
Com a suspensão dos acertos, a prefeitura será obrigada a devolver R$ 68 milhões, montante que fora adiantado às empresas.

Os vereadores do Rio de Janeiro vão decidir nesta terça-feira (25) se afastam ou não do cargo o prefeito Marcelo Crivella (PRB). A sessão que vai apreciar o relatório da comissão processante está prevista para começar às 14h.
Para que aconteça o impeachment, são necessários os votos de 34 dos 51 vereadores. A TV Globo apurou que, nas contas da oposição a Crivella, o afastamento será endossado por apenas 26 nomes, abaixo do necessário.
Na última quarta-feira (19), em audiência pública, a comissão processante concluiu que Crivella não cometeu nenhum crime na renovação dos contratos de publicidade para relógios de rua e pontos de ônibus.
Contudo, segundo os vereadores da comissão, houve erros cometidos por servidores na renovação, que deverá ser cancelada – caso isso aconteça, a prefeitura terá que devolver R$ 68 milhões, valor que tinha sido adiantado às empresas.

Na análise de algumas das principais lideranças do Congresso, o ministro Sergio Moro, da Justiça, mantém força —mas está cada vez mais dependente de Jair Bolsonaro (PSL) para seguir com perspectivas futuras de poder. A informação é da colunista Mônica Bergamo, da Folha.
Segundo a publicação, por esse pensamento, houve uma inversão: Moro era fiador do governo. Agora, Bolsonaro virou fiador do ex-juiz, erguendo os braços dele em estádio de futebol e concedendo medalhas para ajudá-lo a enfrentar o escândalo das mensagens reveladas pelo site The Intercept Brasil.
A avaliação é ainda de que o ministro da Justiça não perde muito mais popularidade do que a já mensurada pela pesquisa XP/Ipespe —em janeiro, ele tinha 67% de avaliação positiva, contra 56% em junho. A imagem de juiz imparcial, no entanto, estaria irremediavelmente trincada.

Vereadores de Feira de Santana aprovaram nesta quarta-feira (19) por unanimidade um Projeto de Lei que aumenta o salário do prefeito, do vice, secretários e dos próprios vereadores. Com isso, o prefeito passará a receber R$ 26,7 mil mensais, e os demais cargos beneficiados vão receber R$ 18,9 mil. Os valores vão ser pagos a partir de 2021.
Ao Acorda Cidade, o presidente da Casa, José Carneiro, disse que a última vez que ocorreu o reajuste de salário para políticos feirenses foi em 2008. O Projeto de Lei de nº 070/2019 é de autoria da Mesa Diretiva da Casa, presidida por Carneiro.

A fim de garantir a aprovação da reforma da Previdência, o Palácio do Planalto promete fazer uma série de nomeações. Eles querem votar a matéria na Comissão Especial na semana que vem e no plenário da Câmara até a primeira quinzena de julho.
Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, os cargos já são esperados pelos parlamentares, mas a Casa Civil preferiu realizar as nomeações em pacote, por isso a demora. Com isso, presidentes de partidos de centro e mesmo integrantes da cúpula do Congresso Nacional ressaltam que o clima é de desconfiança mútuo e deixam um alerta: “se o Planalto não entregar o que afiançou, ninguém vai votar no crédito”.
O governo ofereceu estatais de porte regional, como a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), a legendas que podem vir a integrar sua base no Congresso. A oferta também conta com emendas extras aos parlamentares que apoiarem a reforma.

O presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) quebrou o silêncio e se manifestou publicamente, pela primeira vez, sobre o ministro Sérgio Moro, envolvido em polêmica após o vazamento de conversas suas com o procurador Deltan Dallagnol, um dos líderes da Operação Lava-Jato,
Sem adentrar completamente no assunto, o capitão não economizou nos elogios ao ministro e enalteceu a sua postura no combate à “corrupção”. “O que ele fez não tem preço”, ponderou.
“Ele realmente botou para fora, mostrou as vísceras do poder, a promiscuidade do poder no tocante à corrupção”, declarou ele nesta nesta quinta-feira (13), em evento de lançamento de uma linha de crédito do BNDES para organizações filantrópicas.
Aproveitando o contexto do evento, o presidente afirmou que o próprio BNDES teria entregue a “companheiros comunistas” e “amigos do rei” “400 e poucos bilhões de reais”, e que a Petrobras “quase quebrou” na época:
“A Petrobras quase quebrou, fundos de pensão, muitos quebraram. O próprio BNDES, falei agora há pouco aqui, nessa época 400 e poucos bilhões de reais entregues para companheiros comunistas e para amigos do rei aqui dentro. Ele faz parte da história do Brasil”.
Bolsonaro defendeu que nenhuma prova foi forjada e, mesmo com a suposta contribuição de Moro com a PGR, nada tira a validade da prisão do ex-presidente Lula. Segundo informações do UOL, o atual presidente questionou se “normal” seria uma “conversa com doleiro”, “bandidos” ou “corruptos”.
“Normal é conversa com doleiro, com bandidos, com corruptos. Isso é normal? Nós estamos unidos do lado de cá para derrotar isso daí. Ninguém forjou provas nessa questão lá da condenação do Lula”, afirmou.

O presidente Jair Bolsonaro se contrariou a ser perguntado como teria avaliado as questões envolvendo o seu ministro da Justiça, Sergio Moro, e encerrou abruptamente uma coletiva de imprensa que transcorria amistosamente no saguão da ala das autoridades do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.
“Está encerrada a entrevista”, disse o presidente Jair Bolsonaro, ao bater uma mão contra a outra e sair rapidamente. Acompanhado do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, Bolsonaro falou sobre reforma da Previdência, crédito suplementar, mas se recusou a falar de Moro.
No fim de semana, o site The Intercept divulgou uma série de reportagens baseadas em supostas conversas pelo Telegram do então juiz Sergio Moro, que segundo a publicação, teria orientado as investigações da força-tarefa da Lava Jato.