Entristeceu a cúpula nacional do PL. Ele anunciou que irá permanecer nso Estados Unidos.
“É com tristeza que recebemos a notícia de que Eduardo Bolsonaro vai se licenciar temporariamente do cargo para o qual foi legitimamente eleito”, publicou o perfil da sigla em rede social.
O partido afirmou ainda que o parlamentar tem o respeito da legenda. “O Partido Liberal segue a postos, acreditando na força política do nosso país e nas instituições dos Três Poderes para atravessar esse momento difícil que estamos vivenciando”, continuou o comunicado.
O ex-presidente Bolsonaro se emocionou ao falar sobre o assunto com jornalistas no Senado. “Para que o mal vença, basta que os bons se omitam. Hoje está sendo um dia marcante para mim. […] No momento, ele [Trump] continuará abraçando o meu filho”, disse.
Eduardo disse que tomou a decisão para poder se dedicar “integralmente” a buscar as “devidas sanções aos violadores de direitos humanos” e também a “resgatar liberdades perdidas” no Brasil. Ele corre o risco de ter o passaporte apreendido. À CNN, ele revelou que pretende pedir asilo político nos Estados Unidos.
O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), classificou como “pequenez” a atitude do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que fez ataques políticos ao prefeito de Salvador Bruno Reis utilizando o episódio de uma mulher que faleceu em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Salvador.
“A pessoa tem que ser pequena e ele mostrou uma pequenez. Um homem que já foi governador, foi vereador junto comigo, foi deputado federal, agora ministro da Casa Civil, querer de alguma forma tirar algum dividendo de uma morte de uma cidadã e ainda fazer uma culpabilidade ao prefeito da cidade”, rechaçou Sanches em discurso nesta segunda-feira (17), no plenário da AL-BA.
Durante uma agenda no interior do estado, na última sexta-feira (14), Rui Costa chegou a citar a mãe do prefeito Bruno Reis.“Porque não foi a mãe dele, nem a filha dele que morreu por falta de oxigênio”, disse Rui.
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A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou os 50%, segundo pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira (7). O levantamento aponta que 50,8% dos entrevistados consideram a gestão ruim ou péssima, um aumento de 4,3 pontos percentuais em relação a janeiro, quando o índice era de 46,5%.
A aprovação do governo manteve-se praticamente estável: os que avaliam a administração como ótima ou boa passaram de 37,8% para 37,6%, uma oscilação de 0,2 ponto percentual. Já os que classificam o governo como regular caíram de 15,6% para 11,3%. Outros 0,4% não souberam responder.
Entre os grupos que mais desaprovam a gestão petista, destacam-se os evangélicos (76,3%), os moradores da região Sul (62,7%) e os residentes do Centro-Oeste (59,3%). Já os mais favoráveis ao governo são agnósticos e ateus (57,3%), pessoas com mais de 60 anos (53,3%) e aqueles com escolaridade até o ensino fundamental (51,8%).
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) só vai decidir quem apoiará na corrida presidencial de 2026 depois que o presidente Lula (PT) bater o martelo se irá ou não sair candidato em 2026.
Inelegível, Bolsonaro acredita, segundo aliados que, sem Lula na disputa, qualquer nome escolhido por ele teria chances de derrotar um candidato da esquerda. A informação é da CNN.
O ex-presidente confidenciou que, por Lula ser o nome mais forte da esquerda e contar com a máquina federal, Bolsonaro tende a apoiar o candidato de direita mais competitivo, com menor risco de derrota.
Esse político, ainda segundo a reportagem, é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Sem Lula em jogo, aliados de Bolsonaro consideram qualquer outro nome da esquerda, como Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann ou Camilo Santana, um adversário fraco.
Num possível cenário sem Lula, o ex-militar teria dito que se sentiria confortável para arriscar, podendo indicar um de seus filhos ou sua esposa, Michelle Bolsonaro, para a chapa presidencial.
por Carolina Papa / Rodrigo Fernandes
O prefeito Bruno Reis (União Brasil) optou por não comentar sobre as vaias direcionadas ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) no domingo (2) após diversas críticas contra o petista durante o período do Carnaval, em Salvador. Em entrevista à imprensa nesta segunda (3), o chefe do Executivo municipal destacou que “homens públicos estão sujeitos a isso”.
“Eu acho que foi um fato e esse fato não merece qualquer tipo de comentário. Todos nós homens públicos estamos sujeitos a isso. Minha vida pública ainda tem muito chão”, disse Bruno durante a coletiva do balanço do quarto dia do Carnaval, no Campo Grande.
No fim de semana, Jerônimo Rodrigues foi vaiado por foliões ao passar pelo Circuito Dodô (Barra-Ondina). O momento foi gravado por pessoas que estavam no local. O governador chegou a ser chamado de “vagabundo”.
O episódio ocorre dias após a pesquisa Genial/Quaest divulgar a aprovação de 61% do governo chefiado por Jerônimo na Bahia.
O vereador Vadim Garrincha (PCdoB), denunciou, no último dia 21 de fevereiro, a falta de medicamentos na Unidade de Saúde da Família (USF) Leobino José de Souza, localizada no Distrito de Lagoa Funda, em Brumado. Ele esteve pessoalmente na unidade e visitou a Farmácia da USF que estava com a prateleiras vazias.
O parlamentar cobrou uma posição do prefeito Fabrício Abrantes (Avante) sobre o descaso com a saúde pública. Segundo o parlamentar, moradores têm enfrentado dificuldades para obter remédios básicos, o que compromete o atendimento e a qualidade de vida da população local.
“Os pacientes chegam ao posto e saem de mãos vazias porque não encontram os remédios que precisam. Isso é um descaso com a saúde pública”, afirmou. Vadim cobrou providências ainda sobre a estrutura do local, que possui danos estruturais. “As paredes estão com os rebocos caindo, é preciso melhorias urgentes”, cobrou.
A deputada estadual Ivana Bastos (PSD) vai assumir oficialmente a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo em 190 anos de história do Legislativo baiano.
A posse definitiva ocorrerá após o Carnaval de 2025, consolidando um marco para a representatividade feminina na política do estado.
A confirmação da permanência de Ivana Bastos no comando da Alba veio após a segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manter, por unanimidade, o afastamento do então presidente Adolfo Menezes (PSD).
Os magistrados não determinaram a realização de uma nova eleição para a presidência do Legislativo baiano. Com a decisão, Ivana, que já vinha exercendo a função interinamente será efetivada no cargo.
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A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), agradeceu neste sábado (1º) o apoio recebido dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal após sua nomeação para a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) do governo federal. O anúncio foi feito na sexta-feira (28) pelo presidente Lula (PT).
“Com respeito, consideração e conversa, avançaremos na construção de um Brasil melhor. Obrigada também às lideranças dos mais diversos setores políticos e sociais, que são um importante estímulo e aumentam a responsabilidade desta nova missão”, escreveu Gleisi em suas redes sociais.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou ter uma boa relação com a deputada e desejou “pleno êxito na nova função”. Já o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) desejou “muito sucesso nessa importante missão”.
O deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) desmentiu rumores sobre uma suposta desistência de ACM Neto na disputa pelo governo da Bahia em 2026. Em declaração contundente, ele afirmou que o ex-prefeito de Salvador está “mais candidato do que nunca” e ironizou os boatos, atribuindo-os ao “desespero” do PT diante do cenário político estadual.
“O medo tem deixado o PT desesperado. Como eles sabem que ACM Neto lidera todas as pesquisas e tem grande aprovação popular, tentam criar narrativas para confundir a opinião pública. Mas podem ter certeza: ele é candidatíssimo ao governo da Bahia”, afirmou Régis.
O parlamentar também ressaltou que o próprio prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), já confirmou publicamente a candidatura de ACM Neto. “Nosso grupo está unido e determinado a apresentar um projeto forte para a Bahia. Não há qualquer discussão sobre outra candidatura para ACM Neto que não seja o governo do Estado”, completou.
Estratégia da oposição
Para Sandro Régis, a oposição está focada em fortalecer a candidatura de ACM Neto e construir um palanque competitivo para as eleições de 2026. Ele destacou a necessidade de uma liderança capaz de enfrentar os desafios do estado e impulsionar o desenvolvimento da Bahia. “ACM Neto já provou sua capacidade e é a melhor opção para governar a Bahia”, afirmou.
Os boatos sobre a desistência de ACM Neto coincidiram com a divulgação da pesquisa Quaest/Genial nesta quarta-feira (26). Pela primeira vez, o percentual de baianos que desaprovam o governo federal chegou a 51%, superando os 47% que ainda o apoiam.
Líderes partidários na Câmara de Deputados devem votar nesta semana dois projetos para facilitar a exportação de produtos de pequenas empresas: o PL 4043/24, que reduz tributos para o pequeno exportador, e o PLP 167/24, que facilita, para o pequeno empresário, a devolução de crédito de impostos já pagos de produtos exportados.
Os projetos integram o Programa Acredita Exportação. “São dois projetos que foram encaminhados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio”, explica o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE).
O regime de urgência para o PLP 167 foi aprovado e, por isso, esse projeto já está na pauta. As sessões de votação do Plenário ocorrem a partir de terça-feira (25).