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O governador da Bahia, Rui Costa, afirmou nesta segunda-feira (15) que o governo federal ainda não se reuniu com os governadores para discutir as contrapartidas que serão impostas na renegociação das dívidas dos estados com a União. Segundo o petista, por causa da falta de diálogo com a administração federal, os governadores nordestinos passarão a negociar diretamente com o Congresso Nacional. “Essa semana eu estarei em Brasília. Tentarei reunião com senadores do Nordeste, com o presidente do Senado. Estarei também com os deputados do Nordeste na Câmara. Os governadores do Nordeste resolveram entrar em uma fase de negociar com o Congresso Nacional para pautar aquilo que é absolutamente relevante”, declarou, durante o lançamento de um edital para produção audiovisual na Bahia. Rui ainda disse que vai negociar com o governo autorização para empréstimos. “Amanhã tem a possibilidade de votar a lei que põe fim aos incentivos fiscais. A posição dos governadores do Nordeste é clara pela aprovação daquilo que foi votado no Senado. Não queremos substitutivo nenhum, que retiram ainda mais direitos do povo nordestino. Assim como nós pretendemos dialogar com o governo federal que autorize os empréstimos que temos direito e capacidade de tomar”, posicionou-se.
Ex-ministro e atual secretário do governo Rui Costa, Jaques Wagner se disse tranquilo com o conteúdo de uma possível delação do ex-ministro Antonio Palocci. Presente no BRazil Forum, em Oxford, o petista avaliou que essa é a única saída para “não ficar preso por muito tempo”. “Eu não sei o que ele vai falar. Se alguém pode estar tenso, é quem teve relacionamento com ele”, avaliou, negando também a possibilidade dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff estarem preocupados com o acordo. “A coisa do Lula não é o patrimônio. É muito mais fazer política. Inventaram um triplex, um sítio. Dizem que há milhões em uma conta no exterior. Cadê a conta?”, questionou Wagner. Depois de falar com a imprensa, o ex-governador da Bahia participou de uma mesa com o ex-governador Ciro Gomes (PDT) e com Timothy Power, diretor de estudos brasileiros em Oxford. No debate, Wagner disse que querem transformar a política em uma torcida organizada de futebol e criticou o cargo de vice-presidente, descrito como “gasto de dinheiro” e “fórum de intriga”. “Vice-presidente, vice-governador e vice-prefeito só servem para tramar. Com a rapidez que a gente chega de avião, não tem sentido ter um vice”, observou.
Desde o início da gestão do atual prefeito Eduardo Vasconcelos, que o sistema de saúde do município vem sofrendo duras críticas tanto dos vereadores, quanto da população. Na última sessão da câmara desta segunda-feira (08), o mote do momento foi novamente o grave momento que a saúde vem agonizando no município. Os vereadores Zé Ribeiro, Santinho e Lek, teceram duras críticas ao setor, que foi endossado por outros vereadores. A vereadora da base de governo Lia Teixeira, admitiu a deficiência do setor de saúde, principalmente na zona rural. A reclamação da maioria da população e dos vereadores é a falta de médicos, enfermeiros e remédios, e também o péssimo atendimento nos postos de saúde da zona rural, na cidade e Hospital Municipal Magalhães Neto, que ultimamente vem trabalhando com apenas um médico. Ainda tem pessoas que afirma que até o final do mês irá inaugurar a UTI do hospital. Quem sobreviver verá!
Com 65,1% dos votos, o candidato de centro, Emmanuel Macron, venceu as eleições da França neste domingo e governará o país pelos próximos cinco anos. É o que apontam as primeiras estimativas, que ainda serão confirmadas nas próximas horas. Na disputa do segundo turno, Macron, representante do movimento independente Em Frente!, desbancou a candidata ultranacionalista Marine Le Pen, do partido de extrema-direita Frente Nacional, que recebeu 34,9%. Em discurso para seus apoiadores, Le Pen reconheceu a derrota e parabenizou o oponente pela vitória. Esta foi a primeira vez em que os dois principais partidos franceses – socialistas e republicanos – não se enfrentam no segundo turno. Macron é entusiasta do projeto de integração europeu, enquanto Le Pen defendia a saída do país da União Europeia, além de erguer barreiras protecionistas na economia. O centrista substituirá o atual presidente François Hollande.
O Secretário Municipal de Infraestrutura Renato Mendonça, informou ao site Brumado Verdade, na noite desta sexta-feira (05), que até o momento continua como secretário do município, apesar de boatos da sua exoneração por um blog da cidade. O secretário disse que mesmo não tendo agradado a todos, vai continuar trabalhando em benefício da população brumadense, com o objetivo de atender todas as demandas da pasta que ocupa, até o momento que achar que não dá mais para continuar. Mendonça disse ainda que a sua amizade com o gestor, vem bem antes de assumir o cargo de secretário, e que não tem nenhum apego ao poder.
por Ana Cely Lopes
Acatando o pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE), a Justiça cassou nesta sexta-feira (05) os mandatos do prefeito e vice-prefeito de Canavieiras, Clóvis Roberto Almeida de Souza e Carlos Alberto Medrado Filho. De acordo com a decisão do juiz eleitoral Eduardo Gil Guerreiro, Carlos e Clóvis omitiram na prestação de contas da campanha eleitoral uma nota de R$20 mil em combustível, que inclusive representa mais de 80% do valor total de despesas registradas na campanha. Após ouvir testemunhas e a defesa, a Justiça entendeu que esse combustível foi distribuído entre os eleitores durante uma carreata realizada em Canavieiras. “Há dois coordenadores de campanha dizendo que havia distribuição gratuita de combustível por conta da campanha dos impugnados, foram ouvidas uma pessoa que se beneficiou e uma cujo filho se beneficiou, sendo que ambas atestaram que várias pessoas se beneficiaram e finalmente, o próprio dono do posto confirmou a distribuição gratuita financiada pela campanha dos impugnados”, consta na decisão. Desta forma, foi entendido que há potencial lesivo da conduta ilícita em ferir a lisura do processo eleitoral.

O governo conseguiu aprovar o texto por 23 votos a favor e 14 contra. Para ser aprovado na comissão, o relatório precisava receber pelo menos 19 dos 37 votos do colegiado. Foto: Divulgação
Agentes penitenciários invadiram a sessão da Comissão Especial da Reforma da Previdência, após o destaque que tratava da inclusão da categoria na aposentadoria especial para policiais ter sido retirado da pauta. A sessão, que votava os destaques da reforma,aprovada nesta quarta-feira (03), foi encerrada devido ao protesto. A invasão durou cerca de 30 minutos. O presidente da Comissão Carlos Marun (PMDB-MS) e o relator Arthur Maia (PPS-BA) saíram escoltados pela polícia. Marun informou que os trabalhos do colegiado só devem ser retomados a partir da terça-feira (09). “Não temos condições de retomar os trabalhos amanhã (quinta-feira,04). A previsão é de que retomemos na próxima terça-feira. Mas antes disso quero discutir a questão da segurança da Câmara”, disse. A confusão aconteceu após a aprovação do relatório final de Maia (PPS-BA), quando os deputados votavam os 13 destaques de bancada. Após rejeitar o primeiro destaque, o colegiado iniciou a análise de um destaque do PTB, apresentado pelo deputado Arnaldo Faria de Sa (PTB-SP), que colocava os agentes penitenciários e socioeducativos nas mesmas regras dos policiais civis.
A senadora Lídice da Mata (PSB), o prefeito de Brumado, no sudoeste, Eduardo Vasconcelos (PSB), e o deputado estadual Marcos Viana (PSB), terão de pagar multa de R$ 25 mil, cada um, por propaganda eleitoral antecipada. A sentença, do juiz Genivaldo Alves Guimarães, foi publicada nesta terça-feira (02), no Diário da Justiça Eletrônico. Conforme a decisão, os três participaram de uma atividade com caráter eleitoral, no dia 29 de junho do ano passado. O fato ocorreu antes ainda do período de convenção partidária [20 de julho a 5 de agosto] e da propaganda eleitoral, autorizada a partir de 16 de agosto do mesmo ano. A denúncia contra os acusados partiu do Ministério Público Eleitoral. “Pelo exposto, julgo procedente o pedido e condeno Eduardo Lima Vasconcelos, Marcos Aguiar Viana e Lídice da Mata e Souza. Considerando os meios utilizados para a propaganda, o grande número de eleitores influenciados, o fato de todos os condenados serem antigos políticos, familiarizados com as normas eleitorais e bem assessorados”, diz um trecho da sentença.
Já se passaram quatro meses de gestão do prefeito Eduardo Vasconcelos (PSB), e até o momento nada de novo foi realizado pela nova gestão que parece engessada e sem expectativa de melhoras. Muito se prometeu nos palanques durante a campanha, Funcionamento imediato da UTI, melhoria na saúde, Funcionamento da UPA do bairro do São Félix, Aumento da crista da barragem de Cristalândia, geração de empregos e moradias para os mais carentes. Não adianta justificar a má gestão do seu governo em um programinha de rádio que se diz “institucional”, produzido na própria prefeitura, e transmitido através de um link. O gestor municipal assim que assumiu a prefeitura suspendeu o subsídio da Lira Ceciliana Brumadense (Lei. 1.720), APAE e Casa dos Estudantes. Na área de saúde, faltam médicos e enfermeiras nos PSF e Hospital, e filas constantes na Central de Marcação. Na área de educação, foram constatadas várias deficiências pela comissão de educação da câmara, além do não funcionamento do programa da escola em tempo integral.
Na infraestrutura, várias ruas esburacadas em praticamente todos os bairros, mato tomando conta de praças, esgotos a céu aberto, matilhas de cães, bois, cavalos e outros animais vagando pelas ruas da cidade, “Será Sucupira?”. Que tempo é esse que estamos vivendo? Quem está realmente puxando Brumado pra baixo? Fica a pergunta. O povo do Bom Jesus merece coisa melhor.
O Supremo Tribunal Federal (STF) irá avaliar se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser candidato a presidência da República em 2018. O debate ocorrerá porque presidente não pode virar réu, assim como as pessoas que ocupam os cargos da linha sucessória da Presidência. Lula é réu em cinco ações e líder nas pesquisas. De acordo com o jornal O Globo, três ministros se posicionaram sobre a questão. Apenas o ministro Marco Aurélio quis se identificar, afirmando que não vê problemas jurídicos em réus serem candidatos a presidente. E afirmou que, ao ser eleito presidente, a ação que respondia fica suspensa. Dos outros dois ministros que não quiseram se identificar, um concordou com Marco Aurélio e outro discordou. O que discordou afirmou que, com base no entendimento do STF, também é vedado a réus serem candidatos a presidente.