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Abaixo-assinado pela saída de ministros do STF tem mais de 500 mil assinaturas

8 maio 2017 | 6:48

(Da esquerda para direita) Toffoli, Lewandowski e Gilmar | Foto: Agência Brasil

(Da esquerda para direita) Toffoli, Lewandowski e Gilmar | Foto: Agência Brasil

Já passa de 500 mil o número de assinaturas no abaixo-assinado que pede o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski por terem votado a favor da liberdade do ex-ministro José Dirceu. Hospedado no site www.change.org, o documento que pede a saída dos três ministros foi criado na última quarta-feira (03). Agora, o objetivo é chegar a 1 milhão de assinaturas. Após o recolhimento das assinaturas, o documento pode ser protocolado no Senado, Casa Legislativa onde devem ser apresentados pedidos de impeachment de ministros do Supremo. Gilmar ainda é alvo de outro abaixo-assinado que pede seu impedimento. Criado na quinta-feira, o documento já tinha, até a manhã deste domingo, segundo o site Congresso em Foco, 53.325 assinaturas. O objetivo é chegar a 75 mil.

Ex-diretores da Petrobras tinham ‘rede de contas’ para propinas na Suíça

6 maio 2017 | 15:30

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Ex-diretores da Petrobrás mantiveram na Suíça, segundo apontam autoridades do país, uma rede de contas em mais de uma dezena de bancos, o que permitiu a movimentação por anos de propinas a diversos beneficiários. A primeira delas teria sido aberta em 1997. Segundo as investigações na Suíça, o ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque mantinha uma offshore, a Drenos, e a partir dessa conta distribuía pagamentos. Ele também controlava outra conta no banco Julius Baer. Já o ex-gerente da Petrobrás Pedro Barusco abriu um total de 19 contas em nove bancos na Suíça para receber propinas. As investigações apontam que Barusco criou uma offshore, a Tropez Real State, e uma conta em seu nome, em 2004. Dez anos depois, essa conta foi fechada com US$ 13,5 milhões. Desse total, US$ 8,7 milhões eram de propinas, principalmente da empresa holandesa SBM. Em março de 2014, ele tentou fazer mais uma série de transferências. Mas com as investigações já em andamento, os suíços o impediram e bloquearam os valores. Barusco ainda indicou que, para a abertura das contas na Suíça, utilizou os serviços do mesmo intermediário que teria ajudado Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, e que teve US$ 23 milhões bloqueados.

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Novo esquema de desvios em campanhas na Bahia é investigado peço MP

6 maio 2017 | 6:02

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Promotores do Ministério Público da Bahia (MP) começaram a investigar um novo esquema de desvios de verbas com ramificação em diversos municípios do interior. De acordo com indícios já coletados, dois empresários bancaram campanhas para candidatos de pequenas cidades na eleição passada, em troca de contratos com prefeituras. Antes, segundo integrantes do MP, ambos contratavam institutos de pesquisa para identificar as intenções de voto dos alvos escolhidos. Depois, ofereciam ajuda financeira via caixa 2. O acordo previa que, em caso de vitória, o futuro prefeito direcionaria licitações para as empresas da dupla. Até o momento, investigadores do MP identificaram rastros do esquema em pelo menos cinco prefeituras baianas. As apurações agora estão concentradas em empresas suspeitas de servirem como fachada para encobrir movimentações financeiras e repasses de propina.

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‘Lula tinha pleno conhecimento de tudo’, diz Duque sobre corrupção na Petrobras

5 maio 2017 | 16:36

Duque relatou ao juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba, três encontros pessoais com Lula sendo o último em 2014. Foto: Divulgação

Duque relatou ao juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba, três encontros pessoais com Lula sendo o último em 2014. Foto: Divulgação

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque afirmou nesta sexta-feira (5) que o ex-presidente Lula “tinha pleno conhecimento de tudo, tinha o comando” do esquema de corrupção instalado na estatal petrolífera. Duque relatou ao juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba, três encontros pessoais com Lula, o último em 2014, quando a Operação Lava Jato já estava nas ruas. “No último encontro, 2014, já com a Lava Jato em andamento ele (Lula) me chama em São Paulo. Tem uma reunião no hangar da TAM no Aeroporto de Congonhas e ele me pergunta se eu tinha uma conta na Suíça com recebimentos da empresa SBM”, contou Duque.

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Abaixo-assinado online pede impeachment de ministros do STF

5 maio 2017 | 5:49

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Criado na quarta-feira (3) um abaixo-assinado online a favor do impeachment dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), já está próximo de atingir a meta de 300 mil assinaturas. No início da tarde desta quinta-feira (4) 294 mil assinaturas já tinham sido registradas. O abaixo-assinado, hospedado no site change.org, será entregue ao Senado, onde devem ser apresentados pedidos de impeachment de ministros do STF. Os três ministros decidiram devolver ao ex-ministro José Dirceu a liberdade que ele perdeu a 3 de agosto na Lava Jato, por ordem do juiz Sérgio Moro. “Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandovski proferiram diversas vezes decisões que contrariam a lei e a ordem constitucional. A recente soltura de réus como José Dirceu e Eike Batista demonstra o descaso com o crime continuado e a obstrução à justiça que, soltos, eles representam. Gilmar Mendes, especialmente, concede reiteradamente habeas corpus a poderosos (Daniel Dantas recebeu dele um habeas corpus num domingo), demonstrando julgar com parcialidade e a favor de interesses que nem sempre coincidem com o bem comum”, diz a descrição do abaixo-assinado. O ministro Edson Fachin, do STF, determinou que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre uma ação de autoria de um grupo de juristas que defende o impeachment específico de Gilmar. Para justificar o pedido, os juristas afirmam na ação encaminhada a Fachin que Gilmar tem “envolvimento em atividades político-partidárias” e participa de julgamentos “de causas ou processos em que seus amigos íntimos são advogados” e “de causas em que é inimigo de uma das partes”. Os juristas dizem que Gilmar atua em julgamentos nos quais deveria se considerar suspeito.

Advogados de Dória notificam quem ofende o prefeito nas redes sociais

4 maio 2017 | 16:54

Foto: Divulgação

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Advogados do prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), têm notificado judicialmente as pessoas que ofendem ou incitam a violência nas redes sociais contra o empresário. As denúncias são repassadas por “simpatizantes” do prefeito que consideram as mensagens ofensivas. “Eles printam [reproduzem] os posts e mandam para a gente verificar se há prática de ofensa ou incitação de violência. A gente confere tudo e vê que a maioria é de manifestações pacíficas”, explicou à Folha o advogado Guilherme Ruiz Neto, da Pomini Advogados. O escritório pertence ao secretário Municipal de Negócios Jurídicos, Anderson Pomini, que se afastou da empresa desde quando assumiu o cargo, e a Thiago Tommasi, que trabalha com Ruiz Neto na defesa de Dória. Os honorários são pagos pelo prefeito, segundo o advogado. “Se não retira [o comentário], a gente promove ações judiciais cabíveis. Mas a maioria [dos comentários] nós deixamos continuar. Conhecemos o direito de manifestação, só não aceitamos baderna nem estímulo à violência. A internet não é terra sem leis”, afirmou Ruiz Neto, que negou haver “patrulha”. Em das ações assinadas pelos advogados do escritório, a Justiça chegou a determinar que o Facebook divulgasse a identidade por trás dos perfis que criaram um evento convidando as pessoas para uma “virada cultural” na casa de Doria.

José Dirceu tem pedido de liberdade concedido pela Segunda Turma de STF

3 maio 2017 | 7:18

Foto: Divulgação

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O ex-ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, teve o pedido de liberdade concedido pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Dirceu foi condenado duas vezes pela Lava Jato e está preso desde agosto de 2015. Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes configuraram maioria para libertar Dirceu, vencendo Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF e também do pedido de habeas corpus, e Celso de Mello. O pedido de liberdade apresentado pela defesa de Dirceu havia sido negado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).  Dirceu havia sido condenado a mais de 31 anos de prisão. O entendimento do STF foi que a prisão definitiva só é possível após condenação em segunda instância. Para os ministros, como não houve julgamento final, a prisão deve ser substituída por medidas cautelares alternativas, como monitoramento por tornozeleira, por exemplo. As medidas cautelares serão definidas pelo juiz de primeira instância, Sérgio Moro.

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Barras de ouro e privada com assento aquecido estão entre os luxos de Sérgio Cabral

2 maio 2017 | 15:00

Foto: Divulgação

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Acusado de comandar o esquema de corrupção das empreiteiras no Rio de Janeiro, o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) vivia uma vida de luxo financiada por propinas. Entre os gastos exorbitantes dele e da esposa, Adriana Ancelmo, estão até uma privada. O produto, que é de uma marca polonesa, fornece água em três temperaturas, 35ºC, 40ºC ou 45ºC, e seu assento também pode ser aquecido. Era tanto dinheiro que Cabral investiu cerca de um milhão de euros em diamantes guardados no exterior.  O ex-governador também gostava de agradar a mulher com joias. Apenas entre 2012 e 2016, ele gastou cerca de R$ 6 milhões com anéis, pulseiras, brincos e colares, de acordo com informações da diretora comercial da H.Stern, Maria Luiza Trotta. Em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF), ela relatou que tudo era pago em dinheiro e sem emissão de notas fiscais. Ele também gastou cerca de R$ 57 mil em seis vestidos de festa, feitos sob medida para a esposa. Para ele, comprou pelo menos 20 ternos da grife italiana Ermenegildo Zegna, com preços que variam de R$ 18 mil a R$ 150 mil. Outros gastos denunciados pelo MPF e listado por O Globo eram com viagens – a família visitou Londres e Dubai, em 2014, e gastou R$ 288 mil com passagens de primeira classe e hotéis com diárias de milhões de dólares –; carros, que geraram gastos de mais de R$ 630 mil e ainda mais R$ 58 mil com blindagens; uma lancha avaliada em R$ 5 milhões e batizada de Manhattan Rio; e uma coleção com 28 obras de arte já apreendidas pela Operação Lava-Jato.

Odebrecht aconselha Palocci a fechar acordo de delação premiada

2 maio 2017 | 6:20

Foto: Divulgação

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Detidos na mesma ala da carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, o ex-ministro Antonio Palocci e o empreiteiro Marcelo Odebrecht dividem as tarefas “domésticas”, como a limpeza da cela e do banheiro, e fazem refeições juntos. Segundo a Folha de S. Paulo, há poucos dias, o petista chegou à cela de Marcelo falando em italiano, o que levou até os companheiros de prisão do ex-presidente da construtora às gargalhadas. A brincadeira faz uma referência ao apelido atribuído a Palocci na planilha do Departamento de Propinas da Odebrecht. O ex-ministro é identificado como “italiano”, mas nega as acusações. De acordo com a publicação, Marcelo, que está preso desde junho de 2015, aconselha Palocci sobre como proceder na sua defesa. Quando o ex-ministro começou a cogitar fazer delação premiada, Marcelo lhe sugeriu que tentasse colocar a PF na negociação. Assim feito, o petista teve sua primeira reunião sobre o acordo com procuradores e um delegado da PF há pouco mais de um mês. De acordo com a publicação, três pessoas que frequentam a carceragem afirmam já ter visto o empreiteiro afirmar aos advogados do petista que eles prejudicavam seu cliente quando perguntavam a testemunhas da Odebrecht, na frente do juiz Sergio Moro, se Palocci era mesmo o “italiano”. No último dia 20, o ex-ministro disse ao juiz da Lava Jato que estava disposto a falar nomes e operações que interessariam o processo. Uma possível delação de Palocci é temida pelo PT. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu ter “absoluta certeza” de que Palocci não vai fechar o acordo, pois pode prejudicar muita gente.

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Exame de Emilly no ‘BBB’ vaza na web e médico ameaça processar Marcos

29 abril 2017 | 7:23

Exame de Emilly no 'BBB' vaza na web e médico ameaça processar Marcos. Foto: Reprodução

Exame de Emilly no ‘BBB’ vaza na web e médico ameaça processar Marcos. Foto: Reprodução

O exame que Emilly fez durante o confinamento no ‘BBB 17’, que confirma que ela foi agredida por Marcos, vazou nas redes sociais e tem causado a maior polêmica. O relatório médico conta com informações sobre as marcas no braço da jovem e o documento serviu como prova que o médico fosse denunciado pelo Ministério Público. No texto, o médico Elmo Marques Carneiro Filho diz que Emilly se queixava de dor em manobras de compressão no punho direito sem sinais de lesões de escoriações e que apresentava pequeno hematoma roxo claro na região posterior do braço esquerdo e outro no antebraço direito. Ao ‘Uol’, o advogado do médico, Ralph Lichotti, informou que ele não pode dar entrevista sobre o caso por conta da Ética Médica e afirmou que pretende processar Marcos pelo vazamento do exame. “Esse cuidado, que todo verdadeiro esculápio deve ter, com os pacientes seus, ou de outros médicos, o Dr. Elmo sempre observou, em seus mais de 50 anos de clínica médica dedicada à nobre missão de mitigar o sofrimento humano; mas não vem demonstrando a mesma circunspecção o Dr. Marcos de Oliveira Härter, pelo que será processado judicialmente nas próximas horas, ante o vazamento indevido de atestado médico”, disse. A assessoria do cirurgião não comentou o caso.

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